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FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM CONTABILIDADE E AUDITORIA

TEMA DE PESQUISA: SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTABILISTICO

Estudante: Elsa Domingos Ramos Código: 61220080

Disciplina: Informática Aplicada

3º Ano/Bloco III/2024

Tete, Setembro de 2024


ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO .............................................................................................................................................1
2. SISTEMA DE INFORMAÇÃO ........................................................................................................................2
2.1. Conceitos .............................................................................................................................................2
2.2. Tipos de Sistemas de Informação .......................................................................................................2
2.2.1. ERP (Enterprise Resource Planning) .............................................................................................3
2.2.2. CRM (Customer Relationship Management) ...............................................................................4
2.2.3. SRM (Supplier Relationship Management) ..................................................................................4
2.3. Sistemas de Informação Contabilísticos..............................................................................................4
2.3.1. Tipos de Sistemas de Informação Contábeis ...............................................................................4
2.3.2. Características dos Sistemas de Informação Contábeis ...............................................................4
3. CONCLUSÃO ...............................................................................................................................................8
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................................................9
1. INTRODUÇÃO
Nos dias de hoje, a informação é algo necessário e está sempre presente em todas as actividades da
humanidade. A falta de informação torna impossível qualquer acção ou decisão nas organizações,
como na vida pessoal. A necessidade de informações é constante porque a envolvente sempre
muda.

Com a ajuda da tecnologia, as organizações agora se preocupam com mais do que apenas colectar
informações, forma como eles estabelecem sistemas de informação porque esses sistemas
permitem a seleção e tratamento da informação importante para que eles possam se integrar na
sociedade que os cerca.

A informação é um conjunto de dados que, quando adequadamente apresentados e no momento


certo, melhora o conhecimento do indivíduo, o que o torna mais capaz de realizar a actividade ou
escolha a que se propõe.

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2. SISTEMA DE INFORMAÇÃO
2.1. Conceitos
Brien (2000), define um sistema de informação como um conjunto formado por pessoas, software,
hardware, procedimentos e dados. Ele é responsável por difundir as informações através da
organização.

Conforme descrito na literatura, as tecnologias de informação (TI) são os recursos fornecidos por
computadores, software, processos de telecomunicações e análise e design de processos e fluxos
de trabalho dentro e entre organizações (Davenport & Short, (1989).

Um sistema de informação é "um conjunto de componentes inter-relacionados que recolhem,


tratam, armazenam e divulgam dados e informações e fornecem um mecanismo de retorno para
cumprir determinado objetivo", de acordo com Stair e Reynolds (2008). É depois desta explicação,
especificamente no que é chamado de "mecanismo de retorno", que envolve os sistemas de
informação que ajudam as organizações a tomar decisões.

2.2. Tipos de Sistemas de Informação


Considerando isso, os sistemas de informação podem ser categorizados de várias maneiras. a ênfase
pretendida.

No primeiro método, parece que todos concordam com a divisão proposta por Montilva (1999) de
sistemas de informação informais e formais. Os sistemas de informação informais surgem das
comunicações entre os membros da organização e não seguem formalismos ou padrões pré-
estabelecidos. Em contraste, os sistemas de informação formais são construídos a partir de
procedimentos, normas e procedimentos e fornecem informações a quem as precisa e no momento
certo.

Conforme afirmado por Arellano Rodriguez (2008), a criação de um sistema de informação


destinado a gestão (SIG) deve ser estruturado de forma a atender às metas da organização e refletir
a sociedade ao seu redor, tanto interna quanto externa. A fim de atingir os seus objectivos, um
Sistema de Informação precisará resolver as lacunas que são encontradas, pois a envolvente muda
continuamente e a informação interna é a única informação que pode ser processada e acessível
rapidamente.

2
Kendall (2002), categorizam os sistemas de informação de acordo com as necessidades
organizacionais em:

 Sistemas de Processamento de Transacções - Transaction Processing Systems (TPS);


 Sistemas Automáticos de Escritório - Office Automation Systems (OAS);
 Sistemas de Trabalho do Conhecimento - Knowledge Work Systems (KWS);
 Sistemas de Informação de Gestão - Management Information Systems (MIS);
 Sistemas de apoio à Tomada de Decisão - Decision Support Systems (DSS);
 Sistema de Apoio a Executivos - Executive Support Systems (ESS);
 Sistemas de apoio à Tomada de Decisão em Grupo - Group Decision Support Systems
(GDSS);
 Sistemas de Trabalho Conjunto com Apoio de Computadores- Computer-Supported
Collaborative Work Systems (CSCWS).

Segundo Kendall (2002), existem dois tipos diferentes de sistemas que geram informações e
decisões: estruturados e não-estruturados. A informação e as decisões estruturadas são aquelas que
surgem de sistemas como TPS e OAS e têm uma estrutura repetida; a informação e as decisões
não-estruturadas são aquelas que surgem dos restantes sistemas e não seguem uma tipologia
adequada e estruturada porque dependem da envolvente e das relações dentro da organização.

Mintzberg et al. (1976) mencionou que, apesar da variedade e frequência desse tipo de decisão, as
mesmas ocorrem na organização sem seguir um processo identificável. Isso ocorre principalmente
porque uma decisão desenvolve uma acção para resolver um problema que envolve fatores
dinâmicos que variam de organização para organização.

2.2.1. ERP (Enterprise Resource Planning)


Os sistemas ERP são projetados para integrar todos os processos de negócios de uma empresa em
uma única plataforma. Eles ajudam a gerenciar finanças, cadeia de suprimentos, operações,
relatórios, manufatura e recursos humanos. Um exemplo popular de ERP é o SAP ERP, que é
amplamente utilizado por grandes empresas para otimizar suas operações e melhorar a eficiência.

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2.2.2. CRM (Customer Relationship Management)
Os sistemas CRM são focados na gestão das interações e relacionamentos com os clientes. Eles
ajudam a melhorar o atendimento ao cliente, aumentar as vendas e fidelizar clientes. Um exemplo
bem conhecido de CRM é o Salesforce, que oferece uma plataforma robusta para gerenciar vendas,
marketing e atendimento ao cliente.

2.2.3. SRM (Supplier Relationship Management)


Os sistemas SRM são usados para gerenciar as relações com os fornecedores. Eles ajudam a
otimizar o processo de aquisição, melhorar a colaboração com fornecedores e reduzir custos. Um
exemplo de SRM é o Ariba, que é uma solução da SAP para gerenciar o ciclo de vida de compras
e fornecedores.

2.3. Sistemas de Informação Contabilísticos

Os sistemas de informação contábeis (SIC) são ferramentas essenciais para a gestão financeira
de uma empresa. Eles coletam, processam, armazenam e distribuem informações financeiras e
contábeis, permitindo uma tomada de decisão mais eficiente e precisa. Esses sistemas são
compostos por um conjunto de recursos humanos e tecnológicos que trabalham em conjunto para
garantir a integridade e a precisão dos dados financeiros1.

2.3.1. Tipos de Sistemas de Informação Contábeis

Sistemas Online: Acessíveis via internet, oferecem flexibilidade e escalabilidade, permitindo que
os dados sejam acessados de qualquer lugar.

Sistemas Offline: Instalados localmente nos computadores da empresa, exigem uma infraestrutura
própria, mas oferecem maior controle sobre os dados.

Sistemas Específicos: Desenvolvidos para atender às necessidades de nichos específicos de


mercado, como indústrias ou serviços financeiros2.

2.3.2. Características dos Sistemas de Informação Contábeis

Automatização de Processos: Reduz a necessidade de entrada manual de dados, minimizando


erros e aumentando a eficiência.

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Integração de Dados: Consolida informações de diferentes departamentos, proporcionando uma
visão holística das finanças da empresa.

Segurança da Informação: Implementa medidas de segurança para proteger dados sensíveis


contra acessos não autorizados.

Relatórios Detalhados: Gera relatórios financeiros detalhados que auxiliam na análise e na tomada
de decisões estratégicas.

Conformidade Legal: Ajuda a garantir que a empresa esteja em conformidade com as


regulamentações fiscais e contábeis3.

Esses sistemas são fundamentais para qualquer empresa que deseja manter uma gestão financeira
eficiente e precisa, facilitando a análise de dados e a tomada de decisões estratégicas.

2.4. Desenvolvimento de um SIC


O desenvolvimento de um Sistema de Informação Computadorizado (SIC) segue um conjunto de
princípios e etapas conhecidas como Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Sistemas (SDLC). Este
ciclo de vida é essencial para garantir que o sistema seja desenvolvido de forma eficiente,
atendendo às necessidades dos usuários e mantendo a qualidade.

2.4.1. Etapas do Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Sistemas (SDLC)

Planejamento:

Objetivo: Definir o escopo do projeto, os objetivos, os requisitos e os recursos necessários.

Atividades: Identificação das partes interessadas, orçamento, cronograma e análise de riscos.

Intervenientes: Gerentes de projeto, analistas de negócios, partes interessadas.

Análise de Requisitos:

Objetivo: Compreender completamente as necessidades dos usuários e as especificações do


sistema.

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Atividades: Coleta de informações por meio de entrevistas, pesquisas de mercado e análise de
documentos existentes.

Intervenientes: Analistas de sistemas, usuários finais, especialistas do setor.

Projeto (Design):

Objetivo: Criar uma estrutura geral para o sistema, incluindo design de interface do usuário (UI)
e experiência do usuário (UX).

Atividades: Criação de diagramas de fluxo, esquemas de banco de dados e definição de algoritmos.

Intervenientes: Arquitetos de software, designers de UI/UX, desenvolvedores.

Implementação (Codificação):

Objetivo: Escrever o código do sistema conforme o design especificado.

Atividades: Programação, desenvolvimento de módulos e integração de componentes.

Intervenientes: Desenvolvedores de software, engenheiros de software.

Teste:

Objetivo: Garantir que o sistema funcione conforme esperado e esteja livre de erros.

Atividades: Testes unitários, testes de integração, testes de sistema e testes de aceitação.

Intervenientes: Testadores de software, analistas de qualidade.

Implantação:

Objetivo: Colocar o sistema em operação no ambiente de produção.

Atividades: Instalação do sistema, configuração e treinamento dos usuários.

Intervenientes: Engenheiros de implantação, administradores de sistemas, equipe de suporte.

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Manutenção:

Objetivo: Garantir que o sistema continue a funcionar corretamente e atenda às novas necessidades
dos usuários.

Atividades: Correção de bugs, atualizações de software, melhorias e suporte contínuo.

Intervenientes: Equipe de manutenção, desenvolvedores, suporte técnico.

Essas etapas e princípios ajudam a garantir que o desenvolvimento de um SIC seja bem-sucedido,
eficiente e alinhado com as expectativas dos usuários

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3. CONCLUSÃO
Dessa pesquisa chegou-se a conclusão que derivados de carnes são produtos alimentícios
preparados total ou parcialmente a partir de carnes, despojos, gorduras e subprodutos comestíveis
provenientes de animais de abate. Esses derivados podem ser complementados com aditivos,
condimentos e especiarias.

Esses produtos são finamente condimentados e frequentemente submetidos a tratamento térmico


para garantir sua segurança alimentar e melhorar seu sabor e textura.

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4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 EVANGELISTA, J. (2008), Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu;
 RANCO, B. LANDGRAF, M (2008). Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu;
 LAWRIE, A. (2005), Ciência da carne. 6. ed. São Paulo: Artmed;
 TERRA, N. N.; BRUM, M. A. R. (1988), Carne e seus derivados: técnicas de controle de
qualidade. São Paulo: Nobel;
 ENG, W.; WEN, W.; DENG, Y.; TIAN, Y.; SUN, H.; SUN, Q. Chinese ethnic meat
products: continuity and development. Meat Science, v. 120, p. 37-46, 2016.

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