Rev. F 04 / 2023: Padronização
Rev. F 04 / 2023: Padronização
Rev. F 04 / 2023: Padronização
Padronização
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 04 CONTEC - Subcomissão Autora.
Construção Civil As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada
5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas
em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as
Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
1 Escopo
1.1 Esta Norma padroniza formas, dimensões, materiais e características mecânicas de chumbadores
a serem usados na fixação de elementos e componentes estruturais e de equipamentos em estruturas
de concreto. Também define critérios mínimos para instalação e uso dos chumbadores, determina
tolerâncias de fabricação, requisitos para serviços e critérios para aceitação de materiais e serviços.
1.2 Chumbadores diferentes dos apresentados no Anexo A desta Norma podem ser utilizados, desde
que no detalhamento do projeto sejam definidas formas, especificadas dimensões, materiais e
características mecânicas.
1.4 A presente revisão desta Norma não se aplica a procedimentos iniciados antes desta publicação.
1.5 O prazo efetivo para implementação desta Norma em substituição à revisão anterior é de 180 dias
a partir da data de sua publicação. Caso a unidade da Petrobras que está aplicando a Norma entenda
que não é possível implementá-la neste prazo, deve registrar neste prazo um Plano de Implementação
definindo as ações necessárias e os respectivos prazos.
1.6 A definição do prazo efetivo de implementação dos requisitos desta norma, quando esta é
referenciada em contratos de prestação de serviços e aquisição de bens, é prerrogativa exclusiva da
Petrobras.
2 Referências Normativas
ABNT NBR 6323 - Galvanização por Imersão a Quente de Produtos de Aço e Ferro Fundido
- Especificação;
ABNT NBR 8800 - Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Concreto de
Edifícios;
ABNT NBR 11888 - Bobinas e Chapas Finas a Frio e a Quente de Aço-carbono e de Aço de
Alta Resistência e Baixa Liga - Requisitos Gerais;
2
-PÚBLICA-
ABNT NBR 11889 - Bobinas e Chapas Grossas de Aço-Carbono e de Aço de Baixa Liga e
Alta Resistência - Requisitos;
API RP 686 - Recommended Practice for Machinery Installation and Installation Design;
ACI 355.3R - Guide for Design of Anchorage to Concrete: Examples Using ACI 318 Appendix
D;
3 Termos e Definições
Para os efeitos deste documento aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 15156, NBR 5875,
NBR 5876, NBR 6215 e NBR 14827 e os seguintes.
3.1
nicho de concretagem (conforme Figura A.3 do Anexo A)
volume vazio, moldado na base de concreto, destinado à instalação posterior de chumbador de
pré-concretagem com uso de argamassa para enchimento, com resistência mecânica igual ou superior
ao concreto empregado na base
3.2
chumbador fixado à pólvora
chumbador de pós-concretagem instalado no concreto através de equipamento de percussão originada
por explosão de pólvora
3.3
chumbador de adesão química
elemento de ancoragem inserido em estrutura existente, cuja aderência no concreto é garantida por
resinas químicas (produtos de base polimérica, poliéster bicomponente) ou argamassas especiais
3.4
luva (conforme Figura A.1 do Anexo A)
elemento acessório do chumbador destinado a permitir o reaperto mantendo a tensão, e facilitar a
instalação de equipamentos e elementos estruturais
3.5
graute
argamassa cimentícia ou mistura de agregados minerais e resina química, destinada ao nivelamento
da chapa metálica sobre a base de concreto. Tem resistência mecânica superior ao concreto
empregado na base e característica não-retrátil após a cura
3
-PÚBLICA-
4 Símbolos e Abreviaturas
5.1 Para os fins desta Norma deve ser adotada a notação conforme a Figura 1. A citada Figura
exemplifica uma base octogonal em planta com oito chumbadores do tipo G, subtipo 4, distribuídos de
forma polar. A notação deve ser indicada junto à locação dos chumbadores, no desenho para execução
de forma da base.
8-G4-M30-L850-PR125-8,61kg
Massa do chumbador
em kg
Projeção do
chumbador em mm
Comprimento embutido
do chumbador em mm
Diâmetro da haste e da
rosca métrica ISO
Quantidade de chumbadores
4
-PÚBLICA-
5.2 Com a utilização de elementos acessórios para fixação dos equipamentos, os tipos de
chumbadores dividem-se em subtipos. Para obtenção dos subtipos, devem ser adicionados às letras
designadoras dos tipos de chumbadores os números apresentados na Tabela 1.
Elementos acessórios
Número do subtipo
Luva Arruela lisa Arruela de pressão Número de porcas
1 1
2 1
3 2
4 2
5 1
6 1
7 2
8 2
Legenda: Elemento utilizado;
Elemento não utilizado.
6.1 Gerais
Deve ser elaborado procedimento para fixação de chumbadores contemplando no mínimo os seguintes
itens:
a) objetivo;
b) normas de referência;
c) termos e definições;
d) especificação;
e) instalação:
— elaboração de gabaritos, locação e nivelamento;
— processo de fixação;
— proteção anticorrosiva e mecânica;
f) tolerância;
g) limpeza e condicionamento;
h) metodologia de registro das informações;
i) requisitos de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente.
6.1.1 Para aplicação ou impedimento de uso dos chumbadores devem ser seguidas as indicações da
Tabela 2.
5
-PÚBLICA-
Tipos de Chumbador
De pré-concretagem De pós-concretagem
Aplicação: fixação de
Adesão Fixado à
A B D E F G H I J K L M Expansão
química pólvora
Bombas centrífugas (potência
até 60 CV)
Bombas centrífugas (potência
entre 60 CV e 1000 CV)
Turbinas, geradores,
compressores centrífugos,
alternativos e bombas
centrífugas acima de 1000 CV
Vasos e trocadores
“Chillers”
Torres e chaminés
Trilhos (para movimentação
de pórticos, guindastes e
outros equipamentos)
Suportes de tubulação
Bases de estruturas de aço
Guarda-corpos, escadas de
acesso, plataformas de
carregamento de produtos
(com altura menor que
2 500 mm), bases de painéis
elétricos e de instrumentação
Tubulações de diâmetro
menor que 100 mm, bandejas
(com largura menor que
400 mm) de cabos elétricos e
de instrumentação, dutos de
VAC, forros em edificações
Estruturas de plataformas,
passarelas de operação e
suportes de tubulação em
estruturas de concreto
existentes, equipamentos
leves diversos em bases de
concreto não armadas
Legenda: Aplicável;
Não permitido (por impossibilidade de aplicação ou por não recomendação).
6.1.3 Devem ser usadas duas porcas nos chumbadores para vasos verticais, para suportes deslizantes
de equipamentos e para equipamentos que causam esforços dinâmicos nos chumbadores.
6.1.4 Os chumbadores devem ser fixados obedecendo-se às disposições construtivas mostradas nas
Figuras do Anexo A.
6.1.6 Os nichos de concretagem podem ser executados também por meio de tubos corrugados de aço
galvanizado (comumente utilizados como bainhas de cabos de protensão). [Prática Recomendada]
6
-PÚBLICA-
6.1.7 Os chumbadores, porcas e arruelas devem ser fornecidos com galvanização a fogo, conforme
requisitos da ABNT NBR 6323 e ASTM A143/A143M.
6.1.8 Caso o projeto especifique pintura da estrutura metálica, deve-se proceder a pintura de campo
nos extremos dos chumbadores, porcas e arruelas, depois que o graute já estiver curado e o
equipamento fixado com o aperto final aplicado às porcas.
6.1.9 Quando for necessária a aplicação de revestimento especial na superfície dos chumbadores,
porcas e arruelas (por exemplo, visando melhor proteção em ambientes agressivos, proteção
contrafogo, etc.), o projeto de detalhamento deve prescrever o citado revestimento.
6.1.10 Os sistemas de fixação pós-instalados por adesão química devem se enquadrar aos
parâmetros obtidos por meio da execução de ensaios específicos, conforme as normas
ABNT NBR 14827 e ABNT NBR 15049, ou diretamente das aprovações técnicas – ETA (European
Technical Assessment) de cada produto.
6.2.1 A seleção do tipo de chumbador mais adequado, o cálculo do comprimento embutido L (ver
Figura 1 e Anexo B) e a determinação da projeção PR (ver Figura 1 e Anexo B) fazem parte do escopo
do projeto de detalhamento.
6.2.2 A seção da haste do chumbador deve ser calculada e verificada conforme as prescrições das
ABNT NBR 6118 e NBR 8800, tanto para os chumbadores de pré-concretagem quanto para os
chumbadores de pós-concretagem de expansão e de adesão química.
6.2.7 Tendo fixado o comprimento de embutimento L no concreto, deve ser feita a verificação ao
arrancamento do concreto conforme ABNT NBR 6118, tanto para os chumbadores de pré-concretagem
quanto para os chumbadores de pós-concretagem de expansão e de adesão química. Permite-se tomar
o cone de arrancamento começando no extremo inferior do chumbador e com ângulo de distribuição a
45° com a vertical. Para os chumbadores de expansão o cone de cisalhamento deve ser iniciado a
partir da jaqueta (ou castanha).
7
-PÚBLICA-
6.2.9 Deve ser verificada a influência dos cones de punção de chumbadores vizinhos.
6.2.10 As dimensões das chapas de ancoragem dos chumbadores de pré-concretagem dos tipos E,
F, K, L e M são calculadas e verificadas, atendendo as ABNT NBR 6118 e NBR 8800, para a totalidade
do esforço de tração atuante no chumbador.
6.2.11 No caso de chumbadores solicitados por força cisalhante, deve ser feita verificação
complementar da segurança ao rompimento do concreto na borda.
6.2.12 Para os chumbadores solicitados por ações dinâmicas, deve ser levado em conta o efeito de
fadiga no dimensionamento dos mesmos da ABNT NBR 8800.
6.2.15 A área resistente a ser considerada no cálculo dos chumbadores de equipamentos e suportes
de tubulação é o menor valor entre a área de raiz (parte rosqueada) e a área corroída (diâmetro externo
do chumbador menos uma sobre espessura de corrosão de 3 mm). Essa tolerância à corrosão é obtida
dimensionando o chumbador com base nas cargas do projeto e, em seguida, adicionando 3 mm ao
diâmetro exigido pelo projeto.
6.3.2 Os chumbadores de pré-concretagem devem ser instalados com auxílio de gabarito fixado na
forma da base.
6.3.3 Para equipamentos pesados ou chumbadores que exijam rigoroso controle de locação, deverá
ser utilizado o gabarito metálico e controle rigoroso de topografia
6.3.5 Deve ser realizada uma proteção prévia contra danos mecânicos antes da concretagem,
adicionando-se proteção contra corrosão após a concretagem.
6.3.6 A locação e nível dos chumbadores de pré-concretagem devem ser verificados por topografia
antes do lançamento do concreto na forma e conferidos após 24 horas do término da concretagem.
8
-PÚBLICA-
6.3.7 Para enchimento dos nichos de concretagem deve ser executado o seguinte procedimento:
6.3.8 Para instalação dos chumbadores de pós-concretagem de expansão e de adesão química deve-
se tomar alguns cuidados, entre os quais destaca-se:
a) os furos dos chumbadores devem estar afastados das armaduras da peça estrutural, de
maneira a evitar o contato direto e consequentemente problema de corrosão;
b) caso haja necessidade do corte de armaduras da peça estrutural, deve ser feita uma
avaliação estrutural da peça considerando somente as armaduras remanescentes;
c) os chumbadores não devem ser soldados às armaduras existentes;
d) deve ser feito rigoroso controle dimensional do furo, principalmente para os chumbadores
de adesão química por ampolas, que possuem quantidade limitada de resina para
colmatação do furo;
e) o interior do furo deve estar limpo, sem a presença de poeiras e estar com a superfície
seca;
f) o diâmetro do furo deve permitir trabalhabilidade e garantir que o elemento químico
envolva completamente o perímetro da barra;
g) no caso de chumbador de expansão recomenda-se cuidados na utilização dos mesmos
em áreas abertas, sujeitas a chuvas ou lavagens, em posição que permita a entrada de
água com consequente oxidação do corpo do chumbador; [Prática Recomendada]
h) no caso de chumbador de adesão química, recomenda-se o atendimento das prescrições
do fabricante referentes ao desempenho do produto para temperaturas elevadas. [Prática
Recomendada]
6.3.9 Após a concretagem, deve ser usado “cap” rígido de PVC sobre o trecho roscado do chumbador,
que deve ser untado previamente com graxa amarela, a fim de protegê-lo contra corrosão e ações
mecânicas. Podem ser usados como “cap” eletrodutos rígidos de PVC com ponta amassada a quente.
[Prática Recomendada]
6.3.10 Antes da fixação do equipamento sobre a base, deve-se proceder à limpeza do trecho roscado
do chumbador, com a retirada total da graxa e outros agentes.
6.3.11 Para chumbadores providos de luva, quando utilizados em equipamentos dinâmicos, as luvas
devem ser preenchidas apenas com material elástico, de modo a evitar a adesão entre o fuste do
chumbador e o material de preenchimento, seguindo os critérios da API RP 686. Para os demais, deve
ser impedida a entrada de água nas luvas dos chumbadores e após o equipamento estar fixado, todas
as luvas devem ser preenchidas com graute.
6.3.12 Devem ser observadas as tolerâncias especificadas pelo fabricante do equipamento para
locação e elevação dos chumbadores em bases de equipamentos estáticos e dinâmicos, mecânicos e
máquinas. Caso as tolerâncias não sejam especificadas pelo fabricante deve-se adotar:
9
-PÚBLICA-
a) os chumbadores devem ser instalados de acordo com o projeto não podendo a locação
variar em relação às dimensões indicadas além dos seguintes limites:
— 3 mm, de centro a centro, de 2 chumbadores quaisquer, dentro de um grupo de
chumbadores, onde grupo de chumbadores é definido como o conjunto que recebe
uma peça única a ser fixada;
— 6 mm de centro a centro de grupos adjacentes de chumbadores;
— o valor acumulado entre grupos deve ser menor ou igual a 6 mm para cada 30 m de
comprimento medido ao longo da linha estabelecida para os pilares, não podendo
ultrapassar um total de 25 mm; a linha estabelecida para os pilares é a linha real de
locação mais representativa dos centros dos grupos de chumbadores como locados na
obra, ao longo de uma linha de pilares;
— 6 mm, entre o centro de qualquer grupo de chumbadores e o eixo estabelecido para
este grupo;
— para pilares individuais, locados no projeto fora das linhas estabelecidas para pilares,
aplicam-se as tolerâncias descritas nas segunda, terceira e quarta subalíneas desta
alínea, desde que as dimensões consideradas sejam medidas nas direções paralela e
perpendicular à linha mais próxima estabelecida para pilares;
— projeção dos chumbadores: ± 5 mm;
b) no que diz respeito à base de esferas, deve-se atender aos seguintes requisitos:
— distância entre eixos de chumbadores alternados de bases vizinhas: ± 5 mm;
— diâmetro do círculo que contém os eixos dos grupos de chumbadores de bases
opostas: ± 10 mm;
c) a menos que haja indicação em contrário, os chumbadores devem ser instalados
perpendicularmente à superfície teórica de apoio.
7 Especificações
10
-PÚBLICA-
11
-PÚBLICA-
≥ 50 mm Placa de base
do equipamento
50 mm
0,15.B
(B é a menor
≤
dimensão,
em planta,
da placa
de base)
≤ 45°
Graute
Base de concreto
(em elevação)
100 mm 100 mm
≥ ≥
4.Ø 3.Ø
75 mm
≥
≥ 75 mm Ø
Projeção do gancho ou
da chapa de ancoragem
50 mm
≥
2.Ø
≥ 75 mm
Base de concreto
≥ 100 mm (em elevação)
12
-PÚBLICA-
(A + 20 mm)
ver Nota
Nicho de
concretagem
(face rugosa - aderência)
≥ 20 mm
Base de concreto
(em elevação)
A
≥ 100 mm
NOTA Caso seja utilizado tubo corrugado de aço galvanizado. o diâmetro efetivo interno deve ser 80 mm maior
que o diâmetro do círculo que circunscreve, em planta, a chapa de ancoragem ou gancho.
13
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
L (ver Nota 1)
R R
B
A
Ver Nota 3
14
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
L (ver Nota 1)
r r
45° 45°
A
Ver Nota 2
15
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
ØE
L (ver Nota 1)
Barra transversal
(comprimento = D)
C
B
A
Ver Nota 3
16
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
L (ver Nota 1)
Porcas
sextavadas
C A
Arruela lisa
(série grande) Ver Nota 3
ØB
17
-PÚBLICA-
18
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
L (ver Nota 1)
C D
R
B
30°
A
Ver Nota 3
19
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
L (ver Nota 1)
r
r
D E
B R
30°
A
Ver Nota 3
20
-PÚBLICA-
PR (ver Nota 1)
Topo da base
L (ver Nota 1)
B
R
A
Ver Nota 3
21
-PÚBLICA-
22
-PÚBLICA-
23
-PÚBLICA-
24
-PÚBLICA-
25
-PÚBLICA-
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A e B
Não existe índice de revisões.
REV. C
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Todos os itens Revisados
REV. D
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.1 Revisado
1.2 Revisado
2 Revisado
3 Renumerado e Revisado
4 Renumerado e Revisado
Tabela 2 Revisada
6.1.5 Incluído
6.2.1 Revisado
6.2.2 Revisado
6.2.3 Excluído
6.2.4 Renumerado
6.2.6 Renumerado
6.2.9 Renumerado
6.2.10 Renumerado
6.2.12 Renumerado
Tabelas 4, 5 e 6 Excluídas
6.3.7 Revisado
Tabela 7 Excluída
IR 1/4
-PÚBLICA-
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. E
Partes Atingidas Descrição da Alteração
6.1 Incluído
6.11 Incluído
6.12 Renumerado
6.13 Renumerado
6.3.5 Incluído
6.3.6 Renumerado
6.3.7 Renumerado
6.3.8 Renumerado
6.3.9 Renumerado
6.3.10 Renumerado
6.3.11 Renumerado
6.3.12 Incluído
6.3.13 Incluído
REV. F
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.4 Revisado
1.5 Incluído
1.6 Incluído
2 Revisado
3.3 Revisado
3.4 Revisado
4 Revisado
Tabela 1 Revisada
6.1.2 Incluído
IR 2/4
-PÚBLICA-
Tabela 2 Revisada
6.1.7 Incluído
6.1.10 Incluído
6.2.4 Revisado
6.2.6 Revisado
6.2.7 Revisado
6.2.8 Revisado
6.2.14 Incluído
6.2.15 Incluído
6.3 Revisado
6.3.3 Revisado
6.3.4 Revisado
6.3.11 Revisado
IR 3/4
-PÚBLICA-
IR 4/4