Letramento de Idosos
Letramento de Idosos
Letramento de Idosos
MARING
2015
Sumrio
Apresentao...............................................................................................................3
Introduo.................................................................................................................... 4
1. Aspectos histricos e as atuais condies dos idosos no Brasil.........................6
2. Princpios que orientam o trabalho do letramento de idosos...........................12
3. A avaliao inicial como recursos para organizao da prtica pedaggico com
Idosos..............................................................................................................18
4. Voltando questo do letramento, como trabalh-lo na sala de aula?.............24
5. Referncias......................................................................................................29
Apresentao
Caros alunos,
Me chamo Ciclia Rodrigues Monteiro e vou ministrar a disciplina de Letramento
de Idosos. Sou formada em Pedagogia (2009-2012) pela Universidade Estadual de
Maring UEM e Mestre (2013-2015) pelo Programa de Ps-graduao em Educao
na mesma instituio. Meu trabalho dissertativo foi desenvolvido no eixo temtico de
Histria da Alfabetizao no Paran.
Durante a graduao participei do Programa de Bolsa Iniciao Incentivo
Docncia PIBID, desenvolvendo prticas de alfabetizao e letramento em escolas
de ensino fundamental da rede municipal da cidade de Maring-PR. No mesmo
perodo conclui um Projeto de Iniciao Cientfica denominado Alfabetizao e
Letramento: Um Olhar para Revista Criana. Atualmente sou tutora do Curso do
Pedagogia Distncia da Universidade Estadual de Maring e ministro aulas em
graduaes e ps-graduaes.
Buscando realizar um trabalho de qualidade espero contribuir para formao
continuada de vocs!
Bons estudos!
Abraos, professora Ciclia R. Monteiro.
Introduo
O objetivo fundamental da disciplina Letramento de Idosos promover aos
educandos a reflexo acerca das possveis prticas de letramento destinadas a
melhor idade. Sabemos que o Brasil caminha para se tornar um pas majoritariamente
de idosos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE), o
grupo de 60 anos ou mais ser maior que o grupo de crianas com at 14 anos j em
2030 e, em 2055, a participao desta faixa-etria na populao total ser maior que
a de crianas e jovens com at 29 anos.
Afim de entender essa populao, que estar em sua grande maioria
aposentada nos prximos anos, a educao , com certeza, um dos eixos norteadores
mais importantes.
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Uma pesquisa realizada por Filho e Massi (2014) mostra que no possvel
vincular aumento da longevidade com alteraes biolgicas capazes de justificar
dificuldades dos idosos para desenvolver atividades efetivas de leitura e escrita. Em
relao leitura, os autores afirmam que as principais queixas, relatadas por 26,16%
dos idosos participantes da enquete, esto vinculadas a questes que contemplam
tanto aspectos prprios das suas condies de letramento, quanto aspectos biolgicos
referentes acuidade visual.
Dentre as questes relacionados ao letramento, so citados pelos pesquisados
embaraos na compreenso e interpretao de textos, bem como problemas com a
gramtica da lngua. E quanto a situaes vinculadas s alteraes biolgicas, so
citados problemas de viso, os quais merecem ateno, incluindo o encaminhamento
de idosos para profissionais habilitados e capazes de proporcionar-lhes possibilidades
de enxergar melhor.
Considerando os resultados da pesquisa apresentada nos pargrafos
anteriores, torna-se vlido evidenciarmos a importncia de que a educao de idosos
seja realizada sob a forma de parcerias. Alm de ensinar-lhes a ler e escrever, vale
que o professor se atente aos aspectos inerentes a est fase to peculiar de nossas
vidas. O trabalho proporcionado por uma equipa de mltiplas especificidades garante
longevidade e qualidade de vida aos nossos velhos, podem ser professores,
educadores fsicos, mdicos, psiclogos, enfermeiros, e tantas outras reas que
atuam na melhoria humana.
SAIBA MAIS
Indicao de filme: Up: Altas Aventuras
Ainda que seja uma animao, o filme conta para crianas e adultos, sobre
alguns medos, mas, principalmente, sobre as aventuras emocionantes que
podem acontecer quando se chega terceira idade. Ainda que Carl, o
personagem velhinho, esteja em depresso e tentando se isolar do mundo,
o garoto Russel insiste em se manter ao lado do idoso. Juntos os dois
comeam uma amizade e Carl redescobre o sentido da vida durante a
velhice.
Disponvel completo no link:
https://www.youtube.com/watch?v=7el1dy5paxs
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Por que se fazer essas perguntas? Por que elas podem auxiliar e situar o educador
na sua relao com os alunos e com o objeto de conhecimento que se prope ensinar:
a leitura e a escrita. Mas de que leitura e escrita estamos falando?
Como j dissemos, nossos alunos trazem para a sala de aula suas experincias e
saberes construdos durante a vida, a partir de seus desafios pessoais ou coletivos,
recorrendo a estes conhecimentos prvios para formular suas hipteses e respostas
acerca de quaisquer que sejam as temticas propostas pelo professor que dever
buscar uma metodologia que respeite e considere isso em seu processo e continue a
propor uma postura ativa diante do conhecimento proporcionando uma amplitude
maior da capacidade de aprender dos sujeitos.
A) Como identificar os conhecimentos trazidos previamente pelos alunos?
Primeiramente sabemos que os idosos possuem um universo de conhecimento,
principalmente prticas e concepes cristalizadas acerca de diversos fatos da vida,
com certeza, eles j tm opinies formadas em relao a assuntos polmicos como
poltica e religio. Portanto sugerimos que estas temticas sejam descartadas como
temas geradores, dando vazo, por exemplo, a saberes e habilidades que os alunos
desenvolveram em suas funes anteriores, como culinria e agricultura. O professor
poder obter essas informaes por meio de um levantamento simples, feito no incio
das aulas.
Outra ao possvel propormos que eles explicitem como formularam seu
pensamento diante de algum objeto do conhecimento. Um exemplo bastante prximo,
exemplificando, diz respeito ao clculo mental. comum que nossos alunos realizem
clculo mental e apresentem dificuldade na hora de registrar o raciocnio realizado,
assim, alm do professor incentivar a exposio oral das etapas realizadas para se
chegar a uma determinada resposta, importante que todas atividades comtemplem
um registro material: desenho, pequenos textos, cartazes e pinturas. Caso os alunos
no saiam escrever o professor poder transcrever os registros orais, seguindo
fielmente os detalhes relatados pelo educando.
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Voc percebeu como foi prazeroso por alguns instantes ler uma poesia, pura e
simplesmente por prazer? Garanto que voc at se esqueceu do que estvamos
conversando!
O texto foi colocado aqui exatamente para refletirmos o quanto, ns, professores,
tomados pelo universo do trabalho, esquecemos do exerccio da leitura prazerosa.
Como podemos propor aos nossos alunos o mergulho no universo dos livros se ns
no o conhecemos? Quantas vezes por semana voc consegue tirar um tempinho
para ler algumas pginas apenas por deleite? Voc saberia dizer qual foi o ltimo livro
editado pelo seu autor/autora preferido? Para propiciar esses momentos aos alunos
importante tambm que os vivamos. Mergulhar no universo da leitura vivenciar
diferentes dimenses da vida. Nada melhor que o testemunho vivido, para despertar
o desejo nos outros.
Por isso, deixamos aqui uma tarefa, tire um tempinho todas as semanas para ler,
v a uma livraria, a um sebo, vasculhe os sites da internet, e simplesmente leia. Voc
perceber que o quanto este exerccio facilita a organizao dos seus planejamentos.
Tente listar quais obras voc gostaria de ler, quais notcias, quais escritores, quais os
tipos de texto que lhe chamam a ateno, busquem clubes de leitores e se inteire do
universo que voc quer que seu aluno goste.
Devemos ser modelo de escritores e leitores para nossos alunos, nesse caso vale
at falarmos em exemplo. Sim, sejamos o exemplo! Essas reflexes nos levam a
pensar sobre nossa atuao enquanto leitores e escritores. E esse lugar de reflexo
nos permite pensar no lugar do aluno nesse processo.
C) O ambiente alfabetizador
Faa da sua sala de aula um verdadeiro ambiente de alfabetizao e letramento,
possibilite que seus alunos tenham acesso a diversos materiais escritos desde o
alfabeto exposto e bem legvel, at jornais, revistas, gibis, receitas culinrias, notcias
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SAIBA MAIS
Voc sabia que os idosos possuem um estatuto prprio
aprovado em Setembro de 2003? Que tal saber mais
sobre seus direitos e deveres?
Leia o arquivo completo no link abaixo:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm
LEMBRE-SE
A atuao fundamental do docente ser em fazer
emergir os saberes desses idosos acerca da vida e
das coisas, principalmente por meio do dilogo, pois,
esta a ferramenta de comunicao mais
desenvolvida nos mesmos. O educador e o educando
devem ter uma relao de parceria, aonde ambos se
educam, e a aprendizagem um processo que se
constri na relao com o outro, baseada na tica.
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Histria de vida:
Dados pessoais: nome completo, data de nascimento, cidade onde nasceu; pequeno
resumo sobre o percurso de vida;
Escolaridade: se j foi escola, quando, por quanto tempo, por que saiu, o que
espera do novo perodo de escolarizao;
Situao familiar: estado civil, com quem mora, se possui filhos, quantos so;
Participao comunitria: se frequenta igreja, faz parte de alguma associao de
bairro, clube ou sindicato;
Informaes sobre a vida profissional:
Experincias: se trabalha atualmente ou aposentado, outros trabalhos que j teve,
e o que ainda gostaria de desenvolver;
Aprendizagem profissional: como aprendeu o trabalho que executa/executou, se j
fez algum curso de formao ligado ao trabalho, ou se gostaria de fazer algum, qual;
Rotina diria: quais atividades fazem parte da rotina? Quais so seus hbitos?
Descanso e diverso:
O que faz nos momentos de descanso, o que gostaria de fazer;
Qual a diverso predileta, que tempo se dedica a ela;
Em companhia de quem se diverte, quais lugares costuma frequentar;
Gosta de ver televiso, quais os programas preferidos; faz trabalhos manuais,
artesanato; vai a festas, quermesses, parque;
Contato com a escrita:
Se tem jornais, revistas em casa, quais;
O que gosta ou gostaria de ler;
Se precisa usar a escrita no trabalho; pouco, nunca, muitas vezes;
Se j escreveu ou recebeu cartas, onde sente mais a necessidade de saber ler e
escrever bem;
O que a escola representa, o que gostaria de saber ou conhecer;
Conhecimentos j adquiridos:
Conhecimento sobre a escrita (hiptese de escrita);
O que j realiza como leitura (decodificao e letramento);
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Se a felicidade no me acompanhar
Mas no me convm,
Eu tenho pensado
passarada
criado
escutando
Campo e do mato
Corta as Campinas
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cristalinas
Daquelas festanas
meninas
estradas
derrotado
mos divinas
A msica sugerida retrata a vida de algum que teve que se mudar para cidade
grande, deixando a vida no serto, da qual sente muitas saudades, assim sendo a
temtica central, ou em outras palavras o tema gerador seria saudades da terra
natal. importante destacar que o professor escolha uma msica que faa alguma
relao com a maioria dos alunos. A ideia que o ato de ouvir a cano, acorde a
memria dos idosos, e os faam contar sobre suas vidas, dificuldades e origem. Esta
sequncia didtica pode ocorrer de forma simples, sob a forma de uma grande
conversar em roda.
Conduza o bate-papo por meio de questionamentos como: Algum se identificou
com a msica? Ou, por qual parta da msica voc se identificou? Por qu? Voc sente
saudades de alguma terra querida? Isso ajudar e incentivar os educandos a
participarem, enquanto isso o professor dever fazer o maior nmero de anotaes
possveis.
Como registro, o docente poder fornecer cartolinas, revistas, cola e tesoura para
os educandos, e orientar que procure imagens e palavras que faam relao com suas
histrias pessoais, constituindo cartazes que contam histrias. Por fim, cole os
cartazes nas paredes da sala de aula, isso far com os alunos se sintam valorizados
e pertencentes aquele ambiente escolar.
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SAIBA MAIS:
Estatsticas: Saiba mais sobre dados estatsticos
importantes e relevantes sobre o panorama da
pblico idoso no Brasil e no mundo.
Link:
https://brasilidoso.wordpress.com/estatisticas/
LEMBRE-SE!
Entendemos que vencer o desafio da qualidade
do ensino passa pelo conhecimento que se tem
do aluno, se tivssemos condies de assim
proceder talvez pudssemos desenvolver aes
preventivas na escola no sentido de evitar ou
minimizar a vivncia de situaes
desconfortveis entre os nossos alunos, e assim
contribuir para a melhoria do nvel cultural e das
condies de vida dos alunos que frequentam as
escolas (PABIS, 2012, p.11).
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Nesse sentido vocs podem se perguntar: como trabalhar a leitura no seu aspecto
social com alunos que no possuem o total domnio do processo de alfabetizao?
Segundo as orientaes para educao de idosos da secretaria de educao de So
Paulo, no podemos desconsiderar que necessrio propor atividades que permitam
ao aluno se apropriar do sistema de escrita, mas temos que considerar tambm dois
elementos importantes: a qualidade dos textos que sero utilizados nas aulas e o
acesso ao seu contedo. Podemos trabalhar um texto pequeno, ditados populares,
por exemplo, em que os alunos, tendo o texto de memria, reunidos em grupos ou
duplas produtivas, tentem realizar a leitura:
CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU
EM BRIGA DE MARIDO E MULHER, NINGUM METE A COLHER
DE GRO EM GRO A GALINHA ENCHE O PAPO
CABEA VAZIA, OFICINA DO DIABO
Apesar de serem textos com uma nica orao, fica mais fcil a realizao das
tentativas de leitura, que podem ser feitas com a ajuda do prodessor, alm do os ditos
populares so ricos em contedos que promovendo debates interessantes em sala de
aula. A escolha dos materiais escritos devem estar pautados no universo adulto, e de
preferncia conhecidos popularmente.
Segundo as j citadas orientaes outra maneira de promover o acesso a textos
escritos o professor fazer a vez do leitor. Se o seu objetivo com determinado texto
trabalhar com as informaes que ele traz ou a apreciao dele (que no caso est
relacionado perspectiva do letramento), no necessrio esperar que o aluno se
alfabetize para ter acesso, at porque, dependendo do texto, o domnio da leitura
pressupe adquirir uma srie de habilidades que envolvem um leitor proficiente, e
estas habilidades demandam certo tempo para serem adquiridas.
O professor pode e deve ler muitos textos para os educandos, pois, mesmo que
oralmente estes tero acesso as informaes e contedos, o que tambm se
caracteriza como processo de letramento. Para tanto diferencie os gneros e as
temticas abordadas. No caso dos alunos que j conseguem realizar produes
escritas mais elaboradas ser necessrio que ele tenha referncias que sirvem como
suporte de escrita. S podemos solicitar que o aluno escreva uma notcia, por
exemplo, se suas mais variadas vertentes j foram apresentadas a eles. Outra
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vdeos, e apresente aos alunos fim de promover o debate acerca da histria. Abaixo
deixamos algumas possibilidades:
Romeu e Julieta Los Hermanos
Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor
O fogo se derreteu, o gelo se incendiou
E a brisa que era um tufo
Depois que o mar derramou, depois que a casa caiu
O vento da paz soprou
Clareou, refletiu, se cansou do dio e viu que o sonho real
E qualquer vitria carnaval, carnaval, carnaval
Muito alm da razo, bate forte emoo, iluso que o cu criou
Onde apenas o meu corao amar, amar
O amor no se tem na hora que se quer, ele vem no olhar
Sabe ser o melhor na vida e pede bis quando faz algum feliz
Vem aqui, vem viver, no precisa escolher os jardins do nosso lar
Preparando a festa pra sonhar, pra sonhar, pra sonhar
Faa chuva, vem o sol, em comum o futebol deu voc e o nosso amor
Convidando as mgoas pra cantar, pra cantar, pra cantar
O amor no se tem na hora que se quer, ele vem no olhar
Sabe ser o melhor na vida e pede bis quando faz algum feliz
Sugerimos a msica da banda Los Hermanos, porque, ao contrrio do livro, a
letra nos leva a entender, que o casal Romeu e Julieta no qual o cantor se refere teve
um final feliz e vivem uma histria de amor, nesse sentido o professor poder
interrogar os alunos: Como teria sido essa histria se os amantes tivessem um
desfecho positivo? Ser que o romance teria ficado conhecimento mundialmente?
Com certeza, todos estes questionamentos geraro um debate caloso na sala de aula,
incentivando os educandos ao exerccio da reflexo e formulao de hipteses.
B) Produzindo textos escritos
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relendo
comparando
e,
finalmente,
enviando
suas
cartas,
SAIBA MAIS:
Vamos conhecer uma proposta interessante de trabalho com a
leitura e a escrita voltada para educao de Jovens e Adultos,
mas que pode ser utilizada em turmas de idosos?
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LEMBRE-SE!
O ideal que o planejamento no seja realizado pelo(a) professor(a)
sozinho(a). Afinal, ele um processo de interao do(a) professor(a),
alunos e todas as demais pessoas envolvidas no projeto escolar. Na
Educao de Idosos, importante levar em conta que os alunos no
tm tempo a perder. Esse dado da realidade exige uma seleo muito
criteriosa para privilegiar o que de fato importante aprender. Quando
os professores colocam a servio dos alunos sua competncia e sua
disposio para aprender e ensinar juntos, encontram no planejamento
um auxiliar para que os alunos consigam aprender e ser mais
(PLANEJAMENTO E AVALIAO, MEC, 2006, p.48)
3. Referncias
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4. Referncias
BRASIL. Estatuto do idoso: lei federal n 10.741, de 01 de outubro de 2003. Braslia,
DF: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2004.
BRASIL. MINISTRIO DA EDUCAO. Proposta curricular para jovens e
adultos: ensino fundamental, primeiro segmento. So Paulo/Braslia, 2001.
BRASLIA, MINISTRIO DA EDUCAO, SECRETARIA DE EDUCAO
CONTINUADA, ALFABETIZAO E DIVERSIDADE BARRETO, V. (Coord.)
Trabalhando com a educao de jovens e adultos: alunas e alunos da EJA.
Braslia: 2006
FILHO, P. P.S.; MASSI, G. A.; Letramento de idosos brasileiros acima de 65 anos.
Revista Distrbios da Comunicao, So Paulo, v. 26, n.02, p. 267-276, jun. 2014.
Disponvel em: < http://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/viewFile/16513/14642 >.
Acesso em: 13 abr. 2015.
FREITAS, Eduardo. O nmero de idosos dever aumentar no Brasil. Disponvel
em
<http://www.brasilescola.com/brasil/o-numero-idosos-devera-aumentar-nobrasil.htm >. Acesso em 18 abr. 2015.
MASSI, G.; TORQUATO, R.; GUARRINELLO, A.C.; BERBERIAN, A. P.; SANTANA,
A. P.; LOURENO, R. C.; Prticas de letramento no processo de envelhecimento.
Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rio de Janeiro, v. 13, n. 01, p. 59 -71,
Nov.
2010.
Disponvel
em:
<
http://revista.unati.uerj.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S180998232010000100007&lng=pt>. Acesso em: abr. 2015.
RODRIGUES, R. R.; ARRUDA, R.A.; Educao na melhor idade. Revista Eventos
Pedaggicos, v.4, n.2, p. 211 - 220, ago/ dez. 2013. Disponvel em: <
http://sinop.unemat.br/projetos/revista/index.php/eventos/article/viewFile/1288/951 >.
Acesso em: 13 abr. 2015.
SO PAULO, SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAO. Orientaes didticas:
alfabetizao e letramento EJA e MOVA. So Paulo: 2007
SILVA, M. C. B.; TAAM, R.; O idoso e os desafios sua educao escola. In:
Seminrio de pesquisa do PPE, Junho, 2009, Maring-PR.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em trs gneros. Belo Horizonte:
Autentica, 1998.