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CONTESTAÇÃO simulação

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALENQUER


BACHARELADO EM DIREITO

AO JUIZO DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE ALENQUER – PA.

PROCESSO n°0 0001230-00.2025.000.0000

ROBERVAL COMEQUIETO PRÓSPERO, brasileiro, casado, empresário,


inscrito no CPF de n. 102.191.181-11, residente e domiciliado Rua Urubu balado, nº
1314, Vai Quem Quer, CEP: 68200- 000, Alenquer-Pará, vem, perante Vossa
Excelência, através dos causídicos infra-assinados (procuração em anexo), apresentar
e propor.

CONTESTAÇÃO c/c RECONVENÇÃO


(Com pedido de Tutelar Cautelar de arrolamento de bens)
A presente ação de divórcio litigioso movida por ERMENGILDA DA
TRISTEZA PRÓSPERO, devidamente qualificada nos autos em epígrafe, com
fundamento nos artigos 301 e 731, parágrafo único, 335 ao 343, todos do Código de
Processo Civil; ademais, os artigos 1.571 e 1.573, inciso I, estes do Código Civil; lei
nº 6.515/1977 e artigo 226, § 6º da Constituição Federal, pelas razões de fato e
direito que serão aduzidas.

PRELIMINAR DE CONTESTAÇÃO
Excelência, consoante os artigos 103 e 104 o causídico deve estar munido de
instrumento de mandato (procuração) para representar a parte em juízo, sendo
este documento indispensável à regularidade da representação processual. No caso
em tela, excelência, observa-se que o advogado da autora não juntou o instrumento
de mandato. Peça-se que o causídico junte a procuração sob pena de recair no
artigo 485, inciso IV, do Código de Processo Civil, esse dispositivo legal prevê a
extinção do processo sem resolução do mérito em caso de “ausência de
pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo;”.

DA GRATUIDADE DE JUSTIÇA
O requerido pugna pela concessão de gratuidade de justiça, nos termos do
artigo 98 do Código de Processo Civil e nos termos do artigo 5º, inciso LXXIV da
Constituição Federal, já que não possui condições financeiras para arcar com as
despesas e custas processuais, em declaração de hipossuficiência em anexo. Como
será exposto, a única fonte de renda é o salário de supervisor e os “bicos” como
motorista de aplicativo e que, por mais que a autora tenha alegado que o mesmo é
empresário, este é apenas sócio de 20% de uma loja de materiais de construção em
conjunto com a autora. Sendo assim, o requerido não possuem renda para arcar com
as despesas e custas processuais ainda mais na presente causa de alto valor.

DO RESUMO DA PETIÇÃO INICIAL: ESCLARECIMENTOS


A requerente, Ermengilda da Tristeza Próspero, alega que contraiu
matrimônio com o requerido em 25/03/2003 sob o regime de comunhão parcial de
bens; que a união do casal resultou em filhos, os menores Felizbela da Tristeza
Próspero (F. T. P.) de 17 anos, Rosalba da Tristeza Próspero (R. T. P.) de 13 anos e
Ermeval da Tristeza Próspero (E. T. P.) de 05 anos; que a causa do pedido de
divórcio foi supostamente o abuso de bebida alcoólica e comportamentos violentos
do requerido; que a própria requerente abandonou a casa da família levando
consigo o menor E. T. P. supostamente em virtude do comportamento do marido;
que o pai não vem permitindo o contato da mãe com as outras filhas abandonadas
pela mãe e que estão sob a guarda de fato do pai.
Sendo assim, a autora alega na inicial violência doméstica em virtude do abuso
de bebida sem sequer trazer qualquer prova de sua alegação, essa alegação não
condiz com a situação lógica, haja vista as menores F. T. P. de 17 anos e R. T.
P de 13 anos preferirem a companhia do pai ao invés da requerente, isso por si só
atesta o bom exercício da paternidade para com as crianças. A autora alega também
que o requerido vem obstando o contato das filhas com a mãe, alegação que não
merece prosperar, já que as próprias filhas não tem um bom relacionamento com a
mãe ,sobretudo pela ausência da figura maternal em virtude principalmente dos
compromissos empresariais, pois a mesma herdou dos pais aquela que é tida como
uma das maiores lojas de materiais de construção da cidade com valor em torno de
R$ 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil reais), loja esta que a requerente
concedeu em parte ao marido, pois o mesmo também trabalhava na loja exercendo
o cargo de supervisor enquanto a autora gerenciava a loja como um todo, mister
adquirido desde a tenra idade quando ajudava os pais na loja. Ademais, excelência,
importante dizer que quando a requerente abandonou a residência familiar levou
diversas coisas de uso comum e necessárias da família, alegação que será provada
mediante prova testemunhal.
Não só, a requerente exercia e exerce a completa administração da loja de
material de construção do casal mesmo o requerido tendo 20% da loja, pois como
supracitado, herdou a loja dos pais e desde a tenra idade adquiriu expertise para o
negócio. Ademais, a requerente bloqueou os cartões de crédito do requerido o que
colocou em risco o sustento não só deste, mas principalmente das duas filhas que
ainda ficaram sob sua guarda, as únicas fontes de renda para o sustento da família
passaram a ser o salário que o requerido continuou recebendo como supervisor da
loja e o trabalho de motorista de aplicativo em alguns horários, importante ressaltar
que o sr. Roberval não foi mais autorizado adentrar na loja mesmo ainda exercendo
o cargo de supervisor. Fica nítido que a autora exercia e exerce completa gerência nos
negócios da família desprezando seu socio e até pouco tempo, companheiro de vida e
marido. Diante disso, como será elencado a seguir, a autora omitiu diversos detalhes
cruciais na petição inicial que será exposto na reconvenção como os investimentos
feitos na constância do patrimônio e as questões relacionada aos filhos.

DA CONTESTAÇÃO

DA GUARDA
Buscando o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, no
aludido diploma legal em seu art. 1.583, § 2° e 3°, do CCB. Foi o que o requerido
sempre e incansavelmente buscou para os seus filhos, pois o requerido é merecedor
desse direito. O requerido se encontra na posse e guarda de duas filhas e a
requerente na guarda de um filho.

DA TUTELA DE URGÊNCIA – GUARDA PROVISÓRIA


Essa demanda requerida pela autora não merece prosperar. Alega a
requerente que ao invocar a Tutela de Urgência, segundo o aludido diploma legal art.
300 do CCB, que está expresso da seguinte forma; a tutela de urgência será
concedido quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do
direito e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo. Risco esse que
a requerente não apresentou nenhum tipo de prova contra o requerido. Sendo que
ela devia ter o ANIMUS antes de ter abandonar o reclamado com duas filhas menores,
ou seja, deveria ter entrado com este Institutu antes de ter abandonado o Requerido,
que data vênia, excelência, não é merecedora desse direito. Como será provado por
prova testemunhal arroladas em instrução processual. A própria medida é em caráter
antecedente a separação de corpos, pois a mesma medida não preenche os
requisitos para esta aplicação. Ademais no mesmo art. 300, §3°, diz que a tutela de
urgência de natureza antecipada não será concedida quando houver perigo de
irreversibilidade dos efeitos da decisão. Destarte MM. Juízo, conforme se pode
notar, a Autora inverteu toda a verdade dos fatos, se faz passar por vítima, quando na
verdade não é.

DOS ALIMENTOS PROVISIONAIS


Essa demanda não merece prosperar. Na inicial a requerente pede via tutela
de urgência alimentos provisionais ao requerido com fulcro no caput do artigo 300,
CPC, no entanto, a própria requerente disse na petição inicial que o pai está com a
guarda de fato das menores F. T. P. e R. T. P., sendo assim não é possível a autora
requerer alimentos aos filhos se estes estão sob os cuidados do requerido, ou seja, é
o responsável por prover as necessidades materiais das menores em sua maior
parte, exceto do menor E. T. P. de 05 anos que ficou com a mãe. Os cônjuges,
mesmo em processo de divórcio, devem mutualmente contribuírem para assistência
aos filhos. Excelência, diante desse fato o requerido pede que seja levado em
consideração o artigo 80, inciso II, do CPC, pois resta comprovado que a requerente
agiu de má-fé ao pedir a tutela.
O requerido se encontra na posse e guarda de duas filhas e a Requerente na guarda de
um filho, cada qual arcará com os dispêndios dos filhos que com eles reside. Estando o
Varão com a guarda de duas filhas e sendo assalariado, em face da Virago que é
empresária e guarda por enquanto apenas um filho. Assim não há como se falar em
alimentos provisionais. Ademais, Excelência, a requerida pediu (pasmem) alimentos
em causa propria em 40% da renda do requerido, pois segunda a autora esse aufere
renda de R$ 12.000,00 (doze mil reais), o que não é verdade já que a unica renda é do
cargo de supervisor com salário de R$ 8.000,00 (oito mil reais), alegação que será
provada nos autos.

DA RECONVENÇÃO
A autora, na petição inicial, elencou os seguintes bens:
• 01 casa no valor de R$ 250.000,00 – residência do casal, situado nesta
cidade, à Rua Urubu balado, n. 1314, Vai quem quer, CEP: 68.200-000, Alenquer-
Pará, que está na posse e uso do cônjuge varão;
• 02 automóveis no valor de R$ 70.000,00 cada: veículo automotor
modelo/ano, placa, renavam, integralmente quitado; veículo automotor modelo/ano,
placa, renavam, integralmente quitado;
• 02 terrenos no valor de R$ 50.000,00 cada, situado nesta cidade, um à
Rua das pulgas, beco do cachorro magro, medido 10X30 e outro à Rua do Boi,
estrada do Gado, medido 10x30;
• 01 terreno no valor de R$ 480.000,00 – financiado pela CEF, faltando
pagar R$ 30.000,00;
• 01 loja de material de construção no valor de R$ 350.000,00 (20% para
o Requerente e 80% para o Requerido, conforme ampliação), situada nesta cidade,
à Rua Papa-léguas, n. 1315, Centro, CEP: 68.200-000, Alenquer-Pará, este de
propriedade da requerente antes da constância do casamento.
No entanto, a autora ocultou informações importantes e cruciais para a
demanda de divórcio, não foram mencionados os investimentos feitos pela requerente
na constância do casamento e declarados no imposto de renda desta, quais
sejam:
INSTITUIÇÃO TIPO DE INVEST. VALOR INVESTIDO
BTG pactual Letras de Crédito R$ 150.000
Imobiliário
XP Investimento Certificado de Depósito R$ 100.000
Bancário
XP Investimento Letras de Crédito do R$ 150.000
Agronegócio

DA COMPILAÇÃO DOS BENS A SEREM PARTILHADOS


Realizando os acréscimos necessários, tem-se o rol de bens a serem
partilhados:
- 01 casa no valor de R$ 250.000,00 – residência do casal, situado nesta
cidade, à Rua Urubu balado, n. 1314, Vai quem quer, CEP: 68.200-000, Alenquer-
Pará, que está na posse e uso do cônjuge varão;
- 02 automóveis no valor de R$ 70.000,00 cada: veículo automotor
modelo/ano, placa, renavam, integralmente quitado; veículo automotor modelo/ano,
placa, renavam, integralmente quitado;
- 02 terrenos no valor de R$ 50.000,00 cada, situado nesta cidade, um à
Rua das pulgas, beco do cachorro magro, medido 10X30 e outro à Rua do Boi,
estrada do Gado, medido 10x30;
- 01 terreno no valor de R$ 480.000,00 – financiado pela CEF, faltando
pagar R$ 30.000,00;
- 01 loja de material de construção no valor de R$ 350.000,00 (20% para
o Requerente e 80% para o Requerido, conforme ampliação), situada nesta cidade,
à Rua Papa-léguas, n. 1315, Centro, CEP: 68.200-000, Alenquer-Pará, este de
propriedade da requerente antes da constância do casamento;
- Letras de Crédito Imobiliário, instituição BTG Pactual, em valor de R$
150.000;
- Certificado de Depósito Bancário, instituição XP Investimento, em
valor de R$ 100.000;
- Letras de Crédito do Agronegócio, instituição XP Investimento, em
valor de R$ 150.000.
Diante do que foi exposto, percebe-se do perigo da dilapidação dos bens, pois
a requerente ocultou patrimônio comum do casal com clara intenção de prejudica o
cônjuge na meação. Existe o risco por exemplo, desses valores serem transferidos
para o exterior o que quase impossibilitaria a justa meação.

DA TUTELA CAUTELAR PARA ARROLAMENTO DE BENS DE ACORDO


COM O ARTIGO 301 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Como foi demostrado, a autora é plena administradora da maior fonte de renda
da família, a loja de materiais de construção que herdou dos pais, por mais
que o requerido detenha 20% do empreendimento, a gestão econômica da empresa é
da autora, esta tem a expertise no negócio. Fica demostrado que os frutos desse
negocio foram ocultados mesmo estando na declaração de imposto de renda, o que
fica nítido a intenção de prejudicar o direito a meação do cônjuge, ademais, a
requerente como foi supra, bloqueou os cartões do requerido o que colocou em risco
o sustento dos filhos. Diante disso, fica claro o perigo de dano ou o risco ao
resultado útil do processo de acordo com o artigo 300 do CPC, então, excelência,
peça-se para que vossa excelência promova o arrolamento e bloqueio de 50% de
todo o patrimônio do casal, desde contas bancárias até os investimentos
supracitados como medida de segurança para assegurar o direito de meação do
requerido.

DAS PROVAS QUE SE PRETENDE PRODUZIR


O requerido requer que seja tomadas as seguintes providências:
1- Consulta ao Infojud, para que seja obtida declaração de imposto de renda
do autor, relativo ao exercício desse ano.
2- Consulta ao Sisbajud, para que sejam localizadas contas correntes ou
aplicações financeiras desconhecidas do requerido.
3- Testemunhas em favor do requerido atestando sua paternidade exemplar
para com os filhos.
4- Colegas de trabalho do requerido para atestarem a veracidade das
alegações a respeito do negocio conjugal envolvendo a loja de materiais
de construção.
5- E quaisquer outras provas em direito admitidas ou supervenientes.

DOS PEDIDOS
Diante do exposto, vem o Requerido e Reconvinte requerer:
1- A gratuidade de justiça, nos termos do artigo 98 do Código de Processo
Civil e nos termos do artigo 5º, inciso LXXIV da Constituição Federal, já que
não possui condições financeiras para arcar com as despesas e custas
processuais sem comprometer os gastos familiares, ainda mais no
patamar atual.
2- O deferimento da Tutela de Urgência Cautelar, nos termos do artigo 300 e
301 do CPC, para que Vossa Excelência promova o arrolamento e bloqueio
de 50% do todo o patrimônio comum do casal, pois eis como
documentado, a autora omitiu informações sensíveis para o divórcio com
clara intenção de prejudicar a meação.
3- A intimação da autora, para que, assim querendo, ofereça contestação a
presente reconvenção, sob pena de confissão/revelia.
4- A total procedência da presente reconvenção, para que sejam
partilhados os bens supra, após a apuração total dos bens do casal.
5- A contestação dos alimentos provisionais, da guarda unilateral e a Tutela
de Urgência da guarda provisória. Excelência, no caso da guarda
unilateral, não há empecilho do requerido em exercer a guarda
compartilhada para o melhor interesse dos menores.
6- Seja a autora condenada, pelo princípio da sucumbência (artigo 20 do CPC)
a honrar os honorários advocatícios sobre o valor da ação nos usuais 20%
das custas e demais cominações legais.
Dá-se à causa o valor de R$ 720.000 (setecentos e vinte mil).

Nestes termos,
Pede e espera deferimento.

Alenquer-PA, 29 de janeiro de 2025.

ADVOGADOS.
Antonio Ailton Valente Pereira Filho
Ana Raquel Monteiro de Sousa
Andrei Muller Machado
Carlos Eduardo Pinheiro de Sousa
Maxoel Pereira da Costa
Anexo 1
PROCURAÇÃO

Por este instrumento de procuração, por mim assinado, ROBERVAL COMEQUIETO


PRÓSPERO, brasileiro, casado, empresário, inscrito no CPF de n. 102.191.181 -
11, residente e domiciliado Rua Urubu balado, nº 1314, Vai Quem Quer, CEP:
68200-000, Alenquer-Pará, nomeia e constitui meu bastante procurador e
advogado, os senhores, MAXOEL PEREIRA DA COSTA OAB/PA e
CPF.........,ANDREI MULLER MACHADO OAB/PA... e CPF....., ANTONIO AILTON
VALENTE PEREIRA FILHO OAB/PA.... e CPF......, ANA RAQUEL MONTEIRO DE
SOUZA OAB/PA.... e CPF...., CARLOS EDUARDO PINHEIRO DE SOUSA
OAB/PA.... e CPF...., todos com escritórios na Rua Todos São Felizes, 1000 - 1º
andar (antiga Av. Ceus) - Centro, onde recebem notificações, a quem confiro
poderes para representar-me no Foro em geral com a cláusula AD JUDICIA ET
EXTRA, em modo interessado, podendo para isso requerer e promover judicial ou
extrajudicialmente; ao Conselho Superior da Magistratura; reclamar ao Corregedor
Geral de Justiça; alegar e defender todo o meu direito e justiça; transigir; dar e
receber quitação; representar-me perante as Sessões Judiciárias Federais no
Estado do Pará, Representações Criminais e Ações Cíveis em Geral ; Juntas de
Conciliação e Julgamento, tudo o mais em Direito permitido, também esta
substabelecer em pessoa de sua confiança e quando lhe convier, com reserva de
poderes.

ROBERVAL COMEQUIETO PRÓSPERO


Alenquer, 29 de janeiro de 2025.
ANEXO 2

DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA

Eu, Roberval Comequieto Próspero, brasileiro, casado, inscrito no CPF nº


102.191.181.11, residente e domiciliado(a) na rua Urubu Balado, nº 1314, Vai Quem
Quer, Alenquer - PA, DECLARO, sob as penas da lei e para os devidos fins, que não
possuo condições financeiras para arcar com as custas processuais e honorários
advocatícios sem prejuízo do meu próprio sustento e de minha família.
Declaro, ainda, estar ciente de que a presente declaração é feita sob minha
responsabilidade, nos termos do artigo 99, § 2º, do Código de Processo Civil, e que
eventuais inverdades poderão implicar na revogação do benefício da gratuidade de
justiça, além das sanções cabíveis na forma da lei.
Por ser a expressão da verdade, firmo a presente para que surta os efeitos
legais.

Alenquer – PA, 29 de janeiro de 2025.

Roberval Comequieto Próspero

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