20120710140714ABNT NBR 15575-2 2013 Final
20120710140714ABNT NBR 15575-2 2013 Final
20120710140714ABNT NBR 15575-2 2013 Final
1
R 2 , 0 1
1
.
2
R R
R R s
(
= (4)
com
m
> 1,5
onde:
= [(1+-
uA
).(1+-
uB
).(1+-
uC
)...] (5)
sendo:
-
uA
igual ao coeficiente de variao da resistncia do material A, correlativa a R
ud
;
-
uB
igual ao coeficiente de variao da resistncia do material B, correlativa a R
ud
;
-
uC
igual ao coeficiente de variao da resistncia do material C, correlativa a R
ud
.
A.6.2 Casos particulares
No caso de edificaes trreas e sobrados cuja altura total no supere 6,0 m, no sendo possvel realizar, por
motivos tcnicos ou de viabilidade econmica, o controle sistemtico dos materiais A, B, C e outros, permite-se
prescindir da obteno estatstica de -
sA
,
-
sB
,
-
sC
etc., desde que se adote = 1,5 e
m
= 2,0;
A.6.3 Comprovao
Os materiais A, B, C etc. devem constituir e reger, de forma majoritria, o comportamento mecnico
do componente em anlise na composio da resistncia R
ud
. Desta forma deve-se comprovar a condio:
S
d
R
ud
com S
d
determinado conforme ABNT NBR 8681.
A.6.4 Validade
Para conservar vlida a expresso de R
ud
, as resistncias mdias dos materiais A, B, C etc. devem estar
caracterizadas para o ensaio, garantindo-se ainda a homogeneidade do processo de produo dos elementos
estruturais, de forma que estas mdias sejam mantidas.
A.6.5 Estatsticas
A.6.5.1 A resistncia caracterstica assumida para componentes de ligao e ancoragens, quando no
existirem normas especficas, deve ser tomada como a correspondente ao quantil inferior a 5 %, ou seja, 95 %
dos componentes devem apresentar para as propriedades escolhidas como representativas um valor igual
ou acima do caracterstico.
A.6.5.2 Na resistncia de clculo dos componentes de ligao e ancoragens, quando no existirem normas
especficas, deve ser considerado um coeficiente de minorao com base na variabilidade dos resultados de
ensaios; este coeficiente, contudo, no deve ser inferior a 2.
A.7 Relatrio de ensaio
O relatrio do ensaio deve conter no mnimo as seguintes informaes:
a) identificao do solicitante;
b) identificao do fornecedor;
c) identificao da amostra e de todos os corpos-de-prova;
d) desenho do ensaio tipo e sua geometria;
e) caracterizao dos constituintes;
f) data do recebimento da amostra;
g) grficos de carga x deslocamento;
h) deslocamentos;
i) resistncias ltimas;
j) nvel de desempenho;
k) data do ensaio;
l) referncia a esta Norma;
m) registros sobre eventos no previstos no decorrer dos ensaios.
Anexo B
(normativo)
Modelagem matemtica do comportamento conjunto para as
deformaes de servio
B.1 Princpio
Ensaios destrutivos, com traado de diagramas de carga x deslocamento, e registros da histria do carregamento,
conforme indicado na Figura B.1.
Figura B.1 Grfico carga x deslocamento para determinao de R
ud
e R
sd
por meio de ensaios
B.2 Diretrizes
Estabelecer a resistncia para a deformao de trabalho para os casos em que no h Norma Brasileira de projeto
de sistemas e que no possuem modelagem matemtica conhecida e consolidada por experimentao.
B.3 Aparelhagem
Devem ser empregados instrumentos que forneam medio de centsimos de milmetro e que registrem toda
a histria de carregamento, principalmente a situao dos pontos e regies mais solicitados.
B.4 Preparao dos corpos-de-prova
B.4.1 Confeccionar os componentes com os mesmos materiais, procedimentos e controles normais ao processo
construtivo a ser adotado no canteiro de obras.
B.4.2 Para elementos estruturais comprimidos, as cargas devem ser aplicadas com excentricidade:
>
30
t
1 cm
onde:
t igual menor dimenso do elemento estrutural (normalmente a espessura).
B.4.3 A caracterizao dos constituintes A, B, C etc. e o tipo de resistncia para a deformao que
os caracteriza individualmente podem ser obtidos com a prpria realizao dos ensaios, examinando-se
minuciosamente o comportamento de ruptura do conjunto e sua dependncia do comportamento dos materiais
individuais.
B.5 Procedimento
B.5.1 Conduzir o ensaio com pelo menos dez etapas de carregamento, com repetio para trs modelos
geomtricos idnticos e em escala real.
B.5.2 Caracterizar os componentes pelas resistncias R
s1
, R
s2
e R
s3
, resultados das resistncias ltimas
observadas nos ensaios
B.5.3 Ensaiar conforme as condies de solicitao a que se pretende submeter os sistemas na edificao.
B.5.4 Ordenar as resistncias em ordem crescente conforme indicado na Figura 1.
B.6 Expresso dos resultados
B.6.1 Resistncia de servio
A resistncia de projeto, com o seu valor j minorado, deve ser :
( )
1 s
s1 s3
1 s d s
R 2 , 0 1 .
2
R R
R R s
(
= (8)
sendo:
= [(1+-
sA
).(1+-
sB
).(1+-
sC
)...] (9)
onde:
-
sA
igual ao coeficiente de variao da resistncia do material A, correlativa a R
Sd
;
-
sB
igual ao coeficiente de variao da resistncia do material B, correlativa a R
Sd
;
-
sC
igual ao coeficiente de variao da resistncia do material C, correlativa a R
Sd
.
B.6.2 Casos particulares
Para edificaes trreas, onde no seja possvel, por motivos tcnicos ou de viabilidade econmica, o controle
sistemtico dos materiais A, B, C etc., permite-se prescindir da obteno estatstica de -
sA
,
-
sB
,
-
sC
etc., desde que
se venha a fixar = 1,5.
B.6.3 Comprovao
Os materiais A, B, C etc. devem constituir e reger, de forma majoritria, o comportamento mecnico do
componente em anlise na composio da resistncia R
Sd
.
Desta forma deve-se comprovar a condio:
S
d
R
sd
com S
d
determinado conforme a ABNT NBR 8681.
B.6.4 Validade
Para conservar vlida a expresso de R
Sd
, as resistncias mdias dos materiais A, B, C etc. devem estar
caracterizadas para o ensaio, garantindo-se ainda a homogeneidade do processo de produo dos elementos
estruturais, de forma que estas mdias sejam mantidas.
B.6.5 Estatsticas
B.6.5.1 A resistncia caracterstica assumida para componentes de ligao e ancoragens, quando no
existirem normas especficas, deve ser tomada como a correspondente ao quantil inferior de 5 %, ou seja, 95 %
dos componentes devem apresentar para as propriedades escolhidas como representativas um valor igual
ou acima do caracterstico.
B.6.5.2 Na resistncia de clculo dos componentes de ligao e ancoragens, quando no existirem normas
especficas, deve ser considerado um coeficiente de minorao com base na variabilidade dos resultados
de ensaios; este coeficiente, contudo, no deve ser inferior a 2.
B.7 Relatrio de ensaio
O relatrio do ensaio deve conter no mnimo as seguintes informaes:
a) identificao do solicitante;
b) identificao do fornecedor;
c) identificao da amostra e de todos os corpos-de-prova;
d) desenho do ensaio tipo e sua geometria;
e) caracterizao dos constituintes;
f) data do recebimento da amostra;
g) grficos de carga x deslocamento;
h) deslocamentos
i) resistncias de servio;
j) nvel de desempenho
k) data do ensaio;
l) referncia a esta Norma;
m) registros sobre eventos no previstos no decorrer dos ensaios.
Anexo C
(normativo)
Ensaio de impacto de corpo mole
C.1 Princpio
Corpo com massa e forma conhecidas, abandonado de altura estabelecida para ensaios de componentes
horizontais, e abandonado de altura estabelecida em movimento pendular para ensaios de componentes verticais
que, ao atingir o componente, provoca deslocamentos ou deformaes ou rupturas verificveis.
C.2 Diretrizes
Verificar os deslocamentos ou deformaes provenientes do impacto de corpo mole sobre elementos estruturais
ou componentes.
C.3 Aparelhagem
Para a realizao deste ensaio deve ser empregada a seguinte aparelhagem:
a) corpo percussor de impacto, com forma e massa (m) definidas na ABNT NBR 11675;
b) defletmetros com resoluo de 0,1 mm;
c) estrutura de apoio rgida.
C.4 Preparao dos corpos-de-prova
Confeccionar os elementos com os mesmos materiais, procedimentos e controles normais ao processo.
C.5 Procedimento
Conduzir o ensaio no corpo-de-prova tipo, aplicando energias de impacto indicadas na Tabela C.1.
Tabela C.1 Massa de corpo mole, altura e energia do impacto
Impacto
m
kg
h
m
E
J
Aplicar um impacto de corpo mole, de
acordo com a ABNT NBR 11675,
para cada energia
40
40
40
40
40
40
40
0,30
0,45
0,60
0,90
1,20
1,80
2,40
120
180
240
360
480
720
960
C.6 Expresso dos resultados
Medio dos deslocamentos horizontal e vertical (d
h
e d
v
) e residuais (d
hr
e d
vr
), em milmetros, incluindo
observao visual das falhas, fissuras, destacamentos e runas.
C.7 Relatrio de ensaio
O relatrio do ensaio deve conter no mnimo as seguintes informaes:
a) identificao do solicitante;
b) identificao do fornecedor;
c) identificao da amostra e de todos os corpos-de-prova;
d) desenho do ensaio tipo e sua geometria;
e) caracterizao dos constituintes;
f) data do recebimento da amostra;
g) deslocamentos;
h) anlise visual;
i) fotos;
j) nvel de desempenho
k) data do ensaio;
l) referncia a esta Norma;
m) registros sobre eventos no previstos no decorrer dos ensaios.
Anexo D
(normativo)
Ensaio de impacto de corpo duro
D.1 Princpio
Corpo com massa e forma conhecidas, abandonado de altura estabelecida, em queda livre, que, ao atingir
o componente, provoca indentao (depresso) verificvel.
D.2 Diretrizes
Verificar a indentao proveniente do impacto de corpo duro sobre elementos estruturais ou componentes.
D.3 Aparelhagem
Para a realizao deste ensaio deve ser empregada a seguinte aparelhagem:
a) corpo percussor de impacto esfera de ao macia com massa de 1 kg;
b) corpo percussor de impacto esfera de ao macia com massa de 0,5 kg;
c) paqumetros com resoluo de 0,1 mm.
D.4 Preparao dos corpos-de-prova
Confeccionar os elementos com os mesmos materiais, procedimentos e controles normais ao processo.
D.5 Procedimento
D.5.1 Aplicar os impactos por meio de esferas de ao macias, abandonadas em queda livre, registrando-se
as profundidades das mossas e os eventuais danos ocorridos.
D.5.2 Para cada energia especificada so aplicados dez impactos, em pontos ou sees representativas
do elemento (sees enfraquecidas etc.).
D.5.3 As condies de ensaio relativas s massas do corpo duro (m), alturas de queda (h) e energias
de impacto (E) esto apresentadas na Tabela D.1.
Tabela D.1 Massa de corpo duro, altura e energia do impacto
Impacto
m
kg
h
m
E
J
Aplicar 10 impactos de corpo duro de grandes
dimenses (esfera de ao) para cada energia
1
1
1
1,00
2,00
3,00
10
20
30
Aplicar 10 impactos de corpo duro de pequenas
dimenses (esfera de ao) para cada energia
0,5
0,5
0,5
0,50
0,75
1,00
2,5
3,75
5
D.6 Expresso dos resultados
Medio das profundidades das mossas, em milmetros, incluindo observao visual das falhas, fissuras,
destacamentos e runas.
D.7 Relatrio de ensaio
O relatrio do ensaio deve conter no mnimo as seguintes informaes:
a) identificao do solicitante;
b) identificao do fornecedor;
c) identificao da amostra e de todos os corpos-de-prova;
d) desenho do ensaio tipo e sua geometria;
e) caracterizao dos constituintes;
f) data do recebimento da amostra;
g) profundidades das mossas;
h) anlise visual;
i) fotos;
j) destacamentos, desagregao, fissuras;
k) nvel de desempenho;
l) data do ensaio;
m) referncia a esta Norma;
n) registros sobre eventos no previstos no decorrer dos ensaios.
Anexo E
(normativo)
Nveis de desempenho
E.1 Generalidades
E.1.1 Este anexo estabelece os nveis mnimos (M) de desempenho para cada requisito, que devem ser
atendidos.
E.1.2 Considerando a possibilidade de melhoria da qualidade da edificao, com uma anlise de valor da
relao custo/benefcio dos sistemas, neste anexo so indicados os nveis de desempenho intermedirio (I)
e superior (S) e repetido o nvel M para facilitar a comparao.
E.1.3 Recomenda-se que o construtor ou incorporador informe o nvel de desempenho dos sistemas que
compem a edificao habitacional, quando exceder o nvel mnimo (M).
E.2 Impacto de corpo mole
As Tabelas E.1 a E.3 apresentam os critrios de desempenho recomendados para os resultados mximos obtidos
em ensaios de impacto de corpo mole, para os nveis de desempenho intermedirio (I) e superior (S).
Tabela E.1 Critrios e nveis de desempenho para elementos estruturais localizados
na fachada da edificao, em exteriores acessveis ao pblico Impacto de corpo mole
na face externa, ou seja, de fora para dentro
Energia de
impacto de
corpo mole
J
Critrio de desempenho
Nvel de
desempenho
M I S
960
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas localizadas (fissuras, destacamentos e outras)
960
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
720
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas localizadas (fissuras, destacamentos e outras)
720
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
480
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas localizadas (fissuras, destacamentos e outras)
480
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
360
No ocorrncia de falhas
Limitao do deslocamento horizontal:
d
h
< h/250 e d
hr
< h/1 250 para pilares, sendo h a altura do pilar
d
h
< L/200 e d
hr
< L/1 000 para vigas, sendo L o vo terico da viga
360
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
240
No ocorrncia de falhas
Limitao do deslocamento horizontal:
d
h
< h/250 e d
hr
< h/1 250 para pilares, sendo h a altura do pilar
d
h
< L/200 e d
hr
< L/1 000 para vigas, sendo L o vo terico da viga
180 No ocorrncia de falhas
120 No ocorrncia de falhas
Tabela E.2 Critrios e nveis de desempenho para elementos estruturais localizados no interior da
edificao e na fachada Impacto de corpo mole aplicado na face interna, ou seja, de dentro para fora
Energia de
impacto de
corpo mole
J
Critrio de desempenho
Nvel de
desempenho
M I S
480
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas localizadas (fissuras, destacamentos e outras)
480
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
360
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas localizadas (fissuras, destacamentos e outras)
360
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
240
No ocorrncia de falhas
Limitao do deslocamento horizontal:
d
h
< h/250 e d
hr
< h/1 000 para pilares, sendo h a altura do pilar
d
h
< L/200 e d
hr
< L/1 000 para vigas, sendo L o vo terico da viga
240
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
180 No ocorrncia de falhas
120
No ocorrncia de falhas
Limitao do deslocamento horizontal:
d
h
< h/250 e d
hr
< h/1 250 para pilares, sendo h a altura do pilar
d
h
< L/200 e d
hr
< L/1 000 para vigas, sendo L o vo terico da viga
Tabela E.3 Critrios e nveis de desempenho para impacto de corpo mole em pisos
Energia de
impacto de
corpo mole
J
Critrio de desempenho
Nvel de
desempenho
M I S
960
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
720
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas
720
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
480
No ocorrncia de runa
No ocorrncia de falhas
480
No ocorrncia de runa; so admitidas falhas localizadas (fissuras,
destacamentos e outras)
360
No ocorrncia de falhas
Limitao de deslocamento vertical
d
v
< L/300; d
vr
< L/900
360 No ocorrncia de falhas
240
No ocorrncia de falhas
Limitao de deslocamento vertical
d
v
< L/300; d
vr
< L/900
120 No ocorrncia de falhas
E.3 Impacto de corpo duro
As Tabelas E.4 a E.6 apresentam os critrios de desempenho recomendados para os resultados mximos obtidos
em ensaios de impacto de corpo duro, para os nveis de desempenho intermedirio (I) e superior (S).
Tabela E.4 Critrios e nveis de desempenho para impacto de corpo duro
na face externa de elementos estruturais localizados na fachada da edificao
e nas faces externas acessveis ao pblico
Energia de impacto
a)
de corpo duro
J
Critrio de desempenho
Nvel de
desempenho
3,75
No ocorrncia de falhas
Mossas com qualquer profundidade
M
20
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
3,75
No ocorrncia de falhas
Profundidade da mossa: p s 5 mm
I
20
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
3,75
No ocorrncia de falhas
Profundidade da mossa: p s 2 mm
S
20
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
a)
Sentido do impacto de fora para dentro.
Tabela E.5 Critrios e nveis de desempenho para elementos estruturais localizados
no interior da edificao e na fachada
Energia de
impacto
a)
de corpo duro
J
Critrio de desempenho
Nvel de
desempenho
2,5
No ocorrncia de falhas
Mossas com qualquer profundidade
M
10
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
2,5
No ocorrncia de falhas
Profundidade da mossa: p s 5 mm
I
10
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
2,5
No ocorrncia de falhas
Profundidade da mossa: p s 2 mm
S
10
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
a)
Sentido do impacto de dentro para fora, aplicado na face interna.
Tabela E.6 Critrios e nveis de desempenho para impacto de corpo duro em pisos
Energia de impacto
de corpo duro
J
Critrio de desempenho
Nvel de
desempenho
5
No ocorrncia de falhas
Mossas com qualquer profundidade
M
30
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
5
No ocorrncia de falhas
Profundidade da mossa: p s 5 mm
I
30
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes
5
No ocorrncia de falhas
Profundidade da mossa: p s 2 mm
S
30
No ocorrncia de runa e traspassamento
Admitidas falhas superficiais como mossas, fissuras e desagregaes