Marxismo: Escola de Ditadores
Marxismo: Escola de Ditadores
Marxismo: Escola de Ditadores
CADERNOS DA JUVENTUDE - 1
MARXISMO
ESCOLA DE
DITADORES
CADERNOS DA JUVENTUDE 1
Diretor: Nelson Abrantes
MARXISMO
ESCOLA DE DITADORES
por
Roberto das Neves
Capa de:
Nelson Abrantes
Colaborao e assessoria de:
Adalberto S. Moreira
Composio do linotipista:
M. R. Santos
Paginao de:
Jorge P. Arruda
Impresso de:
Uedson Ramos
varam o Autor treze vezes s masmorras da Inquisio do Salazar"), "O Dirio do Dr. Sat" (autobiogrfico), "Curso Completo (Elementar, Mdio
e Superior) de Esperanto"; "Voc Macrobitico
ou Vegetariano? Ou Verdadeira e Falsa Macrobitica"; "Mtodo Infalvel para Deixar de Fumar", precedido de "Doze Razes por que No
Fumo"; "Jesus Vegetariano e Anarquista" e ainda
das Introdues, que o tornaram famoso, por
ele compostas para, entre outras obras da literatura mundial: "O Quinto Evangelho" e "Manual
Filosfico do Individualista", de Han Ryner; "Provas da Inexistncia de Deus", de Sebastien Faure;
"Sermes da Montanha", de Toms da Fonseca; "O
Novo Israel", de Augustin Souchy; "Pginas Cnicas", de Rafael Lpez, o "Filsofo da Selva";
"Nova tica Sexual", de E. Armand; "Cooperativa
sem Lucros", de Pedro Ferreira da Silva; "Curso
de Literatura" e "Ao Direta", de Jos Oiticica;
"Portugal Oprimido", do Capito Fernando Queiroga; "Macrobitica-Zen", de Georges Ohsawa;
"Teraputica Waerland" e "Alimentao' Waerland, da Dra. Ebba Waerland; "Manual Waerland
da Sade" e "O Sistema Waerland", do Dr. Are
Waerland; etc.
Todas estas obras se encontram venda em
nossa Editora MUNDO LIVRE.
O Editor,
NELSON ABRANTES
MARXISMO
ESCOLA DE DITADORES
Na obra de Karl Marx h que distinguir duas
partes: uma, que boa, mas no dele; a outra,
que dele, mas no boa.
A primeira consiste, em resumo, na crtica da
sociedade capitalista e no enunciado das teses da
"mais-valia", assim chamada a parte-de-leo arrancada pela voracidade dos patres ao salrio dos
trabalhadores; na "interpretao materialista ou
econmica da Histria"; na aplicao do "mtodo
dialtico" s investigaes sociolgicas; na "lei da
concentrao do capital", ou seja da "expropriao
do maior nmero de capitalistas pelo menor; e na
"teoria do preo e do valor do trabalho".
Ora, todas estas teses so vlidas, pelo menos
relativamente. Confirmam-no diariamente as gritantes injustias da sociedade em que vivemos, e
das quais so principais vtimas os trabalhadores,
sanguessugados pelo capitalismo e triturados pelo
Estado. Mas tais idias, que Marx, empanturrado
da abstrusa e reacionria filosofia hegeliana e, com
toda uma tradio rabnica, passando a vida inteira
divorciado do trabalho calejante e dos trabalhadores, proclamou, do alto do Sinai da sua "genialidade" e "sapincia", serem descobertas suas, no
so dele, conforme no-lo demonstra Varlan Tcherkesoff, ao longo do seu irrefutvel e documentado
livro "Erros e Contradies do Marxismo"1, mas
sim teses e teorias j antes dele formuladas por
economistas liberais, socialistas e anarquistas franceses e ingleses, designadamente Sismondi, Victor
Considrant, Roberto Owen, William Thompson,
Adam Smith, Saint-Simon, Blanqui, Gustav Thier1. Publicado pela Editora GERMINAL (C. P. 15.142
- Rio de Janeiro) e venda na Livraria-Editora MUNDO
LIVRE.
bravaram um terreno virgem doado pelo imperador D. Pedro 1., em Palmeira, Paran, Brasil, ali
instalando uma coletividade livre e experimental,
"sem ideal preconcebido" (como frisa Rossi, em
livro posterior, no qual reconheceu ter a experincia, que durou alguns anos, demonstrado ser possvel a vida em regime libertrio); "O Louco e
Seus Dois Irmos" do imortal romancista e anarquista cristo russo Leon Tlstoi (1886); "News
From Nowhere" (Notcias de Nenhuma Parte), do
pintor ingls William Morris; "Freiland" (Terra
Livre), do dr. Franz Oppenheimer; e "Der Judenstat" (o Estado dos Judeus), de Theodor Herzl
(1896), estas trs, de israelitas, a quem o marxismo repugnava pelo desprezo a que votava a liberdade, considerada como um "preconceito burgus",
e que deram origem criao dos primeiros "kibutzim", "moshavim" e "kvutsot", coletividades
agrcolas e industriais, de tipo cooperativo e comunista (no marxista ou autoritrio, mas libertrio ou
anarquista), hoje florescentes na Palestina3; "Les
Amours de l'Age d'Or" e "Evenor et Lucippe",
de George Sand (1885); "Mundos Imaginrios e
Mundos Reais" (Viagem Pitoresca pelo Cu)
(1865), do astrnomo Camilo Flammarion, que
nesta obra resume as fantasias utpicas concernentes aos outros planetas; "Fecundidade" e "O
Trabalho", de mile Zola; "Sur la Pierre Blanche" (publicada em portugus com o ttulo "Cristianismo e Comunismo") e "A Ilha dos Pingns",
ambas de Anatole France; "Fragmentos de Histria Futura" (1904), do filsofo francs Gabriel
Tarde; "Grve des Amoureuses", de Camile Prier;
"The Agnostic Island" (A Ilha dos Agnsticos),
de F. J. Gould (1887), publicao de livres-pensadores; "Le Christ au Vatican" (O Cristo no Vaticano) que em muitas edies se atribui a Victor
Hugo, mas que, na realidade, do republicano
francs Jacques Antoine Chappuis; "Nouvelle
Abbay de Thlme", de Louis Estve (1906); "La
3 Sobre as referidas utopias e o funcionamento destas coletividades, leia-se "O Novo Israel", por Augustin
Souchy, uma das obras mais interessantes sobre o assunto,
publicada pela Ed. GEMINAL e venda nesta Editora.
(1910), cujo tema consiste numa viagem ao planeta Marte, onde os visitantes, da Terra, encontram a vida organizada de conformidade com a
concepo marxista; e "Como ficaram os camponeses sem autoridades", publicada, sob a firma de
Stenka Zayaz, em 1919, ou seja nos primeiros anos
aps a Revoluo, obra inspirada na concepo
anarquista, como do seu ttulo se infere. Depois
desta, no se conhecem outras utopias. O motivo
fcil de deduzir se nos lembrarmos de que na
Rssia, pas de regime totalitrio, no existe liberdade de imprensa nem artstica, e que a utopia
considerada, no "pas do socialismo", como um gnero literrio "hertico", "pequeno-burgus",
"anarcide". Pasternack e outros escritores russos
tiveram a idia, depois da queda de Stline, de
ressuscit-la. Todos sabem o que lhes aconteceu.
que a Rssia, apesar do abrandamento do regime
de terror, desde a morte de Stline, ainda se no
reconciliou com o sonho e com a liberdade, que
continuam a ser ali considerados, desde Lnine,
como "futildades" e "preconceitos burgueses". Ao
devaneio tolerante, libertador e criador, da utopia,
preferem os marxistas o realismo frio e esterilizante do dogma.
O SOCIALISMO "UTPICO" DE MARX
Em defesa dos socialistas liberais e anarquistas, roubados e escarnecidos por Marx, sob o
apodo de "utopistas", cumpre acrescentar que eles
no se limitaram a compor utopias arrancadas
fantasia ou com materiais da simples observao.
A maioria deles, seno a totalidade, ensaiaram-nas
em colnias experimentais e falanstrios. Foi o
caso de Robert Owen e de Fourier. O primeiro
destes, como atrs dissemos, chegou Amrica do
Norte em 1824, e ali, juntamente com o anarquista-individualista norte-americano Josiah Warren,
fundou a colnia "New Harmony", onde foram
ensaiados vrios sistemas de economia estranhos
ao mundo capitalista. Foi l que Warren, antecipando-se a Marx e ao prprio Proudhon, graas
aos resultados da experincia, formulou a teoria
prprio descobria perfeies e que se sentia fadado para ser o que, na realidade, veio a ser, um
novo Messias, fundador de uma nova religio, o
Marxismo, era, pelos motivos que podeis ler na obra
do clebre libertrio russo Varlan Tcherkesoff, o
homem menos autorizado para criticar os outros,
particularmente aqueles que, como Proudhon, Baknine e os seus discpulos, e os revolucionrios
da Comuna de Paris, haviam, quer nos seus livros
de crtica ou filosofia social, quer nas barricadas
(aonde o medroso Marx jamais se atreveu), afirmado o seu amor ao povo, aos vilipendiados, e a
sua deciso de ajudarem a proscrever da Terra os
inimigos implacveis da humanidade: o Estado e o
Capitalismo, ou seja a opresso e a explorao do
homem pelo homem.
MARX, PROFETA FALHADO
Mas, ento, nada do que Marx se atribui ou
do que os marxistas lhe atribuem lhe pertence? indagar o leitor. Sim, pertencem-lhe, pelo menos,
trs coisas: as deturpaes que introduziu nas
idias que roubara (dir-se-ia que com o objetivo
de, como fazem os ladres de automveis, as tornar mais dificilmente reconhecveis pelos seus autores), as profecias e a "ditadura do proletariado".
No desejando ser inferior aos seus gloriosos
antepassados semitas (desde Ezequiel a Nostradamus), Marx meteu-se, como eles, a profeta. E, ento, preferindo s utopias as profecias (de mais
sabor bblico), ps-se a congeminar vaticnios.
Assim, baseando-as na decantada teoria da "concentrao do capital" (que furtara de Buret e Victor Considrant), lanou aos quatro ventos, entre
outras, a predio de que a Revoluo Social iria
estalar, dali a pouco, por fatalidade histrica (
semelhana dos ourios dos castanheiros) nos pases atingidos pela superproduo industrial, ou
concentrao capitalista (Alemanha e Inglaterra),
onde a mo do proletariado, "produto e coveiro
do capitalismo", no teria mais que fazer seno
acanhar as castanhas tombadas da rvore do Capitalismo. O proletariado no precisava, sequer, de
"fazer fora", como pediam os velhos profetas b-
volucionria do proletariado. 3) Os marxistas querem preparar o proletariado para a revoluo, utilizando o Estado moderno. Os anarquistas rejeitam este mtodo."
Se cotejarmos estas linhas com as do "Manifesto Comunista" e de "O Capital", concluiremos
facilmente que Lenine falseava, neste ponto, a
ttica marxista, pois os marxistas no se propem
destruir o Estado, mas simplesmente preveem a
sua desapario natural, como conseqncia da
destruio das classes por meio da ditadura-doproletariado, o que equivale a dizer do socialismo
de Estado, ao passo que, mais lgicos (pois sabem
que as classes no existem sem o Estado, que o
guardio da classe dominante), os anarquistas querem destruir as classes por meio da revoluo social, que suprime, simultaneamente, o Estado e as
classes. Lenine no ignorava esta interdependncia entre aquele e estas, pois reconhece claramente, noutro passo da sua obra, que "o Estado a
arma de que se vale a classe dominante para manter submissa a classe dominada". E, por saber
tudo isto e obrar como se o no soubesse, que
Emma Goldmann, a grande anarquista russa residente na Amrica do Norte, que Rssia regressara
expressamente para tomar parte na revoluo de
Outubro, e daquele mesmo pas se evadira, ao verificar a impossibilidade de ali realizar obra emancipadora, desmascarou Lenine, chamando-lhe "o
grande jesuita" num libelo por ela publicado.
Ora, se o Estado , efetivamente, o co-cerbero
da classe privilegiada ou dominante, o que equivale a dizer do Capitalismo, como o reconheceram
os prprios corifus do marxismo-leninismo, cabe
perguntar: porque que na Rssia, onde, segundo
os chamados comunistas moscovitas, s existe uma
classe, a dos trabalhadores, e onde foi suprimido o
capitalismo, subsiste o Estado? Das duas, uma: ou
na Rssia, efetivamente, no existem mais classes,
e ento o Estado subsiste como sobrevivncia miasmtica de um tenebroso passado de opresso,
que o atuais administradores mantm com sdicos
objetivos; ou, ao contrrio do que afirmam os comunistas moscovistas, a Rssia continua dividida
em duas classes, e ento compreende-se a sobrevivncia do Estado como instrumento indispensvel classe dominante para impor o seu domnio
classe dominada. (Sublinhei acima comunistas
moscovitas, porque os comunistas de Pequim sustentam o contrrio, isto , que a Rssia se conserva
dividida em classes) . De qualquer maneira, a concluso s pode ser uma: a Revoluo orientada pelos marxistas, que, como parteira da sociedade
nova, deveria ter dado nascimento ao socialismo,
fracassou estrondosamente na Rssia.
Efetivamente, a Rssia, pelo que se conclui dos
testemunhos imparciais de todos quantos a tm
visitado, burgueses e revolucionrios, incluindo entre estes tantos comunistas de valor, que emigraram para aquele pas, sinceramente decididos a
dedicar-se grandiosa obra da "construo do socialismo", e que de l voltaram, anos depois, totalmente desiludidos, est cada vez mais distante
do verdadeiro socialismo. (A lista dos desiludidos
enorme, no valendo a pena reproduz-la aqui,
pois nos tomaria muito espao. Limitar-nos-emos,
por isso, a recordar um exemplo da casa: Osvaldo
Peralva, o qual, tendo sido, por vrios anos, diretor da imprensa do Partido Comunista brasileiro,
foi para a Rssia, a convite dos dirigentes do Komintern, que nele farejavam o futuro Lenine do
Brasil, com o objetivo de fazer o curso de estadomaior. Osvaldo Peralva permaneceu em Moscou
e em Praga cerca de quatro anos, ao fim dos quais
regressou ao Brasil totalmente desencantado. Em
vez do socialismo, que ele esperava ir encontrar
na "ptria do proletariado", o que ele viu ali foi
apenas "fascismo vermelho", conforme confessa
no seu terrvel depoimento intitulado "Retrato",
obra interessantssima, confirmadora do que aqui
afirmamos, e qual se seguiram outros dois livros
do mesmo gnero: "Lderes soviticos" e "Pequena Histria do Mundo Comunista"6.
6 Osvaldo Peralva, a quem os dirigentes comunistas
brasileiros, furiosos com a publicao dos seus terrveis libelos contra os moscovitas, acusaram de vendido ao "imperialismo ianque", foi, depois, diretor-superintendente do
do marxismo) um pas socialista: Em primeiro lugar, o pas onde com mais terrvel sanha se tem
perseguido o comunismo e os comunistas (em nenhum outro pas do mundo eles tm sido exterminados em to elevado nmero); como nos pases
declarados fascistas, designadamente a Alemanha
de Hitler, a Itlia de Mussolini, o Portugal de Salazar e a Espanha de Franco, apresenta ausncia
total das chamadas "liberdades fundamentais do
cidado", ou seja a de eleger os seus representantes (sindicais e outros), a de criticarem na imprensa os atos dos governantes, a de reunio, a
de propaganda de qualquer ponto-de-vista ou
credo considerado "hertico", isto contrrio
"verdade oficial"; a de viajar, at mesmo dentro
d pas, pois, no que concerne de viajar para o
estrangeiro, o muro de Berlim dispensa-nos de comentrios; a liberdade de criao artstica (o drama de Pasternak bastante elucidativo); etc., etc.
Em resumo, quase meio sculo depois da grande
gesta revolucionria, do muito alardeado pelo "socialismo cientfico" imposto revoluo russa, vemos de p somente o que esta nada mais j tem de
socialismo e nada daquilo que tampouco jamais
foi cincia.
PRECISO RECOMEAR!
O reconhecimento destas verdades ajuda-nos a
compreender por que os totalitrios de todo o
mundo se inclinam para os totalitrios russos. Sirva-nos de exemplo o caso de Salazar e Franco, preparando, nos ltimos meses, como tem sido revelado pela imprensa mundial, acordos, respectivamente, com os governos da China comunista e da
Rssia, e chegando ao ponto de darem instrues
censura para que no permitisse publicar na
imprensa ataques aos regimes daqueles pases.
Ao mesmo tempo, numa estranha coincidncia, as
polcias polticas de Salazar e Franco deixaram fugir, no mesmo dia e mesma hora, de trs prises
diferentes, cerca de vinte dos principais dirigentes
comunistas. Na Argentina, Venezuela, Brasil e outras naes, os detritos do fascismo ("pelegos",
BIBLIOGRAFIA
Alm das obras citadas no texto desta "Introduo":
Bernstein, Edward "Die Voraussetzungen des
Sozialismus und Aulfgaben der Sozial demokratie" (recm-editado no Brasil, pela Ed.
Zahar, com o ttulo de "Socialismo Evolucionrio").
Dommanget, Maurice "Histoire du Prmier
Mai".
Fabbri, Luigi "Ditadura y Revolucin".
Fromm, Erich "O Medo Liberdade" e "Psicanlise da Sociedade Contempornea".
Lanti, E. "Chu Konstruighas Socialismo en Sovetio?" (em Esperanto). (Constri-se Socialismo na Rssia?)
Maximoff, G. P. "The Politikal Philosophy of
Bakunin (Scientific Anarchism)".
Nettlau, Max "Socialismo Autoritrio y Socialismo Libertrio" e "Historia de la Anarquia".
Proudhon, P. -1 . "Sistema das Contradies
Econmicas" e "Confisses de um Revolucionrio".
Prunier, Andr "Marxismo y Anarquismo", inrevista "Cenit", p. 1340-43.
Read, Herbert "Anarquia y Orden".
Rocker, Rudolf "Influncias das Idias Absolutistas no Socialismo", "Nacionalismo y Cultura" e "Revolucin y Regresin".
Russell, Bertrand "O Erro Intelectual do Comunismo".
Sanftleben, Alfred "Utopia und Experiment".
Santos, Mrio F. dos "Anlise Dialtica do
Marxismo".
Mendes, Silva "O Socialismo Libertrio ou
Anarquismo".
Steinberg, I. N. "In the Workshold of the Revolution".
Vline "Revolution Inconu (Histoire Sincre
de la Revolution Russe)".
OBRAS PUBLICADAS:
Dr. Are Waerland, "Manual Waerland (As bases ci60,00
entficas do Waerlandismo)
Dra. Ebba Waerland, "Teraputica Waerland: A Cura
das Doenas pela Naturopatia (Sem Drogas, sem
70,00
Operaes e sem Mdico)"
Dra. Ebba Waerland, "Alimentao Waerland (250
Prolongar
a
e
Receitas para Conservar a Sade
50,00
Juventude)
Dr. Floriano de Lemos (professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro), "Doenas da Civilizao
60,00
Preveno e Cura pela Microbitica"
Macrobitico ou
Dr. Roberto das Neves,
Vegetariano? Ou Verdadeira e Falsa Macrobitica
20,00
(Dilogos Sobre Alimentao e Sade)"
Dr. Roberto das Neves, "Duodeclogo do Verdadeiro
10,00
Macrobitica"
Dr. Roberto das Neves, "Mtodo Infalvel para Deixar de Fumar", precedido das "Doze Razes por
que no Fumo" e seguido da "Frmula Prtica
para um Suicdio Tcnico e Proveitoso", esta, do
Dr. Eutansio Mata de Manso, mdico dos hospitais e professor da Faculdade de Medicina do
15,00
Rio de Janeiro
20,00
Dr. Karl Brandt, "Jesus Vegetariano"
Dr. Are Waerland, "O Sistema Waerland numa Cas50,00
ca de Noz"
Elizabeth Maydell Magalhes, "Crueldade. Porqu?" 10,00
Dr. P. Carlon, "Acupunctura, Alopatia, Homeopatia
30,00
e Naturopatia ou Naturismo"
PRONTAS PARA PUBLICAO:
Prof. R. Taylor, "Viagem ao Pas dos Hunza, no
Tibete, o Povo que no Conhece a Doena nem o
Crime".
Prof. J. Estve Dullin, "Macrobitica Mdica".
Prof. N. Capo, "Assim Cura o Limo".
So Joo, "O Evangelho da Sade".
Dr. Roberto das Neves, "Como Emagrecer, Comendo
Bons Petiscos".
Dr. Paul Carton, "Os Trs Alimentos Assassinos".
Prof. L. Jakowsky, "Como Ver Bem sem culos".
Prof. Karl Brandti, "A Superstio Mdica (Inutilidade e Nocividade da Medicina Oficial, Cincia
Falsa e Criminosa") .
Vrios, "Antologia Macrobitica", organizada pelo
Dr. Roberto das Neves.
Mahatma Gandhi, "As Bases Morais do Vegetarismo"
e "A Cura Natural".
COLEO SOCIOLGICA
E FILOSFICA
Cr$
Roberto das Neves, Marxismo, Escola de Ditadores
25,00
Roberto das Neves, O D rio do Dr. Sat (Comentrios Subversivos s Escorrncias Cotidianas da S filizao Crist)
60,00
Roberto das Neves e Edgard Rodrigues, A Fome em
Portugal
60,00
E. Armand, Nova tica Sexual (As Cooperativas de
Amor)
50,00
L. Portela e E. Rodrigues, Na Inquisio do Salazar 60,00
Han Ryner, O Quinto Evangelho (o Cristo Maon e
Anarquista)
60,00
Han Ryner, Manual Filosfico do Individualista
50,00
A. Souchy, O Novo Israel (A Economia dos Kibutzim) 50,00
O. Algarve, Jesus de Nazar (Homem, mito ou deus?) 70,00
V. Tcherkesof, Erros e Contradies do Marxismo
50,00
P. Kroptkine, O Anarquismo e a Cincia Moderna 50,00
E. Leuenroth, O Anarquismo Roteiro
50,00
100,00
J. Oitica, Curso de Literatura (Esttica Literria)
D. Gurin, O Anarquismo (da Doutrina Ao)
60,00
J. Oiticica, Ao Direta (Antologia sociolgica), com
biografia do Autor
60,00
Ed. Daanson, O Livro do Bem e do Mal (A Bblia
60,00
dos Maons)
Edgar Rodrigues, Socialismo, Sindicalismo e Anarquis120,00
mos no Brasil
60,00
lon Creanga, Contos Populares da Romnia
(Estes preos anulam os anteriores e podem sofrer alterao sem aviso prvio).
PEAM O NOSSO CATLOGO COMPLETO
NO SERVIMOS PELO REEMBOLSO POSTAL
OS PEDIDOS DEVEM VIR ACOMPANHADOS
DO SEU VALOR
MUNDO LIVRE