Índice
Índice
Índice
Introdução...............................................................................................................................................4
Objectivos gerais:....................................................................................................................................4
Objectivos específicos.............................................................................................................................4
Filo Oomyocoya.......................................................................................................................................5
Classe do filo Oomycoya..........................................................................................................................7
Características Científicas dos representantes do filo Oomycoya e sua espécie.....................................7
Classe dos reprrsentantes do filo Oomycoya...........................................................................................8
Filo Eumycota ou Mycophyta..................................................................................................................9
Caracteristicas gerais do filo Eumycota ou mycophyta e sua classe........................................................9
Classes do filo Eumycota ou mycophyta................................................................................................10
Representantes dos filos Eumycota ou Mycophita................................................................................12
Classficacao taxonomica do Cogumelo..................................................................................................12
Conclusão..............................................................................................................................................15
Bibliografia.............................................................................................................................................16
Recomendações de Melhoria................................................................................................................17
Introdução
Indo além afirma-se de que os Oomicetes são também conhecidos por fungos de água, isto
porque muitos deles são aquáticos.
Eumycota ou Mycophyta este filo é constituído por fungos verdadeiros e são heterotróficos,
possuindo talo filamentoso e ramificado conhecido por micélio.
Objectivos gerais:
Conhecer os Filos Oomycoya e Eumycota e suas características e funções.
Objectivos específicos.
Caracterizar os filos Oomycoya e Eumycota;
Caracterizar cientificamente os representantes dos filos Oomycoya e Eumycota , classes e
suas espécies;
Identificar as funções dos filos Oomycoya e Eumycota .
Classificar a Taxinomia do Cogumelo.
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Filo Oomyocoya
Oomycoya ou Oomycetes é uma classe de organismos filamentosos, unicelulares, que se
assemelham morfologicamente a fungos. São organismos absortivos, filamentosos e
microscópicos que se reproduzem tanto sexual quanto assexuadamente.
Portanto Oomicetes são também conhecidos por fungos de água, isto porque muitos deles são
aquáticos.
Enfatiza-se que o nome Oomycota significa "ovo fúngico" e refere-se à reprodução sexual do
tipo oogâmica; esta implica uma gameta grande, não móvel, chamada oosfera (ou ovo) e em
contraposto outro gameta pequeno, móvel, chamado espermatozóide. A oosfera contém uma
oogônia globular, enquanto os espermatozóides são formados em estrutura claviforme
denominado anterídio; dessa fecundação produz-se o oósporo. Apesar da reprodução sexual,
oomicetos realizam também a reprodução assexual, na qual habitualmente são formados
zoósporos. Contudo, o ciclo de vida de oomicetos é diplóide e somente os gametas representam a
fase haplóide
Afirma-se de que O filo Oomycota, estão inseridos no Reino Straminipila, possui apenas uma
classe, Oomycetes, com 12 ordens, 27 famílias, 92 géneros e 808 espécies (Kirk et al. 2001).
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contacto de gametângios diferenciados ou pela copulação de gametângios, onde casos de
partenogénese são relatados (Alexopoulos et al. 1996).
Segundo (Moore-Landecker 1996), diz que os organismos pertencentes ao filo Oomycota são
cosmopolitas, estando presentes em ambientes aquáticos (continental ou marinho) e terrestres,
nos quais normalmente ocorrem como sapróbios em detritos animais ou vegetais, e participam
activamente da ciclagem de nutrientes. Alguns parasitam peixes e seus ovos, algas, crustáceos,
larvas de mosquito. Nematóides, rotíferos, outros fungos, plantas e mamíferos.
Alexopoulos et al. 1996). Afirma que , Como fitopatógenos assumem grande importância, e
como é o caso de espécies pertencentes aos gêneros Albugo, Pythium e Phytophthora, as quais
atacam diversas culturas de interesse econômico, como o café, a cana-de-açúcar, a batata, o
milho, plantas ornamentais, olerícolas, etc. Dentro do gênero Pythium, a espécie P.
insidiosum de Cock, Mendoza, Padhye, Ajello & Kaufman se destaca por ser extremamente
patogênica em eqüinos, caprinos, cães, gatos e, no próprio homem.
O relato recente de Bosco et al. (2005) regista a ocorrência da espécie em humanos. Por outro
lado, Lagenidium giganteum Couch parasita larvas de mosquitos e pernilongos, apresentando
potencial para o controle biológico destes insectos, bem como, Pythium oligandrum Drechsler
atua como hiperparasita de outros fungos (Alexopoulos et al. 1996).
Os Oomycota em sua maioria são seres aquáticos, com representantes sapróbios ou parasitas.
Além das formas cenocíticas, os oomicetos apresentam formas unicelulares, filamentosas e
ramificadas. O filo apresenta reprodução assexuada através de zoósporos móveis biflagelados
(flagelos dos tipos pinado e chicote), e reprodução sexuada através de meiose gamética. A
reprodução é orgânica e as gametas não possuem flagelos, sendo que as gametas masculinos
alcançam os femininos através de tubos de fecundação.
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Aprsenta-se sempre, separando as estruturas de reprodução)
Apresentam zoósporos biflagelados com um flagelo plumoso e outro liso.
Tem ciclo de vida haplobionte diplonte (meiose gamética)
A sua orma de reprodução é sexuada oogâmica por contacto de gametângios;
Ele tem Oogônio: uma ou muitas oosferas;
Anterídeo (contém núcleos masculinos);
Possui zigoto com parede espessa: oósporo.
Reino: Stramenopila
Filo: Oomycota
Classe: Oomycetes
Classe Oomycetes:
Filo Oomycota
Famílias: Pythiaceae
Subfamília:
Gêneros:Pythium – podridões de raízes e Phytophthora – requeima, gomose
Classe Oomycetes;
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Filo Zygomycota. Seus representantes são multicelulares e não possuem corpos de frutificação.
Além disso, suas hifas não apresentam paredes transversais, e são preenchidas por citoplasma
repleto de núcleos: hifas cenocíticas. Seus esporos são denominados zigósporos. A reprodução
assexuada é mais frequente.
Filo Basidiomycota. A reprodução sexuada é mais frequente. Algumas de suas hifas, septadas,
formam estruturas denominadas basídios. Em alguns representantes, tais estruturas formam
corpos de frutificação denominados basidiocarpos, popularmente conhecidos como cogumelos.
Os esporos sexuais dos basidiomicetos são chamados de basidiósporos.
Filo Deuteromycota. Este filo contempla as espécies que ainda não possuem classificação bem
definida e, por esse motivo, seus representantes costumam ser chamados de fungos imperfeitos.
Trata-se de um grupo artificial, que por esse motivo tende a se extinguir.
Característica
Parede celular sem quitina
Esporos móveis (com um ou mais flagelos)
Classe: Oomycetes
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“Damping-off”, Podridões de raízes, manchas foliares e míldios.
Familia: Pythiaceae
Ordem: Pythiales
Pluricelulares ou unicelulares: são formados por muitas células ou por uma única célula.
Heterótrofos: são organismos que não produzem seu próprio alimento e, por esse motivo,
dependem de outros seres vivos para obtê-lo.
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Classes do filo Eumycota ou mycophyta
O filo Eumycota apresenta maior variedade de espécies, aproximadamente 100 mil, distribuídas
em quatro classes: Phycomycetes (ficomicetos), Ascomycetes (ascomicetos), Basidiomycetes
(basidiomicetos) e Deuteromycetes (deuteromicetos).
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Filo Ascomycota. A reprodução assexuada é mais frequente. Algumas de suas hifas, septadas,
apresentam formato de saco, durante o ciclo sexuado. Em seu interior, há esporos sexuais: os
ascóporos. Este é o filo que possui o maior número de espécies de fungos, sendo estas tanto
uni quanto multicelulares.
Filo Basidiomycota. A reprodução sexuada é mais frequente. Algumas de suas hifas, septadas,
formam estruturas denominadas basídios. Em alguns representantes, tais estruturas formam
corpos de frutificação denominados basidiocarpos, popularmente conhecidos como cogumelos.
Os esporos sexuais dos basidiomicetos são chamados de basidiósporos.
Filo Deuteromycota. Este filo contempla as espécies que ainda não possuem classificação bem
definida e, por esse motivo, seus representantes costumam ser chamados de fungos
imperfeitos. Trata-se de um grupo artificial, que por esse motivo tende a se extinguir.
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Figura: 5 O pé de atleta é provocado por um fungo do Filo Deuteromycota.
O reino dos fungos (Reino Fungi) constitui um dos reinos em que, segundo o sistema de
classificação atualmente mais utilizado, os seres vivos se encontram divididos.
O crescimento das hifas ocorre nas extremidades, mas as proteínas são sintetizadas ao longo
de todo o micélio e são transportadas até às extremidades das hifas pelas correntes
protoplasmáticas, fenómeno muito bem desenvolvido nos fungos.
Em cerca de vinte e quatro horas, uma colónia de fungos pode originar mais de um
quilómetro de micélio.
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pertencem em sua maioria aos basidiomicetos e para ascomicetos, o cogumelo mais conhecido é
uma espécie comestível, (Morchella sp).
Figura 1: Morchella sp., um ascomiceto. Foto: Andrew S Phelps / Shutterstock.com fonte internet
Os fungos são formados por células conhecidas como hifas e o conjunto destas hifas forma o
micélio. A partir do micélio ocorre diferenciação celular que originará estruturas de reprodução
sexuada (ascomas e basidiomas) ou assexuada (conidiomas). Para basidiomicetos as estruturas de
reprodução sexuada (basidiomas) são macroscópicas e observadas como cogumelos, orelhas de
pau e os pouco conhecidos, fungos gelatinosos, gasteromicetos, ferrugens e carvões, os dois
últimos patógenos devastadores de plantações importantes economicamente.
Como características gerais entre os fungos, os cogumelos são organismos heterótrofos, ou seja,
dependem de outros seres vivos para a nutrição. O modo como obtém nutrientes acontece
quando liberam enzimas no ambiente, que degradarão a matéria orgânica e também inorgânica
para posterior absorção através da parede celular das hifas. Quando decompõem restos de
matéria orgânica são referidos como sapróbios e quando degradam restos de material vegetal são
saprófitos. A grande produção e variedade de substâncias permitem que os cogumelos se
desenvolvam em ambientes onde a degradação é complexa, como tronco de árvores e até mesmo
solos contaminados.
Assim como os outros fungos os cogumelos produzem esporos, que são referidos como
basidiósporos para os basidiomicetos; estruturas microscópicas que se dispersam no ambiente
pelo ar, água, ou com auxílio de animais ao se alimentarem, ou simplesmente carregarem estes
esporos presos aos corpos. Os esporos são células haplóides (n) que germinam formando o
micélio, que por sua vez se diferencia na estrutura de reprodução às vezes macroscópica como os
cogumelos (basidiomas). Os basidiomas apresentam diferentes formas (figura 2). No entanto,
para melhor compreensão e estudos, os especialistas dividiram os cogumelos em partes
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mencionadas como: píleo ou chapéu; himênio, a parte inferior do píleo onde se formam basídios
e basidiósporos; o estipe ou pé, que pode ter a presença de um anel localizado na porção superior
do estipe e a volva na base (figura 3). A origem do anel e da volva acontece quando algumas
espécies de cogumelo, ainda jovens, estão cobertas por uma membrana que se rompe durante o
crescimento formando então estas estruturas.
O clima tropical favorece o desenvolvimento dos cogumelos, o que indica grande diversidade
quando comparado a regiões de clima é temperado.
Muitos cogumelos são comestíveis, alguns, como Agaricus sylvaticus, o Agaricus blazei e
Pleurotus, entre outros, são largamente cultivados com aplicação de cuidados monitorados.
Outros, no entanto, são extremamente tóxicos, como por exemplo a Amanita muscaria, podendo,
em alguns casos, causar morte.
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Conclusão
Conclui-se este trabalho enfatizado que os fungos são organismos eucariontes que apresentam
nutrição heterotrófica, ou seja, não conseguem produzir seu próprio alimento. Seus principais
representantes são os cogumelos, orelhas-de-pau, leveduras e bolores. Algumas espécies de
fungos trazem grandes prejuízos aos seres humanos, como a deterioração de alimentos, doenças
como candidíase, pano branco, micoses, aspergilose pulmonar etc., no entanto, outras espécies
são extremamente importantes, como veremos a seguir.
Afirma-se que, Os fungos representam organismos com vasta importância económica, tanto por
serem utilizados directa ou indirectamente na alimentação humana, por serem utilizados na
fabricação de medicamentos, ou por causarem doenças diversas em animais e plantas. O reino
Fungi está representado tradicionalmente por cinco filos.
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Bibliografia
FERRI, M.G., MENEZES, N. L. de & MONTEIRO-SCANAVACCAW. R.1981.
Glossário Ilustrado de Botânica. 1ª ed. Nobel, SP.
Esposito, E. & Azevedo, J.L. 2004. Fungos: uma introdução à biologia, bioquímica e
biotecnologia. EDUCS, Caxias do Sul, 510 p. pp.278-316
Evert, R.F. & Eichhirn, S.E. 2014. Raven/ Biologia Vegetal. 8ª Edição, Guanabara Koogan,
Rio de Janeiro,
Terçaroli, G.R., Paleari, L.M. & Bagagli, E.2010. O incrível mundo dos fungos. São
Paulo, Ed. Unesp, 125p.
MORAES, Paula Louredo. "A importância dos fungos para os seres humanos"; Brasil
Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/a-importancia-dos-fungos-
para-os-seres-humanos.htm. Acesso em 06 de maio de 2021.
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Recomendações de Melhoria
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