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Academia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para outros significados, veja Academia (desambiguação).

Academia (do grego antigo Ακαδήμεια, transl. Akadémeia, derivação de Ακάδημος, transl. Akádēmos, "Academo") é o nome dado, no Ocidente, a várias instituições vocacionadas para o ensino superior e ensino universitário na promoção das suas actividades nomeadamente as artísticas, literárias, científicas e físicas, filosóficas, etc.

No Brasil, embora existam várias academias em várias áreas do conhecimento, o termo é popular ou comummente usado principalmente para designar a academia desportiva, estabelecimentos destinados ao ensino e à prática de Predefinição:PBPE3 ou ginástica (exercícios aeróbicos ou anaeróbios), e dotados de equipamento específico.

A designação provém da escola de filosofia que o Platão fundou Grécia Antiga, em 387 a.C., junto a um jardim a noroeste de Atenas, em terreno dedicado à deusa Atena que segundo a tradição pertencera a uma personagem mitológica com o nome de Academo.

Muitas academias tornaram-se famosas através de tempos e lugares, nas várias áreas de sua atuação. Entre as academias de letras, tornou-se paradigmática a Academia Francesa, cujo modelo inspirou a Academia Brasileira de Letras[1].


Tão importante quanto a Academia grega, entretanto, é a Academia surgida nos anos 60. "Academia de futebol" ou "Academia" é a denominação utilizada para o Palmeiras a partir do início dos anos 60, pouco tempo após a conquista do único supercampeonato paulista da história, em 1959, através de uma memorável melhor-de-três contra o Santos de Pelé, realizada em janeiro de 1960. O esquadrão palmeirense foi assim chamado por dar verdadeiras aulas de futebol. A Academia alviverde contava com jogadores extraordinários como Ademir da Guia, Djalma Santos, Julinho, Vavá, Zequinha, Dudu, Valdir de Moraes, Djalma Dias, Tupãzinho, Servílio, Rinaldo, Gildo, Geraldo Scotto e vários outros... Esses foram da Primeira Academia. Em 1968, com a grande renovação ocorrida no Palestra Italia, surgiu a Segunda Academia, com nomes como Dudu, César e Ademir da Guia, remanescentes da primeira, e com Artime, Luís Pereira, Leivinha, Leão, Madurga, Nei, Edu... Sendo o Palmeiras o campeão do século XX do Brasil e tendo sempre primado por seu futebol altamente técnico, o termo "Academia" pode ser empregado para designá-lo ainda nos dias atuais.

A Antiga Academia e a Nova

Mas, distinguem-se na História a Antiga Academia, de Platão a Arcesilau, e a Nova, que se prolongou até depois do século V. Foi com a época renascentista e o surgir do Humanismo que o princípio da Academia tomou novo fôlego, começando a difusão em Itália e propagando-se pelos demais centros europeus para que se pudesse levar a cabo o estudo de saberes relacionados com a filosofia, a arte, a música, a pedagogia, a cultura, a história, a arqueologia, a literatura, a filologia e a ciência. Nesta altura, a forma de constituição das academias mais comum foi a de congregação de estudiosos e eruditos, apontando-se também como génese de algumas as associações formadas nos Jogos Florais[2].

Destacaram-se no século XVI a Academia della Crusca, que se dedicava ao estudo da língua italiana considerada pura,

Referências

  1. academia, iDicionário Aulete
  2. a b academia, Infopédia (Em linha). Porto: Porto Editora, 2003-2014. (Consult. 2014-03-15).

Ver também

Ligações externas

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