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Regulamento

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RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS

Este Resumo das Condições Gerais não substitui o Regulamento do Contrato de Consórcio
registrado junto ao Oficial de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Barueri-SP, sob nº
2.097.222 de 30/10/2023, disponível na área do cliente no site www.cnvw.com.br que foi elaborado
em conformidade com a Lei 11.795, de 08 de outubro de 2008, circular 3432/09, editada pelo Banco
Central do Brasil, Código de Defesa do Consumidor, Código Civil e legislação aplicável.
CONSÓRCIO
É a reunião de pessoas para atingirem um objetivo comum por meio do Grupo de Consórcio, que é a aquisição de
bens pelo autofinanciamento.
PROPOSTA DE PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE CONSÓRCIO

Versão 2 - Registro nº 2.097.222 – 30/10/2023 - Circular 3432/09 - C.E. 10/23


É o instrumento pelo qual o CONSORCIADO solicita sua adesão ao Grupo de Consórcio, que será submetida à
análise da ADMINISTRADORA.
ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO
O CONSÓRCIO NACIONAL VOLKSWAGEN - ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA., simplesmente
denominado CNVW ou ADMINISTRADORA, neste instrumento, é uma empresa prestadora de serviços,
autorizada pelo Banco Central do Brasil, com sede na Alameda Europa, 150, 4º andar, Sala CNVW - Tamboré
Empresarial, Santana de Parnaíba - SP - CEP 06543-325, inscrita no CNPJ/ME sob o n° 47.658.539/0001-04,
com funções de gestora dos negócios dos grupos de consórcio do CNVW, aos quais representa
EXCLUSIVAMENTE, ativa ou passivamente, em juízo e fora dele, na defesa dos direitos e interesses
coletivamente considerados, e para a execução do presente Contrato, elaborado em conformidade com a Lei
11.795, de 08 de outubro de 2008, a Circular 3432/09, editada pelo Banco Central do Brasil, órgão normatizador,
coordenador, supervisor, fiscalizador e controlador das atividades do sistema de consórcios, além do Código de
Defesa do Consumidor e das Leis correlatas aplicáveis à espécie deste contrato.
PRESTADORA DE SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO
O Consórcio Nacional Volkswagen e o Consórcio Embracon firmaram parceria, aprovada pelo CADE
(Conselho Administrativo de Defesa Econômica), possibilitando oferecer ao mercado a oferta de crédito, valendo-
se da expertise, credibilidade e canais de distribuição da EMBRACON, sob a qual esta prestará serviços de
administração de grupos de consórcio, gestão dos grupos em andamento, bem como a estruturação de vendas e
gerenciamento de comercialização de cotas em todo o território nacional para o Consórcio Nacional Volkswagen,
atividade essa inerente às suas atribuições reguladas pelo Banco Central do Brasil. O Consórcio Nacional
Volkswagen é o único responsável legal, representando os grupos de consórcio de forma ativa e passiva.
CONSORCIADO ATIVO
É a pessoa física ou jurídica que mantém sua cota de consórcio ativa, isto é, com os pagamentos em regularidade,
de acordo com o Regulamento do Contrato de Consórcio.
CONSORCIADO EXCLUÍDO
É a pessoa física ou jurídica que deixou de participar, na condição de não contemplado, do grupo de consórcio, por
desistência declarada, ou ainda por deixar de pagar duas parcelas de forma alternada ou sucessiva. Também
serão considerados excluídos os consorciados que após contemplação, e não tendo utilizado o crédito
disponibilizado, deixarem de pagar duas parcelas alternadas ou consecutivas. Em ambas as situações serão
aplicadas penalizações pelo descumprimento das obrigações, dispostas neste regulamento.
FUNDO COMUM
É a arrecadação do grupo de consórcio destinada ao pagamento dos créditos devidos aos consorciados ativos e
excluídos, após a contemplação, bem como para outros pagamentos previstos no Regulamento devidos aos
integrantes do grupo de consórcio.
FUNDO DE RESERVA
É um recurso arrecadado pelos CONSORCIADOS que se destina a subsidiar o saldo do grupo de consórcio, e
que poderá ser utilizado, entre outras situações, para cobertura de eventual insuficiência de recursos do fundo
comum, pagamento de prêmio de seguro para cobertura de inadimplência de parcelas de consorciados
contemplados e demais disposições descritas na Circular 3432/09 do Banco Central do Brasil.
TAXA DE ADMINISTRAÇÃO E TAXA DE ADMINISTRAÇÃO ANTECIPADA
É a remuneração da ADMINISTRADORA paga pelo CONSORCIADO visando a prestação de serviços nas
atividades de formação, organização e gestão, sempre observados os interesses do grupo de consórcio.

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RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS

SALDO DEVEDOR
É o valor total devido pelo CONSORCIADO no contrato de consórcio, compreendendo as parcelas
vencidas e pendentes de pagamento, as parcelas que irão vencer, os encargos e diferenças de
parcelas, além das obrigações financeiras previstas neste regulamento.
CONTRATO DE CONSÓRCIO
O contrato por adesão via internet cria vínculo jurídico obrigacional entre as partes e é o meio pelo qual
o CONSORCIADO formaliza seu ingresso em grupo de consórcio, estando nele expressas as
condições da operação de consórcio, bem como os direitos e deveres das partes contratantes. Ao
formular a Proposta de Participação em Grupo de Consórcio, esta será disponibilizada juntamente com
o Regulamento. O Contrato de Consórcio será disponibilizado com a confirmação do pagamento da
primeira parcela.

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IMPORTANTE: O CONSORCIADO deverá manter atualizadas as suas informações cadastrais
perante à ADMINISTRADORA, em especial seu endereço, e-mail e telefone, além dos dados bancários,
se oferecidos no momento da contratação, pós-vendas ou no curso do contrato, para o seu total
atendimento e para as demais comunicações que se façam necessárias durante o prazo de
participação no grupo de consórcio. A declaração de informações é normativa do Banco Central do
Brasil, descrita na Circular 3432/09, artigo 5º, inciso XX:
"XX - a informação de que o consorciado, inclusive se for excluído do grupo, está obrigado a manter
atualizadas suas informações cadastrais perante a administradora, em especial do endereço,
número de telefone e dados relativos à conta de depósitos, se a possuir;"
PRAZO DE DURAÇÃO
A duração do grupo de consórcio é o prazo pré-determinado que consta do Contrato de Consórcio,
suficiente para a disponibilização de todos os créditos aos consorciados.
O prazo reduzido optado pelo CONSORCIADO, serve para quitação antes do prazo de duração do
grupo, sendo que a quitação antecipada, antes de encerrado o prazo do grupo, não dá direito à
imediata liberação do crédito, que ocorrerá exclusivamente mediante contemplação da cota em
assembleia geral ordinária, por meio de sorteio ou lance.
Contudo, para cota não contemplada, qualquer antecipação de contribuições (total ou parcial) será
computada como lance a ser ofertado nas assembleias futuras, o que possibilitará maiores chances de
contemplação.
CONTRIBUIÇÕES MENSAIS
O CONSORCIADO contribui, mensalmente, com um valor em dinheiro, sempre calculado
com base no valor do crédito vigente na data da assembleia ordinária do mês de pagamento, crédito
esse que será amparado no CRÉDITO REFERENCIAL ou na TABELA DO FABRICANTE, observada
sua definição na Assembleia Inaugural do Grupo de Consórcio. A atualização do crédito e
consequentemente das parcelas, no caso do bem definido no CRÉDITO REFERENCIAL é realizada
anualmente com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial
divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), adotado para o segmento de veículos
constante do Regulamento do Contrato de Consórcio, e no caso de bem definido pela TABELA DO
FABRICANTE, a atualização do crédito será realizada sempre que houver a alteração de acordo com
o valor da Tabela oficial de preço ao consumidor do Fabricante do bem objeto do contrato.
PAGAMENTOS
O CONSORCIADO efetuará o pagamento da sua contribuição mensal nos bancos autorizados até as
datas pré-estabelecidas, conforme o "Aviso de Cobrança Bancário" enviado mensalmente.
O CONSORCIADO contemplado encerrará a sua participação no grupo mediante o pagamento do
saldo de suas contribuições correspondentes ao valor do crédito contratado, acrescido das taxas
contratuais, vigente na data da Assembleia Geral Ordinária subsequente ao pagamento.
DA CONSTITUIÇÃO DO GRUPO
O grupo de consórcio será considerado constituído na data da primeira Assembleia Geral
Ordinária, cujo prazo de duração será contado desta assembleia, e será formado por créditos de
valores diferenciados, assegurada a viabilidade econômico-financeira do grupo.

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RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS

DAS ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIAS


A Assembleia Geral Ordinária, que será realizada mensalmente, em dia, local e hora estabelecidos
pela Administradora, comunicados sempre com antecedência aos CONSORCIADOS, entre outras
finalidades, destina-se à contemplação.
CONTEMPLAÇÃO
A contemplação é a atribuição do direito ao CONSORCIADO ATIVO de utilizar o seu crédito, bem
como para a restituição das parcelas pagas ao CONSORCIADO EXCLUÍDO, observadas as

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disposições do Regulamento, tendo como base o valor do crédito vigente na data da assembleia de
contemplação.
A contemplação se dará exclusivamente por meio de sorteio e lances para os CONSORCIADOS
ATIVOS, e exclusivamente por meio de sorteio aos CONSORCIADOS EXCLUÍDOS.
Somente o CONSORCIADO ATIVO não contemplado em dia com as suas contribuições ao grupo, até a
data, do vencimento, poderá participar do sorteio e concorrer aos lances. O CONSORCIADO
EXCLUIDO concorrerá somente aos sorteios, observadas as regras de contemplação.
SORTEIO
A contemplação nas assembleias ordinárias, mediante sorteio, será realizada através do
aproveitamento do resultado da extração da Loteria Federal imediatamente anterior à data da
assembleia ordinária.
O resultado do sorteio com a extração da Loteria Federal será obtido da seguinte forma:
a) Para grupos acima de 100 (cem) até 1.000 (mil) participantes, terá como referência o resultado
da Loteria Federal, onde serão formadas 3 centenas para cada prêmio. Considerando que serão 5
prêmios teremos então um total de 15 centenas. A composição das 15 centenas inicia-se pelo primeiro
prêmio, juntando-se o 3°, 4°e 5° números que formará a primeira centena, seguido pelo 2°, 3° e 4° números
(segunda centena), seguido pelo 1°, 2° e 3° números (terceira centena). Em seguida serão compostas
mais 3 centenas do segundo prêmio, 3 centenas do terceiro, 3 centenas do quarto e 3 centenas do quinto
prêmio, seguindo o mesmo critério de agrupamento dos números, conforme se observa no exemplo
abaixo. A centena 000 corresponderá a cota de número 1000 (mil).
b) Para grupos com mais de 1.000 (mil) e até 10.000 (dez mil) participantes, terá como referência o
resultado da Loteria Federal, onde serão formados 2 milhares para cada prêmio. Considerando que
serão 5 prêmios teremos então um total de 10 milhares. A composição dos 10 milhares inicia-se pelo
primeiro prêmio, juntando-se o 2º, 3°, 4°e 5° números que formará o primeiro milhar, seguido pelo 1°, 2°,
3° e 4° números (segundo milhar ). Em seguida serão compostos mais 2 milhares do segundo prêmio,
2 milhares do terceiro, 2 milhares do quarto e 2 milhares do quinto prêmio, seguindo o mesmo critério de
agrupamento dos números, conforme se observa no exemplo abaixo. O milhar 0000 corresponderá a cota
de número 10.000(dez mil).

A primeira centena ou o primeiro milhar formado pelo 1° prêmio da extração da Loteria Federal será definido o
número para efeito de contemplação, sendo as demais combinações consideradas reservas na ordem
em que foram agrupadas. Não sendo possível determinar a cota contemplada dentre as 15
centenas(para grupos até 1000 participantes) ou 10 milhares(para grupos acima de 1000 até 10000
participantes) apurados, adotar-se-á o seguinte critério: será utilizada a 1ª centena ou a 1ª milhar
encontrada (3º, 4° e 5° números do 1° prêmio para os grupos com até 1000 participantes ou 2º, 3°, 4° e
5° números do 1° prêmio para os grupos com mais de 1.000 até 10.000 participantes), que servirá de
base para apuração, sendo declarado contemplado o CONSORCIADO titular da cota imediatamente
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RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS

superior mais próxima da primeira centena ou milhar encontrada (que no exemplo é a centena número
801 para grupos com até 1.000 participantes, e a milhar número 6801 para grupos com mais 1.000 até
10.000 participantes) e, não estando este número habilitado, será declarado contemplado o
CONSORCIADO titular da cota inferior mais próxima ao da primeira centena ou milhar encontrada e
assim sucessivamente buscando os números válidos acima e após abaixo, até que seja localizada uma
cota a contemplar.

Para os grupos com até 1.000 (mil) participantes, serão excluídos da extração da Loteria Federal os
números que ultrapassarem o número máximo de participantes do Grupo de Consórcio. Também, para os

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grupos com mais de 5.000 e até 10.000 participantes, serão excluídos da extração da Loteria Federal os
números que ultrapassarem o número máximo de participantes do Grupo de Consórcio. O número máximo
de participantes é definido na Assembleia Inaugural do Grupo de Consórcio.
Exemplo 1: grupos com 900 participantes, serão excluídos os números de 901 a 000 da extração da Loteria
Federal; grupos com 600 participantes, serão excluídos os números de 601 a 000 da extração da Loteria
Federal; grupos com 400 participantes, serão excluídos os números de 401 a 000 da extração da Loteria
Federal.
Exemplo 2: grupos com 6.000 participantes, serão excluídos os números de 6.001 a 0000 da extração
da Loteria Federal; grupos de 7.000 participantes, serão excluídos os números de 7.001 a 0000 da
extração da Loteria Federal; grupos de 8.000 participantes, serão excluídos os números de 8.001 a 0000
da extração da Loteria Federal; grupos de 9.000 participantes, serão excluídos os números de 9.001 a
0000 da extração da Loteria Federal.
Para os grupos constituídos com até 5.000 participantes, os CONSORCIADOS concorrerão com
os milhares adicionais correspondentes à proporcionalidade do limite de 10.000 números da
extração da Loteria Federal (milhar), em relação ao número máximo de participantes definido na
Assembleia Inaugural do grupo de consórcio.
Exemplo 1: Um grupo com 2.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 4 números
adicionais, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001 concorrerá com a
somatória de mais 4 vezes o número máximo de participantes de seu grupo, são eles: (0001+2000=)
2001, (2001+2000=) 4001, (4001+2000=) 6001 e (6001+2000=) 8001; a cota de consórcio 0002
concorrerá com a somatória de mais 4 vezes o número máximo de participantes do seu grupo, são eles:
(0002+2000=) 2002, (2002+2000=) 4002, (4002+2000=) 6002 e (6002+2000=) 8002, e assim
sucessivamente cada cota de consórcio terá seus números adicionais em relação à quantidade máxima
de participantes de seu grupo de consórcio. Neste exemplo não há exclusão de números, sendo a cota
de consórcio 2.000 representada pelos números adicionais (2000+2000=) 4.000, (4000+2000=) 6.000,
(6000+2000=) 8.000 e (8000+2000=) 0000.
Exemplo 2: Um grupo com 3.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 2 números
adicionais, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001 concorrerá com a
somatória de mais 2 vezes o número máximo de participantes de seu grupo, são eles: (0001+3000=)
3001 e (3001+3000=) 6001; a cota de consórcio 0002 concorrerá com a somatória de mais 2 vezes o
número máximo de participantes do seu grupo, são eles: (0002+3000=) 3002 e, (3002+3000=) 6002, e
assim sucessivamente cada cota de consórcio terá seus números adicionais em relação à quantidade
máxima de participantes de seu grupo de consórcio. Neste exemplo são excluídos os números 9.001 a
0000.
Exemplo 3: Um grupo com 4.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 1 número
adicional, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001 concorrerá com a
somatória de mais 1 vez o número máximo de participantes de seu grupo de consórcio, ou seja, o
número (0001+4000=) 4001; a cota de consórcio 0002 concorrerá também com o número
(0001+4000=) 4002, e assim sucessivamente. Neste exemplo são excluídos os números 8.001 a 0000,
sendo que a cota de consórcio 4.000 será representada também pelo número adicional 8000.
Exemplo 4: Um grupo com 5.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 1 número
adicional, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001 concorrerá com a
somatória de mais 1 vez o número máximo de participantes de seu grupo, ou seja, o número
(0001+5000=) 5001; a cota de consórcio 0002 concorrerá também com o número (0002+5000=) 5002,
e assim sucessivamente. Neste exemplo não há exclusão de números da extração da Loteria Federal,
sendo que a cota de consórcio 5.000 será representada também pelo número adicional 0000.

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RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS

Para efeito de nomenclatura na assembleia geral ordinária, para fins de contemplação e


desempate, serão utilizados os números originários das cotas, e não os milhares adicionais,
apenas para efeitos sistêmicos, não se caracterizando a perda dos direitos sobre os números
adicionais nos grupos em que houver essa condição. Exemplo: Em um Grupo de Consórcio com
5000 participantes, caso ocorra a extração do número 5001 da Loteria Federal, conforme as
regras acima dispostas, a cota contemplada será a 0001(e assim sucessivamente, observada a
regra de números adicionais), sendo esse número de cota de consórcio utilizado como referência
na assembleia geral ordinária para fins de contemplação e desempate.
A contemplação nas assembleias ordinárias para os CONSORCIADOS EXCLUÍDOS obedecerá ao
mesmo critério definido para a contemplação do consorciado ativo, porém não, se caracterizará qualquer
vínculo da dezena ou centena contemplada ao ATIVO com a do EXCLUÍDO, observando que existindo
mais de uma sequência para a cota (exemplo: 801.01, 801.02, 801.03, etc; ou 6801.01, 6801.02,

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6801.03, etc.) será declarada contemplada a cota cuja exclusão for a mais antiga, ou seja a sequência
de número menor, no caso em exemplo a ".01".
Se já estiver contemplada a cota da sequência mais antiga, conforme acima exposto, passará o sorteio,
na forma do critério da centena ou milhar sorteada, por todas as sequências existentes na cota
contemplada por sorteio ao excluído, em ordem crescente, antes de passar para as respectivas
sequências da cota reserva e assim sucessivamente.
A sequência descritiva em cada cota indica a sua substituição (exemplo: 801.01, 801.02, 801.03, etc.),
sendo que a cota ativa sempre será representada pela sequência ".00" (exemplo: 801.00).
Considerando as sequências descritivas de substituição a EXCLUÍDOS, a centena ou milhar declarada
contemplada não dará direito à contemplação de todas as sequências, como critério de igualdade entre
ATIVOS e EXCLUÍDOS, tornando justa e equilibrada a utilização do saldo de caixa do grupo para as
contemplações. Esgotadas as possibilidades de contemplação na Assembleia Geral Ordinária para os
lances, livre e/ou fixo, seja por falta de saldo e/ou por falta de cotas aptas à contemplação, serão
contempladas, na sequência, cotas de consórcio exclusivamente por sorteio, obedecendo a regra de
uma cota Ativa e uma cota Excluída até quanto o saldo do grupo permita essas contemplações, e na
sequência, em não havendo mais saldo para contemplar cotas Ativas por sorteio, serão contempladas
as cotas Excluídas, até quanto o saldo do grupo permitir.
A Assembleia Inaugural do Grupo de Consórcio definirá a quantidade, as sequências e as formas
de contemplações.
LANCE
Os lances serão ofertados em múltiplos de contribuições mensais, que serão transformados em
percentuais de quitação ou amortização do débito tendo como referência o valor do crédito contratado.
Será considerado vencedor o lance livre representativo do maior percentual de amortização do valor do
crédito contratado independentemente do grupo ter créditos diferenciados, e que, somado ao saldo
de caixa, seja suficiente para a aquisição de um bem, conforme o segmento do grupo.
A contemplação do lance vencedor se confirmará quando do pagamento das contribuições ofertadas na
Assembleia Geral Ordinária. Os lances poderão ser ofertados através do aplicativo CNVW (disponível
na sua loja de aplicativos gratuitamente), Central de Relacionamento com o Cliente ou através do site
www.cnvw.com.br, e desde que informados à ADMINISTRADORA até o dia útil anterior ao da
assembleia. A cobertura do lance vencedor deverá ser feita no prazo improrrogável de 05 (cinco) dias
úteis, contados a partir da data da Assembleia Geral Ordinária de contemplação.
O não pagamento do lance vencedor acarretará o CANCELAMENTO DA CONTEMPLAÇÃO POR
LANCE, que oportunizará, se o caso, a contemplação do lance imediatamente inferior, obedecida a
ordem de reserva, de acordo com a disponibilidade de saldo do grupo.
DA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO ·
A ADMINISTRADORA colocará à disposição do CONSORCIADO contemplado o seu respectivo crédito
até o 3° (terceiro) dia útil após a contemplação, permanecendo os referidos recursos em conta bancária
vinculada, para fins de aplicação financeira, até o último dia anterior à sua utilização, cujos rendimentos
líquidos da aplicação reverterão em favor do CONSORCIADO.
O CONSORCIADO contemplado que não utilizar o respectivo crédito até 180 (cento e oitenta) dias após
a sua contemplação, poderá receber o valor de seu crédito em espécie, mediante pedido formal e quitação
de suas obrigações junto ao seu grupo e à ADMINISTRADORA.
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RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS

O CONSORCIADO contemplado deverá utilizar o crédito correspondente ao bem objeto do Plano,


especificado no preâmbulo do contrato, para a aquisição do bem previsto na legislação que regulamenta
o sistema de consórcio, sendo vedada a aquisição de bem de natureza, categoria e espécie diversa do
referenciado como Básico do Plano. A compra será efetuada se os documentos apresentados forem
aprovados após a avaliação e vistoria do bem por empresa ou profissional credenciado pela
ADMINISTRADORA, desde que o valor apurado seja compatível com o valor do crédito do

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CONSORCIADO e o valor de aquisição nunca seja inferior ao saldo devedor da cota.
DA EXCLUSÃO DO CONSORCIADO
Antes da contemplação, o CONSORCIADO que, resolvendo unilateralmente o presente contrato,
solicitar formalmente o seu desligamento do grupo, ou que deixar de realizar as suas contribuições
mensais por 2 (duas) vezes, consecutivas ou não, será considerado EXCLUÍDO.
A restituição de valores ao CONSORCIADO EXCLUÍDO será realizada mediante a contemplação de sua
cota de consórcio por meio de sorteio conforme determina a Lei de Consórcio.
O valor a ser restituído compreenderá o fundo comum da cota de consórcio com a dedução apenas das
multas contratuais para com o grupo de consórcio e para com a administradora.
Também poderá ser excluído do grupo de consórcio o CONSORCIADO que se enquadrar em quaisquer
das condições da Cláusula 39.1.
LGPD
Para elaboração da Proposta de Participação solicitada, a ADMINISTRADORA realizará o tratamento
dos dados pessoais fornecidos por você no formulário de participação, em conformidade com a Lei n.º
13.709/08 (“Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”), sem prejuízo de posteriormente serem
coletados dados pessoais adicionais, conforme Política de Privacidade disponível eletronicamente em
https://www.cnvw.com.br/politica-de-privacidade .
DISPOSIÇÕES FINAIS
O CONSORCIADO declara que exerce atividade econômica e tem, assim, capacidade financeira para
assumir o compromisso de, durante todo o prazo de duração de seu grupo, ou de seu plano no caso de
redução do prazo, contribuir mensalmente com as suas parcelas, de tal sorte não venha a prejudicar os
demais CONSORCIADOS com a sua falta, omissão e desistência do consórcio.
Em ocorrendo a adesão do CONSORCIADO a um grupo já formado e com andamento regular, cuja
característica prevê o recolhimento do valor equivalente ao fundo de reserva, poderá, a critério da
ADMINISTRADORA, ser utilizado para a contratação de Seguro de Quebra de Garantia.
Considerando que a adesão ocorrerá através de contrato impresso em formulário contínuo "online", com
a assinatura pré-impressa da ADMINISTRADORA, o pagamento da primeira contribuição ensejará a
concordância e conhecimento dos termos do Contrato de Consórcio, por parte do aderente, que ser-lhe-
á disponibilizado no ato da confirmação da adesão, eletronicamente, após o pagamento da primeira
contribuição.

ESTE RESUMO NÃO SUBSTITUI O CONTRATO DE CONSÓRCIO, O REGULAMENTO E SEUS


TERMOS, SENDO NECESSÁRIA SUA LEITURA E ANUÊNCIA, QUE SE DÁ COM O PAGAMENTO
DA PRIMEIRA PARCELA.

CONSÓRCIO NACIONAL VOLKSWAGEN

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ÍNDICE DO
REGULAMENTO
DEFINIÇÕES DO SISTEMA DE CONSÓRCIO. .................................................................................................. 01
DO CONTRATO ................................................................................................................................................... 03
DA CONDIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE CONSÓRCIO .......................................................... 04
CONDIÇÕES DE NÃO ACEITE ........................................................................................................................... 04
PRAZO DE DURAÇÃO ........................................................................................................................................ 05
CONTRIBUIÇÕES MENSAIS .............................................................................................................................. 05
PLANO SMART ................................................................................................................................................... 07
PLANO ESSENCIAL ........................................................................................................................................... 08
PLANO ESSENCIAL 50 ...................................................................................................................................... 09
ADESÃO A GRUPO EM ANDAMENTO.............................................................................................................. 10
DA DIFERENÇA DE PARCELA .......................................................................................................................... 10
FUNDO DE RESERVA......................................................................................................................................... 10
PAGAMENTOS .................................................................................................................................................... 11
TAXA DE ADMINISTRAÇÃO E SUA ANTECIPAÇÃO ....................................................................................... 13
DA CONSTITUIÇÃO DO GRUPO ....................................................................................................................... 14
DEMAIS PAGAMENTOS DEVIDOS .................................................................................................................... 15
DAS ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIAS .................................................................................................... 16
DAS ASSEMBLEIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS ........................................................................................ 18
CONTEMPLAÇÃO ............................................................................................................................................... 20
SORTEIO .............................................................................................................................................................. 21
CANCELAMENTO DA CONTEMPLAÇÃO ......................................................................................................... 24
LANCE.................................................................................................................................................................. 24
LANCE DE ANTECIPAÇÃO ................................................................................................................................ 27
ALTERAÇÃO DO CRÉDITO................................................................................................................................ 28
DA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO .......................................................................................................................... 29
DAS GARANTIAS PARA A AQUISIÇÃO DO(S) BEM(NS) ................................................................................ 32
DA CESSÃO DO CONTRATO............................................................................................................................. 34
DA DESISTÊNCIA E EXCLUSÃO DO CONSORCIADO .................................................................................... 35
DA ADERÊNCIA À LEGISLAÇÃO DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO ........................................ 35
DA FORMA DE RESTITUIÇÃO AO EXCLUÍDO ................................................................................................. 36
PENALIDADE AO EXCLUÍDO ............................................................................................................................ 36
REATIVAÇÃO DA COTA EXCLUÍDA ................................................................................................................. 37
ENCERRAMENTO DO GRUPO E RECURSOS NÃO PROCURADOS ............................................................. 37
PRESCRIÇÃO ...................................................................................................................................................... 38
CLÁUSULA DE ARREPENDIMENTO................................................................................................................. 38
PENALIDADE POR INFRAÇÃO CONTRATUAL ............................................................................................... 38
DISPOSIÇÕES FINAIS ........................................................................................................................................ 38
PESSOAS EXPOSTAS POLITICAMENTE ......................................................................................................... 40
LGPD - LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS. ............................................................................................. 41
FORO COMPETENTE ......................................................................................................................................... 42
REGULAMENTO

DEFINIÇÕES DO SISTEMA DE CONSÓRCIO


CONSÓRCIO
É a reunião de pessoas para atingirem um objetivo comum por meio do Grupo de Consórcio, que é
a aquisição de bens pelo autofinanciamento.
PROPOSTA DE PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE CONSÓRCIO
É o instrumento pelo qual o CONSORCIADO solicita sua adesão ao Grupo de Consórcio, que
será submetida à análise da ADMINISTRADORA.
CONSORCIADO ATIVO

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É a pessoa física ou jurídica que mantém sua cota de consórcio ativa, isto é, com os pagamentos
em regularidade de acordo com o Regulamento do Contrato de Consórcio.
CONSORCIADO EXCLUÍDO
É a pessoa física ou jurídica que deixou de participar, na condição de não contemplado, do grupo
de consórcio, por desistência declarada, ou ainda por deixar de pagar duas
parcelas de forma alternada ou sucessiva. Também serão considerados excluídos os
consorciados que após a contemplação, e não tendo utilizado o crédito disponibilizado, deixarem de
pagar duas parcelas alternadas ou consecutivas. Em ambas as situações serão aplicadas
penalizações pelo descumprimento das obrigações, dispostas neste
Regulamento.
FUNDO COMUM
É a arrecadação do grupo de consórcio destinada ao pagamento dos créditos devidos aos
consorciadosativos e excluídos, após a contemplação, bem como para outros pagamentos previstos
no Regulamento devidos aos integrantes do grupo de consórcio.
FUNDO DE RESERVA
É um recurso arrecadado pelos CONSORCIADOS que se destina a subsidiar o saldo do grupo
de consórcio, e que poderá ser utilizado, entre outras situações, para cobertura de eventual
insuficiência de recursos do fundo comum, pagamento de prêmio de seguro para cobertura de
inadimplência de parcelas de consorciados contemplados e demais disposições descritas na
Circular 3432/09 do BancoCentral do Brasil.
TAXA DE ADMINISTRAÇÃO E TAXA DE ADMINISTRAÇÃO ANTECIPADA
É a remuneração da ADMINISTRADORA paga pelo CONSORCIADO visando a prestação de
serviços nas atividades de formação, organização e gestão, sempre observados os interesses do
grupo de consórcio.
SALDO DEVEDOR
É o valor total devido pelo CONSORCIADO no contrato de consórcio, compreendendo as parcelas
vencidas e pendentes de pagamento, as parcelas que irão vencer, os encargos e diferenças de
parcelas, além das obrigações financeiras previstas neste regulamento.
ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO
O CONSÓRCIO NACIONAL VOLKSWAGEN - ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA., é
uma empresa prestadora de serviços, autorizada pelo Banco Central do Brasil, com sede com sede
na Alameda Europa, 150, 4º andar, Sala CNVW - Tamboré Empresarial, Santana de Parnaíba - SP
- CEP 06543-325, inscrita no CNPJ/ME sob o n° 47.658.539/0001-04, com funções de gestora dos
negócios dos grupos de consórcio do CNVW, aos quais EXCLUSIVAMENTE representa ativa ou
passivamente, em juízo e fora dele, na defesa dos direitos e interesses coletivamente considerados,
e para a execução do presente Contrato, elaborado de conformidade com a Lei 11.795, de 08
de outubro de 2008, a Circular 3432/09, editada pelo Banco Central do Brasil, órgão normatizador,
1
REGULAMENTO

coordenador, supervisor, fiscalizador e controlador das atividades do sistema de consórcios,


além do Código de Defesa do Consumidor e das Leis correlatas aplicáveis à espécie deste
contrato.
PRESTADORA DE SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO
O Consórcio Nacional Volkswagen e o Consórcio Embracon firmaram parceria, aprovada pelo
CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), possibilitando oferecer ao mercado a oferta
de crédito, valendo-se da expertise, credibilidade e canais de distribuição da EMBRACON, sob a
qual esta prestará serviços de administração de grupos de consórcio, gestão dos grupos em
andamento, bem como a estruturação de vendas e gerenciamento de comercialização de cotas em

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todo o território nacional para o Consórcio Nacional Volkswagen, atividade essa inerente às suas
atribuições reguladas pelo Banco Central do Brasil. O Consórcio Nacional Volkswagen é o único
responsável legal, representando os grupos de consórcio de forma ativa e passiva.
GRUPO DE CONSÓRCIO
É uma sociedade de fato, constituída na data da realização da primeira Assembleia Geral Ordinária
de CONSORCIADOS, grupo de consórcio esse que é constituído na sede da
ADMINISTRADORA, no município de Santana de Parnaíba – SP, local onde esta prestará
os serviços de administração ao referido grupo constituído, considerando que o
consórcio é a reunião de pessoas naturais e jurídicas em grupo, sendo vedada a
prestação de serviços exclusivamente ao CONSORCIADO, dado que o interesse
do grupo de consórcio prevalece sobreo interesse individual do CONSORCIADO,
nos termos do § 2º do artigo 3º da Lei 11.795/08; é autônomo em relação aos demais
grupos, possuindo patrimônio próprio, que não se confunde com o da ADMINISTRADORA, e os
seus interesses prevalecem sobre os interesses individuais dos CONSORCIADOS, tendo como
finalidade propiciar aos seus integrantes aquisição de bem, de forma isonômica,
por meio de autofinanciamento, nas condições estipuladas neste contrato e
aditamentos, se houver.
CONSORCIADO
É a pessoa física ou jurídica que integra o grupo de consórcio constituído na
sede da ADMINISTRADORA, situada no município de Santana de Parnaíba – SP, como
titular de cota numericamente identificada, assumindo a obrigação de contribuir para o
atingimento integral de seus objetivos, bem como do grupo de consórcio, na
forma estabelecida neste instrumento. Os serviços de administração serão
prestados pela ADMINISTRADORA exclusivamente ao Grupo de Consórcio a que
o CONSORCIADO é integrante, considerando que todas as atividades da
prestação de serviços contratada pelo CONSORCIADO são inerentes ao
interesse coletivo do Grupo de Consórcio.
CONTRATO DE CONSÓRCIO
O contrato por adesão é o instrumento que, aderido pelo CONSORCIADO junto a
ADMINISTRADORA de consórcio, cria vínculo jurídico obrigacional entre as partes, e é o meio pelo
qual o CONSORCIADO ingressa no grupo de consórcio, estando nele expressas as condições da
operação de consórcio, bem como os direitos e deveres das partes contratantes, que
aperfeiçoar-se-á com o aceite da Proposta de Participação em Grupo de Consórcio
pela ADMINISTRADORA, nos termos da Cláusula 1.1, observada a Cláusula 1.2 e
seus parágrafos, conforme as alterações introduzidas na Circular 3432/09 pela
Circular 3785/16 do Banco Central do Brasil, e pela realização da primeira
assembleia do grupo, momento em que se inicia a prestação de serviços a este
grupo de consórcio, devidamente constituído na sede da ADMINISTRADORA, nos
termos do §4º do artigo 10 da Lei 11.795/08.

2
REGULAMENTO

DO CONTRATO
Cláusula 1ª - A instituição de grupo de consórcio, devidamente individualizado e
identificado, constituído de créditos diferenciados, respeitados os limites determinados
pelo Banco Central do Brasil, bem como de taxa de administração diferenciada,
observado o Plano de Consórcio contratado, sob gestão da ADMINISTRADORA, e mediante
contribuições mensais dos seus participantes, estabelecidas em percentuais ideais em
relação ao prazo e o crédito contratados, visa arrecadar os recursos
necessários, em moeda corrente nacional, para proporcionar a cada um dos
participantes a aquisição de veículos, segmento de bens móveis, de fabricação

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nacional ou estrangeira, tendo como referência o crédito de acordo com o bem
objeto contratado descrito na Proposta e ratificado no Contrato de Consórcio, e
desde que o bem a ser adquirido esteja dentro do segmento escolhido como
objeto deste instrumento, tudo de conformidade com a legislação aplicável.
Parágrafo Primeiro - A utilização do crédito pelo CONSORCIADO deverá obedecer
a aquisição dentro do segmento objeto do Grupo de Consórcio.
Parágrafo Segundo – O presente Regulamento encontra-se devidamente
registrado no Oficial de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Barueri
SP, registrado sob nº 2.097.222 de 30/10/2023, cujo original encontra-se
arquivado na matriz da ADMINISTRADORA, mantida a respectiva cópia
autenticada nas suas filiais e conveniadas.
Parágrafo Terceiro - A Proposta de Participação em Grupo de Consórcio, aderida pelo
CONSORCIADO, inclusive por aceite eletrônico, seja pela adesão “online” por meio de aplicativo
de vendas, web ou por telefone conforme Cláusulas 53 e 53.1 deste Regulamento, após o
cadastramento junto à ADMINISTRADORA, mediante a confirmação do pagamento da 1ª
parcela e o aceite da ADMINISTRADORA conforme Cláusula 1.1, observada a Cláusula 1.2 e
seus parágrafos, será convertida em contrato, e conterá, além das informações declaradas na
Proposta de Participação em Grupo de Consórcio, a Decomposição dos Pagamentos com a
descrição dos percentuais ideais mensais em cada parcela, relativos ao fundo comum, ao fundo de
reserva, ao seguro de vida, se contratado, à taxa de administração, que poderá ser cobrada de
forma diferenciada ao longo do prazo do grupo, e à taxa de administração antecipada, esta última
deduzida da taxa de administração total, conforme disposto na Cláusula 10.
Parágrafo Quarto - O contrato de consórcio, independentemente do envio por meio do endereço
eletrônico (e-mail) e/ou correio ao endereço do CONSORCIADO, estará disponível, após o
cadastramento na ADMINISTRADORA, na área do cliente no site www.cnvw.com.br e pelos
canais de comunicação sempre que solicitado.
Parágrafo Quinto – Em caso de não utilização do crédito até o encerramento do grupo, seja do
crédito parcial ou integral na forma deste Regulamento, inclusive para o caso de restituição de
saldos remanescentes do fundo comum e fundo de reserva, se houver, o CONSORCIADO poderá,
ao aderir à Proposta, indicar dados bancários de sua exclusiva titularidade no campo específico, que
possibilitará o pagamento pela ADMINISTRADORA ao CONSORCIADO dos valores devidos
na forma deste Regulamento, observada a cláusula 43 deste instrumento.
Parágrafo Sexto – Nos termos da Circular 3432/09, o CONSORCIADO fica obrigado, ainda que
excluído do grupo, durante todo o prazo de duração deste, a manter atualizadas as suas

3
REGULAMENTO

informações cadastrais perante a ADMINISTRADORA, em especial seu endereço de


correspondência, inclusive do endereço eletrônico (e-mail) e dados bancários se oferecidos,
possibilitando a pronta devolução de valores quando da contemplação da cota de consórcio, que
ocorrerá até o encerramento do grupo, tendo plena ciência de que a comunicação ao que dispõe a
cláusula 43 deste contrato por adesão, para efeito de prescrição, será realizada e declarada como
cumprida se emitida ao endereço do CONSORCIADO disposto no cadastro da

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ADMINISTRADORA, e mesmo as demais comunicações que se façam necessárias durante o
prazo do grupo.
Parágrafo Sétimo – O presente contrato poderá ser aditado no todo ou em parte, desde que
expressamente e com a anuência de ambas as partes, observando a legislação consorcial vigente.
DA CONDIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE CONSÓRCIO
Cláusula 1.1 - Considerando que o Sistema de Consórcio tem a finalidade de promover o acesso
à aquisição de bens aos integrantes do Grupo de Consórcio, por meio do crédito disponibilizado
quando da contemplação, e considerando que a ADMINISTRADORA tem a obrigação de zelar
pela saúde financeira do Grupo de Consórcio, conforme determina a legislação de Consórcio e as
Normas do Banco Central do Brasil, o CONSORCIADO, ao aderir à Proposta de
Participação em Grupo de Consórcio, nos termos da Lei 11.795/08 será submetido
à avaliação de sua capacidade contributiva, no prazo de até 7 (sete) dias após aderir à
Proposta de Participação em Grupo de Consórcio, e se aceito pela ADMINISTRADORA, o
CONSORCIADO integrará um Grupo de Consórcio, representado pela indicação numérica
de sua cota de consórcio.
CONDIÇÕES DE NÃO ACEITE
Cláusula 1.2 - Caso o CONSORCIADO não disponha de capacidade de pagamento,
que se caracteriza pela não comprovação de renda e/ou remuneração mensal igual ou superior a
3(três) vezes o valor da parcela, ou de todas as parcelas caso o CONSORCIADO
seja titular de mais de uma cota de consórcio, inclusive se o CONSORCIADO
dispõe de restrições ao crédito e de baixo SCORE de mercado, mesmo após
o registro da cota, e antes da primeira participação em assembleia, a
ADMINISTRADORA informará o CONSORCIADO sobre a impossibilidade na
continuidade da contratação, tornando sem efeito a Proposta de Participação em
Grupo de Consórcio aderida pelo CONSORCIADO, bem como promoverá a
devolução integral dos valores pagos. Caso o CONSORCIADO não apresente o
comprovante de sua renda no prazo de até 7 (sete) dias da solicitação pela ADMINISTRADORA
será interpretado o arrependimento na contratação pelo CONSORCIADO, operando-se
igualmente o não aceite da Proposta de Participação em Grupo de Consórcio.
Parágrafo Primeiro - Em caso de não aceite da Proposta de Participação em Grupo de
Consórcio pela ADMINISTRADORA, o CONSORCIADO desde já autoriza que a devolução de
valores por ele pagos em dinheiro, cheque depositado e compensado, ou cartão de débito seja
realizada em conta bancária de sua titularidade, descrita na Proposta de Participação em Grupo de
Consórcio, servindo o comprovante de depósito como recibo.
Parágrafo Segundo - Caso o CONSORCIADO não forneça seus dados bancários ou não
disponha de conta bancária a devolução de valores será realizada por meio de Ordem de
Pagamento exclusivamente junto ao Banco Bradesco S/A, em qualquer agência que o
CONSORCIADO indicar, bastando contatar a ADMINISTRADORA pelos canais disponíveis no
site www.cnvw.com.br .

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REGULAMENTO

Parágrafo Terceiro - Caso o CONSORCIADO tenha efetuado o pagamento da parcela inicial


por meio de cartão de crédito e não havendo o aceite será promovido o estorno da operação junto
à ADMINISTRADORA do Cartão de Crédito.
Parágrafo Quarto - Caso o CONSORCIADO tenha efetuado o pagamento da parcela inicial
por meio de cheque e não havendo o efetivo depósito até a análise, o referido cheque será
cancelado e inutilizado.

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Parágrafo Quinto - O prazo de devolução de valores, bem como o pedido de estorno da
operação junto à operadora do Cartão de Crédito ocorrerá em até 07 (sete) dias contados da
data do não aceite da Proposta de Participação em Grupo de Consórcio, sendo que o prazo do
efetivo estorno dependerá exclusivamente da Operadora do Cartão de Crédito. A Ordem de
Pagamento obedecerá ao mesmo prazo, contados a partir da indicação da agência bancária do
Banco Bradesco S/A pelo CONSORCIADO.
Parágrafo Sexto - A habilitação do CONSORCIADO para integrar o Grupo de Consórcio
com a comprovação de sua renda não implica na aprovação do crédito quando
da contemplação, cuja situação dispõe de condições claras neste Regulamento, inclusive
quanto à análise de restrições ao crédito que serão novamente observadas
quando da efetiva contemplação da cota de consórcio.
PRAZO DE DURAÇÃO
Cláusula 2ª - O prazo de duração do grupo de consórcio é o previsto no contrato de consórcio,
sendo este suficiente para que todos os CONSORCIADOS usufruam de seus direitos e liquidem
as obrigações assumidas.
Parágrafo Primeiro – O prazo da cota poderá ser inferior ao prazo do grupo
conforme a contratação com o CONSORCIADO, o que NÃO implica, a que título
for, inclusive pela característica de redução desse prazo ao aderir a um grupo já
em andamento, em automática redução ou alteração do prazo do grupo,
considerando que este permanecerá inalterado, somente servindo tal redução
para a quitação antecipada da cota em relação ao prazo do grupo, conforme o
plano de pagamento optado pelo CONSORCIADO ou no estrito cumprimento
dessa redução para os casos de adesão a grupo em andamento para o
pagamento das contribuições descritas na Cláusula 3ª e seguintes.
Parágrafo Segundo – A quitação antecipada, antes de encerrado o prazo do grupo
ou da cota, NÃO dá direito à liberação imediata do crédito para aquisição de
bens, que ocorrerá exclusivamente mediante contemplação da cota em
assembleia geral ordinária, conforme a Cláusula 16, observando-se as Cláusulas
8.1 e 21.1.
CONTRIBUIÇÕES MENSAIS
Cláusula 3ª - Para efeito de aquisição do bem objeto do plano, o CONSORCIADO deverá,
mensalmente, contribuir com um valor em moeda corrente nacional, cujo total será a soma das
importâncias correspondentes à sua contribuição ao fundo comum, ao fundo de reserva, se
constituído, à taxa de administração e à taxa de administração antecipada, ao seguro de vida e/ou
de quebra de garantia, se contratados, assim como os demais encargos previstos nas cláusulas
seguintes deste Regulamento.

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REGULAMENTO

Parágrafo Único: A ADMINISTRADORA poderá, observados os limites


estabelecidos para a fixação do valor da contribuição mensal, sem prejuízo dos
demais percentuais descritos no “caput”, efetuar a apropriação de percentual
diferenciado, a título de fundo comum, objetivando viabilizar e compatibilizar a
formação dos grupos e as despesas iniciais incorridas para sua formação, de tal
forma que, no prazo estabelecido de duração do grupo, a somatória das
contribuições destinadas ao fundo comum não ultrapassem a 100% (cem por
cento) do crédito contratado objeto do plano de consórcio.

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Cláusula 3.1 - O percentual de contribuição mensal do fundo comum e de reserva, da taxa de
administração e sua antecipação, de seguro de vida, se contratado, sempre calculados com base
no valor do crédito vigente na data da assembleia ordinária do mês de pagamento, constam no
contrato de consórcio no campo “DECOMPOSIÇÃO DOS PAGAMENTOS”, de acordo com o
plano contratado.
Parágrafo Único: Serão objeto de alteração os percentuais das contribuições mensais dispostas
no contrato de consórcio, relativamente ao fundo comum, nos casos de renegociação do saldo
devedor, reativação da cota de consórcio, e por oportunidade da readequação dos percentuais em
função do plano de consórcio contratado, da amortização do lance com a manutenção do prazo
contratado e nas demais disposições deste regulamento.
Cláusula 3.2 - O valor que o CONSORCIADO fará jus quando da contemplação é
fixado em moeda corrente nacional, observada eventual dedução na forma deste
instrumento, que somente poderá ser utilizado para aquisição do bem dentro do
segmento optado na Proposta de Participação em Grupo de Consórcio, e terá
como base o valor do CRÉDITO REFERENCIAL ou o Valor definido na TABELA DO
FABRICANTE, inicialmente contratado, devidamente atualizado na forma deste
instrumento.
Parágrafo Primeiro - O CRÉDITO REFERENCIAL terá como base o valor em moeda
corrente nacional contratado e será corrigido na forma deste instrumento pelo
IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou pelo eventual índice oficial que
venha a substituí-lo.
Parágrafo Segundo - O CRÉDITO REFERENCIAL terá sua atualização anualmente,
ou em menor prazo caso seja estabelecido em lei, de acordo com os índices
oficiais divulgados, relativos ao segmento do bem objeto do contrato, tendo
como referência para efeito de reajuste o mês da primeira Assembleia Geral
Ordinária de participação do CONSORCIADO no grupo de consórcio.

Parágrafo Terceiro - No caso de crédito definido pela TABELA do FABRICANTE,


o valor do crédito será atualizado sempre que houver alteração de acordo com
o valor da Tabela de Preços Oficial para o consumidor final do Fabricante do bem
objeto do contrato.
Parágrafo Quarto – A definição dos bens ou créditos, se caracterizados pelo
CRÉDITO REFERENCIAL ou pela TABELA DO FABRICANTE, serão descritos na
ata da Assembleia Inaugural do Grupo de Consórcio.
6
REGULAMENTO

PLANO SMART
Cláusula 3.3 - O plano denominado PLANO SMART, se contratado, é caracterizado pelo
BENEFÍCIO DE ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA TAXA DE ADMINISTRAÇÃO SOBRE
CADA PARCELA PAGA ATÉ A CONTEMPLAÇÃO DA COTA DE CONSÓRCIO,
EXCETUANDO-SE A TAXA DE ADMINISTRAÇÃO ANTECIPADA QUE INCIDIRÁ NAS
PRIMEIRAS PARCELAS COMO DESCRITO NO CAMPO “DECOMPOSIÇÃO DOS
PAGAMENTOS” DO CONTRATO DE CONSÓRCIO.
Parágrafo Primeiro – Antes da contemplação, será devida a cobrança da Taxa de
Administração Antecipada que incidirá até a quinta parcela, conforme o plano escolhido, cujo

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percentual está descrito no Contrato de Participação em Grupo de Consórcio no campo
“DECOMPOSIÇÃO DOS PAGAMENTOS”.
Parágrafo Segundo – A partir da contemplação, no PLANO SMART, o CONSORCIADO deixa
de ter o benefício de isenção da taxa de administração, que passará a incidir sobre cada parcela
que se vencer após a contemplação até a quitação da cota de consórcio.
Parágrafo Terceiro – A Taxa de Administração devida após a contemplação será calculada,
mensalmente, em percentual definido no Contrato de Consórcio, tomando por base o valor do
crédito contratado devidamente atualizado na forma deste contrato.
Parágrafo Quarto – A taxa de administração devida após a contemplação será cobrada com base
no percentual devido em cada parcela, descrito nos campos “DADOS DA COTA” e “TAXA ADM.
TOTAL”, e demonstrada no campo “DECOMPOSIÇÃO DOS PAGAMENTOS” do Contrato de
Consórcio, observado o benefício de isenção da taxa de administração descrito na Cláusula 3.3.
Parágrafo Quinto – O percentual da taxa de administração descrito no Contrato de Consórcio
no campo “DECOMPOSIÇÃO DOS PAGAMENTOS” será aplicado sobre cada parcela devida
mensalmente no plano SOMENTE após a contemplação, inclusive nas amortizações realizadas com
o pagamento das ANTECIPAÇÕES DE PAGAMENTOS.
Parágrafo Sexto - Sobre as antecipações de pagamentos realizadas antes da contemplação
haverá a isenção da taxa de administração.
Parágrafo Sétimo – A isenção da taxa de administração até a contemplação também se aplica
ao pagamento do lance vencedor em que o CONSORCIADO optar por quitar parcelas vincendas
na ordem inversa dos vencimentos, que terá como consequência a manutenção da contribuição
mensal do percentual ideal do fundo comum das parcelas, reduzindo-se o prazo do plano de
participação do CONSORCIADO.
Parágrafo Oitavo – A isenção da Taxa de Administração NÃO se aplica na hipótese em que
o pagamento do lance vencedor seja utilizado para amortizar o saldo devedor de forma linear, que
terá como consequência a redução da contribuição mensal do percentual do fundo comum das
parcelas e a manutenção do prazo do plano de participação inicialmente contratado.
Parágrafo Nono - O prêmio de seguro de vida e/ou fundo de reserva, se contratados, serão
devidos no PLANO SMART, independentemente da contemplação da cota, tendo sempre como
base, desde a primeira contribuição, o crédito total contratado.
Parágrafo Dez - O fundo de reserva, se constituído, será amortizado proporcionalmente à
amortização do fundo comum, desde o início do plano.

7
REGULAMENTO

PLANO ESSENCIAL
Cláusula 3.4 - O plano denominado ESSENCIAL, se contratado, é caracterizado pelo
pagamento de parcela com percentual reduzido até a contemplação da cota, ou seja, de
contribuição de 75% (setenta e cinco por cento) do percentual ideal ao fundo comum do crédito
contratado, que é composto de 100% (cem por cento) do valor do bem descrito no contrato, dividido
pelo número de parcelas do plano. Portanto, o percentual de recolhimento mensal ao fundo comum
e ao fundo de reserva é reduzido em 25% (vinte e cinco por cento) até a data da contemplação.

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Parágrafo Primeiro - Por ocasião da contemplação, no plano ESSENCIAL, para que o
CONSORCIADO possa utilizar a integralidade do crédito contratado (100% do valor do bem objeto
do contrato), deverá obrigatoriamente quitar a diferença recolhida a menor correspondente a 25%
(vinte e cinco por cento) do total do crédito, alternativamente, das seguintes formas:
I - Renegociar a diferença de 25% (vinte e cinco por cento) que será acrescido no saldo
devedor vincendo, acarretando o novo percentual ideal mensal nas parcelas vincendas,
observando que:
a) optando por esta condição, o CONSORCIADO está plenamente ciente de que as parcelas
vincendas não poderão ultrapassar o prazo estabelecido para a duração do grupo, ou da cota
se menor que o prazo do grupo.
b) o acréscimo ao saldo devedor da diferença recolhida a menor antes da contemplação
necessariamente irá aumentar o valor da contribuição mensal.
II - Pagar a diferença, na integralidade, com recursos próprios, observando que:
a) efetuado o pagamento da diferença com recursos próprios, o saldo devedor permanecerá
inalterado, mantendo-se o percentual mensal ideal de pagamento até o encerramento do plano.
III - Utilizar a diferença a ser paga, deduzida do crédito total contratado para amortizar em
percentual o saldo devedor da cota, observando que:
a) nesta opção será disponibilizado 75% (setenta e cinco por cento) do crédito, considerando o
pagamento da diferença com parte do crédito disponibilizado, e
b) será acrescido ao saldo devedor, e consequentemente às parcelas vincendas o percentual
recolhido a menor do fundo de reserva, se o caso.
lV - O CONSORCIADO poderá ainda, a seu critério, antes da contemplação, renegociar o
percentual ideal mensal das parcelas vincendas, incluindo a diferença de 25% (vinte e cinco por
cento) nessas parcelas vincendas, ou promover o adiantamento da quitação dessa diferença de
percentual com recursos próprios, possibilitando utilizar a integralidade do crédito de 100% (cem
por cento) após a contemplação.
Parágrafo Segundo - A taxa de administração e sua antecipação e o prêmio de seguro de
vida se contratado, serão devidos no plano ESSENCIAL tendo sempre como base, desde a
primeira contribuição, o crédito total contratado.
Parágrafo Terceiro - O fundo de reserva será amortizado proporcionalmente à amortização do
fundo comum.
Parágrafo Quarto - A renegociação do saldo devedor, antes e após a contemplação, obedecerá
aos mesmos critérios do parágrafo único da Cláusula 8ª.

8
REGULAMENTO

PLANO ESSENCIAL 50
Cláusula 3.4.1 - O plano denominado ESSENCIAL 50, se contratado, é
caracterizado pelo pagamento de parcela com percentual reduzido até a
contemplação da cota, ou seja, de contribuição de 50% (cinquenta por cento)
do percentual ideal ao fundo comum do crédito contratado, que é composto de
100%(cem por cento) do valor do bem descrito no contrato, dividido pelo número
de parcelas do plano. Portanto, o percentual de recolhimento mensal ao fundo
comume ao fundo de reserva é reduzido em 50% (cinquenta por cento) até a data
da contemplação.
Parágrafo Primeiro - Por ocasião da contemplação, no plano ESSENCIAL 50,
para que o CONSORCIADO possa utilizar a integralidade do crédito contratado

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(100% do valor do bem objeto do contrato), deverá obrigatoriamente quitar a
diferença recolhida a menor correspondente a 50% (cinquenta por cento) do
total do crédito, alternativamente, das seguintes formas:
I - Renegociar a diferença de 50% (cinquenta por cento) que será acrescido no saldo devedor
vincendo,acarretando o novo percentual ideal mensal nas parcelas vincendas, observando que:
a) optando por esta condição, o CONSORCIADO está plenamente ciente de que as parcelas
vincendas não poderão ultrapassar o prazo estabelecido para a duração do grupo, ou da cota
se menor que o prazo do grupo.
b) o acréscimo ao saldo devedor da diferença recolhida a menor antes da contemplação
necessariamenteirá aumentar o valor da contribuição mensal.
II - Pagar a diferença, na integralidade, com recursos próprios, observando que:
a) efetuado o pagamento da diferença com recursos próprios, o saldo devedor permanecerá
inalterado, mantendo-se o percentual mensal ideal de pagamento até o encerramento do
plano.
III - Utilizar a diferença a ser paga, deduzida do crédito total contratado para amortizar em
percentualo saldo devedor da cota, observando que:
a) nesta opção será disponibilizado 50% (cinquenta por cento) do crédito, considerando o
pagamentoda diferença com parte do crédito disponibilizado, e
b) será acrescido ao saldo devedor, e consequentemente às parcelas vincendas o percentual
recolhidoa menor do fundo de reserva, se o caso.
IV - O CONSORCIADO poderá ainda, a seu critério, antes da contemplação, renegociar
o percentual ideal mensal das parcelas vincendas, incluindo a diferença de 50% (cinquenta
por cento) nessas parcelas vincendas, ou promover o adiantamento da quitação dessa
diferença de percentual com recursos próprios, possibilitando utilizar a integralidade do crédito
de 100%(cem por cento) após a contemplação.
Parágrafo Segundo - A taxa de administração e sua antecipação e o prêmio de seguro de
vidase contratado, serão devidos no plano ESSENCIAL 50 tendo sempre como base, desde a
primeira contribuição, o crédito total contratado.
Parágrafo Terceiro - O fundo de reserva será amortizado proporcionalmente à amortização do
fundo comum.
Parágrafo Quarto - A renegociação do saldo devedor, antes e após a contemplação, obedecerá
aos mesmos critérios do parágrafo único da Cláusula 8ª.

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REGULAMENTO

ADESÃO A GRUPO EM ANDAMENTO


Cláusula 3.5 - O CONSORCIADO que adentrar a grupo de consórcio em andamento estará
obrigado ao pagamento integral da cota até o prazo de encerramento do grupo, observadas as
Cláusulas 2ª e 3ª deste instrumento, devendo integralizar, desde a primeira assembleia de
participação do grupo, o percentual ideal mensal de acordo com o número de contribuições
remanescentes para o encerramento do prazo do grupo.
DA DIFERENÇA DE PARCELA
Cláusula 4ª - Sempre que o valor do crédito contratado objeto do plano escolhido
neste contrato for alterado, seja a tabela do fabricante, ou o crédito referencial,
o montante do saldo do fundo comum, que passar de uma assembleia para a

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outra, deverá ser alterado na mesma proporção e, o valor correspondente,
convertido em percentual do crédito contratado, observando-se o seguinte:
a) ocorrendo aumento do crédito contratado do plano, a eventual insuficiência do saldo do fundo
comum, será coberta pelos recursos provenientes do fundo de reserva do grupo, ou, se
insuficiente ou inexistente, será coberto através de rateio entre os participantes do grupo;
b) ocorrendo redução do crédito contratado, o excesso do saldo do fundo comum ficará
acumulado para a assembleia seguinte e compensado em favor dos CONSORCIADOS nesta
condição, na prestação subsequente, mediante rateio, proporcional à contribuição de cada cota.
Parágrafo Primeiro – Na ocorrência da situação de que trata a letra “a” da Cláusula 4ª, é
lícita a cobrança pela ADMINISTRADORA, da taxa de administração sobre os valores
transferidos do fundo de reserva, assim como sobre os valores do rateio, se ocorrer, conforme artigo
18, § 1º da Circular 3432/09.
Parágrafo Segundo – Na ocorrência da situação citada na letra “b” da Cláusula 4ª, a
ADMINISTRADORA deverá efetuar a compensação do valor correspondente à taxa de
administração, nas condições citadas no Parágrafo Primeiro.
Parágrafo Terceiro – No caso de CANCELAMENTO DA CONTEMPLAÇÃO, em que o
crédito, após disponibilizado ao CONSORCIADO, retorne ao grupo de consórcio sem a devida
atualização em função de aumento do bem/crédito, não se aplica a alínea “a” da Cláusula 4ª,
considerando que se trata de prejuízo ao grupo causado pela inadimplência do CONSORCIADO,
aplicando-se a este caso a disposição do Parágrafo Dez da Cláusula 18.
FUNDO DE RESERVA
Cláusula 5ª - O fundo de reserva terá sua arrecadação com base no percentual mencionado no
contrato para a finalidade disposta na Cláusula 5.1.
Parágrafo Único: O fundo de reserva será constituído pelos recursos:
I - Oriundos das importâncias destinadas à sua formação, previstos neste Regulamento e da
arrecadação do percentual constante no contrato; e
II - Provenientes dos rendimentos de aplicação financeira dos recursos do próprio fundo de
reserva.
Cláusula 5.1 - Os recursos do fundo de reserva somente poderão ser utilizados para:
I – cobertura de eventual insuficiência de recursos do fundo comum;
II – pagamento de prêmio de seguro para cobertura de inadimplência de prestações de
CONSORCIADOS contemplados;

10
REGULAMENTO

III – pagamento de despesas bancárias de responsabilidade exclusiva do grupo;


IV – pagamento de despesas e custos de adoção de medidas judiciais ou extrajudiciais, com
vistas ao recebimento de crédito do grupo;
V – contemplação, por sorteio, desde que não comprometida a utilização do fundo de reserva
para as finalidades previstas nos incisos I a IV.
Parágrafo Único: O fundo de reserva deverá ser contabilizado separadamente do fundo comum.
PAGAMENTOS
Cláusula 6ª - O CONSORCIADO deverá efetuar o pagamento da sua contribuição
mensal nos bancos autorizados até as datas pré-estabelecidas, conforme

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calendário constante no demonstrativo enviado mensalmente, através do “Aviso
de Cobrança Bancária”, ou na forma descrita na Proposta de Participação em
Grupo de Consórcio no caso do primeiro pagamento, sendo que a contribuição
paga por meio de cheque somente será reconhecida se for nominal à
ADMINISTRADORA e cruzado em preto, mediante sua compensação. É
expressamente vedado ao CONSORCIADO efetuar o pagamento de suas
contribuições de forma diversa à constante nesta Cláusula ou na forma
disponibilizada na proposta de adesão para a contratação. A ADMINISTRADORA
não reconhecerá os pagamentos efetuados de forma diversa do estabelecido
neste instrumento, de conformidade com o disposto no art. 308, do Código Civil
Brasileiro, não se admitindo eventual alegação de presunção de boa-fé a que
título for.
Cláusula 6.1 - Caso o vencimento da contribuição mensal recaia em dia não útil, passará
automaticamente para o primeiro dia útil subsequente.
Cláusula 6.2 - Na hipótese de perda, extravio ou atraso no recebimento do “Aviso
de Cobrança Bancária”, o CONSORCIADO deverá observar a data do
vencimento e providenciar a quitação, junto aos bancos autorizados, a fim de
assegurar o seu direito de concorrer à contemplação do mês correspondente e
evitar a aplicação de multa, juros moratórios e demais penalidades, devendo o
CONSORCIADO observar que a ADMINISTRADORA disponibiliza os meios através
dos canais de comunicação e mesmo pela emissão de segunda via do boleto de
pagamento pela internet, podendo ainda o CONSORCIADO optar pelo DDA, Débito
Direto Autorizado, que consiste na disponibilização do boleto eletronicamente,
mediante cadastro de exclusiva responsabilidade do CONSORCIADO junto ao
Banco (instituição financeira) em que possui conta corrente.
Cláusula 6.3 - As contribuições em atraso e as vincendas terão os seus valores
reajustados na mesma proporção das alterações verificadas no valor do
CRÉDITO REFERENCIAL, ou do valor do crédito de acordo com a Tabela do
Fabricante, objeto do plano, conforme a cláusula 3.2, até a data da assembleia
seguinte às suas ocorrências.
Cláusula 6.4 - Caso a(s) correspondência(s) enviada pela ADMINISTRADORA ao
primeiro endereço descrito na Proposta de Participação em Grupo de Consórcio
seja devolvida por qualquer motivo pelos Correios, a ADMINISTRADORA
11
REGULAMENTO

promoverá o envio para o endereço descrito no campo “Outro Endereço”, se


preenchido. As correspondências de Aviso de Cobrança Bancária serão enviadas
preferencialmente pelo meio eletrônico, diretamente ao endereço eletrônico
indicado no cadastro pelo CONSORCIADO.
Cláusula 7ª - No caso de pagamento de contribuição com o valor incorreto, a

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respectiva diferença, maior ou menor, será convertida em percentual do valor
do crédito, deduzindo-se proporcionalmente as taxas contratadas, e
compensada ou cobrada e demonstrada até a segunda prestação imediatamente
seguinte à data da sua verificação.
Cláusula 8ª - O CONSORCIADO poderá abater o saldo devedor de suas contribuições na
ordem inversa, no percentual correspondente, a contar da última contribuição, no todo ou em parte,
exclusivamente:
a) por meio de lance vencedor ofertado na assembleia ordinária do mês;
b) utilizando o crédito de que trata a cláusula 25.1, letra “a”, deste contrato;
c) quando solicitar a conversão do seu crédito em espécie, depois de decorridos 180 (cento e
oitenta) dias da data da contemplação, antecipando contribuições vincendas;
d) por meio de pagamento antecipado de contribuições.
Parágrafo Único: A amortização do lance e da antecipação de pagamentos
poderá ocorrer das seguintes formas:
a) Na ordem inversa dos vencimentos, observada a alínea “a” da Cláusula 25.1;
b) Em percentual integralizado, amortizando o saldo devedor, mantendo ou, se o caso,
reduzindo acontribuição mensal, observado que:
1 - A nova contribuição mensal, obedecendo igualmente a Cláusula 3ª, será obtida através da
divisão do saldo devedor, existente na assembleia de contemplação, incluindo-se a
contribuição da taxa de administração e sua antecipação, pelo prazo do grupo e, se este
resultado obtido for inferior ao percentual ideal mínimo para arrecadação mensal, a divisão
será realizada pelo percentual descrito no item “2”, a seguir.
2 - O percentual ideal mensal, após a renegociação do saldo devedor, por
oportunidade de amortização na forma da alínea “b” deste parágrafo, e
observado o item 1 acima, não poderá ser inferior a 1% (um por cento) para
automóvel, motocicleta, e demais bens móveis, e 0,75% (setenta e cinco
décimos por cento) para caminhões, ônibus e veículos pesados, fundo
comum mínimo devido nestes segmentos para a arrecadação de saldo
mensal do grupo para as contemplações.
c) Em até 1 (uma) contribuição na ordem direta e, o que superar esta contribuição, será
lançada na ordem inversa, igualmente observada a alínea “a” deste Parágrafo.
d) Por meio de desconto do percentual do crédito, de acordo com os critérios estabelecidos
pela ADMINISTRADORA e formalizados na Ata da Assembleia Inaugural ou Assembleia
Geral Extraordinária e nas tabelas de vendas.
Cláusula 8.1 - A cota ainda não contemplada quitada por antecipação das
contribuições mensais, ou que tiver antecipações parciais, terá o valor
antecipado acumulado e convertido em percentual que será ofertado como lance
automático nas próximas assembleias até que ocorra a contemplação. A

12
REGULAMENTO

antecipação das contribuições mensais ocorrerá sempre que o pagamento


realizado alcançar valor maior que o percentual ideal mensal definido para o
prazo do grupo, no momento desse pagamento, observada a cláusula 21.2.
Cláusula 9ª - O saldo devedor compreende o valor não pago das contribuições
vincendas, ou mesmo das vencidas e vincendas, bem como quaisquer outras
responsabilidades financeiras não pagas e previstas neste instrumento.

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Cláusula 9.1 - O CONSORCIADO contemplado encerrará a sua participação no
grupo, mediante o pagamento do saldo de suas contribuições correspondentes
ao valor do crédito contratado, acrescido das taxas contratuais, tendo como
referência o valor do crédito vigente na data da Assembleia Geral Ordinária
subsequente ao pagamento. Para que não haja o reajuste que ocorrer de uma
assembleia para a outra no pagamento de quitação, o pagamento deverá ser
realizado antes da assembleia anterior ao mês de atualização do crédito.
Parágrafo Primeiro - Em razão da vinculação da quitação do contrato ao valor do
crédito vigente na data da Assembleia Geral Ordinária referencial do pagamento,
a liberação das garantias somente ocorrerá no prazo de 48 horas após a
realização da Assembleia Geral Ordinária subsequente ao pagamento dessa
quitação, em razão de eventual aumento do crédito na forma deste Regulamento.
Parágrafo Segundo - Optando o CONSORCIADO pela baixa do gravame
imediatamente ao pagamento do saldo devedor, independentemente de
aguardar o prazo da realização da Assembleia Geral Ordinária subsequente a
este pagamento, deverá proceder ao pagamento de caução visando
salvaguardar a arrecadação do grupo de consórcio, que permanecerá em conta
bancária vinculada ao grupo de consórcio para fins de aplicação financeira.
Parágrafo Terceiro - A caução disposta no parágrafo anterior é fixada em
10%(dez por cento) do valor do pagamento do saldo devedor. Se não houver
aumento do crédito objeto do consórcio, ou se houver aumento e este for inferior
ao valor caucionado, será devolvido ao CONSORCIADO o valor remanescente,
em ambos os casos, acrescido da aplicação financeira, em fundos de curto prazo
conforme o §2º do artigo 6º da Circular 3.432/09, no prazo de 48 horas após a
data da realização da Assembleia Geral Ordinária subsequente ao pagamento
da caução.
TAXA DE ADMINISTRAÇÃO E SUA ANTECIPAÇÃO
Cláusula 10 - A taxa de administração será cobrada de forma diferenciada, ao
longo do plano de consórcio contratado, de forma que a soma total dos valores
cobrados em cada parcela não ultrapasse o percentual total contratado descrito
na Proposta de Participação e no Contrato de Consórcio registrado em cartório.
Parágrafo Primeiro - No ato da assinatura do presente instrumento, nos termos
do inciso I e II, §3º do artigo 27 da Lei 11.795/08, a ADMINISTRADORA poderá
cobrar do CONSORCIADO a antecipação da taxa de administração, de acordo

13
REGULAMENTO

com o Plano contratado, destinada às despesas imediatas vinculadas à venda


da cota, suporte aos custos de formação do grupo e remuneração de vendedores
e representantes.
Parágrafo Segundo – O percentual da antecipação da taxa de administração, se
cobrado e/ou definido no ato da assinatura da Proposta de Participação, será

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integralmente deduzido do valor total da taxa de administração contratada. O
percentual de taxa de administração antecipada, bem como os percentuais
devidos de taxa de administração em cada parcela estão descritos no campo
“DECOMPOSIÇÃO DOS PAGAMENTOS” do contrato disponibilizado ao
CONSORCIADO na forma do parágrafo segundo da cláusula 1ª.

Parágrafo Terceiro – Independentemente de eventual antecipação de


parcelas que venha a ocorrer ao longo do plano, a taxa de administração
contratada irá incidir sobre todas as parcelas do prazo da cota de consórcio de
acordo com os percentuais descritos no campo “DECOMPOSIÇÃO DOS
PAGAMENTOS” do contrato de Consórcio.
DA CONSTITUIÇÃO DO GRUPO
Cláusula 11 - O grupo de consórcio será considerado formado na data da realização da primeira
Assembleia Geral Ordinária, cujo prazo de duração será contado desta data, designada pela
ADMINISTRADORA, formado por créditos de valores diferenciados, bem como
taxa de administração diferenciada, observado que, assegurada a viabilidade
econômico-financeira do grupo, a convocação só poderá ser feita se a arrecadação
dos recursos do grupo para essa assembleia for suficiente para a entrega do
crédito objeto do contrato de maior valor do grupo de consórcio por meio de
contemplação exclusivamente por sorteio.
Parágrafo Primeiro – O número máximo de participantes do grupo será aquele indicado e
previsto no campo “DADOS DA COTA” do contrato de consórcio.
Parágrafo Segundo – Ocorrendo a desistência ou a exclusão de CONSORCIADOS, o
grupo continuará funcionando sem prejuízo do prazo de duração estipulado no contrato,
permitida sua substituição por um novo CONSORCIADO, que encerrará sua participação,
nos moldes do contrato por adesão por este aderido, dentro do prazo que resta para o grupo
se encerrar.
Parágrafo Terceiro – A ADMINISTRADORA, seus sócios, diretores, gerentes e prepostos
com função de gestão poderão adquirir cotas de consórcio integrando quaisquer dos grupos, porém
somente poderão concorrer aos sorteios ou lances após a contemplação de todos os demais
CONSORCIADOS.
Parágrafo Quarto – Não constituído o grupo no prazo de 90 (noventa) dias,
contados a partir da data da assinatura da proposta para participação em grupo
de consórcio, a ADMINISTRADORA devolverá ao CONSORCIADO os valores
cobrados, acrescidos dos rendimentos líquidos, se houver, provenientes de sua
aplicação financeira.
Parágrafo Quinto – Tratando-se de grupo com créditos de valores diferenciados,

14
REGULAMENTO

o crédito de menor valor, vigente na data de constituição do grupo, não poderá


ser inferior a 50% (cinquenta por cento) ao crédito de maior valor do grupo. Não
se aplica esta regra se houver variação maior que a definição deste dispositivo
na vigência do grupo, com relação a eventual atualização dos créditos, por se
tratar de fator alheio à constituição deste.
Parágrafo Sexto – Não se aplica a limitação do valor do crédito disposta no Parágrafo Quinto,
bem como a limitação do número de participantes, disposto no parágrafo primeiro desta Cláusula,
para o caso de grupo resultante da fusão de outros grupos, desde que aprovada referida fusão,
observado o procedimento da Cláusula 14 deste instrumento.
Parágrafo Sétimo – É permitido ao CONSORCIADO ter mais de uma cota em um

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mesmo grupo desde que limitado ao percentual máximo de 10% (dez por cento)
em relação ao número máximo permitido de cotas de consorciados ativos
do grupo, indicado no contrato, observada ainda eventual limitação de crédito a
ser imposta pela ADMINISTRADORA, visando assegurar a saúde financeira do
grupo de consórcio.
DOS DEMAIS PAGAMENTOS DEVIDOS
Cláusula 12 - Além das taxas e contribuições previstas neste instrumento,
poderãoser cobrados dos CONSORCIADOS:
a) Prêmio de seguro de vida em grupo, seguro desemprego ou inatividade, se
contratados pelo CONSORCIADO, seguro de crédito e seguro de garantias contratuais, nos
termos das apólices contratadas pela ADMINISTRADORA, figurando esta exclusivamente
como ESTIPULANTE, ficando o grupo de consórcio por ela REPRESENTADO como
FAVORECIDO, objetivando salvaguardar os interesses coletivos dos CONSORCIADOS em face
da sinistralidade peculiar detectada em grupos de bens de alto risco ou de planos com maior
duração, salientando, ainda, que os prêmios são recolhidos e repassados integralmente à(s)
seguradora(s) detentora(s) da(s) apólice(s), não se configurando quaisquer hipóteses de
cumulação, vinculação ou associação de produtos e/ou serviços, asseveradas no Código de Defesa
do Consumidor, mas, sim, uma salvaguarda coletiva dos integrantes do grupo de consórcio, em
face das peculiaridades acima;
b) Juros de 1% (um por cento) ao mês e multa moratória de 2% (dois por cento),
calculados sobre o valor atualizado das contribuições em atraso e que serão
destinados, em igualdade, ao Grupo de Consórcio e à ADMINISTRADORA;
c) Diferenças de importâncias pagas a menor, relativas às contribuições mensais, quando for o
caso;
d) Despesas comprovadamente realizadas com o registro obrigatório de contratos e suas
garantias complementares, inclusive nos casos de cessão e transferência dos respectivos direitos
e obrigações;
e) IPVA, multas, taxas, vencidas e não pagas e demais encargos incorridos na Busca e Apreensão
da garantia, no caso de bem móvel, IPTU, condomínio, multas, taxas e demais encargos e
despesas que recaírem sobre bem imóvel recuperado garantido por alienação fiduciária;
f) Despesas com honorários advocatícios, custas processuais, despesas de
cobrança, notificação, protesto e apontamento junto aos órgãos de restrição
ao crédito;
g) Diferença de eventual atualização do crédito revertido ao fundo comum do grupo em caso de
descontemplação;
h)Taxa mensal sobre as importâncias não procuradas pelos CONSORCIADOS, observado o

15
REGULAMENTO

disposto nas cláusulas, 43, 43.1, 43.2 e 43.3;


i) Taxa de Cadastro/Documentos de Garantia decorrente da análise de disponibilização
do crédito ao CONSORCIADO, bem como para a análise da documentação das garantias do
grupode consórcio, bem como inclusão, registro e liberação de gravame junto ao DETRAN e/ou
empresa concessionária desse serviço por disposição de convênio com o poder público, no caso
de veículos automotores, bem como registro da garantia nos órgãos de controle e registro dos
demais bens, assim como para a análise da documentação e pesquisa necessária para
salvaguardar a garantia no caso de bens imóveis, e ainda para a emissão da documentação

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relativa à baixa da sua alienação fiduciária, no importe de 1%(um por cento) do valor do
crédito vigente na data da contemplação, percentual esse que será devido somente após a
contemplação, integrando o saldo devedor da cota de consórcio, que poderá ser deduzido do
crédito disponibilizado, ou pago conjuntamente à parcela a vencer após o pagamento do crédito.
Referida taxa será estornada em caso de retirada do crédito em espécie;
j) Taxa de transferência deste contrato de participação em grupo de consórcio,
equivalentea 1% (um por cento), calculado sobre o valor atualizado do crédito. Referida
taxa é destinada a cobrir os custos da ADMINISTRADORA para a análise dos dados
econômicos/financeiros do cessionário proponente, taxa esta que será devida
INDEPENDENTEMENTE da aprovação cadastral e da efetivação da transferência;
k) Seguro do bem como garantia contratual adicional, em razão da espécie do bem dado em
garantia,à critério da ADMINISTRADORA;
l) Fretes, quando não inclusos no valor do crédito disponibilizado;
m) Avaliação de bens usados realizadas por empresas ou profissionais
credenciadospela ADMINISTRADORA;
n) Despesas com cópia e envio de 2ª (segunda) via de documento, se solicitado pelo
consorciado ou por seu substituto legal;
o) Taxa equivalente a 1% (um por cento) do bem objeto do plano, vigente na data
da solicitação, na hipótese de substituição de bem(ns) dado(s) em garantia;
p) Taxa equivalente a 1% (um por cento) do crédito atualizado do contrato,
vigente na data da solicitação, na hipótese do consorciado manifestar seu
interesse na reativação da cota, cancelada a pedido do consorciado ou por exclusão, em
razão das despesas necessárias ao restabelecimento como CONSORCIADO ATIVO;
q) Despesas incorridas na emissão de escrituras de hipoteca ou de alienação fiduciária, se o caso,
seu respectivo registro e os impostos de transmissão inter-vivos;
r) Despesas decorrentes da compra e entrega do bem, por solicitação do CONSORCIADO, em
praça diversa do local da assinatura do contrato;
s) Caução na forma do parágrafo segundo da cláusula 9.1.
DAS ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIAS
Cláusula 13 - A Assembleia Geral Ordinária destina-se à contemplação, ao atendimento de
informações aos CONSORCIADOS e à prestação de contas relativas ao grupo de consórcio.
Parágrafo Único: As Assembleias Gerais Ordinárias serão realizadas de forma
eletrônica, mensalmente, na sede da Prestadora de Serviços de Administração,
no município de SANTANA DE PARNAÍBA-SP, em dia e hora preestabelecidos pela
ADMINISTRADORA, após a data de vencimento das contribuições mensais, com
a resultado publicado no site www.cnvw.com.br, na área de Clientes, e no
aplicativo CNVW.

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REGULAMENTO

Cláusula 13.1 - Nas Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias:


I - Cada cota dará direito a um voto, podendo somente deliberar e votar o
CONSORCIADO em dia com o pagamento de suas contribuições;
II - Instalar-se-á com qualquer número de CONSORCIADOS participantes do grupo, por
procuradores ou representantes legais e expressamente constituídos para apreciarem e votarem
as matérias constantes da pauta de convocação da assembleia, sendo as deliberações tomadas

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por maioria simples dos votos, não se computando os votos em branco;
III - A presença, para os efeitos do inciso II, será considerada ao CONSORCIADO que,
observado o disposto no inciso I, enviar seu voto por carta, postada com aviso de recebimento
(AR), SMS ou via e-mail, estes últimos com comprovação de recebimento e leitura da mensagem
eletrônica, desde que recebidos pela ADMINISTRADORA até o último dia útil antecedente à
realização da mesma, sempre definida a forma de votação e o prazo no edital de convocação;
IV - O CONSORCIADO outorga à ADMINISTRADORA, ao aderir a este contrato
por adesão e após integrar a um grupo de consórcio, procuração com poderes
para representá-lo nas Assembleias Gerais Ordinárias em que estiver ausente,
ou que não constituir outro procurador para este fim, com poderes específicos
para assinar lista de presença, votar e deliberar sobre as matérias pertinentes
e praticar todos os atos necessários ao fiel cumprimento deste mandato
conforme previsto no § 1º,do artigo 20 da Lei 11.975/08.
V - A ADMINISTRADORA lavrará atas das Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias;
VI - A ADMINISTRADORA deixará à disposição dos CONSORCIADOS que tenham direito
de voto na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, a relação contendo o nome e o endereço
completo de todos os participantes do grupo, apresentando, quando for o caso, documento em
que seja formalizada a Discordância do CONSORCIADO com a divulgação dessas
informações, declarado quando da anuência deste contrato, bem como as demonstrações
financeiras do respectivo grupo e outras informações relacionadas a este quando solicitadas.
Cláusula 13.2 - Na assembleia de constituição do grupo, a ADMINISTRADORA deverá:
I - Comprovar a existência de recursos suficientes para assegurar a viabilidade econômico
financeira do grupo, verificada a capacidade de pagamento dos proponentes relativamente às
obrigações financeiras assumidas perante o grupo e a ADMINISTRADORA, observada a
Cláusula 1.1, 1.2 e 11deste Regulamento;
II - Promover eleição do CONSORCIADO que se tornará representante do grupo, com o
mandato gratuito, tendo a responsabilidade de fiscalizar os atos da ADMINISTRADORA na
condução das operações do respectivo grupo, observado que:
a) Para exercer o encargo de representante do grupo, com mandato não remunerado, o grupo,
através do presente instrumento, elege o CONSORCIADO cuja data de adesão seja a mais
antiga do grupo.
b) Havendo contemplação ou exclusão da cota do CONSORCIADO representante do grupo,
será eleito na Assembleia Geral Ordinária subsequente o novo representante, observado o
mesmo critério do parágrafo anterior.
c) O titular da cota eleita para representante do grupo poderá renunciar ao encargo mediante
solicitação formal à ADMINISTRADORA, que, após a efetivação da renúncia, comunicará o
novo representante na Assembleia Geral Ordinária subsequente.

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REGULAMENTO

d) No caso de transferência da cota, observada a Cláusula 37, cuja titularidade seja a do


representante do grupo, o cessionário assumirá o referido encargo, sem prejuízo das
disposições anteriores.
III - Fornecer todas as informações aptas à apreciação, da modalidade de aplicação
financeira mais adequada para os recursos do grupo, bem como as relativas ao depósito em
conta bancária individualizada ou não;

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IV - Fazer constar na ata da assembleia o nome e o endereço do responsável pela auditoria
externa, devendo ser adotada igual providência quando houver alteração do mesmo;
V - Não eleger para representante do grupo funcionários, sócios, gerentes, diretores e
prepostos da ADMINISTRADORA ou de empresas a ela ligadas, situação em que se
observará a forma de apuração disposta no Parágrafo Primeiro do inciso II desta Cláusula,
excetuado o eleito nas condições deste dispositivo;
VI - Comunicar que o representante do grupo terá acesso, em qualquer data, a todos os
demonstrativos e documentos pertinentes às operações do grupo;
VII - Submeter à aprovação, a cobrança de seguro de quebra de garantia para o grupo, e
VllI - Dispor as condições específicas de características do grupo.
Parágrafo Único: Na hipótese de descumprimento pela ADMINISTRADORA das
disposições contidas nesta cláusula e seus incisos, o CONSORCIADO poderá se
retirar do grupo, desde que não tenha concorrido às contemplações, e os valores
pagos lhe serão restituídos, acrescidos dos rendimentos líquidos provenientes
de sua aplicação financeira.
DAS ASSEMBLEIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS
Cláusula 14 - Compete à Assembleia Geral Extraordinária, dos CONSORCIADOS, dentre
outros assuntos, deliberar sobre:
I - Substituição ou transferência da administração do grupo para outra empresa de consórcio,
cuja decisão deverá ser comunicada ao Banco Central do Brasil;
II - Fusão de grupos de consórcio administrados pela ADMINISTRADORA;
III - Ampliação do prazo de duração de grupo, com suspensão ou não de pagamento de prestações
por igual período, na ocorrência de fatos que onerem excessivamente os CONSORCIADOS ou
de outroseventos que dificultem o cumprimento de suas obrigações;
IV - Dissolução do grupo, na ocorrência de descumprimento das disposições legais relativas à
administração do grupo de consórcio, ou das disposições constantes deste Regulamento e no
caso de exclusão de CONSORCIADOS em número que comprometa a contemplação dos
participantes no prazo estabelecido para a duração do grupo;
V - Substituição do bem ou crédito referencial optado no contrato (bem referenciado na tabela do
fabricante);
VI - Extinção do índice de atualização do valor do crédito indicado no contrato;
VII - Quaisquer outras matérias de interesse do grupo e/ou da ADMINISTRADORA, desde que
não colidam com as disposições deste Regulamento e do Contrato de Consórcio e/ou com a
normatização do sistema de consórcio.
Parágrafo Primeiro - Nas deliberações referentes aos assuntos indicados nos incisos III, IV, V e
VI desta cláusula, somente os CONSORCIADOS ATIVOS ainda não contemplados poderão votar,

18
REGULAMENTO

cujos créditos, bens, ou seus respectivos índices de atualização foram alterados, substituídos,
descontinuados ou extintos.
Parágrafo Segundo - A ADMINISTRADORA convocará a Assembleia Geral Extraordinária
no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, contados da data em que tiver tomado conhecimento oficial
da alteração na identificação do bem referenciado no contrato ou da extinção do índice de
atualização do valor do crédito indicado no contrato, para a deliberação de que tratam os incisos V e
VI dessa cláusula.
Parágrafo Terceiro – A Assembleia Geral Extraordinária será convocada pela
ADMINISTRADORA, por sua iniciativa ou por solicitação de, no mínimo, 30% (trinta por cento)

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dos CONSORCIADOS, obrigando-se a ADMINISTRADORA, no caso de iniciativa destes
últimos, fazer a convocação no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, contados da data da solicitação,
para deliberar sobre os assuntos dispostos nos incisos I a VII desta cláusula.
Parágrafo Quarto - Quando a convocação da Assembleia Geral Extraordinária for solicitada
pelos CONSORCIADOS, a ADMINISTRADORA fará expedir sua convocação no prazo
máximo de 5 (cinco) dias úteis, contado da respectiva solicitação.
Parágrafo Quinto - A convocação da Assembleia Geral Extraordinária pela ADMINISTRADORA
será efetuada mediante o envio de carta com aviso de recebimento (AR), telegrama ou
correspondência eletrônica, com até 8 (oito) dias úteis de antecedência da sua realização, a todos
os participantes do grupo, devendo dela constar, obrigatoriamente, informações sobre o dia, hora
e local em que será realizada a assembleia,bem como os assuntos a serem deliberados. O prazo
a que se refere este parágrafo será contado incluindo-se o dia da realização da assembleia e
excluindo-se o dia da expedição da carta, telegrama ou correspondência eletrônica.
Parágrafo Sexto - Nas Assembleias Gerais Extraordinárias, os procuradores ou
representantes legais dos CONSORCIADOS, deverão ter poderes específicos
para deliberação e votação sobre os assuntos da convocação, e a
ADMINISTRADORA somente poderá representar o CONSORCIADO se este lhe
outorgar poderes específicos para o evento.
Parágrafo Sétimo - Deliberada na Assembleia Geral Extraordinária a dissolução do grupo com
base no assunto tratado no inciso IV da cláusula 14 deste Regulamento, os CONSORCIADOS
que já tiverem adquirido seus bens, recolherão na data do vencimento as contribuições vincendas
que serão atualizadas de acordo com o valor do crédito contratado, na forma e critérios
estabelecidos neste Regulamento.
Parágrafo Oitavo - Para o caso de dissolução do grupo, as importâncias recolhidas na forma
dos incisos anteriores serão restituídas mensalmente de acordo com a disponibilidade de caixa, por
rateio proporcional ao saldo credor de cada CONSORCIADO, aos ativos, que ainda não
receberam os bens, e aos excluídos. Nestas restituições serão deduzidas as taxas e disposições
previstas neste Regulamento.
Parágrafo Nono - Deliberada em Assembleia Geral Extraordinária, a substituição do bem/crédito
referencial objeto do Plano e/ou do respectivo índice oficial de correção, para atendimento do
disposto nos incisos V e VI da cláusula 14, deste Regulamento, serão aplicados os seguintes
critérios:
a) As contribuições dos CONSORCIADOS ATIVOS já contemplados, vincendas ou em atraso,
inclusive o crédito parcial dos CONSORCIADOS até então EXCLUÍDOS, serão atualizadas
de acordo com as variações que ocorrerem no valor do novo crédito a partir de sua substituição;
b) As prestações ou contribuições dos CONSORCIADOS ATIVOS não contemplados, serão
calculadas com base no preço do novo crédito referencial ou do bem definido na Tabela do
19
REGULAMENTO

fabricante eleito, na data da substituição e posteriores alterações, observando-se que as


prestações ou contribuições já pagas deverão ser atualizadas na data da substituição e de
acordo com o preço do novo crédito referencial ou do bem definido na Tabela do Fabricante,
devendo o valor resultante ser somado às prestações devidas, ou das mesmas subtraídas,
conforme o preço do novo crédito escolhido for superior ou inferior em relação ao valor do crédito
originalmente previsto no contrato de consórcio e suas subsequentes alterações na forma do
Regulamento;
c) Tendo sido paga a importância igual ou superior ao valor total do crédito referencial ou do preço
do bem definido na Tabela do Fabricante, oportunizada pela substituição do crédito anterior por
força da Assembleia Geral Extraordinária, o CONSORCIADO terá direito a aquisição do crédito
somente após a sua contemplação por sorteio, e a importância recolhida a maior lhe será

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devolvida, independentemente de contemplação, na medida da disponibilidade do saldo de caixa
do grupo.
CONTEMPLAÇÃO
Cláusula 15 - A contemplação é a atribuição do direito ao CONSORCIADO ATIVO
de utilizar o seu crédito na forma deste instrumento, bem como para a
restituição das parcelas pagas ao CONSORCIADO EXCLUÍDO, observadas as
disposições do contrato, tendo como base o valor do crédito vigente na data da
assembleia de contemplação.
Parágrafo Único: Não será admitida qualquer expectativa ou promessa de
contemplação considerando que a apuração aos sorteios e lances obedece
rigorosamente ao disposto nas cláusulas 18, 19, 20, 21 e 22 deste instrumento,
atendendo o fim social do contrato de consórcio que possibilita a aquisição de
bens pelo autofinanciamento, direito inerente a cada um dos consorciados do
grupo.
Cláusula 16 - A contemplação se dará exclusivamente por meio de sorteio e
lances, livre e/ou fixo (este último se previsto na Ata da Assembleia Inaugural do
Grupo), para os CONSORCIADOS ATIVOS, e exclusivamente por meio de sorteio
aos CONSORCIADOS EXCLUÍDOS, sendo que primeiramente será contemplada a cota por
meio de sorteio aos ATIVOS, posteriormente será contemplada a cota aos EXCLUÍDOS, se
houver disponibilidade de caixa, e em seguida serão contempladas as cotas por meio de lance,
igualmente respeitado o saldo do grupo. Esgotadas as possibilidades de contemplação na
Assembleia Geral Ordinária para os lances, livre e/ou fixo, seja por falta de saldo e/ou por falta de
cotas aptas à contemplação, serão contempladas, na sequência, cotas de consórcio
exclusivamente por sorteio, obedecendo a regra de uma cota Ativa e uma cota Excluída até quanto
o saldo do grupo permita essas contemplações, e na sequência, em não havendo mais saldo para
contemplar cotas Ativas por sorteio, serão contempladas as cotas Excluídas, até quanto o saldo do
grupo permitir.
Parágrafo Primeiro - Ocorrida a contemplação de todos os CONSORCIADOS ATIVOS
antes do encerramento do prazo do grupo proceder-se-á à contemplação dos CONSORCIADOS
EXCLUÍDOS, observados os critérios de sorteio, de tantas quantas cotas o saldo do grupo permitir.
Parágrafo Segundo – Para a realização da contemplação por meio de lance é
necessário que o valor ofertado, somado ao saldo do grupo, na assembleia de
contemplação, atinja o valor suficiente para a entrega do lance vencedor.
Parágrafo Terceiro – É admitido a utilização de LANCE EMBUTIDO, assim

20
REGULAMENTO

considerado a oferta de recursos, para fins de contemplação, mediante a


utilização de parte do valor do crédito contratado, lance este que será deduzido
do crédito e cuja fixação, limitação e possibilidade de sua utilização serão
dispostas na Ata da ASSEMBLEIA INAUGURAL do Grupo de Consórcio.
Cláusula 17 - Somente o CONSORCIADO ATIVO não contemplado e em dia com as
suas contribuições ao grupo, impreterivelmente até a data do vencimento de sua
parcela, que ocorrerá sempre antes da Assembleia Geral Ordinária de
contemplações, poderá participar do sorteio e concorrer aos lances. O
CONSORCIADO EXCLUÍDO concorrerá somente aos sorteios na forma deste
Instrumento. As contribuições ficam condicionadas ao disposto nas cláusulas
3ª, 4ª e 6ª deste Regulamento.

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SORTEIO
Cláusula 18 – A contemplação nas assembleias ordinárias, mediante sorteio,
será realizada através do aproveitamento do resultado da extração da Loteria
Federal imediatamente anterior à data da realização da Assembleia Geral
Ordinária.
Parágrafo Primeiro – O resultado do sorteio com a extração da Loteria Federal
será obtido da seguinte forma:
a) Para grupos acima de 100(cem) até 1.000 (mil) participantes, terá como referência
o resultado da Loteria Federal, onde serão formadas 3 centenas para cada prêmio.
Considerando que serão 5 prêmios da Loteria Federal por extração, teremos então um
total de 15 centenas. A composição das 15 centenas inicia-se pelo primeiro prêmio,
juntando-se o 3°, 4°e 5° números que formará a primeira centena, seguido pelo 2°, 3° e 4°
números (segunda centena), seguido pelo 1°, 2° e 3° números (terceira centena). Em
seguida serão compostas mais 3 centenas do segundo prêmio, 3 centenas do terceiro, 3
centenas do quarto e 3 centenas do quinto prêmio, seguindo o mesmo critério de
agrupamento dos números, conforme se observa no exemplo abaixo. A centena 000
corresponderá a cota de número 1000 (mil).
b) Para grupos com mais de 1.000 (mil) e até 10.000 (dez mil) participantes, terá como
referência o resultado da Loteria Federal, onde serão formados 2 milhares para cada
prêmio. Considerando que serão 5 prêmios da Loteria Federal por extração, teremos
então um total de 10 milhares. A composição dos 10 milhares inicia-se pelo primeiro
prêmio, juntando-se o 2º, 3°, 4°e 5° números que formará o primeiro milhar, seguido pelo
1°, 2°, 3° e 4° números (segundo milhar). Em seguida serão compostos mais 2 milhares
do segundo prêmio, 2 milhares do terceiro, 2 milhares do quarto e 2 milhares do quinto
prêmio, seguindo o mesmo critério de agrupamento dos números, conforme se observa
no exemplo abaixo. O milhar 0000 corresponderá a cota de número 10.000 (dez mil).

21
REGULAMENTO

Parágrafo Segundo – A primeira centena ou o primeiro milhar formado pelo 1° prêmio


da extração da Loteria Federal será definido o número para efeito de contemplação,
sendo as demais combinações consideradas reservas na ordem em que foram
agrupadas. Não sendo possível determinar a cota contemplada dentre as 15
centenas(para grupos até 1.000 participantes) ou 10 milhares (para grupos acima de 1.000
até 10.000 participantes) apuradas, adotar-se-á o seguinte critério: será utilizada a 1ª
centena ou o 1º milhar encontrado (3º, 4° e 5° números do 1° prêmio para os grupos com
até 1.000 participantes ou 2º, 3°, 4° e 5° números do 1° prêmio para os grupos com mais
de 1.000 até 10.000 participantes), que servirá de base para apuração, sendo declarado
contemplado o CONSORCIADO titular da cota imediatamente superior mais próxima da
primeira centena ou milhar encontrada (que no exemplo é a centena número 801 para
grupos com até 1.000 participantes, e o milhar número 6801 para grupos com mais 1.000
até 10.000 participantes) e, não estando este número habilitado, será declarado
contemplado o CONSORCIADO titular da cota inferior mais próxima ao da primeira
centena ou milhar encontrada e assim sucessivamente buscando os números acima e após

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abaixo,até que seja localizada uma cota a contemplar..
Parágrafo Terceiro – Para os grupos com até 1.000 (mil) participantes, serão excluídos da
extração da Loteria Federal os números que ultrapassarem o número máximo de participantes do
Grupo de Consórcio. Também, para os grupos com mais de 5.000 e até 10.000 participantes, serão
excluídos da extração da Loteria Federal os números que ultrapassarem o número máximo de
participantes do Grupo de Consórcio. O número máximo de participantes é definido na Assembleia
Inaugural do Grupo de Consórcio.
Exemplo 1: grupos com 900 participantes, serão excluídos os números de 901 a 000 da
extração da Loteria Federal; grupos com 600 participantes, serão excluídos os números de 601
a 000 da extração da Loteria Federal; grupos com 400 participantes, serão excluídos os números
de 401 a 000 da extração da Loteria Federal.
Exemplo 2: grupos com 6.000 participantes, serão excluídos os números de 6.001 a 0000
da extração da Loteria Federal; grupos de 7.000 participantes, serão excluídos os números
de 7.001 a 0000 da extração da Loteria Federal; grupos de 8.000 participantes, serão
excluídos os números de 8.001 a 0000 da extração da Loteria Federal; grupos de 9.000
participantes, serão excluídos os números de 9.001 a 0000 da extração da Loteria Federal.
Parágrafo Quarto – Para os grupos constituídos com até 5.000 participantes, os
CONSORCIADOS concorrerão com os milhares adicionais correspondentes à
proporcionalidade do limite de 10.000 números da extração da Loteria Federal (milhar),
em relação ao número máximo de participantes definido na Assembleia Inaugural do grupo
de consórcio.
Exemplo 1: Um grupo com 2.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 4
números adicionais, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001
concorrerá com a somatória de mais 4 vezes o número máximo de participantes de seu
grupo, são eles: (0001+2000=) 2001, (2001+2000=) 4001, (4001+2000=) 6001 e
(6001+2000=) 8001; a cota de consórcio 0002 concorrerá com a somatória de mais 4
vezes o número máximo de participantes do seu grupo, são eles: (0002+2000=) 2002,
(2002+2000=) 4002, (4002+2000=) 6002 e (6002+2000=) 8002, e assim sucessivamente
cada cota de consórcio terá seus números adicionais em relação à quantidade máxima de
participantes de seu grupo de consórcio. Neste exemplo não há exclusão de números,
sendo a cota de consórcio 2.000 representada pelos números adicionais (2000+2000=)
4.000, (4000+2000=) 6.000, (6000+2000=) 8.000 e (8000+2000=) 0000.
Exemplo 2: Um grupo com 3.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 2
números adicionais, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001
concorrerá com a somatória de mais 2 vezes o número máximo de participantes de seu
grupo, são eles: (0001+3000=) 3001 e (3001+3000=) 6001; a cota de consórcio 0002

22
REGULAMENTO

concorrerá com a somatória de mais 2 vezes o número máximo de participantes do seu


grupo, são eles: (0002+3000=) 3002 e, (3002+3000=) 6002, e assim sucessivamente cada
cota de consórcio terá seus números adicionais em relação à quantidade máxima de
participantes de seu grupo de consórcio. Neste exemplo são excluídos os números 9.001
a 0000.
Exemplo 3: Um grupo com 4.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 1
número adicional, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001
concorrerá com a somatória de mais 1 vez o número máximo de participantes de seu grupo
de consórcio, ou seja, o número (0001+4000=) 4001; a cota de consórcio 0002 concorrerá
também com o número (0001+4000=) 4002, e assim sucessivamente. Neste exemplo são
excluídos os números 8.001 a 0000, sendo que a cota de consórcio 4.000 será
representada também pelo número adicional 8000.
Exemplo 4: Um grupo com 5.000 participantes, cada integrante concorrerá com mais 1
número adicional, além do número de sua cota de consórcio: a cota de consórcio 0001

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concorrerá com a somatória de mais 1 vez o número máximo de participantes de seu
grupo, ou seja, o número (0001+5000=) 5001; a cota de consórcio 0002 concorrerá
também com o número (0002+5000=) 5002, e assim sucessivamente. Neste exemplo não
há exclusão de números da extração da Loteria Federal, sendo que a cota de consórcio
5.000 será representada também pelo número adicional 0000.
Parágrafo Quinto – Para efeito de nomenclatura na assembleia geral ordinária,
para fins de contemplação e desempate, serão utilizados os números originários
das cotas, e não os milhares adicionais, apenas para efeitos sistêmicos, não se
caracterizando a perda dos direitos sobre os números adicionais nos grupos em
que houver essa condição. Exemplo: Em um Grupo de Consórcio com 5000
participantes, caso ocorra a extração do número 5001 da Loteria Federal,
conforme as regras acima dispostas, a cota contemplada será a 0001(e assim
sucessivamente, observada a regra de números adicionais), sendo esse número
de cota de consórcio utilizado como referência na assembleia geral ordinária
para fins de contemplação e desempate.
Parágrafo Sexto – A contemplação nas assembleias ordinárias para os CONSORCIADOS
EXCLUÍDOS obedecerá ao mesmo critério definido para a contemplação do consorciado ativo,
porém não, se caracterizará qualquer vínculo da centena ou milhar contemplada ao ATIVO com a
do EXCLUÍDO, observando que existindo mais de uma sequência para a cota (exemplo: 801.01,
801.02, 801.03, etc; ou 6801.01, 6801.02, 6801.03, etc.) será declarada contemplada a cota cuja
exclusão for a mais antiga, ou seja, a sequência de número menor, no caso em exemplo a ".01".
Parágrafo Sétimo – Se já estiver contemplada a cota da sequência mais antiga, conforme
acima exposto, passará o sorteio, na forma do critério da centena ou milhar sorteada, por
todas as sequências existentes na cota contemplada por sorteio ao excluído, em ordem
crescente, antes de passar para as respectivas sequências da cota reserva e assim
sucessivamente.
Parágrafo Oitavo – A sequência descritiva em cada cota indica a sua substituição (exemplo:
801.01, 801.02, 801.03, etc. ou 6801.01, 6801.02, 6801.03, etc.), sendo que a cota ativa sempre
será representada pela sequência ".00" (exemplo: 801.00 ou 6801.00).
Parágrafo Nono – Considerando as sequências descritivas de substituição a EXCLUÍDOS, a
centena ou milhar declarada contemplada não dará direito à contemplação de todas as sequências,
como critério de igualdade entre ATIVOS e EXCLUÍDOS, tornando justa e equilibrada a utilização
do saldo de caixa do grupo para as contemplações. Esgotadas as possibilidades de contemplação
na Assembleia Geral Ordinária para os lances, livre e/ou fixo, seja por falta de saldo e/ou por falta
23
REGULAMENTO

de cotas aptas à contemplação, serão contempladas, na sequência, cotas de consórcio


exclusivamente por sorteio, obedecendo a regra de uma cota Ativa e uma cota Excluída até quanto
o saldo do grupo permita essas contemplações, e na sequência, em não havendo mais saldo para
contemplar cotas Ativas por sorteio, serão contempladas as cotas Excluídas, até quanto o saldo do
grupo permitir.
Parágrafo Dez - A Assembleia Inaugural do Grupo de Consórcio poderá definir a quantidade e
as formas de contemplações mensais, as sequências de contemplações, por ser soberana, sempre
observado o saldo do referido Grupo de Consórcio.
CANCELAMENTO DA CONTEMPLAÇÃO
Parágrafo Onze - A contemplação do CONSORCIADO ATIVO que não tendo
utilizado o crédito de forma total ou parcial será cancelada, após deixar de
realizar o pagamento de 2 (duas) contribuições mensais, sucessivas ou

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alternadas, independentemente de aviso ou notificação, nos termos do artigo
10º da Circular 3432/09, do Banco Central do Brasil.
Parágrafo Doze – Cancelada a contemplação, esta será divulgada na Assembleia
Geral Ordinária subsequente à caracterização da inadimplência prevista no
parágrafo anterior, o CONSORCIADO passará à condição de NÃO CONTEMPLADO
econsequentemente EXCLUÍDO nos termos da Cláusula 39, e o crédito disponibilizado
será integrado ao fundo comum do grupo para promover a contemplação dos demais integrantes do
grupo, na mesma oportunidade, observada a cláusula 16 deste Regulamento.
Parágrafo Treze – Caso o crédito acrescido dos rendimentos da aplicação
financeira, disponibilizado para a cota que teve a contemplação cancelada,
retorne com valor inferior ao crédito vigente na data da Assembleia Geral
Ordinária em que houve o cancelamento, a diferença será deduzida do fundo
comum da cota de consórcio.
Parágrafo Catorze – No caso de já haver ocorrido a liberação de crédito parcial
com a aquisição de bens, a manutenção da inadimplência na cota de duas ou
mais parcelas caracterizará infração ao §2º do artigo 3º da Lei 11.795/08 e o
vencimento antecipado da dívida total, autorizando a ADMINISTRADORA a
deduzir do crédito disponível, se houver, o débito total constatado, até o seu
limite, ou amortizar o saldo devedor das parcelas em aberto que o crédito parcial
ainda não disponibilizado permitir, considerando o vencimento antecipado de
todo o débito, promovendo de imediato, se o caso, a execução da(s) garantia(s)
na forma do contrato até a satisfação total da dívida.
Parágrafo Quinze – Se o CONSORCIADO solicitar o cancelamento formal da
contemplação e vier a ocorrer aumento do crédito contratado até a data da
realização da próxima Assembleia Geral Ordinária, a diferença apurada entre o
valor do crédito disponibilizado somado aos rendimentos da aplicação financeira
e o valor do crédito reajustado, será acrescida ao saldo devedor da respectiva
cota visando a recomposição do saldo do grupo.
LANCE
Cláusula 19 – Os lances serão ofertados em múltiplos de contribuições mensais,
que serão transformados em percentuais de quitação ou amortização do débito
tendo como referência o valor do crédito contratado e desde que:
a) Não seja inferior a 1% (um por cento) do saldo devedor do CONSORCIADO
licitante;

24
REGULAMENTO

b) Não superior ao número de contribuições vincendas, limitada ao número


de meses faltantes para o encerramento do grupo;
c) Não superior ao maior lance possível relativamente à somatória das
contribuições vincendas mensais do CONSORCIADO integrante desde o início
do grupo, para o caso de cotas que integrem o grupo já em andamento.
d) Não superior ao maior lance possível dentro do percentual ideal do grupo,

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observado o prazo do grupo e a quantidade de assembleias gerais ordinárias
já transcorridas. Exemplo: se o grupo tem prazo de 100 meses, com percentual
ideal mensal de 1%(um por cento), e se já transcorridas 20 assembleias gerais
ordinárias, o maior lance possível, neste exemplo, será de 80%(oitenta por
cento), e assim sucessivamente, limitando-se o lance de acordo com o prazo
restante do grupo e opercentual ideal do grupo que falta a ser amortizado.
Cláusula 19.1 - Será considerado vencedor o lance livre representativo de maior
percentual de amortização do crédito contratado, independentemente do
grupo ter créditos diferenciados, e que, somado ao saldo de caixa, seja
suficiente para adisponibilização de um crédito referencial.
Parágrafo Primeiro – Considerando que o grupo possui créditos variados, a
contemplação por meio de lance estará condicionada ao saldo de arrecadação
do grupo. Se o valor do crédito da cota contemplada por meio de lance for
superior ao saldo de arrecadação, esta cota não fará jus à contemplação e,
havendo saldo suficiente para a contemplação de cota com crédito e lance
imediatamente inferiores, esta será a cota contemplada, e assim
sucessivamente enquanto o saldo do grupo permitir.
Parágrafo Segundo – Os lances obedecerão a ordem de contemplação entre o lance livre e o
lance fixo, este último se convencionado no grupo, sempre respeitado o saldo do grupo,
observado o parágrafo primeiro anterior, de acordo com os critérios deliberados na ASSEMBLEIA
INAUGURAL do grupo de consórcio.
Parágrafo Terceiro – O LANCE FIXO, se optada por sua concessão de utilização a todos os
CONSORCIADOS do grupo na ASSEMBLEIA INAUGURAL, será ofertado em percentual
exclusivo do valor do crédito objeto do contrato, descrito na ata da ASSEMBLEIA INAUGURAL
do grupo, de acordo com os critérios de contemplação convencionados nesta primeira
ASSEMBLEIA.
Cláusula 19.1.1 - Havendo empate, seja no lance livre ou fixo, será eleito como
vencedor o lance pertencente à cota cujo número mais se aproximar da 1ª
centena (3º, 4º e 5º números do 1º prêmio para os grupos com até 1.000
participantes) ou do 1º milhar válido encontrado (2º, 3º, 4º e 5º números do 1º
prêmio para os grupos com mais de 1.000 e até 10.000 participantes), que
servirá de base para apuração, observado o parágrafo Quinto da Cláusula 18,
sempre buscando-se inicialmente o número imediatamente acima da 1ª centena
ou do 1ª milhar encontrado, e na sequência o número abaixo, e assim
sucessivamente até que seja encontrada a cota vencedora, independentemente
do número sorteado declarado vencedor para a contemplação por meio de sorteio,
conforme a sequência obedecida na Cláusula 18.

25
REGULAMENTO

Parágrafo Único: Caso a 1ª centena encontrada (3º, 4º e 5º números do 1º prêmio


para os grupos com até 1.000 participantes) ou o 1º milhar encontrado (2º, 3º, 4º
e 5º números do 1º prêmio para os grupos com mais de 1.000 e até 10.000
participantes), seja um número superior à quantidade de integrantes do grupo de
consórcio, será considerada como base para o desempate a centena ou o milhar
válido imediatamente subsequente a este número excluído na forma dos
parágrafos Terceiro e Quarto da Cláusula 18, observado ainda o parágrafo Quinto
também desta Cláusula 18.
Cláusula 19.1.2 - Fica ressalvado que a liberação de crédito por meio de lance, obedecida a
preferência da contemplação por sorteio, dependerá sempre da disponibilidade de saldo do
grupo.
Cláusula 19.1.3 – O CONSORCIADO, ao ofertar lance fixo, não poderá ofertar
lancelivre, e vice-versa, prevalecendo sempre a última oferta registrada para

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efeito de concorrer à contemplação, em qualquer uma das modalidades.
Cláusula 20 - Caso o(s) valor(es) do(s) lance(s) oferecido(s) na Assembleia Geral Ordinária,
observados os critérios de desempate e reserva, que somado(s) à disponibilidade de caixa, não
seja(m) suficiente(s) para disponibilização de um crédito referencial, não haverá distribuição por
lance, passando o saldo de caixa para as condições definidas na Cláusula 16.
Cláusula 21 - A confirmação da contemplação do lance vencedor se dará quando
do pagamento da contribuição ofertada na Assembleia Geral Ordinária. Os
lances poderão ser ofertados através do Sistema de Auto Atendimento CNVW,
Central de Relacionamento com o Cliente, pelo aplicativo CNVW (App Store ou
Google Play) ou através do site www.cnvw.com.br, na área de clientes, até o dia
útil anterior ao da realização da assembleia. A cobertura do lance vencedor
deverá ser feita no prazo improrrogável de 05 (cinco) dias úteis, contados a partir
da data da Assembleia Geral Ordinária de contemplação, sendo seu valor
amortizado na forma estabelecida na cláusula 8ª.
Parágrafo Primeiro – Considerando que os lances são ofertados por exclusiva
vontade e responsabilidade do CONSORCIADO, é obrigação deste o
acompanhamento do resultado das ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIAS em que
este houver ofertado lance, visando o cumprimento do prazo de pagamento do
lance ofertado, se vencedor, independentemente de comunicação da
ADMINISTRADORA.
Parágrafo Segundo – O não pagamento do lance no prazo descrito nesta Cláusula
21 acarretará o CANCELAMENTO DA CONTEMPLAÇÃO POR LANCE, que
oportunizará, se o caso, a contemplação do lance imediatamente inferior,
obedecida a ordem de reserva, de acordo com a disponibilidade de saldo do
grupo, observada a Cláusula 16.
Parágrafo Terceiro – Será considerada Ordem de Reserva aos lances livres ou
fixos:
I - Aos lances livres, a reserva será representada pela oferta imediatamente inferior ao lance
vencedor, disposto na Cláusula 19.1, se este não for declarado vencedor, seja pela não cobertura
do lance ou pela insuficiência de saldo do grupo.
II - Aos lances fixos, a reserva será representada pelo critério de desempate conforme disposto
na Cláusula 19.1.1.
26
REGULAMENTO

III - A ordem de contemplação do lance livre e do lance fixo obedecerá aos critérios
convencionados na ASSEMBLEIA INAUGURAL do grupo, contemplando até o limite de
disponibilidade de saldo do grupo.
IV – Cancelada a contemplação, o saldo do grupo será recomposto e a ordem
de contemplação do reserva passará imediatamente para a modalidade
subsequente à última contemplação realizada, independentemente em que
modalidade ocorrer o cancelamento. Por exemplo: Se a última contemplação
ocorreu no Lance Livre, e se ocorrer qualquer cancelamento de contemplação,
a ordem seguirá para a contemplação por Lance Fixo, e assim sucessivamente,
de acordo com a ordem estabelecida na Assembleia Inaugural do Grupo.
Parágrafo Quarto – A disponibilidade do crédito na forma da Cláusula 24 somente sofrerá

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incidência da aplicação financeira, a que se refere aquele dispositivo, a partir do efetivo pagamento
do lance.
LANCE DE ANTECIPAÇÃO
Cláusula 21.1 - Considerando que o objetivo do contrato de consórcio é a
aquisição de bens, através da contemplação, as contribuições realizadas acima
do percentual ideal mensal, tendo como referência o prazo do grupo, serão
mensalmente computadas como lance nas Assembleias Gerais Ordinárias,
independentemente de solicitação do CONSORCIADO.
Parágrafo Primeiro - Somente será considerado como LANCE DE ANTECIPAÇÃO o
percentual contribuído a maior do que o percentual ideal mensal do grupo. O percentual ideal mensal
do grupo se obtém da divisão do percentual total do contrato (100%) pelo prazo de duração do
grupo.
Parágrafo Segundo - A antecipação será constatada pela soma dos percentuais
mensais contribuídos no grupo até a assembleia de referência. Por exemplo:
grupo de 100 meses com crédito de 100% deverá ser integralizado o percentual
ideal do grupo de 1% mensalmente. Decorridas 10 assembleias o percentual
integralizado até então será de 10%. Dessa forma, uma cota que adentrar na
10ª assembleia, e integralizar 2% mensalmente não terá antecipação, eis que
o ideal do grupo será neste momento de 10%(somatória das assembleias já
transcorridas). Porém, a partir do momento em que a cota integralizar percentual
maior que o ideal do grupo, este percentual será caracterizado como
antecipação.
Parágrafo Terceiro - O percentual de antecipação não se caracteriza pelo simples pagamento
a maior. Portanto, deve ser considerado o percentual ideal mensal do prazo do grupo em relação
ao percentual já pago na cota. Dessa forma, ainda que pago percentual ideal maior que o ideal do
grupo, não se caracteriza antecipação de contribuição se a somatória dos percentuais até então
contribuídos não ultrapassar a somatória dos percentuais ideais do grupo conforme o número de
assembleias já transcorridas.
Parágrafo Quarto - Caracterizado o pagamento de antecipação das contribuições
mensais na cota de consórcio, esta terá o valor antecipado acumulado e
convertido em percentual que será ofertado como lance automático (LANCE DE
ANTECIPAÇÃO) nas próximas assembleias até que ocorra a contemplação,
independentemente de solicitação do CONSORCIADO.
Parágrafo Quinto - O lance de antecipação, para efeito de pagamento do lance vencedor, será

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REGULAMENTO

integralmente deduzido do valor a ser pago do percentual ofertado como lance vencedor.
Cláusula 22 - O CONSORCIADO deverá apresentar os documentos
comprobatórios de sua capacidade econômico-financeira, possibilitando
assumir o pagamento do saldo devedor perante o grupo de consórcio, bem como
as demais garantias exigidas pela ADMINISTRADORA, no prazo de 10 (dez) dias
úteis, a contar da ciência da contemplação.
ALTERAÇÃO DO CRÉDITO

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Cláusula 23 - O CONSORCIADO não contemplado poderá solicitar em uma única vez, até 24
(vinte e quatro) horas antes da assembleia mensal, a mudança do valor do crédito inicialmente
contratado, por outro dentro do mesmo grupo, a critério da ADMINISTRADORA, desde que:
a) a solicitação seja realizada somente após a quinta assembleia de participação
do CONSORCIADO;
b) a diferença de valor não ultrapasse 30% (trinta por cento), para maior ou para menor, do
valor atual do crédito contratado, obedecendo a faixa de créditos existente no
grupo de consórcio;
c) o valor do novo crédito não seja inferior ao valor atualizado das contribuições já realizadas
parao fundo comum da cota de consórcio do CONSORCIADO, na data da assembleia anterior
ao seu pedido de mudança do crédito;
d) a alteração do crédito deverá observar os limites dispostos no parágrafo
quinto da cláusula 11, ou seja, o valor no novo crédito não poderá ser superior
ao maior valor de crédito do grupo, atualizado na forma deste Regulamento, e
não poderá ser inferior ao menor valor de crédito do grupo, igualmente
atualizado na forma deste Regulamento.
Cláusula 23.1 - O percentual do valor integralizado pago pelo CONSORCIADO
atéa data da mudança relativamente ao fundo comum será recalculado em
função do valor do novo crédito vigente na data da assembleia anterior, devendo
o saldo remanescente, se houver, ser amortizado mensalmente, junto com o valor
das novas contribuições vincendas, observada a atualização descrita nos
parágrafos, conforme sua aplicação, da Cláusula 3.2 deste instrumento,
independentemente da data da mudança do crédito.
Cláusula 23.2 - Os percentuais relativos a taxa de administração, inclusive a
antecipação desta e demais pagamentos até então integralizados à exceção do
fundo comum, não serão objeto de recálculo, considerando que esses valores
serviram à remuneração da ADMINISTRADORA bem como aos pagamentos
dispostos neste instrumento pelo cumprimento das obrigações consolidadas
anteriormente à solicitação de mudança do crédito pela exclusiva vontade do
CONSORCIADO.
Cláusula 23.3 - A taxa de administração contratada e mesmo as obrigações de
pagamentos dispostos neste instrumento serão aplicadas com base no novo
crédito,a partir da efetiva mudança na forma da cláusula 23.1.
Cláusula 23.4 – O CONSORCIADO contemplado poderá solicitar em uma única
vez, em até 24 (vinte e quatro) horas após a contemplação de sua cota de
consórcio, o aumento do seu crédito, escolhendo uma das duas categorias
dispostas em seu grupo de consórcio, acima do seu crédito atual, diluindo-se a

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REGULAMENTO

diferença de aumento nas parcelas vincendas, ou mediante o pagamento


integral da diferença no ato da mudança do crédito.
Cláusula 23.4.1 – Ocorrendo a contemplação por meio de lance vencedor e
solicitado o aumento do crédito na forma da Cláusula anterior, o valor do lance
vencedor ofertado deverá ser complementado proporcionalmente ao
percentual de aumento em relação ao valor do novo crédito.
Cláusula 23.4.2 – O aumento do crédito após a contemplação somente será
realizado se:

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a) forem observados os limites dispostos no parágrafo quinto da cláusula 11,
ou seja, o valor do novo crédito não poderá ser superior ao maior valor de
crédito do grupo, atualizado na forma deste Regulamento, e
b) houver disponibilidade de caixa no grupo de consórcio, saldo no fundo
comum do grupo, capaz de suportar o pagamento do novo crédito, caso
contrário será mantido o valor do crédito atual do CONSORCIADO.
Cláusula 23.4.3 – todas as taxas e demais obrigações dispostas neste
instrumentoserão aplicadas tendo como base o valor do novo crédito, a partir da
efetiva alteração.
DA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO
Cláusula 24 - A ADMINISTRADORA colocará à disposição do CONSORCIADO
contemplado o seu respectivo crédito até o 3º (terceiro) dia útil após a
contemplação, permanecendo os referidos recursos em conta bancária
vinculada, para fins de aplicação financeira, até o último dia anterior à sua
utilização, na forma pactuada neste instrumento, cujos rendimentos líquidos da
aplicação reverterão em favor do CONSORCIADO, observada a exigência do
parágrafo quarto da Cláusula 21.
Cláusula 25 - O CONSORCIADO contemplado deverá utilizar o crédito
disponibilizado para a aquisição do Bem objeto do segmento previsto na
legislação que regulamenta o sistema de consórcio, observada a cláusula 3.2
deste Regulamento, sendo vedada a aquisição de bem de natureza, categoria
e espécie diversa do referenciado como Básico do Plano, de conformidade com
disposto no artigo 3º, parágrafo único, combinado com o artigo 5º, inciso XIII, da
Circular 3432/09, do BACEN (Banco Central do Brasil), de 03/02/2009.
Parágrafo Primeiro – Será permitido ao CONSORCIADO a aquisição de veículos/automóveis/
caminhões com até 5 (cinco) anos de fabricação, observada a disposição desta cláusula, mediante
prévia avaliação da ADMINISTRADORA, observando sempre os critérios de análise de risco da
garantia, sem prejuízo do que dispõe o Parágrafo Quarto da Cláusula 26.
Parágrafo Segundo – Será permitido ao CONSORCIADO a aquisição de motocicletas
com até 2 (dois) anos de fabricação, observada a disposição desta cláusula, mediante
préviaavaliação da ADMINISTRADORA, observando sempre os critérios de análise de risco da
garantia, sem prejuízo do que dispõe o Parágrafo Quarto da Cláusula 26.
Parágrafo Terceiro – A aquisição de bens com tempo de uso superior aos prazos
descritos nos parágrafos anteriores será considerada caso excepcional, cuja
deliberação ficará a critério exclusivo da ADMINISTRADORA, considerando a
responsabilidade desta pela aprovação das garantias do grupo.

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REGULAMENTO

Cláusula 25.1 - Caso o CONSORCIADO contemplado adquira o bem com o preço


inferior ao valor do seu respectivo crédito, a diferença, a seu critério, será
utilizada para:
a) Quitação de suas contribuições vincendas na ordem inversa dos vencimentos;
b) Devolvida em espécie ao CONSORCIADO, após a quitação da totalidade das contribuições
descritas na Cláusula 3ª, da taxa de administração total disposta na Cláusula 10, além dos
débitos adstritos à cota, se houver, delimitados na Cláusula 12, sempre observado o prazo de
pagamento de crédito em espécie;

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c) Pagamento das obrigações financeiras vinculadas ao bem ou serviços, em favor de
despachantes, cartórios, registros, tributos, departamentos de trânsito, seguradoras, taxas de
cadastros de seguradoras, avaliação de veículos usados, acessórios, entendendo-se como tal
todos os itens que, uma vez instalados no veículo, agregam valor ao mesmo, limitado a 10%
(dez por cento) do valor do crédito objeto da contemplação, ficando o CONSORCIADO
obrigado a apresentar garantias compatíveis com o crédito total outorgado pelo grupo.
d) Amortizar o saldo devedor, em percentual.
Parágrafo Único: É responsabilidade única e exclusiva do CONSORCIADO a
contratação de serviços de terceiros inerentes à entrega do bem ou serviços
vinculados ao bem a ser adquirido, exceto aqueles que se referirem à avaliação
das garantias da cota, que serão indicados pela ADMINISTRADORA.
Cláusula 25.2 - A quitação de financiamento de veículos somente poderá ocorrer
na forma de reembolso, conforme disposto no parágrafo único da Cláusula 29,
considerando a impossibilidade de transferência direta da garantia.
Cláusula 25.3 – Se o valor do bem a ser adquirido for superior ao valor do crédito disponibilizado,
o CONSORCIADO contemplado deverá pagar a diferença diretamente ao vendedor ou
fornecedor, responsabilizando-se, a que título for, pelos atrasos na entrega do bem ou serviços
vinculados a esse bem em função da não quitação dessa diferença.
Cláusula 26 - A aquisição do bem escolhido pelo CONSORCIADO será realizada mediante a
autorização de pagamento do CONSORCIADO ao fornecedor por ele indicado, desde que emitido
o documento legal pelo fornecedor da aquisição do bem, e aprovado pela ADMINISTRADORA.
Parágrafo Primeiro – Se veículo automotor novo, deverá apresentar:
a) Nota fiscal de compra e venda, com alienação fiduciária à ADMINISTRADORA;
b) Documento único de transferência (DUT), constando alienação fiduciária à
ADMINISTRADORA.
Parágrafo Segundo – Para o caso de aquisição em concessionária ou revendedores, de
bem automotivo usado, será indispensável a apresentação de:
a) Nota fiscal de compra e venda, com alienação fiduciária para a ADMINISTRADORA;
b) DUT (Documento Único de Transferência), com alienação fiduciária em favor da
ADMINISTRADORA;
c) Certidão de multa, furto e garantia de funcionamento do bem;
Parágrafo Terceiro – Se o CONSORCIADO desejar adquirir bem usado de terceiros,
deverá apresentar :
a) Documento de compra e venda;
b) Termo de responsabilidade pelo estado, conservação e funcionamento satisfatório do bem,
assinadopelo vendedor e pelo CONSORCIADO;
c) DUT (Documento Único de Transferência) com alienação fiduciária em favor da
ADMINISTRADORA;
d) Certidão de multa, furto e garantia de funcionamento do bem.
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REGULAMENTO

Parágrafo Quarto – A compra do bem/veículo será efetuada se os documentos


apresentados forem aprovados após a avaliação e vistoria do bem por empresa
ou profissional credenciado pela ADMINISTRADORA, desde que o valor apurado
seja compatível com o valor do crédito disponibilizado ao CONSORCIADO. A
vistoria, bem como a avaliação, tem como objetivo exclusivo a aferição do valor
de mercado do bem/veículo, não se caracterizando em perícia e, portanto, NÃO
se estendendoà sua procedência ou vícios redibitórios, cuja responsabilidade

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é EXCLUSIVA da negociação do CONSORCIADO com o FORNECEDOR, seja de
pessoa física ou jurídica, respondendo o CONSORCIADO quanto aos vícios e
fraudes que recaiam sobre o bem, reservado o seu direito de regresso, devendo
este ainda substituir imediatamente a referida garantia mediante a constatação
de quaisquer eventos dessa natureza que interfiram no valor de mercado do
referido bem ou de sua pronta liquidez.
Cláusula 27 - Caso o CONSORCIADO contemplado desejar outro momento
para a aquisição do bem, deverá comunicar formalmente a sua decisão à
ADMINISTRADORA. O crédito disponibilizado na data da assembleia de
contemplação ficará à disposição do CONSORCIADO até a sua efetiva utilização,
e esta condição deverá ser observada pelos seus reflexos, assumindo o
CONSORCIADO plena ciência de que eventual aumento do crédito não será
aplicado ao crédito já disponibilizado.
Cláusula 28 - O CONSORCIADO, a fim de garantir o preço do bem poderá, após a
contemplação, autorizar a ADMINISTRADORA que, a seu único e exclusivo critério, procederá ao
adiantamento do pagamento ao fornecedor, mediante análise da garantia, condicionada à prévia
formalização de contrato de fornecimento de bem entre o fornecedor e a ADMINISTRADORA.
Cláusula 29 - A ADMINISTRADORA efetuará o pagamento do crédito
disponibilizado ao CONSORCIADO para a aquisição do bem, diretamente ao
fornecedor, nas condições para compra à vista, em 48 (quarenta e oito) horas,
desde que promovida a aprovação de cadastro e realizada a análise e registro
das garantias, bem como cumpridas as exigências para a autorização de
faturamento.
Parágrafo Único: Caso o CONSORCIADO, após a respectiva contemplação da cota
de consórcio de sua titularidade, tenha pagado com recursos próprios algum
valor para a aquisição do bem, é facultado a ele receber, após a comprovação do pagamento
realizado após a contemplação de sua cota de consórcio, o valor desembolsado em espécie,
limitado até o valor do respectivo crédito disponibilizado, desde que observadas e cumpridas as
disposições contratuais, principalmente quanto às garantias.
Cláusula 30 - O CONSORCIADO receberá da ADMINISTRADORA todo o apoio na
aquisição do seu bem, com orientações gerais, assim como a informação de fornecedores
tradicionais no mercado, não importando tal orientação ou informação em obrigação, dado que ao
CONSORCIADO é atribuído o direito à livre escolha do fornecedor e do preço para utilização do
seu respectivo crédito, promovendo a devida comunicação à ADMINISTRADORA dessa escolha
para que esta possa emitir a autorização de faturamento.
Cláusula 30.1 - A ADMINISTRADORA colocará à disposição do CONSORCIADO
contemplado,no prazo de 03 (três) dias úteis da aprovação da documentação, a autorização de
faturamento, dela fazendo constar:
a) Descrição do Bem objeto do contrato;
b) Indicação do fornecedor;
c) Valor do crédito;
31
REGULAMENTO

d) Exigência da garantia específica ao segmento, se o contrato não tiver sido quitado;


e) Informação de que o pagamento será efetuado em 48 (quarenta e oito) horas da
apresentação da documentação exigida pela ADMINISTRADORA para a disponibilização do
crédito conforme a cláusula 26 e seus parágrafos.
Cláusula 31 - A autorização de faturamento poderá ser emitida em favor de terceiros, mediante
solicitação escrita do CONSORCIADO contemplado e anuência da ADMINISTRADORA, nos
termos da Cláusula 37.

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Cláusula 32 - É facultado ao CONSORCIADO contemplado, que não utilizar o
crédito disponibilizado para aquisição do bem, após o prazo de 180 (cento e
oitenta) dias da contemplação de sua cota, mediante a quitação total de suas
obrigações para com o grupo e para com a ADMINISTRADORA, observadas as
disposições contratuais, receber o valor do crédito em espécie, somente em seu
favor, podendo ainda o CONSORCIADO utilizar parte deste crédito para quitar
seu saldo devedor, operando-se a compensação.
DAS GARANTIAS PARA A AQUISIÇÃO DO(S) BEM(NS)
Cláusula 33 – Fica desde já convencionado entre as partes contratantes e, de
conformidade com as disposições legais, que, visando garantir os interesses
coletivos do grupo de consórcio, o CONSORCIADO oferecerá o bem adquirido
como garantia principal, sendo-lhe facultada a qualquer tempo, a sua
substituição por outro de valor compatível com o de liquidez definido pela
ADMINISTRADORA, com base em laudo de avaliação emitido por empresa
especializada escolhida pela ADMINISTRADORA.
Parágrafo Único – A modalidade de garantia utilizada é a ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA.
Cláusula 33.1 - Como garantias complementares, o CONSORCIADO, por
ocasiãoda contemplação e a critério exclusivo da ADMINISTRADORA, deverá
oferecer Avalista, Fiador ou Devedor Solidário idôneo, tantos quantos forem
necessários para assegurar a garantia, e com capacidade econômico/financeira
para assumir a cota, sendo-lhe facultado a sua substituição, mediante prévia
análise e autorização da ADMINISTRADORA. Em caso de recusa, a
ADMINISTRADORA fundamentará a negativa de autorização.
Cláusula 33.2 - Quando da contemplação da cota, o CONSORCIADO, a fim de
demonstrar que possui capacidade financeira de suportar o pagamento da
parcelamensal sem prejuízo da sua própria subsistência, deverá comprovar
que sua remuneração mensal é igual ou superior a 3 (três) vezes o valor da parcela,
bem comodeverá apresentar seus documentos de identificação e comprovante
de residência, ressaltando que para efeito de análise de risco o nome do
CONSORCIADO será consultado e avaliado junto aos órgãos de proteção ao
crédito.
Cláusula 33.2.1 – Após a contemplação da cota de consórcio, e promovida a
aprovação do cadastro, seja automática pela análise de mercado da capacidade
financeira do CONSORCIADO, ou mesmo pela análise manual dos documentos
apresentados pelo CONSORCIADO, esta aprovação terá validade de 90 (noventa)
dias, salvo se antes desse prazo se caracterizar a perda da capacidade
financeira, inclusive de apontamentos nos órgãos de proteção ao crédito,
situação em que a aprovação do cadastro será cancelada pela

32
REGULAMENTO

ADMINISTRADORA.
Cláusula 33.2.2 – As cópias dos documentos entregues à ADMINISTRADORA
para a viabilidade de análise para a aprovação do cadastro ficarão à
disposição do CONSORCIADO pelo prazo de 90 (noventa) dias após sua entrega
para a ADMINISTRADORA. Ultrapassado este prazo esses documentos serão
destruídos.

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Cláusula 33.2.3 – Ultrapassado o prazo de validade da aprovação do cadastro, a
ADMINISTRADORA poderá solicitar nova apresentação dos documentos para
análise, independentemente de já terem sido entregues anteriormente à
ADMINISTRADORA, considerando a destruição desses documentos.
Cláusula 33.2.4 – A aprovação do cadastro não implicará no imediato pagamento
do crédito que dependerá exclusivamente da aprovação da(s) garantia(s) pela
ADMINISTRADORA, conforme Cláusula 24 e seguintes deste Regulamento.
Cláusula 33.3 - A ADMINISTRADORA, visando salvaguardar os interesses do
grupoque administra, nos termos da normatização do Banco Central do Brasil,
em caso de restrições apontadas em nome do CONSORCIADO, ou no caso de
insuficiência de garantia pessoal poderá, a seu critério, exigir garantias reais
complementares, além daquelas dispostas na Cláusula 33.1, visando garantir o
saldo devedor da cota, considerando a análise de risco que caracterize ou possa
caracterizar a afetação da garantia principal disposta na Cláusula 33.
Cláusula 33.4 - A ADMINISTRADORA poderá, havendo restrições ao crédito do
CONSORCIADO nos órgãos de proteção ao crédito e/ou insubsistentes as
garantias necessárias ao pagamento do saldo devedor, negar a utilização do
crédito até que sejam sanadas as respectivas condições e/ou até a amortização
do saldo devedor pelo CONSORCIADO, de forma a tornar compatível o SCORE de
análise de risco com o crédito a ser liberado. A apresentação de garantias
complementares não implica na obrigatoriedade da aprovação da liberação do
crédito.
Cláusula 34 - A ADMINISTRADORA disporá de 5 (cinco) dias úteis para apreciar a
documentação, previamente solicitada e que deverá estar completa, relativa às garantias oferecidas,
contados da data do seu recebimento, indenizando o grupo na ocorrência de eventuais prejuízos
decorrentes da aprovação de garantias insuficientes, e caso não se manifeste no prazo
estabelecido nesta cláusula. Para analisar a documentação referente ao processo de transferência
de titularidade da cota, a ADMINISTRADORA disporá do prazo de 10 (dez) dias úteis.
Cláusula 34.1 - Pela falta de manifestação da ADMINISTRADORA, no prazo
estipulado na cláusula anterior, o eventual aumento do preço do bem será por
ela suportado, bem como erros ou omissões na obtenção das garantias.
Cláusula 34.2 – A ADMINISTRADORA será responsável, além da aprovação de garantias
insuficientes, pela liberação de garantias sem o pagamento integral do débito, ressarcindo eventual
prejuízo ao grupo.
Cláusula 35 - O CONSORCIADO contemplado e na posse do bem adquirido com o
crédito disponibilizado, que deixar de contribuir com os seus pagamentos ao
grupo, além de ficar sujeito aos encargos estabelecidos na cláusula 12, letras “
b ” e “ f ”, terá antecipado o vencimento de todas as suas contribuições se o seu
atraso for superior a 30 (trinta)dias, mediante sua constituição em mora por meio
de notificação extrajudicial ou protesto deste contrato.

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REGULAMENTO

Parágrafo Primeiro: O simples vencimento de qualquer parcela, sem prejuízo


dos demais pagamentos devidos e dispostos neste instrumento, iniciará pela
ADMINISTRADORA os procedimentos de cobrança, inclusive com a inserção do
nome do CONSORCIADO e, se o caso, do Avalista, Fiador ou Devedor Solidário
no cadastro dos órgãos de proteção ao crédito.
Parágrafo Segundo: Nos termos da Lei 11.795/08, § 6º do artigo 10, o contrato
de consórcio, após a ratificação da contemplação, passa a ser título executivo

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extrajudicial.
Cláusula 36 - A ADMINISTRADORA adotará os procedimentos legais necessários à execução
das garantias oferecidas, se o CONSORCIADO contemplado, já tendo utilizado o crédito, deixar
de realizar o pagamento de suas contribuições ao grupo nos seus vencimentos, dilapidar
propositadamente o bem, ou deixar de recolher os impostos, taxas e multas incidentes sobre o
mesmo, inclusive se as referidas garantias sofrerem interferência de terceiros.
Parágrafo Único: Após a execução das garantias, e sobrevindo ainda saldo
devedor remanescente, o CONSORCIADO ficará obrigado ao pagamento integral
das obrigações pecuniárias estabelecidas no contrato de consórcio que
remanescerem.
DA CESSÃO DO CONTRATO
Cláusula 37 - O CONSORCIADO poderá transferir o seu contrato ou crédito a
terceiros, por meio de expressa cessão de direitos e/ou obrigações, com a
anuência expressa da ADMINISTRADORA. Se o CONSORCIADO cedente já houver sido
contemplado e tiver utilizado o seu crédito, será exigida, para possibilitar a transferência, a
assinatura dos contratos de garantia, arcando o cessionário com as custas dessa transmissão, tudo
mediante a aprovação prévia e inequívoca da ADMINISTRADORA, bem como será exigida a
eventual substituição das garantias, sem prejuízo das complementares se houver, ou ainda
apresentá-las se necessária sua exigência por deliberação da ADMINISTRADORA, além do
pagamento da taxa de transferência equivalente a 1% (um por cento) do valor do crédito prevista
neste contrato.
Parágrafo Primeiro – Tratando-se de transferência de cota já contemplada,
porém com crédito pendente de pagamento, serão rigorosamente observados os
critériosdispostos nas Cláusulas 33 a 36.
Parágrafo Segundo – Eventual transferência de direitos e deveres por parte do
CONSORCIADO sem a anuência inequívoca da ADMINISTRADORA tornará sem
efeito com relação a esta, enquanto mandatária do grupo, o negócio ou a
contratação realizada pelo CONSORCIADO com terceiros, permanecendo íntegro
o contrato de consórcio, não podendo o CONSORCIADO se escusar dessa relação
contratual seja com o grupo ou com a ADMINISTRADORA, a que título for.
Parágrafo Terceiro – O valor convencionado entre o CEDENTE e o CESSIONÁRIO,
inclusive o valor relativo à interveniência ou intermediação de terceiros, ainda
que referido valor seja menor, igual ou maior do que aquele já amortizado na cota
de consórcio negociada, será acordado entre estas partes sem qualquer
interferência ou responsabilidade da ADMINISTRADORA a que título for.
Parágrafo Quarto – O CONSORCIADO deverá dar plena ciência ao CESSIONÁRIO
dos termos do contrato de consórcio, principalmente quanto ao fato de que a
transferência somente será realizada após a plena anuência e deliberação da
ADMINISTRADORA, sendo que quaisquer valores recebidos por este do
34
REGULAMENTO

CESSIONÁRIO antes da efetivação da referida transferência e mesmo dos


valores integralizados na cota são de sua exclusiva responsabilidade,
especialmente para o caso de não aprovação da transferência, situação em
que qualquer discussão carreada à ADMINISTRADORA pelo CESSIONÁRIO será
direcionada ao CONSORCIADO, inclusive pela via do direito de regresso.
Parágrafo Quinto – O CONSORCIADO admitido no grupo em substituição ao participante
cedente, mediante anuência e aceite da ADMINISTRADORA, ficará automaticamente sub-
rogado nas obrigações contraídas pelo subscritor anterior, observadas as disposições a seguir:
a) as parcelas vincendas serão recolhidas normalmente na forma prevista contratualmente tal
como os demais participantes do grupo;
b) as parcelas vencidas e diferenças de parcelas não pagas, mesmo com relação àquelas já

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pagas pelo CONSORCIADO cedente, pendentes de pagamento no ato da admissão do
CONSORCIADO substituído, CESSIONÁRIO, serão liquidadas por este CONSORCIADO
admitido, até o prazo previsto para pagamento da última prestação do respectivo grupo,
devidamente atualizadas, sem prejuízo das disposições da Cláusula 3.4.
Parágrafo Sexto - É vedada a simples cessão de qualquer direito ou obrigação, ainda que
cientificada a ADMINISTRADORA. Toda e qualquer cessão de crédito ou de direitos será
promovida por meio da efetiva transferência da titularidade da cota de consórcio ao CESSIONÁRIO,
após a anuência e aceite da ADMINISTRADORA de consórcio por meio de Termo de
Transferência, devidamente assinado com as firmas reconhecidas por autenticidade para sua
validade, e mediante o pagamento da taxa de transferência, para sua efetivação, seja para cota
ativa ou cancelada/excluída, considerando a obrigação de informação pela ADMINISTRADORA
sobre os titulares de cotas ao Banco Central do Brasil e aos órgãos de controle governamentais.
DA DESISTÊNCIA E EXCLUSÃO DO CONSORCIADO
Cláusula 38 - Antes da contemplação, o CONSORCIADO que solicitar
formalmente o seu desligamento do grupo, será considerado EXCLUÍDO.
Cláusula 39 - O CONSORCIADO não contemplado que deixar de realizar as suas
contribuições mensais por 2 (duas) vezes, consecutivas ou não, será excluído
do grupo, independentemente de aviso ou notificação.
Cláusula 39.1 - Também serão excluídos do grupo, os CONSORCIADOS no caso de:
a) Insolvência, falência ou condenação por peculato ou crimes contra o patrimônio;
b) Falsificação ou apresentação de documentos tendentes a fraudar requisitos para
especificação ou execução do presente contrato, ou para obtenção de condições diferentes às
que tem direito;
c) Prática de ato que venha a lesar o grupo de consórcio;
d) Indício e/ou suspeita e/ou condenação por qualquer prática que constitua violação à
legislação de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo e de atos de
corrupção e lesivos contra a administração pública nacional e estrangeira.
DA ADERÊNCIA À LEGISLAÇÃO DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO
Cláusula 39.2 - O CONSORCIADO declara que conhece e respeita a legislação de prevenção
à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo e de atos de corrupção e lesivos contra a
administração pública nacional e estrangeira e que comunicará imediatamente a
ADMINISTRADORA caso tenha ciência de qualquer ato ou fato relacionado ao Contrato de
Consórcio que viole referidas normas, podendo a ADMINISTRADORA adotar as providências
que entender necessárias, inclusive, resolver imediatamente o contrato, sem implicar quaisquer
ônus ou indenizações.
35
REGULAMENTO

Cláusula 39.2.1 - A ADMINISTRADORA comunicará ao Banco Central do Brasil, ao COAF


ou a outros órgãos que a legislação prever, as operações que possam estar configuradas na Lei nº
9.618/98 (que dispõe sobre os crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, dinheiro
e valores) e demais disposições legais pertinentes à matéria.
Cláusula 39.2.2 - A ADMINISTRADORA possui controles internos capazes de avaliar a
compatibilidade entre as informações prestadas pelo CONSORCIADO e as operações, nos
termos das determinações constantes da Lei nº 9.613/98 e demais normas e regulamentações
aplicáveis editadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
Cláusula 39.2.3 - A ADMINISTRADORA pode, a qualquer momento, com o objetivo de

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atender a essa legislação, solicitar-lhe informações complementares sobre sua capacidade
financeira e atividade econômica, bem como adotar procedimentos e controles que permitam
confirmar as informações de identificação exigidas, para assegurar a adequação dos dados
cadastrais, a segurança das transações e a prevenção a fraudes.
DA FORMA DE RESTITUIÇÃO AO EXCLUÍDO
Cláusula 40 - A restituição ao CONSORCIADO EXCLUÍDO será considerada
crédito parcial, cujo valor da importância paga ao fundo comum será calculado
com base no percentual amortizado do crédito vigente na data da assembleia de
contemplação, nos termos do artigo 30 da Lei 11.795/08.
Cláusula 40.1 – Os CONSORCIADOS EXCLUÍDOS não contemplados durante
o prazo de duração do grupo na forma da cláusula 16 farão jus aos seus
respectivos valores contribuídos ao fundo comum, na última assembleia de
contemplação do grupo, cujo valor será calculado com base no valor do crédito
vigente na data dessa referida assembleia.
Cláusula 41 - Ao crédito parcial descrito na cláusula 40, para efeito de
restituição, não se incluem os valores referentes à taxa de administração e sua
antecipação, e o prêmio de seguro, bem como o fundo de reserva se utilizado
para as finalidades descritas neste Regulamento.
PENALIDADE AO EXCLUÍDO
Cláusula 41.1 - A falta de pagamento integral do contrato, seja na forma da
Cláusula 38 ou da Cláusula 39, caracteriza infração contratual para o
atingimento dos objetivos do grupo de consórcio, deduzindo-se sobre o valor até
então integralizado, atualizado na forma da Cláusula 40, a importância
equivalente a 10% (dez por cento) a título de prejuízos causados ao grupo de
consórcio, considerando que o interesse do grupo prevalece sobre o interesse
do consorciado, conforme artigo 53, parágrafo 2º, do Código de Defesa do
Consumidor e § 2º do artigo 3º da Lei 11.795/08, sendo este percentual
incorporado ao fundo comum do grupo.
Cláusula 42 - A exclusão do CONSORCIADO caracteriza infração contratual pelo
inadimplemento das obrigações integrais contraídas com a ADMINISTRADORA, observado o
artigo 4º da Lei 11.795/08.A título de cláusula penal compensatória por infração contratual para com
a ADMINISTRADORA, e como ressarcimento a esta de perdas e danos relativos ao não
cumprimento integral do contrato, e paraa recomposição das despesas imediatas vinculadas à venda
da cota e investimento na formação inicialdo grupo de consórcio, bem como dos custos despendidos
com a remuneração de representantes e corretores, conforme dispõe o artigo 416 e seu parágrafo

36
REGULAMENTO

único, do Código Civil, será deduzido sobre o valor pago pelo CONSORCIADO, ao fundo comum
contribuído, consoante segue:
a) caso tenha integralizado até 20% ao fundo comum, será deduzida a multa no importe de 20%
(vinte por cento);
b) caso tenha integralizado de 20,1 até 40% ao fundo comum, será deduzida a multa no
importe de15% (quinze por cento);
c) caso tenha integralizado mais de 40,1 até 50% ao fundo comum, será deduzida a multa no
importede 10% (dez por cento);
d) caso tenha contribuído com mais de 50% (cinquenta por cento) ao fundo comum, ficará

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isento da incidência da multa disposta nesta Cláusula.
Parágrafo Único: Os percentuais acima dispostos serão, cada qual, dentro de suas faixas de
percentual de amortização, deduzidos do valor líquido da devolução.
REATIVAÇÃO DA COTA EXCLUÍDA
Cláusula 42.1 - O CONSORCIADO EXCLUÍDO poderá solicitar à ADMINISTRADORA a
reativação da sua cota, desde que o grupo tenha vaga disponível para a sua reintegração,
considerando o número máximo de participantes permitido. A reativação poderá acarretar a
alteração do número de identificação da cota de consórcio em razão de eventual substituição do
CONSORCIADO EXCLUÍDO.
Parágrafo Primeiro – Antes da reativação a ADMINISTRADORA promoverá a análise da
capacidade de pagamento do CONSORCIADO que se caracteriza pela comprovação de renda e/
ou remuneração mensal igual ou superior a 3(três) vezes o valor da parcela, ou de todas as parcelas
caso o CONSORCIADO seja titular de mais de uma cota de consórcio. Será verificado também
se o CONSORCIADO não dispõe de restrições ao crédito e/ou de baixo SCORE de mercado.
Parágrafo Segundo - Se aprovada pela ADMINISTRADORA a reativação da cota, o
CONSORCIADO deverá efetuar o pagamento da taxa equivalente a 1% (um por cento) do
valor do crédito em vigor, importe esse que será diluído integralmente nas parcelas vincendas do
plano contratado, limitado sempre ao prazo restante do grupo de consórcio. O saldo devedor vencido,
apurado até a data da reativação, será pago juntamente com as parcelas vincendas, mediante
apuração de novo percentual mensal obrigado, que não poderá ultrapassar o número de meses
restantes para o encerramento do grupo. Ainda será devido, quando da reativação, a multa e os
juros de mora que recaíram somente sobre as parcelas vencidas e não pagas até a exclusão do
CONSORCIADO.
ENCERRAMENTO DO GRUPO e RECURSOS NÃO PROCURADOS
Cláusula 43 - Dentro de 60 (sessenta) dias, contados da data da realização da última
assembleia de contemplação do grupo, a ADMINISTRADORA, deverá comunicar aos
CONSORCIADOS ATIVOS e aos CONSORCIADOS EXCLUÍDOS que não tenham utilizado
seus respectivos créditos,que os mesmos estão à disposição para recebimento em espécie.
Cláusula 43.1 - A comunicação será realizada aos CONSORCIADOS que não tenham utilizado
seus créditos, considerando as informações constantes da base de dados da
ADMINISTRADORA,observada a obrigação disposta no parágrafo terceiro da Cláusula 1ª deste
Regulamento, e ultrapassado o prazo previsto na cláusula 43.2, os créditos que não forem
resgatados até então, sem prejuízo do rateio com eventual recuperação de inadimplentes após o
encerramento do grupo, serão considerados RECURSOS NÃO PROCURADOS.
Cláusula 43.2 - O encerramento do grupo deverá ocorrer no prazo de 120 (cento e vinte) dias,
contados da data da realização da última assembleia de contemplação do grupo de consórcio,

37
REGULAMENTO

transferindo-se para a ADMINISTRADORA, os recursos relacionados a seguir, assumindo ela,


ADMINISTRADORA, a partir desta data, a condição de devedora dos beneficiários, de
conformidade com o disposto no Código Civil Brasileiro, que regula a relação de credor e devedor:
a) Os recursos não procurados por CONSORCIADOS ou participantes excluídos por
desistência declarada ou inadimplemento contratual;
b) Os recursos pendentes de recebimento, objeto de cobrança judicial;
c) Os créditos não utilizados.

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Parágrafo Único: Os recursos não procurados e transferidos para a ADMINISTRADORA
deverão ser remunerados na forma da regulamentação vigente aplicável aos recursos de
grupos de consórcio em andamento. Os valores descritos na letra “b”, uma vez recuperados,
deverão ser rateados proporcionalmente entre os beneficiários, devendo a ADMINISTRADORA,
em até 120 (cento e vinte) dias após o seu recebimento, comunicar aos mesmos que os respectivos
saldos estarão à disposição para a devolução em espécie.
Cláusula 43.3 - Aos recursos não procurados pelos CONSORCIADOS ATIVOS, inclusive aos
recursos dos CONSORCIADOS EXCLUÍDOS, após o prazo de 30 (trinta) dias a contar da data
da comunicação efetuada nos termos da Cláusula 43 deste Regulamento, será cobrada taxa de
permanência de valor equivalente a 5%(cinco por cento), sempre sobre o montante inicialmente
colocado à disposição ao CONSORCIADO ATIVO ou ao CONSORCIADO EXCLUÍDO
quando do encerramento do grupo, a cada período de 30 (trinta) dias, acrescido da correção pelo
índice do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), até a extinção dos recursos, ficando
precluso o direito do CONSORCIADO de pleitear tal crédito ou seu remanescente, se
ultrapassado o prazo prescricional de 5 (cinco) anos.
PRESCRIÇÃO
Cláusula 43.4 - Prescreve em 5 (cinco) anos a pretensão do CONSORCIADO ATIVO
e do CONSORCIADO EXCLUÍDO contra o GRUPO DE CONSÓRCIO e/ou contra a
ADMINISTRADORA, e destes contra aqueles, cujo termo inicial dessa prescrição ocorrerá em
120 (cento e vinte) dias, contados da data da realização da última Assembleia Geral Ordinária do
grupo. O prazo a que se refere esta cláusula será contado incluindo-se o dia da realização da última
Assembleia Geral Ordinária.
CLÁUSULA DE ARREPENDIMENTO
Cláusula 44 – É facultado ao CONSORCIADO a desistência do presente contrato
por adesão, com a imediata devolução das quantias pagas, se este for firmado
fora das dependências da ADMINISTRADORA, e desde que a desistência seja
requerida em até 7 (sete) dias, contados da anuência da Proposta de
Participação em Grupo de Consórcio, com o pagamento da primeira parcela, ou
da data de sua contratação se realizada por telefone ou por meio eletrônico.
PENALIDADE POR INFRAÇÃO CONTRATUAL
Cláusula 45 – A parte que descumprir qualquer cláusula deste contrato de consórcio, fica obrigada
a pagar a outra uma multa de 5% (cinco por cento) sobre o valor total contribuído na cota de
consórcio, com exceção da infração aos casos previstos nas cláusulas 38 e 39 que dispõem de
sanção própria nas cláusulas 41 e 42.
DISPOSIÇÕES FINAIS
Cláusula 46 - Ocorrendo o óbito do CONSORCIADO, os herdeiros ou sucessores ficarão sub-
rogados nos direitos e obrigações do “de cujus”, sendo-lhes facultado optar pela desistência,

38
REGULAMENTO

observadaa cláusula 38 e seguintes, e desde que não tenha havido o pagamento do crédito utilizado
para aquisição do bem, situação que torna obrigatória a participação no grupo de consórcio até a
integral quitação do saldo devedor da cota de consórcio.
Cláusula 46.1 - Sendo mais de um os herdeiros ou sucessores, estes deverão ser representados
por inventariante na forma da lei ou por representante que for designado de comum acordo entre
eles, mediante comunicação por escrito à ADMINISTRADORA.
Cláusula 47 - O limite da cobertura da indenização de seguro de vida prestamista,
se contratado, independentemente da quantidade de cotas de consórcio
adquirida se do crédito contratado pelo mesmo CONSORCIADO em quaisquer
dos grupos de consórcio da ADMINISTRADORA é de até R$ 2.000.000,00 (dois
milhões de reais), resguardando-se a eventual atualização desse limite na
apólice de seguro.

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Cláusula 47.1 - Se ultrapassado o limite da cobertura a ser paga pela seguradora
em eventual sinistro, conforme disposto nas condições gerais do contrato de
seguro, em razão da somatória dos créditos de todas as cotas de consórcio
adquiridas pelo mesmo CONSORCIADO, a adesão ao seguro de vida, da cota
de consórcio que exceder o limite, será cancelada e o prêmio de seguro será
imediatamente devolvido na forma de amortização do saldo devedor na cota de
consórcio.
Cláusula 47.2 - A diferença da indenização referente ao seguro de vida, se houver, e se
contratado o referido seguro, após amortizado o saldo devedor do CONSORCIADO, será paga
pela seguradora diretamente ao beneficiário indicado pelo CONSORCIADO na proposta de adesão
ao seguro de vida ou, na sua falta, aos seus sucessores, mediante comprovação legal desta
condição.
Cláusula 48 - Nos casos em que ocorrer a retomada do bem objeto de aquisição do contrato
e/ ou da garantia, judicial ou extrajudicialmente, a ADMINISTRADORA deverá vendê-lo no
mercado, mediante a melhor oferta extrajudicial, se não houver disposição legal em contrário que
deverá ser cumprida, sempre observado o valor de avaliação e as depreciações que o bem venha
a sofrer, inclusive, mas não tão somente, quanto às despesas e tributos que sobre ele venham a
recair até a sua venda.
Parágrafo Primeiro – Os recursos arrecadados com o produto da venda do bem e/ ou da
garantia retomados, destinar-se-ão ao pagamento das custas processuais, despesas de cobrança,
notificação, protestos, honorários advocatícios, das prestações em atraso e as vincendas, além de seus
consectários na forma deste Regulamento, até a satisfação do saldo devedor da cota de consórcio.
Parágrafo Segundo – Após a utilização do recurso arrecadado com a venda da garantia
retomada, conforme o parágrafo anterior, e persistindo ainda saldo devedor remanescente, mesmo
com a apropriação de eventuais créditos, inclusive do fundo de reserva proporcional da cota, se o
caso, este saldo devedor será de responsabilidade do CONSORCIADO.
Parágrafo Terceiro - Satisfeitas as obrigações deste instrumento, e havendo saldo credor, este
será devido ao CONSORCIADO.
Cláusula 49 - A ADMINISTRADORA fica obrigada a:
I - Colocar à disposição dos CONSORCIADOS na Assembleia Geral Ordinária, cópia do seu
último balancete patrimonial, remetido ao Banco Central do Brasil, bem como da respectiva
demonstração dos recursos do grupo e, ainda, da demonstração das variações da
disponibilidade do grupo, relativa ao período compreendido entre a data da última assembleia e
o dia anterior, ou o próprio dia da realização da assembleia do mês.

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REGULAMENTO

II - Lavrar atas das Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias e termos de ocorrência;


III - Proceder à definitiva prestação de contas do grupo quando de seu encerramento, no prazo
estabelecido na cláusula 43.2.
IV - Disponibilizar ao CONSORCIADO a demonstração dos recursos do grupo de consórcio,
das variações e das disponibilidades financeiras do grupo, as quais serviram de base para a
elaboração dos documentos consolidados e enviados ao Banco Central do Brasil, que poderão ser
acessadas pela internet no site www.cnvw.com.br, na área do cliente, na aba “Demonstrativo do
Grupo”.
Cláusula 50 - Os casos omissos no presente Regulamento, quando de natureza
administrativa, serão solucionados pela ADMINISTRADORA, “ad referendum” da
Assembleia Geral de CONSORCIADOS. Quando importar em alteração de normas

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estabelecidas, a solução será dada por Assembleia Geral Extraordinária de
CONSORCIADOS.
Cláusula 51 - O CONSORCIADO declara que exerce atividade econômica e tem, assim,
capacidade financeira para assumir o compromisso de, durante todo o prazo de duração de seu
grupo, contribuir mensalmente com as suas parcelas, de tal sorte não venha a prejudicar os demais
CONSORCIADOS com a sua falta, omissão e desistência do consórcio.
Cláusula 52 – Visando assegurar a continuidade e a estabilidade do grupo de
consórcio, o valor recolhido a título de Fundo de Reserva poderá ser utilizado para
a contratação de Seguro de Quebra de Garantia, independentemente de o grupo
de consórcio estar em formação ou em andamento, respeitada a definição em
Assembleia Inaugural ou a deliberação em Assembleia Geral Extraordinária.
Cláusula 53 - Nos casos em que a adesão ocorrer por meio de contrato
eletrônico, “online”, com a assinatura pré-impressa da ADMINISTRADORA, ou
por meio do aplicativo de vendas em tablets e smartphones, com o aceite
eletrônico do CONSORCIADO, o pagamento da primeira contribuição ensejará a
confirmação do aceite, a concordância e o conhecimento dos termos do Contrato
de Consórcio, por parte do CONSORCIADO, que ser-lhe-á disponibilizado no ato
da adesão, eletronicamente, com observância do parágrafo segundo da Cláusula
1ª, observando ainda as Cláusulas 1.1 e 1.2 deste Regulamento.
Cláusula 53.1 - Na contratação realizada por telefone, a ligação gravada contendo a confirmação
do aceite pelo CONSORCIADO e o pagamento da primeira contribuição caracterizará a
formalização da contratação com o pleno aceite deste Regulamento e da Proposta de Participação
em Grupo de Consórcio, por adesão, sendo certo que as condições contratadas estão expressas
no Contrato de Consócio que será disponibilizado na forma do parágrafo segundo da Cláusula 1ª,
observando ainda as Cláusulas 1.1 e 1.2 deste Regulamento.
PESSOAS EXPOSTAS POLITICAMENTE – PEP
Cláusula 54 - Pessoas Expostas Politicamente são os agentes públicos que desempenham ou
tenham desempenhado, nos cinco anos anteriores a esta contratação, no Brasil, cargos,
empregos ou funções públicas relevantes, assim como os seus representantes, familiares na linha
direta, até o primeiro grau, e outras pessoas de seu relacionamento próximo.
Parágrafo Primeiro - Quanto à lista de cargos consideram-se funções públicas relevantes no
Brasil (itens associados ao campo CARGO na Proposta de Participação em Grupo de Consórcio):
1 - Presidente ou Vice-Presidente da República;
2 - Senador ou Deputado Federal;
3 - Governador ou Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal, os presidentes de Tribunal
de Justiça, de Assembleia Legislativa e de Câmara Distrital, e os presidentes de Tribunal e de

40
REGULAMENTO

Conselho de Contas de Estado, de Municípios e do Distrito Federal;


4 - Ministro de Estado;
5 - Presidente, vice-presidente e diretor, ou equivalentes, de autarquias, fundações públicas,
empresas públicas ou sociedades de economia mista;
6 - Membros do Conselho Nacional de Justiça, do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais
Superiores;
7 - Membros do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República, o
Vice- Procurador-Geral da República, o Procurador-Geral do Trabalho, o Procurador-Geral da
Justiça Militar,os Subprocuradores-Gerais da República e os Procuradores-Gerais de Justiça dos
Estados e do Distrito Federal;
8 - Membros do Tribunal de Contas da União e o Procurador-Geral do Ministério Público junto
ao Tribunal de Contas da União;
9 - Prefeito, Vice-Prefeito, Presidente e Vice-Presidente de Câmara Municipal da capital de

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Estado.
Parágrafo Segundo - Quanto à lista de relacionamento consideram-se familiares (itens
associados ao campo FAMILIAR na Proposta de Participação em Grupo de Consórcio):
1 - Pai ou Mãe
2 - Filho ou Filha
3 - Enteado ou Enteada
4 - Cônjuge (Marido ou Esposa)
5 - Convivente ou Companheiro(a)
6 - Irmão ou Irmã
7 - Padrasto ou Madrasta
Parágrafo Terceiro - Quanto à lista de relacionamento próximo consideram-se representantes
(itens associados ao campo REPRESENTANTE na Proposta de Participação em Grupo de
Consórcio):
1 - Representante ou Procurador de PEP
2 - Assessor ou Assistente Parlamentar de PEP
3 - Assessor ou Assistente Técnico de PEP
4 - Assessor ou Assistente Jurídico de PEP
5 - Sócio
LGPD - LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS
Cláusula 55 – O CONSORCIADO é e continuará sendo o titular e proprietário dos dados por ele
submetidos em sua Ficha Cadastral e compartilhados ao longo da relação contratual junto à
ADMINISTRADORA, na participação no respectivo Grupo de Consórcio. A ADMINISTRADORA,
por sua vez, obriga-se a atuar de acordo com a legislação vigente e às determinações de órgãos
reguladores/fiscalizadores sobre proteção de dados pessoais, em especial às disposições da Lei
n.º 13.709/2018 (“Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”).
Cláusula 55.1. O CONSORCIADO fica ciente que seus dados pessoais tratados no âmbito do
Consórcio são tratados pela ADMINISTRADORA para as seguintes finalidades: a) para execução
dos instrumentos celebrados entre as partes, em especial o Contrato de Consórcio; b) para cumprir
obrigações legais relativas ao negócio pactuado; e c) cumprir ordens judiciais ou requisições
administrativas.
Cláusula 55.2. O CONSORCIADO fica ciente que seus dados pessoais poderão ser
armazenados fora do Brasil e que a ADMINISTRADORA aplica controles técnicos e de governança
visando promover o tratamento adequado dos dados pessoais.
Cláusula 55.3. Os dados pessoais são acessados somente por profissionais devidamente
autorizados, respeitando-se os princípios da proporcionalidade, necessidade e relevância para os
objetivos do Grupo de Consórcio e da ADMINISTRADORA, além de compromisso de

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REGULAMENTO

confidencialidade e preservação da privacidade dos CONSORCIADOS nos termos da Política de


Privacidade disponível eletronicamente em https://www.cnvw.com.br/politica-de-privacidade.
FORO COMPETENTE
Cláusula 56 - As partes elegem o Foro da Comarca onde está situada a Matriz da
ADMINISTRADORA, representante dos CONSORCIADOS integrantes do grupo, como hábil

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para dirimir questões oriundas do presente contrato, evitando-se, inclusive, despesas que onerem
os demais consumidores integrantes do grupo de consórcio, dado que o interesse do grupo
prevalece sobre o interesse individual do CONSORCIADO, de conformidade com o disposto no
§ 2º do artigo 3º da Lei 11.795/08, ou, alternativamente, fica eleito o foro do domicílio do
demandado, nos termos das características de competência do Código de Defesa do Consumidor,
ou do Código de Processo Civil conforme sua aplicação.
E, por estarem assim justas e contratadas, as partes obrigam-se por si, seus sucessores e
herdeiros.

CONSÓRCIO NACIONAL VOLKSWAGEN - ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA.

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