0.1 - Material
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Dominante:
Cm Dm7(b5) Db7
Os Intervalos são: 1 2 3 #4 5 6 b7
Veja que esse modo é uma mistura de Lídio que tem #4 com Mixolídio que tem b7.
*No módulo de teoria eu ensino a escala menor melódica completa com todas as suas
digitações no braço do violão.
Em anexo está a digitação desse modo partindo com baixo na quinta e sexta corda o que
já é suficiente para se criar algumas frases já que as passagens musicais com acordes
SubV7 são geralmente curtas, mas lembre-se que se você dominar a escala melódica
completa pode "frasear" em qualquer região do braço do violão.
Para achar o local onde para fazer a escala, basta tocar a tônica do acorde na bolinha
vermelha da escala mostrada no diagrama.
*São 2 arquivos. Um possui os diagramas como o aluno vê o braço do violão do professor e o outro
como uma tablatura. Consulte o arquivo que preferir, os dois são iguais.
Com a prática você vai perceber que essas duas abordagens levam diversas
vezes ao mesmo resultado.
Em outros casos você pode escolher de qual maneira seu cérebro funciona
melhor. Pessoalmente eu vario muito.
O MÉTODO 2 pode ser muito interessante para nós violonistas pois basta
fazermos um shape de determinado modo quando aquele acorde surge.
Todos os alunos obrigatoriamente devem saber fazer as seguintes escalas, pois quase
todas as músicas são basicamente feitas com elas:
• Maior
• Menor Natural
• Pentatônica
Agora, os alunos que querem aprender a improvisar devem no mínimo saber fazer:
• Escala Blues
• Diminuta
• Menor Harmônica
Existem ainda muitas outras escalas que são importantes apenas no estudo aprofundado
do JAZZ, mas essas são as essenciais.
*A Escala Menor Melódica eu considero opcional pois ela pode ser substituída na
maioria das vezes por outras escalas durante uma improvisação na música brasileira.
Entretanto é uma escala importante pois aparece em composições e também pois possui
seu próprio campo harmônico.
DEFINIÇÕES:
Exemplos em parênteses:
- A Bm (B7) E7 A
- C (A7) Dm (D7) G7 C
- G (A7) D7 G
Escala Menor Natural: Am7 - Bm7(b5) - C7M - Dm7 - Em7 (E7) - F7M - G7
Obs: Pause o vídeo se for necessário para ler as descrições dos acordes.
Resumo das aplicações da escala diminuta:
• Em acordes diminutos
• Em acordes dominantes com 9b, mas nesse caso podemos também usar
o Mixolídio 9b 13b
O motivo de podermos fazer isso está no fato que os acordes dominantes com
9b compartilham notas em comum com o acorde diminuto localizado 1
semitom acima. Por exemplo: E7(9b) possui as notas Mi Sol# Si Ré Fá e o
acorde diminuto localizado 1 semitom acima é o Fdim que possui as notas Fá
Sol# Si Ré. Ou seja, a única diferença é o próprio Mi. Em outras palavras, o
acorde Fdim é um E7 com baixo na 9b e omissão da tônica.
*No vídeo eu dou o exemplo com um G#dim que é uma inversão de Fdim.
Logo, os dois são o mesmo acorde.