2023EF5V1GEOMD
2023EF5V1GEOMD
2023EF5V1GEOMD
Professor
EF 5º ano | Volume 1 | Geografia
COPRESIDÊNCIA: Rodrigo Fernandes Domingos, Rommel Fernandes Domingos, Arte-Finalistas: Kamila Moreno, Patrícia Lage. Designers Gráficos: Adriane Paula
Paulo Ribeiro. Dias, Allan Fagundes, Camilla Costa, Cássio Ferrani, Filipe Santos, Izabelle Martins,
Joselia Freitas, Jucélia Simões, Marcos Andrade, Rafael Guisoli. Ilustradores: Camila
DIREÇÃO: Diretor Executivo: Tiago Bossi. Meireles, Vanessa Stehling.
AUTORIA: Geografia: Amanda Zanetti, Conceição Lemos, Drielen dos Santos, SUPORTE PEDAGÓGICO: Coordenadores de Conteúdo: Cássia Coutinho,
Fernando Melo, Graça Castro e Livia Casasanta.
Cristiano Batista, Daniel Pragana, Patrícia Marques. Coordenadores de Suporte
Pedagógico: Ana Paula Barbosa, Daniela Alves, Fábio Zwifka, Leonardo Meneguini,
PRODUÇÃO: Gerente de Produção: Luciene Fernandes. Coordenadora de
Projetos, Inovação e Produto: Daniela Marques. Especialista de Produção de Maria Conceição Caldeira, Weber Fernandes. Consultores Pedagógicos: Aderivan
Conteúdo: Isabela Dutra. Analista de Processos Editoriais: Letícia Oliveira. Ferreira, Adriene Domingues, Anderson Alberto, Anderson Alves, Andrea Maggi,
Assistente de Produção Editorial: Aline Martins, Maria Clara de Matos. Carla Demicheli, Carmen Belém, Conrado Sanchez, Daniel Fernandes, Drielen dos
Santos, Edléa da Assunção, Edna Rodrigues, Eugênia Alves, Junio Miranda, Karla
NÚCLEO PEDAGÓGICO: Gestores Pedagógicos e de Avaliação Educacional: Antão, Keila Alves, Leonardo Ferreira, Lilian Paschoal, Luciana Mendanha, Luana
Daniel Dutra, Michelle Correa. Consultora de Produção Pedagógica: Claudete Caxeado, Mariana Magalhães, Marianna Drumond, Marina Cordova, Maurício
Marcelino. Coordenadora Pedagógica de Tecnologia Educacional: Mariana Eduardo Bernz, Patrícia Rocha, Rita Lanna, Ramon Barbosa, Rodrigo Amorim,
Oliveira. Coordenadora EAD: Fernanda Leroy. Coordenadores de Produção Ricardo Moura, Sandra Negrini, Sílvia Coelho, Soraya Oliveira, Telly Almeida, Willian
Pedagógica: Átila Camargos, Felipe Martins, Jéssica Souza, Lucas Maranhão, Mariana Ferreira. Supervisoras Administrativas de Relacionamento e Mercado: Adriana
Cruz, Marilene Guerra, Melina Djenane, Paulo Caminha. Analistas Pedagógicos: Braich, Bárbara Linhares. Analistas de Suporte Pedagógico: Jéssica Martins,
Agnes Gomes, Amanda Tavares, Arthur Carvalho, Bruna Fonte Boa, Clara Machado, Jonathan Martins, José Duarte, Marcela Medina, Marina Helena Carvalho, Patrícia
Danielle Cristine Fullan, Daniel Menezes, Daniel Pretti, Diego da Mata, Diego Dias,
Combat. Assistentes Técnico-Pedagógicas: Andrezza Rodrigues, Laís Ferreira,
Doris Vitória Guedes, Gabriel Chaves, Greisse Kelli Castro, Hélia Brito, Izabella Alves,
Loyanne Vasconcelos, Werlayne Bastos. Coordenadora Geral de Tecnologia
Joice Sales, Joyce Santana, Joyce Tavares, Júnia Teles, Lia Martins, Loiany Gomes,
Educacional: Fabiane Gontijo. Coordenadora de Atendimento de Tecnologia
Luciana Lopes, Luciano Marins, Mariana Campos, Marina Rodrigues, Mateus Silva,
Educacional: Rebeca Mayrink. Analista de Suporte de Tecnologia Educacional:
Paula Emilia Gomes, Paula Vilela, Paulo Cruz, Paulo Vaz, Pedro Henrique Fagundes,
Jamille Carvalho. Assistentes de Tecnologia Educacional: Dayanni Alves, Ingrid
Rafael Junqueira, Rafaela Freitas, Rebeca Angelo, Taíla Barbosa, Tamires Vilhena,
Tatiana Bacelar, Thamires Rodrigues, Thayná Miclos. Analistas de Conteúdo: Caio Rego, Kellen Lúcia Ferreira, Laís Carolina Valentim, Marcos Muniz, Nathália Santos,
Cezar Batista, Carlos Eduardo de Moura, Kamylla Barbosa, Rafaela Cordeiro, Vicente Rosiane Silva, Scarllet Lílian, Vanessa Lima. Estagiários: Letícia Peres, Raul Pereira.
Vasconcellos. Designers Instrucionais: Brenda Buhr, Danielle Thaís da Cunha, Ellen
TECNOLOGIA EDUCACIONAL: Head de Tecnologia Educacional: Alex Rosa.
Catharina Ponciano, Iago Pandelo, Isabel Mendonça, Jessica Maria Queiroz, Karoline
Eva, Letícia Poletto, Patrícia Garcia, Patricia Stockler, Rochele Mechetti, Stephanie Gerente de Produtos Digitais: Breno Heleno Ferreira. Gerente de Desenvolvimento
Prieto. Coordenadora de Avaliação e Estatística: Isabela de Lima. Técnico em de Tecnologias: Alexandre Resende. Tech Lead: Eric Longo. Agile Leader:
Estatística: Douglas Nunes. Analista de Estatística: Conrado Ramos. Assistente Fernanda Bernardi. Product Owners: Alisson Guedes, Caio Pontes, Lazáro Finger.
de Estatística: Raquel Mendes. Aprendiz Assistente Administrativo: Henrique Community Leader: Vanessa Viana. Quality Assurance: Leonora Rocha, Lucas
Sena, Pedro Henrique Sangi. Moreira, Sarah Costa. Analistas de Suporte: Lucas Darlim. Especialista Tecnologia
Educacional: Carlos Augusto Pinheiro. Developers: Alexandre Paiva, André Hilário,
PRODUÇÃO EDITORIAL: Gestora de Produção Editorial: Thalita Nigri. Breno Mendonça, Emerson Costa, Gabriel Santos, Guilherme Sousa, Hari Dasa
Coordenadoras de Produção Editorial: Gabriela Garzon, Michelle Eleutério, Fiuza, Harrison Dias, Iago Souto, Igor Lamas, João Rodrigues, Johny Maia, Matheus
Soraya de Souza. Coordenadora de Iconografia: Naiara Monteiro. Assistente de Almeida, Matheus Thibau, Maurício Honorato, Paulo Rievrs, Ramon Oliveira, Talles
Produção Editorial: Lesley Braga. Analista de Tecnologia Educacional: Verônica Ribeiro, Vitor Decourt, William Souza. Digital Product Analyst: Atilla Costa. Tribe
Ribeiro. Assistentes de Tecnologia Educacional: Bárbara Carvalho, Ortiza Lead: Luana Dias. Data Analyst: Bernardo Souza. Data Engineer: Francys Filho.
Marques. Designers de Vídeo: Marco Aurélio Mota, Marina Ansaloni. Produtora
Data Architect: Eduardo Crepaldi. UI Designers: Erico Grasso, Kátia Silva, Marcelo
Audiovisual: Flávia Carvalho Produtor Multimídia: Mateus Barcelos. Editores
Costa, Maycon Portugal. UX Designer: Kelvin Sodre. Estagiário: Matheus Aleixo,
Audiovisuais: Felipe Marcondes de Faria, Marcela Dias. Videomaker: Gabriel
Thiago Ferreira. Aprendiz Assistente Administrativo: Davi Ribeiro, Robson
Henrique Santiago. Roteirista Audiovisual: Luiz Otávio Gouvea. Pesquisadores
Martins.
Iconográficos: Fabíola Paiva, Guilherme Rodrigues, Mariana Alcântara, Núbia
Santiago, Taísa Torres. Revisores: Ana Nascimento, Danielle Cardoso, Igor Pereira,
Julia Gomes, Letícia Cagnoni, Lucas Retes, Miguel Martins, Marilda Mendes, Simone
Silva, Thaís Mussulini. Arte-Finalistas: Míriam Carvalho, Naianne Rabelo, Patrícia Para que nossas soluções cheguem até você,
Gonçalves, Patrícia Spinola. Designers Digitais: Breno Koetz, Nathan Ackerman, mais de 500 pessoas estão envolvidas no
Paulo Rosa. Designers gráficos: Daniela Melo, Fabíola Mendonça, Kênia Sandy
Ferreira, Lucas Henrique Dias, Matheus Diniz, Paola Valamiel, Raphael Oliveira,
processo. Quer conhecer melhor nossa equipe?
Valéria Vieira. Ilustradores: Fabiana Signorini, Rodrigo Almeida, Rubens Lima, Acesse o QR Code e fique por dentro!
Webster Pereira. Aprendiz Assistente Administrativo: Pedro Henrique.
Coleção EF5
2 Coleção EF5
GEOGRAFIA
Esse produto é destinado às escolas que, de acordo com as
novas regulamentações, podem ser classificadas como escolas
bilíngues ou que possuem uma carga horária estendida.
Prezado professor, prezada professora,
Em 2023, as novidades não param: fechamos o ciclo da
Os Anos Iniciais do Ensino Fundamental compreendem
Coleção Eu no Mundo – Projeto de Vida! Nossa preocupação
a faixa etária escolar na qual as crianças estão sedentas
com a formação integral dos estudantes se concretiza com a
por descobertas e novas aprendizagens. Por isso, visando
entrega das soluções para a 3ª série do Ensino Médio.
à amplitude do conhecimento por meio de uma educação
de qualidade, este manual foi cuidadosamente criado Com o olhar atento à necessidade de tornar o aprendizado
para complementar o trabalho do educador, com foco no sempre mais dinâmico e significativo, os materiais da 1ª e
aos exercícios é o aluno, com a mediação do(a) professor(a), objetivas e discursivas, bem como por atualização de seções,
no intuito de dar continuidade ao processo de diversificação
desejamos sucesso nessa jornada!
do repertório de experiências de aprendizagem dentro e fora
da sala de aula. O Mais Redação também recebeu novas
Novidades 2023
propostas de redação disponíveis na seção “Se liga no Enem”.
Além disso, os livros impressos ganharam exercícios extras
disponibilizados por meio digital nas Unidades de Aprendizagem
O Bernoulli Sistema de Ensino carrega a certeza de que do Meu Bernoulli.
a educação tem o poder de transformar vidas e que, se o
Mas não para por aí! 2023 também contará com novas
mundo muda, mudamos junto. É nesse intuito que seguimos
Unidades Curriculares que atendem a diversas áreas do
inovando, criando e produzindo soluções pedagógicas para
conhecimento e à multiplicidade de currículos possíveis para o
nossos parceiros.
Novo Ensino Médio. Pensando na aprendizagem baseada em
Na Educação Infantil, apresentamos uma edição da coleção projetos (PBL) e na ampliação das possibilidades que o mundo
de 4 e 5 anos com temáticas e projeto gráficos novos, além contemporâneo trouxe para a intervenção humana na realidade,
de contar com mais espaço para o registro das crianças. Todas apresentamos a Coleção Bioética. Dessa forma, considerando
essas novidades têm como premissas possibilitar aos pequenos tais demandas e a formação cidadã dos estudantes, o Bernoulli
muito mais experimentação e investigação. Sistema de Ensino propõe uma nova Unidade Curricular, cujo
Completando a atualização gradativa de nossa coleção conteúdo aborda os principais eixos de atuação da bioética:
regular de Língua Inglesa do Ensino Fundamental Anos Finais, medicina, modelos éticos de pesquisas científicas e interação
agora o 9º ano recebe as trilhas digitais de aprendizagem, que ser humano-natureza.
potencializam o desenvolvimento do Listening e Speaking – isto
Pensando também em formar e desenvolver nos estudantes
é, escuta e fala –, habilidades orais preconizadas pela BNCC e
os conceitos de comunicação, oralidade, retórica e discurso para
cada vez mais exploradas no mundo contemporâneo.
a construção de narrativas potentes, empáticas, persuasivas
Ainda sobre a Língua Inglesa, apresentamos a grande e bem apresentadas, assim como estimular o conhecimento
novidade: o Dive.b, a solução bilíngue do Bernoulli Sistema de diferentes formas de uso do storytelling no mundo
de Ensino, atendendo em 2023 da Educação Infantil aos Anos contemporâneo, o Bernoulli Sistema de Ensino apresenta a
Finais do Ensino Fundamental. Em diálogo com as temáticas Unidade Curricular Storytelling para 2023.
e aprendizagens presentes na Coleção Principal de cada
segmento, o Dive.b foi elaborado por meio da abordagem Paralelamente, neste ano, continuamos a expansão de nosso
metodológica CLIL (Content and Language Integrated portfólio de Estudos de Obras Literárias, considerando os editais
Learning), que se baseia na aquisição de uma segunda língua mais recentes dos principais vestibulares, no intuito de auxiliar
integrada a aprendizagens das diversas áreas do conhecimento. os estudantes nos exames.
Fundamentação teórica
Fundamental Anos Finais e para a 1ª e a 2ª séries do Ensino
Médio, a assistente virtual conta com inteligência artificial e foi
desenvolvida para esclarecer dúvidas e apoiar o estudante na
organização da rotina escolar e na melhoria do desempenho Nos últimos anos, muitas mudanças na conjuntura do
acadêmico. planeta vêm sendo testemunhadas como resultado de novas
organizações políticas e geográficas, do aumento da integração
E não paramos por aqui. Para garantir a entrega de todas as econômica entre as nações, da revolução técnico-científica e
soluções didáticas impressas, de forma ainda mais eficiente, da profusão de novos meios e formas de comunicação. Diante
a nossa logística passa a contar com mais um novo Centro de dessa realidade de intensa transformação, é fundamental que
Comercialização e Distribuição, agora no Distrito Federal, em os seres humanos sejam capazes de compreender criticamente
Brasília. Isso facilitará o atendimento de toda a região Centro- as mudanças em sua realidade e de agir sobre ela com clareza.
-Oeste e em torno dela, conferindo agilidade e segurança na Nesse contexto, a Geografia se caracteriza como uma área
entrega às escolas. do conhecimento que oferece ferramentas para a compreensão
do espaço em todas as suas dimensões e para a intervenção
Por fim, certamente muitas outras soluções serão oferecidas
na realidade social. Por meio dela, podemos compreender os
ao longo de 2023. Em um mundo com mudanças cada vez mais
modos de interação de diferentes sociedades com a natureza
velozes, o Bernoulli Sistema de Ensino mantém uma equipe na construção de territórios, as singularidades do lugar em
de excelência para atualizar, inovar e entregar as melhores que vivemos e os aspectos que o diferenciam e o aproximam
soluções para facilitar o trabalho dos educadores de nossas de outros locais. Assim, é possível compreender, de forma
escolas parceiras. mais consciente, os vínculos emocionais e identitários que
estabelecemos com ele. Além disso, podemos conhecer as
múltiplas relações entre diferentes locais, distantes no tempo e
Bernoulli Play
no espaço, e perceber as relações do passado com o presente.
4 Coleção EF5
Para os Anos Iniciais, a educação geográfica ampliará as experiências do(a) aluno(a) com o espaço por meio do aprofundamento
de seu conhecimento sobre si mesmo e sobre sua comunidade; permitirá que os alunos compreendam e estabeleçam as interações
entre sociedade e meio físico-natural em diferentes escalas e áreas da superfície terrestre; abordará fenômenos e elementos
do trabalho em variados tempos, escalas e processos; e, por fim, buscará desenvolver o pensamento espacial por meio da
interpretação e do uso de diversas formas de representação cartográfica.
Como existe um conhecimento que se realiza e se constrói cotidianamente, ligado às experiências habituais de todos os
indivíduos, as propostas e os conteúdos contemplados nos Anos Iniciais visam promover e buscar novas formas de perceber o
mundo e de compreender, de maneira ampla e crítica, as múltiplas relações que compõem a realidade.
Considerando os diferentes tipos de saberes e os variados níveis de acesso às informações, as principais perguntas que norteiam
a coleção são “Onde se localiza? Por que se localiza? Como se distribui? Quais são as características socioespaciais?”.
Essas indagações possibilitarão aos alunos interpretar os locais e compreender os fenômenos e dinâmicas socioespaciais em
diferentes escalas, sem mencionar que permitem o aprendizado sobre o ordenamento territorial e o reconhecimento da dinâmica
existente entre a natureza e a interferência humana na superfície terrestre.
Os temas partirão de explorações sociocognitivas, afetivas e lúdicas capazes de potencializar sentidos e experiências. Serão
privilegiadas posturas e atitudes que levem a interações construtivas, justas e ambientalmente sustentáveis em casa, na escola
e na comunidade. Os conteúdos também abordam as categorias fundamentais da Geografia de forma gradativa, como espaço,
território e paisagem, respeitando a maturidade cognitiva do(a) aluno(a).
Acreditamos ser fundamental o exercício da cidadania e a aplicação do raciocínio geográfico diante de situações e problemas
da vida cotidiana. Logo, os conceitos e teorias estão associados a reflexões e ações sobre o espaço, levando em consideração,
sobretudo, o bem comum.
A construção cidadã objetiva fundamentar a elaboração de currículos voltados para a formação de alunos que possam refletir
criticamente sobre as demandas sociais dos diferentes locais e sociedades, identificando as características que os constituem
da maneira como eles são. Nesse cenário, a expectativa é que os alunos adquiram capacidade para compreender a diversidade
cultural, social e religiosa, transitando e comparando as diversas escalas, da local à global, e vice-versa. Com isso, ampliam-se
suas perspectivas quanto ao mundo, o qual ele(a) ajuda a construir.
Além de trabalhar a espacialidade, relacionando-a à temporalidade dos fenômenos e, principalmente, aos processos que
acontecem, é indispensável desenvolver a habilidade para medir, localizar e determinar áreas e suas características, o que
será feito por meio da alfabetização cartográfica. Para trabalhar com esses elementos e instigar a turma, deve-se favorecer
não só a leitura, mas a interpretação e a reflexão crítica de informações, para que o raciocínio geográfico seja estimulado.
Por isso, é necessário que se construam, ao longo de toda a vida escolar, procedimentos de análises próprios da Geografia, como
observação, descrição, registro, documentação, representação, analogia, explicação e síntese.
Outro aspecto presente nos conteúdos é o reforço do sentimento de brasilidade, valorizando aspectos do patrimônio cultural
material e imaterial, do patrimônio ambiental, assim como reconhecendo as sociedades das quais recebemos tais legados. Assim,
as temáticas culturais serão abordadas com frequência nesse componente curricular.
A partir dessa concepção, perceber a organização do espaço em função das dinâmicas sociais e naturais é essencial para o
exercício pleno da cidadania. Por isso, buscamos, com a Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais, extrapolar a descrição de
dados e questões territoriais. Acreditamos que o ensino da Geografia pautado somente na descrição de paisagens naturais e
na memorização dos elementos geográficos que as compõem não auxilia os alunos na compreensão das transformações que
acontecem ao redor deles. Nesse sentido, os textos e as atividades propostos nos livros focam o estudo de um mundo dinâmico
e em constante transformação.
Estimado(a) Professor(a),
Aprofunde seus conhecimentos na fundamentação teórica desse material.
Acesse o QR Code e veja o que preparamos para você!
Estrutura da Coleção
Professor(a), acesse o QR Code para conhecer o mapa de conteúdos da coleção.
A fim de atender à metodologia proposta, a Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais, destinada aos alunos do 1º ao 5º ano,
é composta por dois volumes divididos em quatro livros por volume, além dos livros de Arte, que contam com os volumes 1 e 2,
e o de Língua Inglesa, material de volume único. Os dois últimos materiais são considerados materiais complementares.
Cada livro é organizado por disciplinas e em capítulos.
COMPONENTES Arte
Ciências Geografia e História Matemática Língua Portuguesa
CURRICULARES Língua Inglesa
Características gerais
A Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais foi produzida com o objetivo de ser, para o aluno, a principal referência do conjunto
de conhecimentos de cada área e propiciar apoio e incentivo ao hábito de estudo e ao prazer de aprender. Para tanto, o material
foi estruturado de modo a permitir a ampliação da compreensão de mundo por meio de textos atualizados, imagens e esquemas
claros e atrativos, bem como de propostas de atividades formativas e significativas, promovendo a articulação entre as diversas
áreas do conhecimento e funcionando como um ponto de partida para explorar outras fontes e tecnologias que contribuam para
o processo de aprendizagem.
A elaboração dessa coleção didática foi feita com a convicção de que é preciso superar a abordagem fragmentada e
predominantemente conceitual, restrita à apresentação de procedimentos, teorias, leis e fórmulas descontextualizadas a serem
memorizadas pelos alunos. Por isso, a proposta foi organizada de modo a proporcionar a aprendizagem, incluindo a construção
de conceitos e a apropriação de procedimentos, mas de forma contextualizada, abordando aspectos socialmente relevantes e
partindo da prática, de exemplos concretos e de situações-problema em contextos próximos do cotidiano dos alunos, na tentativa
de proporcionar-lhes a compreensão e a interpretação desses conceitos em situações reais de aplicação.
As propostas impressas no material devem ser orientadas pelo(a) professor(a), de modo a estimular nos alunos uma postura
curiosa e reflexiva, uma vez que elas possibilitam o levantamento de hipóteses, a análise de diferentes fontes de informação
e a confrontação de dados. Nessa perspectiva, tais propostas favorecem a ampliação dos conhecimentos que os estudantes já
possuem e contribuem para a transposição da barreira do senso comum e para a aquisição do saber científico.
Além disso, acreditamos que o livro didático tem um importante papel como fonte de consulta e, por isso, durante e após
a orientação de uma postura investigativa e reflexiva, o material propõe recapitulações e sistematizações confrontadas com a
problematização inicial, ajudando o aluno a estabelecer conclusões sobre as questões propostas. Desse modo, evitamos incumbir
somente ao estudante a responsabilidade de formular conceitos e conclusões. Também consideramos que, embora o foco não seja
o conteúdo, ele ainda deve ser visto como o meio pelo qual é possível desenvolver habilidades, posto que viabiliza a aplicação
de conceitos e conhecimentos na resolução das situações-problema apresentadas.
Outro aspecto levado em consideração para a escrita da Coleção é a formação para a cidadania, uma vez que, mais do que
transmitir conhecimentos acumulados ao longo da história, atualmente a escola cumpre outros objetivos, assumindo papéis cada
vez mais abrangentes na formação dos alunos. Nesse contexto, além do compromisso com a apresentação de conteúdos e com
a instrumentalização e divulgação de informações, acreditamos que o livro didático tem grande potencial para funcionar como
ferramenta para a formação de cidadãos atuantes na sociedade, éticos, protagonistas, críticos e conscientes.
O trabalho com esses aspectos, em nosso projeto didático, compreenderá a incorporação de temas como diversidade sociocultural,
raça, etnia, saúde, sexualidade, consumo, meio ambiente e ética, entremeados ao trabalho com as demais áreas do conhecimento.
Isso será desenvolvido em propostas de trabalho e projetos que estimulam a construção de uma consciência pessoal, social
e planetária; o exercício pleno da cidadania; a convivência social harmônica e solidária.
Avaliação
O desenvolvimento das habilidades pretendidas com esse material se dá de maneira permanente e processual. Portanto,
acreditamos que a avaliação em sala de aula também deverá acontecer de forma contínua, de modo a favorecer a percepção
do(a) professor(a) acerca das necessidades de cada estudante. O objetivo é estabelecer parâmetros de atuação e permitir que
os professores e estudantes tomem consciência dos avanços, das dificuldades e se comprometam com o processo educativo.
Desse modo, a avaliação deve ir além da verificação da capacidade de reproduzir, de forma isolada, as informações trazidas pelo
livro ou pelo(a) professor(a). Ela deve ser construída e proposta com o objetivo de ajudar alunos e professores a refletir sobre suas
práticas e rever estratégias e planejamentos, tornando possível a superação das dificuldades, a consolidação de aprendizagens
significativas e o desenvolvimento de habilidades e competências, por meio da recursividade e de novas estratégias didáticas. Assim,
a avaliação ultrapassa o caráter de elemento comprovador do conhecimento para se tornar mais um componente de formação.
A Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais favorece a avaliação sistemática e processual ao longo de todos os capítulos. Para
iniciar, há uma introdução capaz de oferecer temas sobre os quais as crianças já têm algum conhecimento. Nesse momento, o(a)
professor(a) poderá avaliar o que o aluno já sabe e delimitar a temática central a ser abordada.
6 Coleção EF5
No fechamento do capítulo, há atividades de revisão, ou seja, há a retomada do conteúdo estudado ao longo do capítulo, mantendo
diálogo constante de maneira dinâmica, para trazer à tona a percepção do amadurecimento cognitivo, afetivo e atitudinal do aluno.
Em paralelo à utilização do livro didático, é interessante que o(a) professor(a) proponha outros instrumentos de avaliação, tais
como avaliações formais, relatórios, registros de práticas, projetos e investigações, apresentações orais, entre outras propostas.
Já aprendi! – Seção de exercícios dispostos ao final do capítulo para retomar, ampliar, sistematizar e aplicar os
conteúdos trabalhados. Alguns itens dessa seção podem exigir um nível de compreensão mais abrangente, a fim de
exercitar competências mais elaboradas que demandam análises e estabelecimento de relações entre informações, além
da aplicação dos conhecimentos adquiridos na compreensão de problemas do cotidiano. Esse trabalho é possível nessa
seção, uma vez que todos os tópicos do capítulo já foram abordados. Por isso, aproveite as propostas da seção para
avaliar a compreensão dos alunos e para verificar se as habilidades pretendidas foram alcançadas ou bem desenvolvidas.
Um olhar atento sobre o desenvolvimento dos alunos ao resolver essas questões pode ajudar o(a) professor(a) a verificar
aspectos que necessitam de retomada e maior investimento, antes de prosseguir para outros capítulos.
Aprendendo mais – Nessa seção, são apresentados textos variados – como notícias, reportagens, textos publicitários,
tabelas e gráficos, entre outros – que se relacionam ao assunto tratado no capítulo com o objetivo de ampliar o conteúdo
e / ou apresentar uma perspectiva vivencial do que foi apresentado. Como acreditamos que a leitura de textos e de
imagens, quando realizada por alunos em letramento, necessita de ser acompanhada de atividades de interpretação,
propomos, sempre que pertinente, a realização de exercícios orais ou escritos para verificação da leitura nessa seção.
Outras fontes – O conhecimento não está presente somente no livro didático. Por isso, nessa seção, oferecemos
indicações de sites, filmes, músicas, livros, revistas, entre outros, relacionadas ao tema do capítulo. Estimule o acesso
a essas mídias, que pode acontecer no próprio ambiente escolar, como forma de enriquecimento das suas aulas, ou em
outros espaços frequentados pelos estudantes, como em casa ou na biblioteca local.
Bernoulli Play – Nessa seção, você tem acesso aos objetos digitais de aprendizagem do Bernoulli Play. Incentive a
utilização pelos alunos ou utilize-os como material para enriquecer suas aulas.
Pensando sobre... – Essa seção propõe a reflexão sobre questões intrigantes, relacionadas, na maioria das vezes, aos
temas transversais listados nos PCNs (saúde, meio ambiente, pluralidade cultural, ética, entre outros). Os questionamentos
possuem uma relação com o conteúdo e têm o objetivo de proporcionar aos alunos oportunidades de pensar sobre a
realidade social e perceber como eles podem intervir para transformá-la. É importante que você, professor(a), oriente
a reflexão do grupo, mantenha uma postura de valorização das reflexões trazidas pelas crianças, estimulando suas
manifestações em um ambiente de respeito e de trocas enriquecedoras. Fique atento(a) para que mesmo as crianças
mais tímidas e que apresentem dificuldades em organizar e expressar suas ideias oralmente tenham a oportunidade de
participar e serem valorizadas em sua manifestação.
Na ponta do lápis – Considerando que desenvolver a habilidade de expressão escrita do aluno é compromisso de
todas as áreas, a seção tem o objetivo de favorecer esse trabalho por meio da proposta de produção de variados textos
relacionados ao tema do capítulo (tirinhas, poemas, cartilhas, panfletos, cartazes, esquemas, entre outros).
Atividade em dupla / grupo: informa que a atividade deve ser realizada em dupla ou grupo.
Atividade conectada: indica que a atividade está relacionada a multiletramento, utilizando diferentes plataformas,
AS
AD
CT
Realidade aumentada: as projeções de realidade aumentada buscam uma aprendizagem centrada na experiência do
aluno, uma vez que inserem informações e objetos virtuais no mundo real. Elas estimulam a imaginação, permitindo
que o conhecimento seja construído por meio das interações com o objeto e entre pares.
Planejamento anual*
COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA ANO: 5º SEGMENTO: EF ANOS INICIAIS
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• Região Centro-Oeste
2 7 • O Brasil do Sul
• Para reduzir distâncias: integração entre as regiões brasileiras
* Conteúdo programático sujeito a alteração. / O conteúdo completo de Geografia do 1º ao 5º ano está disponível no final do
Manual do Professor.
CAPÍTULO 1
1º
CAPÍTULO 2
Volume 1
CAPÍTULO 3
2º CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 5
CAPÍTULO 6
Volume 2
3º CAPÍTULO 7
CAPÍTULO 8
CAPÍTULO 1
1º
CAPÍTULO 2
Volume 1
CAPÍTULO 3
2º
CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 5
3º
CAPÍTULO 6
Volume 2
CAPÍTULO 7
4º
CAPÍTULO 8
Planejamento do volume
O livro do 5º ano do Ensino Fundamental
Os estudantes do quarto e quinto anos do Ensino Fundamental reúnem condições de aprendizagem significativamente mais
amplas do que os estudantes que se encontram nos três primeiros anos desse segmento: espera-se que a apropriação dos processos
de leitura e escrita confira ao estudante maior autonomia na realização das tarefas que exijam o domínio dessas competências.
É esperado, também, que o estudante tenha desenvolvido habilidades que se referem aos procedimentos de identificação e
reconhecimento, de modo que colaborem para o processamento de informações disponíveis em fontes diversas, para que,
progressivamente, ele se torne capaz de aplicá-las em situações complexas, que exijam capacidade analítica e de síntese,
expressas por meio de suportes diversos.
O estudante do quinto ano do Ensino Fundamental, imerso em suas relações com seus pares, amplia sua rede de convivência a
partir de seus interesses e afinidades, configurando seus próprios grupos sociais e iniciando a consolidação de sua identidade no
âmbito da coletividade. Trata-se, portanto, de uma oportunidade ímpar de ampliação do campo de estudos da Geografia, trazida
pelas possibilidades de análise dos fenômenos socioespaciais.
Ao longo dos capítulos do 5º ano, os estudantes irão compreender e discutir diferentes aspectos do território brasileiro,
considerando desde fenômenos e características físico-naturais até as dinâmicas socioeconômicas do país. Os conceitos norteadores
desse ano são: território, região, natureza e paisagem. O apoio nessas categorias e perspectivas permite que o estudante amplie
suas percepções do meio físico natural e de seus recursos.
Nesse ano, os estudantes têm a oportunidade de trabalhar com conceitos que sustentam ideias plurais de natureza, território
e territorialidade. Essa abordagem, segundo a BNCC (BRASIL, 2017, p. 365), possibilita aos estudantes
Construir uma base de conhecimentos que incorpora os segmentos sociais culturalmente diferenciados e também os diversos
tempos e ritmos naturais. Essa dimensão conceitual permite que os alunos desenvolvam aproximações e compreensões
sobre os saberes científicos – a respeito da natureza, do território e da territorialidade, por exemplo – presentes nas
situações cotidianas. Quanto mais um cidadão conhece os elementos físico-naturais e sua apropriação e produção, mais
pode ser protagonista autônomo de melhores condições de vida.
Como sugestão, recomendamos a construção de um diário de bordo / caderneta de campo, associado ao uso do material didático
durante todo o ano letivo. Os diários e cadernetas de campo são um recurso comum nos estudos geográficos. Em uma caderneta
ou caderno especial, de preferência sem linhas, os estudantes devem registrar todas as produções realizadas nas atividades de
pesquisa e observação apresentadas ao longo de todos os capítulos. Ele pode ser construído por ilustrações, tabelas, gráficos com
os resultados, produções textuais, além dos conteúdos de pesquisas. Por meio do uso do diário / caderneta, os estudantes terão
a construção de uma memória geográfica, que poderá vir a ser um portfólio de registros utilizado na culminância do ano letivo.
O capítulo 1 – Para tudo tem um tempo – apresenta conceitos e noções associadas à Climatologia. Além disso, nesse capítulo,
serão abordados a distribuição da hidrografia brasileira e os impactos do uso irresponsável dos recursos hídricos. A partir da
diferenciação de clima e tempo, o estudante será convidado a avaliar as condições meteorológicas do ambiente em que reside. Por
fim, o estudante irá entender como as condições atmosféricas interferem nos usos e ocupações do espaço pelos seres humanos.
O capítulo 2 – A vida em rede – busca apresentar e refletir sobre as relações de interdependência existentes entre clima,
vegetação e relevo como condição para a ocorrência de diferentes paisagens. A finalidade do capítulo é que os estudantes sejam
capazes de compreender que as mudanças nas condições atmosféricas devem ser objeto de profunda preocupação e cuidado
por parte de todos, para que as condições de vida no planeta sejam preservadas.
10 Coleção EF5
Apoio didático
Capítulo 1: Para tudo tem um tempo
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Compor, na forma oral e escrita, análises e avaliações próprias dos temas estudados, respeitando os direitos humanos e as diferentes
opiniões.
• Examinar a influência das variações climáticas e do tempo nas escolhas e na vida cotidiana dos seres humanos.
• Identificar a distribuição das águas continentais e principais bacias hidrográficas brasileiras.
• Identificar e descrever problemas ambientais que ocorrem no entorno da escola e da residência (lixões, indústrias poluentes,
destruição do patrimônio histórico, etc.), propondo soluções (inclusive tecnológicas) para esses problemas. (BNCC–EF05GE11)
• Interpretar mapas temáticos com dados físico-naturais do Brasil, identificando padrões, regionalizações e analogias espaciais de
fenômenos e características socioambientais do território nacional.
• Reconhecer e comparar atributos da qualidade ambiental e algumas formas de poluição dos cursos de água e dos oceanos (esgotos,
efluentes industriais, marés negras, etc.). (BNCC–EF05GE10)
• Utilizar procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta e no tratamento da
informação de fenômenos e dinâmicas que ocorrem no espaço, seja mediante fontes escritas ou imagéticas.
Nesse capítulo, são destacadas a forma como os fenômenos atmosféricos interferem na composição das paisagens e alguns de
seus impactos no cotidiano das sociedades. Com base nesse contexto, é proposto o estudo sobre a interferência das condições
atmosféricas na vida humana. A partir da análise das condições atmosféricas, propõe-se a introdução do estudo da previsão do
tempo e de seus benefícios para as atividades produtivas e humanas. Para dar suporte à exposição do tema, mapas e planisférios
são utilizados como forma de representação do espaço. As principais bacias hidrográficas do Brasil são apresentadas para que os
estudantes reconheçam a riqueza natural de nosso país, e compreendam a realidade do seu estado. O capítulo também propicia
reflexões sobre como as mudanças climáticas, fruto da ação antrópica ao longo da história, têm afetado e colocado em risco as
condições de vida na Terra.
• Associar os movimentos do planeta Terra aos padrões climáticos e à ocorrência das estações do ano.
• Compor, na forma oral e escrita, análises e avaliações próprias dos temas estudados, respeitando os direitos humanos e as diferentes
opiniões.
• Descrever os padrões climáticos brasileiros, considerando as mudanças de temperatura e umidade.
• Desenvolver consciência ambiental, identificando e avaliando problemas de ordem ambiental e as principais ações e mobilizações
que buscam a sustentabilidade.
• Identificar e descrever problemas ambientais que ocorrem no entorno da escola e da residência (lixões, indústrias poluentes,
destruição do patrimônio histórico, etc.), propondo soluções (inclusive tecnológicas) para esses problemas. (BNCC–EF05GE11)
• Identificar órgãos do poder público e canais de participação social responsáveis por buscar soluções para a melhoria da qualidade
de vida (em áreas como meio ambiente, mobilidade, moradia e direito à cidade), e discutir as propostas implementadas por esses
órgãos que afetam a comunidade em que vive. (BNCC–EF05GE12)
• Identificar os biomas do território brasileiro, analisando sua distribuição e interdependência com as condições do clima.
• Interpretar mapas temáticos com dados físico-naturais do Brasil, identificando padrões, regionalizações e analogias espaciais de
fenômenos e características socioambientais do território nacional.
• Reconhecer e comparar atributos da qualidade ambiental e algumas formas de poluição dos cursos de água e dos oceanos (esgotos,
efluentes industriais, marés negras, etc.). (BNCC–EF05GE10)
• Reconhecer seu papel como agente transformador do meio contribuindo para a melhoria do local em que vive.
• Utilizar procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta e no tratamento da
informação de fenômenos e dinâmicas que ocorrem no espaço, seja mediante fontes escritas ou imagéticas.
• Compor, na forma oral e escrita, análises e avaliações próprias dos temas estudados, respeitando os direitos humanos e as diferentes
opiniões.
• Desenvolver consciência ambiental, identificando e avaliando problemas de ordem ambiental e as principais ações e mobilizações
que buscam a sustentabilidade.
• Identificar os biomas do território brasileiro, analisando sua distribuição e interdependência com as condições do clima.
• Identificar os problemas ambientais das regiões brasileiras, reconhecendo os aspectos de conservação e preservação do meio que
agregam qualidade de vida nesses espaços.
• Interpretar mapas temáticos com dados físico-naturais do Brasil, identificando padrões, regionalizações e analogias espaciais de
fenômenos e características socioambientais do território nacional.
• Reconhecer e comparar atributos da qualidade ambiental e algumas formas de poluição dos cursos de água e dos oceanos (esgotos,
efluentes industriais, marés negras, etc.). (BNCC–EF05GE10)
• Reconhecer seu papel como agente transformador do meio contribuindo para a melhoria do local em que vive.
• Utilizar procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta e no tratamento da
informação de fenômenos e dinâmicas que ocorrem no espaço, seja mediante fontes escritas ou imagéticas.
Esse capítulo destaca o valor da biodiversidade brasileira, tendo como ponto principal a descrição dos biomas brasileiros Zona
Costeira e Marinha, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado, caracterizando suas paisagens, seus tipos climáticos, a diversidade
da vida animal e peculiaridades das formações vegetais. Associa-se a essa descrição o estudo das relações que o ser humano
estabelece com o ambiente, por meio da exploração dos recursos naturais disponíveis que, no Brasil, são importantes fontes de
riquezas para a economia nacional.
A partir do aprofundamento do estudo das formas de relevo, nesse capítulo, é introduzida a noção de perfil topográfico, que
pressupõe a retomada do conceito de escala cartográfica. Por meio da leitura dos perfis topográficos, é possível reconhecer e
destacar características próprias dos biomas brasileiros, uma vez que as diferentes condições de relevo têm interferência direta
na diversidade da vida nos ecossistemas.
• Compor, na forma oral e escrita, análises e avaliações próprias dos temas estudados, respeitando os direitos humanos e as diferentes
opiniões.
• Desenvolver consciência ambiental, identificando e avaliando problemas de ordem ambiental e as principais ações e mobilizações
que buscam a sustentabilidade.
• Identificar e descrever problemas ambientais que ocorrem no entorno da escola e da residência (lixões, indústrias poluentes,
destruição do patrimônio histórico, etc.), propondo soluções (inclusive tecnológicas) para esses problemas. (BNCC–EF05GE11)
• Identificar os biomas do território brasileiro, analisando sua distribuição e interdependência com as condições do clima.
• Identificar os problemas ambientais das regiões brasileiras, reconhecendo os aspectos de conservação e preservação do meio que
agregam qualidade de vida nesses espaços.
• Interpretar mapas temáticos com dados físico-naturais do Brasil, identificando padrões, regionalizações e analogias espaciais de
fenômenos e características socioambientais do território nacional.
• Reconhecer e comparar atributos da qualidade ambiental e algumas formas de poluição dos cursos de água e dos oceanos (esgotos,
efluentes industriais, marés negras, etc.). (BNCC–EF05GE10)
• Utilizar procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta e no tratamento da
informação de fenômenos e dinâmicas que ocorrem no espaço, seja mediante fontes escritas ou imagéticas.
Esse capítulo coloca no centro das discussões a importância da biodiversidade para as populações, em especial no Brasil, país
que detém a maior variedade de formas de vida, tanto vegetais como animais, em todo o planeta. Os estudos se pautam na
análise do modo como os recursos naturais dos biomas Pampa, Amazônia e Caatinga são explorados e os impactos decorrentes
da exploração excessiva e desordenada que afeta o equilíbrio da vida no planeta. Com o estudo dos biomas, o capítulo retoma a
análise de perfis topográficos, por meio da identificação das características das formas de relevo locais.
12 Coleção EF5
O texto propõe uma breve discussão sobre como a variação Comentário: Professor(a), reforce com a turma como as
das condições atmosféricas, sobretudo da temperatura, afeta variações da temperatura, umidade e chuvas influenciam o
o modo de vida das populações humanas. Durante a leitura modo como a paisagem é apresentada e como o ser humano
do texto, peça aos estudantes para contarem se vivenciam ou utiliza os lugares.
já vivenciaram em sua rotina situações relacionadas ao tema.
Ressalte também o conceito de umidade relativa do ar.
Mudanças climáticas na Terra Página 17
Texto de aprofundamento
Acesse o link a seguir e conheça uma reflexão sobre como o clima Professor(a), converse com seus estudantes sobre as mudanças
e suas mudanças impactam as sociedades humanas: climáticas do planeta Terra. Convide-os a pesquisar, em
• http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2016/02/quais-
Questão 07 consequencias-do-efeito-estufa;
Resposta: Letra D. • http://www.incline.iag.usp.br/data/descricaosubprojeto_BRA.
Comentário: Professor(a), essa atividade exige como php?subprojeto=1.
habilidade a leitura dos símbolos no mapa. Explore com
os estudantes todas as possibilidades indicadas nos itens,
Aprendendo mais Página 18
comparando a informação da frase com a representação
indicada no mapa. Nessa seção, é possível ampliar o olhar dos estudantes sobre
as consequências das mudanças climáticas para a saúde da
O tempo atmosférico modifica população.
as paisagens Página 14 Resposta: Pessoal.
Por meio desse texto, é possível avaliar a compreensão dos Comentário: Professor(a), incentive os estudantes a buscar,
estudantes quanto à ação da chuva e da temperatura em nosso em sites confiáveis, os indicadores de qualidade do ar do estado
cotidiano. Utilize as imagens para mostrar a influência dos e da cidade em que residem. Detendo essas informações,
estados do tempo atmosférico na composição da paisagem, é possível comparar com dados de outros países e cidades. Nos
bem como no uso que as pessoas fazem dos espaços em links a seguir, você irá encontrar outras informações sobre a
diferentes condições da atmosfera. A partir das informações
poluição atmosférica:
disponibilizadas no texto, discuta com os estudantes como
o excesso ou a escassez de chuvas, tanto nos espaços onde • http://scielo.iec.gov.br/pdf/ess/v22n3/v22n3a09.pdf;
Textos de aprofundamento
Antes de seguir Página 16
Acesse os conteúdos a seguir para conhecer outras reflexões
sobre a relação entre clima e saúde humana.
Questão 08
Resposta: Pessoal. • http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/
article/download/17840/9790/;
Comentário: A provável causa da situação é a diminuição do
volume de chuvas na região, já que a quantidade de água nas • http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/mudanca_
represas é afetada pela ocorrência das chuvas. climatica_saude.pdf.
14 Coleção EF5
Onde está a água? Página 20 de águas do planeta Terra e o volume de água adequada para
o consumo humano.
Por meio das informações disponíveis nos mapas, a sequência Textos de aprofundamento
apresenta a localização dos principais aquíferos existentes
Acesse os links a seguir e descubra outras informações sobre a
na Terra e mostra como se distribuem os rios das principais
realidade dos recursos hídricos do território brasileiro:
bacias hidrográficas do Brasil. É importante que os estudantes
percebam que, apesar de nosso planeta estar coberto por • http://arquivos.ana.gov.br/portal/publicacao/Conjuntura2018.
grande quantidade de água, apenas uma parcela mínima pdf;
encontra-se disponível para o consumo humano. • http://www.abc.org.br/IMG/pdf/doc-6820.pdf.
Para ampliar o conhecimento sobre o assunto, acesse a página Resposta: Pessoal.
do Ministério do Meio Ambiente no link https://antigo.mma. Comentário: As discussões sobre a finitude dos recursos
gov.br/agua.html. hídricos têm o foco não na escassez das águas como um
todo, mas na deterioração da qualidade das águas disponíveis
Antes de seguir Página 22 para o consumo humano. Professor(a), nos links a seguir é
possível encontrar uma cartilha sobre ações de preservação e
Resposta: • http://www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf_dht/cartilha_
agua_pa.pdf;
A) Pessoal.
• http://brasildasaguas.com.br/wp-content/uploads/sites/
Comentário: A indicação depende da unidade federativa
4/2013/05/CARTILHA-AGUA-CVRD.pdf.
em que reside o estudante. Professor(a), incentive a
leitura do mapa por meio da observação dos elementos
representados e da legenda. Antes de seguir Página 25
B) Pessoal.
Comentário: Professor(a), os estudantes podem realizar Questão 12
uma atividade de campo de observação das paisagens da Resposta: O desperdício de água no Brasil pode agravar ainda
cidade em que a escola está localizada. Há cursos-d’água mais os problemas de abastecimento. Grande parte da população
facilmente visíveis e outros que exigem um conhecimento vem enfrentando esse problema devido às mudanças do regime
sobre a história da cidade, como os dos rios canalizados de chuvas que reduziram o volume dos reservatórios. Desse
ou soterrados e daqueles que seus cursos foram alterados. modo, é fundamental que as autoridades tomem providências
Se possível, apresente os principais rios canalizados da sua em relação ao desperdício de água, além de conscientizar a
cidade e mostre imagens, antigas e atuais, dessas áreas. população de seu papel na proteção desse recurso.
Comentário: Algumas atividades humanas podem causar a Comentário: Os estudantes podem indicar que as causas
escassez da água disponível para consumo, como a falta de das mudanças climáticas naturais são as alterações na
tratamento das águas, desperdício e poluição dos recursos, radiação solar e no regime de chuvas. As mudanças climáticas
causadas pelas atividades humanas citadas podem ser a
e também dinâmicas naturais, como a alteração no regime
queima de combustíveis fósseis (derivados do petróleo, carvão
de chuvas.
mineral e gás natural), atividades industriais e de transportes
desorganizadas; o descarte incorreto de resíduos sólidos (lixo)
Questão 14
e o desmatamento ilegal.
Resposta:
dos desafios enfrentados na gestão dos recursos hídricos do alimentos mais leves e refrescantes. O mesmo acontece com a
vestimenta. Em períodos mais frios, a tendência é de se utilizar
município. Reconhecer a estrutura administrativa de uma cidade
roupas mais quentes, e com o tempo mais quente, a tendência
é fundamental para que os estudantes se vejam como parte
é de se usar roupas mais leves.
da realidade política de seu município e exerçam a cidadania.
Questão 08
Já aprendi! Página 27
Resposta: Pessoal.
Comentário: As indicações dos hábitos alimentares serão
Questão 01 diferentes considerando a localização da cidade dos estudantes
Resposta: A imagem retrata uma via pública alagada. Em e os hábitos culturais do lugar. Professor(a), é importante que
geral, essa situação ocorre pela ausência de um planejamento você discuta com a turma os principais pratos e alimentos
urbano que favoreça o escoamento das águas da chuva. Assim, típicos das diferentes estações do ano da unidade federativa
quando grandes volumes de chuva atingem a cidade, ocorrem em que a escola está localizada. Se possível, discuta a origem
as inundações. desses pratos por meio de um levantamento histórico dos
hábitos alimentares de sua região.
Questão 02
Resposta: Segundo o texto, as mudanças da temperatura Questão 09
e umidade são influenciadas principalmente pelo regime de Resposta: Letra B.
chuva e insolação. Comentário: Professor(a), faça uma análise da charge para
Comentário: O trecho “O sol e a chuva, que controlam o estado que os estudantes compreendam o humor dela através de sua
interpretação.
do tempo” indicam as mudanças da atmosfera.
Questão 03 Questão 10
Resposta: Letra D. Resposta: Pessoal.
Comentário: Professor(a), a partir da leitura da tabela, Comentário: Professor(a), permita que os estudantes
questione os estudantes sobre o clima de Gramado. descrevam os elementos da imagem para depois buscarem
a mensagem e a crítica presentes. Eles podem indicar que a
imagem remete ao aquecimento global, uma das principais
Questão 04
mudanças climáticas discutidas nas últimas décadas. Além
Resposta: Pessoal.
disso, eles podem indicar que, devido a algumas ações
Comentário: Espera-se que o aluno responda os meses entre descontroladas dos seres humanos, o planeta Terra tem sofrido
junho e agosto, por serem esses meses os mais frios do ano. e alterado suas características, portanto ele está doente.
16 Coleção EF5
que servem como recurso para o levantamento de informações. Comentário: Professor(a), se possível, peça que cada
Os componentes e fenômenos individuais naturais – estudante leve para a sala uma fotografia de sua casa para
e antrópicos – se associam em uma relação sistêmica que que a turma possa discutir os elementos das moradias mais
compõem as paisagens, portanto, considerar a Terra como adequados ao clima da cidade. Os fenômenos climáticos e
um geossistema é necessário para as discussões e sequências meteorológicos influem na organização do espaço geográfico,
apresentadas nesse volume. Trabalhe as questões propostas por isso, é importante permitir que os estudantes reflitam
sobre a influência desses aspectos em sua realidade mais
com os estudantes e estabeleça relações entre as formas de
próxima: a casa.
relevo e as diferentes paisagens.
Textos de aprofundamento
Descobrindo os climas Página 36
Acesse o artigo “Práticas do ensino de climatologia através da
observação sensível”, de Edson Soares Fialho, no link https:// Nessa sequência serão introduzidas as noções de zonas
online.unisc.br/seer/index.php/agora/article/view/112/71, para térmicas da Terra que influem nos tipos climáticos. A proposta
obter mais informações sobre o ensino da climatologia a partir da sequência é que o estudante compreenda as características
da realidade e da experiência dos estudantes. Além dele, no e os fenômenos climáticos e suas consequências para a vida
na Terra. Detenha-se na explicação sobre as zonas climáticas
site http://redeclima.ccst.inpe.br/cartilhas-e-atlas/, você terá
no planeta Terra, valendo-se da figura para mostrar como
acesso a várias cartilhas produzidas sobre as temáticas que
diferentes regiões do globo recebem radiação solar de forma
serão abordadas nesse capítulo.
distinta. O estudo do clima na Geografia deve superar a
abordagem fragmentada e permitir uma análise do ambiente
Cada clima é um caso Página 34 em sua totalidade.
Desenvolva o conceito de clima, e, por meio de exemplos [...] O clima não deve ser entendido somente como
um elemento natural, determinado pelas leis físicas,
concretos, apresente a ideia de que o Brasil é um país que
mas pela relação e significado que estabelece entre
possui grande variedade de tipos climáticos. Professor(a),
sociedade e natureza, mediada pelos agentes sociais, e na
peça aos estudantes que analisem as imagens mostradas e
interferência que provoca no cotidiano das pessoas. [...]
comparem-nas, percebendo que o clima altera a forma como o O clima, na perspectiva da Geografia, ultrapassa a
ser humano ocupa e utiliza o espaço. Reproduza em sala imagens descrição e entendimento dos fenômenos climáticos
de construções em diferentes países e discuta com a turma quais de forma isolada, mas busca compreender seus
são as principais semelhanças e diferenças entre elas. desdobramentos no espaço geográfico na relação
indissociável entre sociedade e natureza, na qual os
Textos de aprofundamento
fenômenos climáticos afetam as sociedades de maneira
Acesse o link a seguir e encontre dicas e informações sobre a
distinta.
relação entre clima e Arquitetura: PAIXÃO, T. N.; BORGES, M. T. C. Clima e ambiente na
Educação Básica [...]. Élisée: Revista de Geografia da UEG,
• http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/disciplinas/ v. 7, n. 1, p. 144-164, jan. / jun. 2018. Disponível em:
Aula-Arquitetura%20e%20Clima_0.pdf https://www.revista.ueg.br/index.php/elisee/article/
view/7798/5618. Acesso em: 30 ago. 2021. [Fragmento]
18 Coleção EF5
• Clima com elevada umidade devido à proximidade com a conexão é um princípio da Geografia que estimula a
o mar. compreensão do que ocorre entre os componentes da
sociedade e do meio físico natural. Ela também analisa
• Clima comum em locais com alta altitude. o que ocorre entre quaisquer elementos que constituem
• Clima localizado nas áreas com temperaturas mais baixas um conjunto na superfície terrestre e que explicam um
do Brasil. Os invernos são rigorosos e pode ocorrer lugar na sua totalidade.
a precipitação de neve. Explore as imagens para refletir como a organização das cidades
interfere nas características do clima. Aproveite e apresente,
• Bioma localizado na porção norte do território brasileiro
em sala, imagens do município em que a escola está localizada.
e no clima equatorial.
Sonde os estudantes sobre as formas de ocupação do espaço
• Bioma localizado nas áreas de clima quente e seco. que podem interferir nas dinâmicas naturais e quais as áreas que
A vegetação é adaptada aos longos períodos de seca. podem ser mais quentes, secas ou úmidas. Você pode utilizar
• É o segundo maior bioma do Brasil e está localizado no o Google Earth, disponível em https://earth.google.com/web/,
clima tropical. para essa atividade, para que os estudantes tenham uma visão
em diferentes escalas e perspectivas da cidade.
• Bioma presente nas áreas de clima quente e úmido. É o
Textos de aprofundamento
bioma mais transformado pelas ações antrópicas.
No link a seguir, você irá encontrar um vídeo interessante
• Bioma do clima subtropical. A sua vegetação é marcada
sobre esse tema. Para aprofundar seus conhecimentos,
por gramíneas e plantas rasteiras.
recomendamos a leitura do livro Clima urbano, de Carlos
• Bioma marcado por constantes alagamentos e localizado Augusto de Figueiredo Monteiro e Francisco Mendonça.
na Região Centro-Oeste brasileira.
• https://www.youtube.com/watch?v=VIOb8FGzMK8
20 Coleção EF5
Questão 01
Resposta: Equatorial. Questão 08
Resposta: Petrópolis. Quanto maior é a altitude, mais frio é o ar
Questão 02 e, consequentemente, menor é a temperatura. Como o município
Resposta: Roraima, Amazonas, Pará, Acre, Rondônia e parte de Petrópolis está a aproximadamente 840 metros acima do nível
do Mato Grosso e do Maranhão. do mar, o clima apresenta temperaturas mais baixas.
Questão 10 Questão 02
Resposta: Pessoal. Resposta: Pessoal. Depende da unidade federativa onde vive
o estudante.
Comentário: Os estudantes podem indicar como resposta:
inserção de mais áreas verdes, redução da poluição das fábricas Comentário: Professor(a), aproveite a oportunidade para
consolidar o entendimento dos fatores e a leitura do mapa
e casas, alteração dos materiais utilizados nas edificações e
presente no tópico.
asfalto. Professor(a), permita que os estudantes se apropriem
da imagem. Eles podem indicar marcações e desenhos e
fazer colagens em cima dessa cidade com as soluções para os
Questão 03
problemas apresentados. A) Resposta: Pessoal.
Comentário: Os estudantes podem, baseados na imagem
da questão, indicar que o bioma Amazônia é o mais diverso.
CAPÍTULO – 3 Professor(a), aproveite esse momento para discutir com
a turma os estereótipos existentes sobre os biomas
Vida em diversidade brasileiros. Por exemplo, há pessoas que acreditam que o
bioma Caatinga é pobre em biodiversidade, contudo, ele
está entre os três biomas com maior biodiversidade do
Página de abertura Página 62 Brasil. Comente a extensão dos biomas de acordo com as
imagens representativas do texto.
Ao iniciar os estudos dos conteúdos desse capítulo, busque
sensibilizar o estudante para que ele se envolva com B) Resposta: Pessoal.
a discussão proposta, sobretudo por meio da exploração Comentário: Professor(a), instigue os estudantes a realizar
de seus conhecimentos prévios, valendo-se dos contextos a leitura do mapa. Peça-lhes para atentar aos detalhes e
apresentados na página de abertura como forma de elementos apresentados. Aproveite esse momento para
complementá-los, enriquecê-los e despertar a curiosidade. apresentar, em sala, imagens do bioma da cidade em que
Explore as perguntas propostas nessa seção e investigue, vocês residem. Você pode fazer uma pesquisa com a turma
também, os conhecimentos que os estudantes possuem sobre as paisagens naturais do seu município.
acerca das características dos biomas brasileiros, bem como
da exuberância da biodiversidade que nosso território abriga.
O perfil do território brasileiro Página 69
Nessa sequência, são introduzidas noções de Geomorfologia
Os biomas do Brasil Página 64 e Cartografia. Leve para a sala fotografias ou projete imagens
das diferentes unidades de relevo do Brasil (Planalto,
Essa sequência apresenta o conceito de bioma e introduz a
Planície e Depressão). Nessa sequência, provavelmente os
complexidade das relações entre os fatores que determinam
estudantes terão contato pela primeira vez com o mapa de
a ocorrência de diferentes biomas no Brasil. Explore o mapa,
altimetria e o perfil topográfico. A leitura do primeiro depende
apresentando seus elementos – legenda, título, fonte, escala
da decodificação de conteúdos apresentados no mapa,
e rosa dos ventos – e, junto com os estudantes, localize os
especialmente na legenda. O mapa de altimetria é apresentado
biomas brasileiros. A descrição e a especificação de cada um
paralelamente ao mapa “Brasil: unidades de relevo” como forma
dos biomas serão tratadas mais adiante.
de facilitar a interpretação. Dedique um tempo maior, em seu
planejamento, para trabalhar a leitura desse mapa, sobretudo
Pensando sobre... Página 65 quando associado ao perfil topográfico.
Para que os estudantes compreendam com tranquilidade a
Essa seção destaca o potencial para geração de riquezas que o representação de porções do território, por meio do perfil
Brasil possui por meio da exploração de seus recursos naturais. topográfico, é fundamental que eles tenham compreendido,
Contudo, apesar de o país ser um dos maiores detentores também, como se dá a aplicação da escala em representações
da biodiversidade mundial, grande parte dos recursos cartográficas.
naturais aqui explorados comercialmente não são endêmicos.
Textos de aprofundamento
Com base nessa informação, reflita com os estudantes sobre as
Professor(a), nos links a seguir, você irá encontrar conteúdos
possíveis causas da exploração de recursos exóticos, atentando
sobre as unidades de relevo do Brasil e a construção de perfis
para as demandas do mercado interno e do mercado externo
topográficos.
e analisando com eles como as pessoas de seu espaço de
vivência consomem os recursos citados no texto. Aproveite • http://www.cesadufs.com.br/ORBI/publ ic/upl oad
para discutir a importância de se conhecer com mais detalhes Catalago/11211704042012Cartografia_Basica_Aula_18.
a biodiversidade nativa de nosso território. pdf;
22 Coleção EF5
úmidas, e o índice de chuvas é maior que nas florestas que abriga as nascentes dos rios das maiores bacias
hidrográficas da América do Sul. Ao apresentar o bioma para
temperadas, o que favorece a reprodução da fauna e flora e,
os estudantes, destaque, a partir do texto e do mapa, que
consequentemente, a biodiversidade nas regiões tropicais.
a biodiversidade do Cerrado se deve, sobretudo, aos diferentes
tipos de clima e variação de altitude ao longo de seu território.
Antes de seguir Página 81 Apresente, em sala, o conteúdo disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=orGhCBbK4Iw.
Questão 10 Destaque também que as recentes transformações dessa
Resposta: O alerta se faz necessário pelo fato de o bioma Mata paisagem, causadas pela abertura de áreas para a atividade
agrícola, têm provocado grandes impactos ambientais, afetando
Atlântica ter sido amplamente destruído pela ação humana
diretamente a biodiversidade local.
ao longo dos séculos. Atualmente, há apenas 8,5% de Mata
Atlântica preservada. Textos de aprofundamento
Nos links a seguir, você encontra mais informações sobre
24 Coleção EF5
Questão 05
Antes de seguir Página 89 Resposta: Letra D.
Comentário: Professor(a), leve para a sala fotos ou projete
Questão 13 para os estudantes algumas imagens dos biomas Cerrado,
Resposta: A vegetação arbustiva típica do Cerrado possui Marinho Costeiro, Mata Atlântica e Pantanal. Leia com eles
troncos com cascas grossas e folhas ásperas, que ajudam as características enunciadas e peça que comparem com as
a evitar a perda de água no período das secas. Suas raízes fotografias para verificarem a qual bioma se referem.
buscam água em profundidade.
Questão 06
Questão 14 Resposta: Letra B.
Resposta: O Cerrado, que possui um solo poroso e está
localizado predominantemente em áreas de Planalto, Questão 07
é conhecido como uma grande caixa-d’água porque nele Resposta: Pessoal.
está presente grande parte das nascentes que abastecem as
Comentário: Professor(a), apresente à turma algumas ações
principais bacias hidrográficas de nosso país.
realizadas pelo ser humano que auxiliam no controle e combate
a incêndios nos biomas Brasileiros. No link https://queimadas.
Já aprendi! Página 90 dgi.inpe.br/queimadas/bdqueimadas, você acompanha em
tempo real o monitoramento por satélite dos focos de incêndio
no Brasil.
Questão 01
Resposta: Letra A.
Questão 08
Comentário: Professor(a), retome o conteúdo sobre perfil
Resposta: O bioma Marinho Costeiro reúne todos os
topográfico. Discuta as características dos biomas Pantanal e
ecossistemas existentes no litoral brasileiro, possui baixas
Cerrado. Apresente onde essas informações estão localizadas no
altitudes, solos variados, diferentes tipos de clima, águas
texto do livro:
frias e quentes, o que configura uma grande diversidade de
“A forma de relevo predominante nesse bioma é a planície, ou seja, características. Logo, é difícil indicar um tipo específico de
as altitudes são baixas.” vegetação que compõe esse bioma.
“[O Cerrado] ocupa áreas cujas unidades de relevo predominantes
são os planalto.” Questão 09
Resposta: A partir da década de 1960, a biodiversidade do
Questão 02 Cerrado começou a ser ameaçada pela ocupação humana.
Resposta: Letra B. O fogo usado no preparo da terra para áreas de agricultura
e pastagens e a extração de madeira e carvoaria (carvão
Comentário: Professor(a), no link https://www.youtube.com/
vegetal) são as principais causas do desmatamento no Cerrado.
watch?v=OzSwdpmiZ8g, você encontra uma animação sobre
O alerta presente na imagem faz referência a essa situação
a biodiversidade nas florestas tropicais, que pode relembrar o
de perda da riquíssima biodiversidade do bioma em virtude da
conteúdo e enriquecer sua aula.
ação do ser humano, o que é evidenciado pelas informações
apresentadas no texto.
Questão 03
Resposta: O estudante deverá identificar corretamente os Questão 10
biomas, fazendo a correspondência adequada na legenda.
Resposta: Em 2000, o Pantanal foi declarado pela UNESCO
Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural Mundial, por ser a
Questão 04
maior planície alagável do mundo e abrigar biodiversidade
Resposta: de grande valor. É possível observar na imagem os tuiuiús
A) O bioma Amazônia. alimentando-se na superfície alagada.
Comentário: No Brasil, os biomas existentes considerando Comentário: Professor(a), os estudantes podem indicar
a extensão são: a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica, como resposta trechos do livro ou apresentar outras respostas
a Caatinga, o Pampa e o Pantanal. considerando as buscas feitas em outras fontes.
Ao realizar a comparação das imagens com a paisagem do Antes da leitura do texto, retome a localização do bioma
município em que o estudante reside, aproveite para realizar identificando-a no mapa de relevo da Região Sul, o qual destaca
uma atividade de exploração do espaço com a seguinte questão: as características físicas do Pampa. Evidencie a biodiversidade
“É possível visualizar o bioma que compõe a nossa cidade do bioma, retomando o conceito de biodiversidade endêmica.
no cotidiano?” Solicite aos estudantes que, nos seus trajetos A exploração econômica da biodiversidade local é apresentada,
para a escola, observem as espécies vegetais predominantes. com destaque para a introdução de espécies vegetais exóticas
Eles podem fazer os registros de suas descobertas em uma que colocam em risco o equilíbrio e a variedade biológica de
caderneta de campo. Os diários e cadernetas de campo são um seus ecossistemas.
recurso comum nos estudos geográficos. Em uma caderneta Apresente, em sala, a ferramenta disponível em: http://
ou caderno especial, de preferência sem linhas, os estudantes terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/map/deforestation?hl=pt-br. Nela,
devem registrar os elementos que observaram e as reflexões
você irá encontrar um SIG (Sistema de Informação Geográfica),
que fizeram durante a observação das paisagens no trajeto.
que avalia o nível de desmatamento do bioma Pampa.
26 Coleção EF5
28 Coleção EF5
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agustavop /
agustavop /
um aumento das temperaturas em níveis locais e regionais,
pois a cobertura vegetal influi nas condições atmosféricas da
região do bioma Amazônico.
C P
Questão 02
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Ildo Frazao /
Resposta: Para evitar que essa degradação dos campos sulinos
atinja a todas as áreas ainda intocadas pela ação humana,
é importante a criação de reservas naturais na região dos
Pampas e o controle das formas de uso e ocupação do espaço. A P
Questão 03
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josemoraes /
JakaZvan /
Resposta: Letra C.
Comentário: Professor(a), acesse outras informações sobre
o prêmio e converse com seus estudantes sobre outros tipos
Comentário: Professor(a), caso haja possibilidade, projete as
de iniciativa semelhantes à proposta. Disponível em: http://
imagens com maior resolução para que seja possível perceber
www.florestal.gov.br/projetos-lpf/85-laboratorio-de-produtos-
os detalhes de cada uma delas e definir melhor os biomas.
florestais-lpf/157-premio-madeiras-alternativas.
Questão 09
Questão 04
Resposta:
Resposta: Letra D.
A) Pessoal.
Comentário: Professor(a), para enriquecer essa reflexão,
acesse, com seus estudantes, o link https://imazon.org. B) A preservação de áreas verdes auxilia na qualidade de vida
br/publicacoes/boletim-do-desmatamento-da-amazonia- da população e influencia diretamente nas características
legal-janeiro-2019-sad/, e vejam um levantamento sobre o do clima, portanto, nos indicadores de qualidade ambiental.
desmatamento da Amazônia.
Questão 10
Questão 05 Resposta: Pessoal.
Resposta: A desertificação é o resultado de ações humanas Comentário: Professor(a), essa é uma atividade capaz de
inadequadas sobre terras áridas, semiáridas ou semiúmidas, propiciar vários trabalhos em sua sala de aula. Primeiramente,
ocasionando o empobrecimento do solo e a perda de sua a habilidade ligada ao desenvolvimento de uma consciência
capacidade produtiva, a ponto de suas condições ficarem socioambiental é ativada. Questione os estudantes se a
semelhantes às de um deserto. Entre as causas da desertificação
imagem pode vir a se tornar realidade. A questão levantada
estão a atividade agrícola desordenada e o desmatamento da
pela imagem é referente à necessidade de preservação dos
vegetação.
biomas. É interessante comentar que a preservação pode
ser realizada a partir de atividades simples e palpáveis. Um
Questão 06 exemplo é encontrado no link https://www.cantovivo.org/
Resposta: Caatinga. somos-canto-vivo. A ONG Canto Vivo promove ações ambientais
Comentário: O estudante pode identificar trechos do conteúdo e desenvolve projetos educacionais em escolas. Pesquise se,
como: “árvores sem folhas, de galhos retorcidos e secos”. em sua cidade, há alguma iniciativa similar. A partir dessa
pesquisa, caso haja possibilidade, estruture uma visita de campo.
Além de fotografias e vídeos, incentive os estudantes a utilizar
Questão 07
as diversas geotecnologias presentes na Internet para pesquisar
Resposta: O clima da Caatinga caracteriza-se por apresentar
as condições ambientais do município em que residem.
elevadas temperaturas e poucas chuvas. Com isso, no período
Nos links a seguir, você irá observar, em diferentes perspectivas,
seco, sua vegetação apresenta-se predominantemente
as condições do espaço de sua cidade.
sem folhas, cinzenta e seca. Contudo, com a chegada das
precipitações, a vegetação volta a brotar, e a paisagem fica • https://www.google.com/earth/;
verde. • https://earthengine.google.com/.
• BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: História,
Geografia. Brasília: MEC / SEF, 1997.
• BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Disponível em: http://www.mma.gov.br/. Acesso em: 30 ago. 2021.
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Edusp, 2012.
• VAN DEN BERGH, Jeroen C. J; FERRER-I-CARBONELL, Ada. Economic theories of sustainable consumption: empirical and
policy implications. Viena: European Society for Ecological Economics (ESEE) Conference, 2000.
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