Trabalho de Biologia
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Sumário
Capítulo 1: Organização Celular........................................................................................... 2
Capítulo 2: Respiração........................................................................................................ 10
Capítulo 3: Reprodução.......................................................................................................15
Capítulo 4: Nutrição........................................................................................................... 20
Capítulo 5: Composição Química....................................................................................... 26
Capítulo 6: Hereditariedade e evolução.............................................................................31
Capítulo 7: Reação a estímulos ambientais...................................................................... 34
1
Capítulo 1:
Organização Celular
2
Célula
3
Seres unicelulares
4
Seres pluricelulares
5
Células Procariontes
*Representação de célula
procarionte.
6
Célula Eucarionte animal
7
Célula Eucarionte Vegetal
8
Diferenças entre as células
As células eucariontes e procariontes diferem em vários aspectos, incluindo
estrutura celular, organização genética e complexidade. Algumas das principais
diferenças entre esses dois tipos de células são:
1. Núcleo celular:
- Eucariontes: Possuem um núcleo verdadeiro, que é separado do citoplasma por
uma membrana nuclear.
- Procariontes: Não possuem um núcleo verdadeiro; o material genético está
disperso no citoplasma em uma região chamada nucleóide.
2. Organelas membranosas:
- Eucariontes: Contém várias organelas membranosas, como mitocôndrias,
retículo endoplasmático, complexo de Golgi, lisossomos e cloroplastos (em células
vegetais).
- Procariontes: Geralmente não possuem organelas membranosas, exceto por
ribossomos e, em algumas espécies, membranas invaginadas como mesossomos.
3. Tamanho e complexidade:
- Eucariontes: São geralmente maiores e mais complexas, com uma estrutura
interna altamente organizada.
- Procariontes: São geralmente menores e mais simples, com uma estrutura
interna menos complexa.
4. Reprodução:
- Eucariontes: Podem se reproduzir tanto por divisão celular assexuada quanto por
meio de processos sexuais envolvendo a formação e a fusão de gametas.
- Procariontes: Normalmente se reproduzem por divisão celular assexuada,
chamada de fissão binária, na qual uma célula se divide em duas células filhas
idênticas.
5. Compartimentalização celular:
- Eucariontes: Apresentam uma maior compartimentalização celular devido à
presença de membranas que delimitam diferentes organelas, permitindo a
separação de diferentes processos celulares.
- Procariontes: Apresentam uma menor compartimentalização celular, pois não
possuem organelas membranosas internas.
9
Capítulo 2:
Respiração
10
Respiração
A respiração é um processo fundamental para a sobrevivência dos
organismos vivos, pois é responsável por fornecer a energia necessária para todas
as atividades celulares e, consequentemente, para a manutenção da vida. Este
processo é composto por uma série de reações bioquímicas altamente coordenadas
que ocorrem no interior das células, nas quais as moléculas orgânicas, como a
glicose, são quebradas para liberar energia.
O processo de respiração celular pode ser dividido em três etapas principais:
glicólise, ciclo de Krebs (ou ciclo do ácido cítrico) e cadeia de transporte de elétrons
(ou fosforilação oxidativa).
1. Glicólise: A glicólise ocorre no citoplasma celular e é o primeiro estágio da
respiração celular. Nessa etapa, uma molécula de glicose é quebrada em
duas moléculas de piruvato, resultando na produção líquida de ATP e NADH.
2. Ciclo de Krebs: Após a glicólise, as moléculas de piruvato são transportadas
para dentro das mitocôndrias, onde ocorre o ciclo de Krebs, na matriz
mitocondrial. Nesse ciclo, o piruvato é completamente oxidado, resultando na
produção de NADH, FADH2, ATP e moléculas intermediárias que participam
de reações subsequentes.
3. Cadeia de Transporte de Elétrons e Fosforilação Oxidativa: O NADH e o
FADH2 produzidos na glicólise e no ciclo de Krebs transferem elétrons para a
cadeia de transporte de elétrons, localizada na membrana interna da
mitocôndria. Durante esse processo, a energia liberada pela transferência de
elétrons é usada para bombear prótons através da membrana mitocondrial
interna, criando um gradiente de prótons. A passagem de prótons de volta
através da membrana mitocondrial através da ATP sintase gera ATP a partir
de ADP e fosfato inorgânico, em um processo conhecido como fosforilação
oxidativa.
No final da cadeia de transporte de elétrons, os elétrons são transferidos para
o oxigênio, formando água como produto final. Isso explica por que o oxigênio é
essencial para a respiração aeróbica, pois atua como aceptor final de elétrons na
cadeia de transporte de elétrons.
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É importante notar que a respiração celular não se limita apenas à produção
de energia. Ela também desempenha um papel fundamental na regulação do
metabolismo celular, na síntese de moléculas importantes e na eliminação de
produtos residuais do metabolismo. Em resumo, a respiração celular é um processo
complexo e essencial para a vida, permitindo que os organismos vivos obtenham
energia e realizem todas as funções vitais necessárias para sua sobrevivência e
crescimento.
*Representação e simplificação do
processo respiratório do ser humano.
12
Respiração Aeróbica
13
Respiração Anaeróbica
14
Capítulo 3:
Reprodução
15
Reprodução
*Representação simplificada de
como ocorre a formação do
embrião do ser humano.
16
Reprodução Sexuada
17
Reprodução Assexuada
18
Diferenças entre as reproduções
A reprodução assexuada e sexuada diferem em vários aspectos. Algumas
das principais diferenças entre reprodução assexuada e sexuada são:
1. Mecanismo de Produção de Descendentes:
- Reprodução Assexuada: Na reprodução assexuada, os organismos produzem
descendentes diretamente de seus corpos parentais, sem a fusão de gametas. Isso
pode ocorrer por brotamento, cissiparidade, fragmentação ou propagação
vegetativa.
- Reprodução Sexuada: Na reprodução sexuada, os organismos produzem
gametas especializados, como espermatozoides e óvulos, que se fundem durante a
fecundação para formar um novo indivíduo. Esse processo envolve a troca de
material genético entre os pais e a formação de um novo organismo com uma
combinação única de características genéticas.
2. Variabilidade Genética:
- Reprodução Assexuada: A reprodução assexuada geralmente resulta em
descendentes geneticamente idênticos ao progenitor, uma vez que não há mistura
de material genético de diferentes indivíduos.
- Reprodução Sexuada: A reprodução sexuada resulta em descendentes com
variabilidade genética devido à combinação de material genético de dois pais
diferentes durante a fecundação. Contribui para a diversidade genética dentro da
população e aumenta a capacidade de adaptação dos organismos a mudanças
ambientais.
3. Vantagens Adaptativas:
- Reprodução Assexuada: A reprodução assexuada permite que os organismos
produzam rapidamente grandes números de descendentes em ambientes estáveis e
favoráveis. Isso é vantajoso em termos de eficiência reprodutiva, pois não requer a
busca por um parceiro de acasalamento.
- Reprodução Sexuada: A reprodução sexuada é vantajosa em ambientes
variáveis e em constante mudança, pois gera variabilidade genética nos
descendentes, aumentando a capacidade de adaptação a novas condições
ambientais.
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Capítulo 4:
Nutrição
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Nutrição
A nutrição é um processo complexo e essencial para a sobrevivência e o
funcionamento adequado dos organismos vivos. Ela engloba uma série de etapas
que envolvem a ingestão de alimentos, a sua digestão, absorção de nutrientes pelo
organismo e sua utilização para fornecer energia, construir e reparar tecidos, regular
processos metabólicos e manter a homeostase.
1. Ingestão de Alimentos: A nutrição começa com a ingestão de alimentos ou
substâncias nutritivas pelo organismo. Os alimentos fornecem os nutrientes
essenciais necessários para as funções vitais do corpo. Esses alimentos
podem ser de origem vegetal, animal ou mineral, e variam em composição
nutricional.
2. Digestão: Após a ingestão, os alimentos passam por um processo de
digestão, no qual são quebrados em componentes menores por ação de
enzimas digestivas. A digestão ocorre principalmente no trato gastrointestinal
e é essencial para liberar os nutrientes dos alimentos para absorção pelo
organismo.
3. Absorção de Nutrientes: Os nutrientes digeridos são absorvidos pelas
células do trato gastrointestinal e entram na corrente sanguínea, onde são
transportados para as células do corpo. Esses nutrientes incluem
carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais e água, e são utilizados
para uma variedade de funções metabólicas.
4. Metabolismo: Uma vez absorvidos, os nutrientes são utilizados pelas células
do organismo para produzir energia, construir e reparar tecidos, regular
processos metabólicos, sintetizar substâncias vitais e manter a homeostase
interna. O metabolismo dos nutrientes ocorre em diversas vias metabólicas
dentro das células.
5. Eliminação de Resíduos: Durante o processo de digestão e metabolismo,
são produzidos resíduos e substâncias não absorvíveis que precisam ser
eliminados do organismo. Isso é feito principalmente através da excreção de
resíduos metabólicos pelos rins, pulmões, pele e intestinos.
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A nutrição adequada é essencial para a saúde e o bem-estar de todos os
seres vivos. Uma dieta equilibrada, rica em uma variedade de nutrientes essenciais,
é fundamental para garantir o funcionamento adequado do organismo e prevenir
deficiências nutricionais e doenças relacionadas à alimentação. Além disso, fatores
como idade, sexo, estado de saúde, atividade física e condições ambientais podem
influenciar as necessidades nutricionais individuais de cada organismo.
*Definição de Nutrição, com uma
pequena pirâmide dando exemplos de
alimentos usados no estudo da nutrição.
22
Nutrição Autótrofa
23
*Esquema simplificado de como ocorre a fotossíntese.
Nutrição Heterótrofa
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decompondo matéria orgânica em compostos simples que podem ser reutilizados
por outros organismos.
25
Capítulo 5:
Composição Química
26
Principais elementos encontrados nos seres vivos
Os seis principais elementos químicos presentes no organismo de seres
vivos são:
1. Carbono (C): O carbono é um componente fundamental das moléculas
orgânicas, incluindo carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos. Ele é
a espinha dorsal da vida e está presente em praticamente todas as moléculas
orgânicas.
2. Hidrogênio (H): O hidrogênio é encontrado em grandes quantidades na água
e também faz parte de muitas moléculas orgânicas, como ácidos graxos,
aminoácidos e açúcares.
3. Oxigênio (O): O oxigênio é essencial para a respiração celular, onde é
utilizado na produção de energia através da oxidação de nutrientes. Além
disso, está presente na água e em muitas outras moléculas orgânicas.
4. Nitrogênio (N): O nitrogênio é um componente essencial dos aminoácidos,
que são os blocos de construção das proteínas. Ele também é encontrado
em ácidos nucleicos, como o DNA e o RNA.
5. Fósforo (P): O fósforo é um componente chave do ATP, que é a principal
molécula de energia utilizada pelas células. Além disso, está presente no
DNA, RNA e em muitas outras moléculas importantes para o metabolismo
celular.
6. Enxofre (S): O enxofre está presente em aminoácidos específicos, como
cisteína e metionina, que são importantes para a estrutura das proteínas.
Também está presente em vitaminas e
coenzimas essenciais para várias
reações metabólicas.
Esses seis elementos são fundamentais
para a estrutura e função das moléculas
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biológicas e desempenham papéis essenciais em praticamente todos os processos
biológicos nos organismos vivos.
*Imagem que simplifica o que foi dito acima.
Substâncias orgânicas
As substâncias orgânicas presentes nos seres vivos incluem uma variedade
de compostos químicos que são essenciais para a vida. Algumas das principais
classes de substâncias orgânicas encontradas nos seres vivos são:
1. Carboidratos: Os carboidratos são compostos orgânicos que desempenham
um papel importante como fonte de energia e como componentes estruturais
nas células. Exemplos incluem glicose, amido, celulose e glicogênio.
2. Lipídios: Os lipídios são compostos que incluem gorduras, óleos,
fosfolipídios e esteróides. Eles desempenham uma variedade de funções nos
organismos, incluindo armazenamento de energia, isolamento térmico,
proteção de órgãos e formação de membranas celulares.
3. Proteínas: As proteínas são macromoléculas compostas de cadeias de
aminoácidos. Elas desempenham uma ampla variedade de funções no
organismo, incluindo catalisar reações bioquímicas (enzimas), transporte de
substâncias, suporte estrutural, regulação do metabolismo e defesa
imunológica.
4. Ácidos Nucleicos: Os ácidos nucleicos incluem o DNA (ácido
desoxirribonucleico) e o RNA (ácido ribonucleico), que são responsáveis pelo
armazenamento, transmissão e expressão da informação genética. Eles são
compostos de nucleotídeos, que consistem em uma base nitrogenada, um
açúcar e um grupo fosfato.
5. Vitaminas: As vitaminas são compostos orgânicos essenciais para o
funcionamento adequado do organismo. Elas desempenham papéis
importantes como coenzimas e cofatores em várias reações metabólicas. As
vitaminas podem ser solúveis em água (como as vitaminas do complexo B e
a vitamina C) ou solúveis em gordura (como as vitaminas A, D, E e K).
6. Hormônios: Os hormônios são substâncias químicas produzidas por
glândulas endócrinas que regulam processos fisiológicos no organismo. Eles
desempenham papéis importantes na regulação do metabolismo,
crescimento, desenvolvimento, reprodução e resposta ao estresse.
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Essas são apenas algumas das principais classes de substâncias orgânicas
encontradas nos seres vivos. Cada uma desempenha papéis fundamentais na
manutenção da vida e no funcionamento adequado dos organismos.
*Exemplos de
substâncias orgânicas.
29
Substâncias inorgânicas
30
Capítulo 6:
Hereditariedade e
evolução
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Hereditariedade
Hereditariedade refere-se ao processo pelo qual características biológicas
são transmitidas dos pais para os descendentes ao longo das gerações.
Essas características incluem traços físicos, como cor dos olhos, tipo
sanguíneo e altura, assim como características comportamentais, predisposições
genéticas para doenças e outras características complexas.
A hereditariedade é mediada pela transmissão de material genético de uma
geração para a seguinte através dos genes, que são unidades de informação
hereditária localizadas nos cromossomos. A hereditariedade é um dos principais
mecanismos responsáveis pela diversidade e pela continuidade da vida nas
diferentes espécies.
*Exemplo de como as
características passam de
pais para filhos.
32
Evolução
33
Capítulo 7: Reação a
estímulos ambientais
34
Estímulos ambientais
Estímulos ambientais são mudanças ou sinais no ambiente que são
detectados pelos organismos vivos e que podem desencadear uma resposta
fisiológica, comportamental ou molecular. Esses estímulos podem ser de natureza
física, química ou biológica e incluem uma ampla gama de fatores ambientais, tais
como:
1. Luz: Mudanças na intensidade, cor e direção da luz solar podem servir como
estímulos ambientais para plantas, animais e outros organismos.
2. Temperatura: Variações na temperatura ambiente podem influenciar a
atividade metabólica, os ciclos reprodutivos e outros processos fisiológicos
dos organismos.
3. Umidade: Mudanças na umidade do ar ou do solo podem afetar a
respiração, a transpiração e a sobrevivência de plantas e animais.
4. Pressão: Variações na pressão atmosférica podem influenciar o
comportamento de animais marinhos e a fisiologia de organismos terrestres.
5. Nutrientes: A disponibilidade de nutrientes essenciais, como nitrogênio,
fósforo e potássio, pode afetar o crescimento e o desenvolvimento das
plantas.
6. Substâncias químicas: A presença de substâncias químicas como toxinas,
feromônios ou alimentos pode desencadear respostas comportamentais ou
fisiológicas em animais e outros organismos.
Os organismos vivos desenvolveram uma variedade de mecanismos
sensoriais e adaptativos para detectar e responder a esses estímulos de maneira
apropriada, permitindo-lhes sobreviver e se reproduzir em diferentes ambientes.
*Quadro simplificado de
exemplos de estímulos
ambientais.
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Estímulos ambientais
Os estímulos ambientais desempenham papéis fundamentais na
sobrevivência de todos os seres vivos, ajudando-os a detectar perigos, encontrar
alimentos, navegar em seus ambientes, regular processos fisiológicos e sincronizar
comportamentos e eventos biológicos. Eles são essenciais para garantir que os
organismos se adaptem e prosperem em seus habitats específicos ao longo do
tempo. Dentre vários podemos citar:
1. Detecção de Perigos: Os estímulos ambientais permitem que os organismos
detectem perigos potenciais, como predadores, toxinas ou condições
ambientais adversas, permitindo que evitem ou respondam a esses perigos
de forma apropriada para garantir sua sobrevivência.
2. Localização de Alimentos: Muitos organismos dependem da detecção de
estímulos ambientais, como odores, sabores, luz e calor, para encontrar e
capturar alimentos. Esses estímulos ajudam os organismos a garantir uma
fonte de energia e nutrientes necessários para a sobrevivência e o
crescimento.
3. Navegação e Orientação: Estímulos ambientais, como luz solar, campos
magnéticos, sons e odores, são utilizados por muitas espécies para navegar
e se orientar em seus habitats. Esses estímulos permitem que os organismos
encontrem abrigos, locais de reprodução e rotas de migração.
4. Regulação Fisiológica: Estímulos ambientais, como temperatura, umidade,
pressão e composição química do ambiente, afetam diretamente a fisiologia
dos organismos. Eles podem desencadear respostas fisiológicas, como
regulação da temperatura corporal, controle da
respiração e ajustes metabólicos, para manter as
condições internas adequadas para a
sobrevivência.
5. Sincronização de Processos Biológicos:
Muitos organismos dependem de estímulos
ambientais, como variações de luz e temperatura,
para sincronizar processos biológicos importantes,
como o ciclo circadiano, a reprodução.
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