Neoliberalismo, Gerencialismo e Educação o Projeto Do
Neoliberalismo, Gerencialismo e Educação o Projeto Do
Neoliberalismo, Gerencialismo e Educação o Projeto Do
Resumo
Neste artigo, problematizaremos as transformações do neoliberalismo em sua versão no século XXI, o
papel do Estado e o gerencialismo a partir da incorporação de novas matrizes teóricas. As ações
empresariais, no campo da educação, desenvolvem práticas que promovem a síntese entre interesse
individual e interesse geral. Metodologicamente, usamos a análise de documentos produzidos pela
Reduca e suas instituições membros. Nas considerações, o que se destaca, é o interesse dos
empresários que financiam e atuam na educação, por intermédio de redes, alinhando-se à doutrina do
mercado na América Latina.
Palavras-chave: Neoliberalismo; Gerencialismo; Educação.
Resumen
En este artículo problematizaremos las transformaciones del neoliberalismo en su versión en el siglo
XXI, el papel del Estado y el gerencialismo a partir de la incorporación de nuevas matrices teóricas. Las
acciones empresariales, en el campo de la educación, desarrollan prácticas que promuevan la síntesis
entre el interés individual y el interés general. Metodológicamente, se utilizó el análisis de documentos
producidos por Reduca y sus instituciones miembros. En las consideraciones, se destaca el interés de
los empresarios que financian y actúan en la educación, a través de redes, alineándose con la doctrina
del mercado en América Latina.
Palabras clave: Neoliberalismo; Gerencialismo; Educación.
Abstract
In this article, we will problematize the transformations of neoliberalism in its version in the 21st century,
the role of the State and managerialism from the incorporation of new theoretical matrices. Business
actions, in the field of education, develop practices that promote the synthesis between individual
interest and general interest. Methodologically, we used the analysis of documents produced by Reduca
and its member institutions. In the considerations, what stands out is the interest of entrepreneurs who
finance and act in education, through networks, aligning themselves with the doctrine of the market in
Latin America.
Keywords: Neoliberalism; Managerialism; Education.
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Artigo recebido em 10/02/2023. Primeira avaliação em 16/03/2023. Segunda avaliação em
19/03/2023. Aprovado em 30/03/2023. Publicado em 13/04/2023
DOI: https://doi.org/10.22409/tn.v21i44.57593.
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Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) , Rio Grande do Sul
- Brasil. Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Riograndense -IFSul -
Campus Sapucaia do Sul e do Mestrado ProfEPT - Campus Charqueadas, Rio Grande do Sul - Brasil.
E-mail: caetanoraquel2013@gmail.com. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8670505772168037.
ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6973-908X.
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Introdução
[…] tanto por parte das classes aliadas quanto por parte das classes
subalternas, uma identificação destas com o seu projeto ideológico de
dominação; quando sua visão de mundo particular universaliza-se,
sendo compartilhada como própria pelas demais classes. (GRAMSCI,
1991, p. 185).
2
reformas globais na educação, a Rede Latino Americana de Educação, a Reduca,
cujo enfoque é a atuação de fundações, associações, e da atuação direta ou indireta
de empresários, visando compreender a atuação hegemônica e, por consenso, no
campo educacional.
Do ponto de vista metodológico, este trabalho se caracteriza como qualitativo,
de natureza bibliográfica e documental. Na primeira parte, utilizamos como fontes de
análise, pesquisas já desenvolvidas por Puello-Socorrás (2008;2010); Abdala e
Puello-Socarrás (2019); Peroni (2017; 2021); Lamosa (2017) entre outros. Na
segunda parte, analisamos os documentos elaborados pela Rede Latino-Americana
de Organizações da Sociedade Civil pela Educação – Reduca, entre os anos de 2011
e 2013, os membros ativos da rede em cada país e as informações disponibilizadas
em sites. Buscamos, com este texto, apresentar alguns estudos de autores que tem
centrado suas pesquisas sobre as reformas educativas como estratégia para manter
a ordem atual do capital na América Latina. Buscamos, a partir das relações entre as
temáticas apresentadas, elaborar e produzir subsídios teóricos para a fundamentação
e análises de políticas educacionais.
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referências sem modificar seu conteúdo central, reinventando-se sempre. Puello-
Socarrás (2008a, p. 23) alerta que o neoliberalismo não é apenas um programa de
políticas e não se “[...] esgota nem se pode equiparar exclusivamente com o Consenso
de Washington”, nem com sua versão original, nem com o que sucedeu. Seu conteúdo
representa apenas uma das diversas tradições históricas do projeto neoliberal,
considerado como uma etapa do capitalismo na qual se pode observar “[...] a mais
pronunciada exacerbação das lógicas e contradições inerentes à reprodução e
acumulação incessante do capital” (PUELLO-SOCARRÁS, 2008a, p. 14). O autor
continua, ao dizer que limitar o neoliberalismo, portanto, a um programa de políticas
“[...] oculta e minimiza seu significado sociopolítico”.
No contexto atual, o neoliberalismo se caracteriza como reformas de segunda
geração e busca sintetizar modos de organização social considerados opostos e
irreconciliáveis (Estado e Mercado), em uma narrativa compatível e convergente, da
qual podem derivar políticas de ajuste estrutural favoráveis ao mercado (PUELLO-
SOCARRÁS, 2008b). Esses traços característicos do Estado neoliberal
contemporâneo pretendem dar continuidade à construção estratégica de uma
sociedade de mercado que busca desvincular o público do Estado. No Brasil, as
reformas na administração pública mais profundas tiveram início nos anos noventa,
no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), com o Plano Diretor da
Reforma do Estado, que tinha como objetivo desburocratizar o Estado. Nesse período,
já se indicava o público não estatal. A estratégia para descentralizar serviços públicos
foi a criação de novos tipos de organizações, que receberam nomes variados,
dependendo da finalidade a que se destinam: agência autônoma, organização social,
agência executiva, fundação de serviços públicos, agência pública. Para Bresser
Pereira (1997, p. 67), o público não estatal está além da propriedade privada e da
propriedade estatal existentes no capitalismo.
[...] se definirmos como público aquilo que está voltado para o
interesse geral, e como privado aquilo que é voltado para o interesse
de indivíduos e suas famílias, está claro que o público não pode ser
limitado ao estatal, e que fundações e associações sem fins lucrativos
e não voltadas para a defesa de interesses corporativos, mas para o
interesse geral, não podem ser consideradas privadas. [...] Na verdade
são entidades públicas não estatais, ou seja, são entidades sem fins
lucrativos, são organizações não governamentais, organizações
voluntárias (BRESSER PEREIRA, 1997, p. 67).
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O molde comum a todas essas designações é a de organização não estatal,
nem privada, sem fins lucrativos, cuja finalidade é a de executar serviços de interesse
público, de natureza concorrencial, com financiamento público e métodos de
funcionamento do setor privado (MORALES, 1998). Dessa forma, ao longo dos anos,
foi se recriando um espaço público não estatal, que é um espaço e ambiente para a
proliferação do empreendedorismo e de seus desdobramentos. Essa forma de
conceber o público não estatal traz implicações nas mais diversas esferas da vida em
sociedade, passando da esfera dos direitos do cidadão para a prestação de serviços
sociais (PUELLO-SOCARRÁS, 2008a, p. 17). No caso da educação, ela é oferecida
à população, mas não necessariamente quem a executa é o Estado, o que permite
que outras instituições, como as do terceiro setor: OSs, institutos, fundações e
associações, ofereçam esse serviço através da terceirização, de parcerias, de
contratos, de vouchers ou de outras variações. Além disso, o Estado terceiriza a
política, a execução da política e o conteúdo da proposta educacional ao adquirir todo
tipo de produto vinculado a essas instituições.
O enfoque de Estado Empresarial se constitui como uma reordenação às
transformações do neoliberalismo a partir
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Foi um clássico nos anos 1990 e inspirou o governo Bill Clinton nos EUA. Os autores utilizam o termo
governo empreendedor para descrever o modelo emergente de gestão pública. O conceito básico
utilizado é o cunhado pelo economista francês J. B. Say, por volta do ano 1800. O empreendedor,
segundo esse conceito, é aquele que transfere recursos de áreas em declínio e os investe em áreas
de alta produtividade e de grande retorno. Ainda acrescentam os autores - é aquele que, conforme
demonstrou, mais tarde, Peter Drucker, mais do que ser capaz de vislumbrar oportunidades. Quando
se fala em empreendedores públicos, dizem os autores, está se falando precisamente de pessoas e
instituições que habitualmente agem desta maneira: utilizam constantemente seus recursos de maneira
inovadora a fim de elevar sua eficiência e efetividade.
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espírito empreendedor está transformando o setor público, já traziam o ideário de
transformar burocracias públicas em governos empreendedores, produtivos e
eficientes, visto que isso tem uma relação estreita com a dúvida do cidadão sobre a
capacidade do Estado em administrar a sociedade e satisfazer suas crescentes
necessidades sociais. Conforme Machado (2001), Osborne destacou alguns
princípios básicos a serem seguidos por um governo empreendedor:
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O gerencialismo e o projeto neoliberal
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em um mercado competitivo e se tornassem semelhantes a um negócio. O resultado
é a introdução e a difusão de uma nova lógica que privilegia a economia e a eficiência
acima dos direitos democraticamente constituídos.
O neoliberalismo contemporâneo é construído em torno do princípio de
despolitização. Para os neoliberais, problemas da sociedade, dinâmicas públicas e as
tensões e conflitos sociais devem ser considerados sob uma perspectiva individualista
no mercado, descartando as questões sociais e o interesse coletivo.
Entre o deslocamento da concepção de homem econômico em direção ao
conceito de homem empresário/empreendedor, está o empreendedorismo, que passa
a ser a chave de interpretação das questões econômicas atuais, situação explicada
em grande parte pelas novas condições das economias e sociedades mundiais. Para
Puello Socarraz (2010 p. 16) “[…] o empresário/empreendedor passa a ser uma
demanda epistemológica, ideológica e política que gera uma compreensão muito mais
funcional e ajustada da fase de capitalismo avançado” e, sobretudo, sintetiza as
categorias necessárias ao neoliberalismo, pois permite absorver e enfrentar a
complexidade entre as realidades econômicas, políticas e sociais contemporâneas,
que não existiam no passado.
O homem passa a ser entendido como um empresário, um empresário de si
mesmo (DARDOT; LAVAL, 2016). Seu próprio capital, seu próprio produtor, a sua
própria renda, responsável pelo seu sucesso ou fracasso. Então, ele continua
reforçando o individualismo, que é central no neoliberalismo (PUELLO-SOCARRÁZ,
2010). No papel de empresários de si, eles inovam e propiciam novas combinações
entre Estado, Trabalho e Capital e se posicionam como um terceiro fator para a
dinâmica do sistema.
Temos abordado essas características como um novo ethos (COSTA;
CAETANO, 2021) que vem sendo introduzido na sociedade como um todo e contribui
com suas estratégias para a mudança do conteúdo social e educacional, isto é, uma
nova lógica neoliberal, em que a sociedade passa a ser concebida como um mercado,
no qual cada sujeito é uma empresa que está em contínua concorrência. Portanto, ela
passa a ser a mediadora de todas as relações sociais: “[...] o homem neoliberal é o
homem competitivo” (DARDOT; LAVAL, 2016, p. 322). A competição se introjeta até
na esfera da subjetividade dos indivíduos. A vida passa a ser vista como um capital a
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ser continuamente valorizado, na qual o indivíduo é empreendedor de si mesmo
(DARDOT; LAVAL, 2016, p. 322).
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conviver com o desemprego permanente e com a precarização das relações de
produção e das relações sociais de produção.
A naturalização do risco, a responsabilização individual pelas consequências
de suas escolhas e a transformação dos indivíduos em sujeitos empreendedores de
si, que estão em contínua competição e concorrência com os demais sujeitos, são
facetas dessa nova sociedade. Em contrapartida, essa mesma sociedade exige que
o sujeito se supere continuamente, seja flexível para acompanhar as mudanças
impostas pelo mercado, adapte-se às contínuas variações da demanda e assuma
sempre os riscos. A naturalização da lógica da eliminação dos mais fracos e inaptos
e a uberização das relações de trabalho, com a flexibilização, são exemplos dessa
nova sociedade.
Em relação à educação, as diferentes formas de privatização a partir do público
não estatal modifica o sentido do saber, das instituições transmissoras dos valores e
dos conhecimentos e as próprias relações sociais. O objetivo, agora, é formar um novo
sujeito, tendo por objetivo sua formação de empreendedor pautada na concorrência.
A outra face do gerencialismo educacional é a minimização dos seus custos
consentidos pelos orçamentos públicos, bem como a transferência de vários de seus
encargos para instituições não governamentais, como fundações, associações e
institutos de todo tipo. Todas essas modificações devem ser rentáveis, pois a escola,
agora, destina-se à satisfação das empresas que se utilizam do capital humano. Para
tal intento, as reformas educacionais globais — e em particular no Brasil — contam
com a reorganização de currículos padronizados, com os sistemas internacionais de
avaliação, além dos programas altamente estruturados que resultam dessas
modificações, como planos de aulas, formação de professores e programas para o
ensino, incluindo livros didáticos, softwares e material pedagógico. São fundações e
institutos que disputam a gestão e o conteúdo educacional como Fundação Lemann,
Instituto Ayrton Senna, Fundação Itaú Social, Instituto Unibanco, Instituto Positivo,
entre outros.
As reformas baseadas nas alterações curriculares negam o que está no
princípio da educação pública, ou seja, negam a apropriação universal dos
conhecimentos necessários aos estudantes, pois retiram disciplinas fundamentais
para a compreensão do complexo mundo em que vivemos e criam outras, como o
empreendedorismo, educação financeira, cultura maker, projeto de vida e
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competências socioemocionais, em busca da melhoria da produtividade econômica e
não da qualidade do ensino, inclusive sem consulta aos docentes e estudantes. Em
consequência, tem-se a padronização dos objetivos e dos controles, a
descentralização, o gerenciamento educativo, a formação dos docentes, que conta
com a direção e execução de instituições privadas em parcerias com o setor público
nessa nova dinâmica, ou seja, um gerencialismo pedagógico.
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Somente na vulgata neoliberal o Estado é exterior ao mercado. Sem a
ajuda ativa dos Estados, as empresas transnacionais e os investidores
financeiros institucionais não teriam alcançado as posições
dominantes que hoje possuem [...] a grande liberdade de ação da qual
elas gozam no plano doméstico e a mobilidade internacional [...]
necessitaram numerosas medidas legislativas e regulamentares.
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Nesse novo cenário em que surgem novas ideias de liderança da chamada
sociedade civil, a participação de empresários e de novos filantropos tem se ampliado,
pois as redes ligadas ao setor privado e às ONGs têm crescido além-fronteiras. A
Rede Latino-Americana de Organizações da Sociedade Civil pela Educação é uma
rede formada por diversos países latino-americanos cujos protagonistas são
empresários e filantropos. Ela surgiu em 2011 com apoio do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID) e da Comissão de Educação da União Europeia (em 2013),
em Brasília, no dia 16 de setembro de 2011, quando os países participantes assinaram
a Declaração de Brasília, que estabeleceu a rede e seus objetivos. O site da rede
informa que seu objetivo é a troca de experiências para o desenvolvimento de projetos
em conjunto e para a construção de uma voz de mobilização regional e de incidência
em políticas públicas, buscando propor soluções para os principais desafios
educacionais de cada país. Fazem parte da Reduca organizações da Argentina,
Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México,
Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana.
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PARAGUAI Juntos pela Educação organização sem fins lucrativos
organizada por empresários
COLOMBIA Fundação Empresários pela Organização não governamental criada e
Educação dirigida por empresários.
EQUADOR Grupo Faro Centro independente de pesquisa e ação
que gera evidências e implementa
iniciativas para influenciar políticas
públicas
COSTA RICA Fundação Omar Dengo Entidade privada sem fins lucrativos
Fonte: Organizado pela autora, 2023.
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No Brasil, o Todos pela Educação lançou, em 2022, o ‘Educação Já’4: uma
agenda para o Brasil por ocasião das eleições de 2022. Sua intenção é pautar a “[…]
agenda educacional brasileira nos próximos 10 anos”, tendo em vista que o PNE
vigente expira em 2024 (BRASIL, 2014–2024), conforme Akkari e Evangelista (2022,
s.p). Para os autores, o documento aborda quase todos os aspectos referentes à
Educação Básica, sintetizados em dez medidas “estruturais e articuladas”.
Outro indicador comum é o financiamento privado da maioria dos membros,
normalmente feito por grandes conglomerados e corporações e suas respectivas
empresas que se configuram entre associados, doadores, apoiadores, financiadores.
No entanto, o que se destaca, no interesse dos empresários e filantropos que
financiam essas redes, é o comprometimento com metas e resultados materiais que,
além de inserir propostas gerenciais que modificam a cultura da educação pública,
alinham-se à doutrina do mercado (CAETANO, RUIZ, SANTOS, 2020).
As reformas gerenciais ocorridas ao longo da história criaram espaços públicos
não estatais. Assim, o que foi elencado no Quadro 1 mostra que a maioria dos
membros da rede é constituída de associações, fundações, OSC com protagonismo
ou apoio de empresários latino-americanos, o que construiu consensos em relação à
direção da política e ao seu conteúdo. Além disso, fundações como a Lemann,
institutos como Ayrton Senna e Unibanco entre outros, trabalham com projetos
padronizados e incorporam o discurso hegemônico com elementos como
produtividade, eficiência, descentralização, competitividade e desempenho,
performatividade e accountability — como forma de responsabilização, avaliação e
prestação de contas à população.
A questão central é que, ao delegar e/ou dividir responsabilidades com
empresários e filantropos, os países latino-americanos abrem mão da sua autonomia
para construir políticas públicas verdadeiramente democráticas, com gestão
democrática e voltadas para o processo educacional de formação de cidadãos
autônomos, conforme as suas demandas e realidades.
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Intitula-se uma produção técnico-política construída a várias mãos. O documento apresenta
contribuições para a elaboração de um plano sistêmico para a Educação Básica brasileira nas próximas
gestões federal e estaduais.
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Considerações
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Referências
BRESSER PEREIRA, L.C. A Reforma do Estado dos anos 90: Lógica e Mecanismos
de Controle. Cadernos MARE da reforma do Estado nº 1. Brasília: Ministério da
Administração Federal e Reforma do Estado, 1997.
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FRIGOTTO, G. A Produtividade da Escola Improdutiva. São Paulo: Cortez, 1994.
MORALES, C. A. Nem privado nem estatal: em busca de uma nova estratégia para a
provisão de serviços públicos. Revista do Serviço Público, ano 49, n. 4, out./dez.
1998.
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PUELLO-SOCARRÁS, J. F. Nueva gramática del Nel-liberalismo: Itinerarios
teóricos,trayectorias intelectuales, claves ideológicas. Bogotá: Universidade Nacional
de Colombia, Faculdad de Derecho, Ciencias Politicas y Sociales, 2008b.
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