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CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF.

SIRLO OLIVEIRA
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
1. (Basa/Cesgranrio/2022) Na composição do Sistema Financeiro Nacional no Brasil,
o órgão normativo responsável pela fixação das metas para a inflação, pelas
diretrizes da política cambial e pelas normas inerentes ao funcionamento das
instituições financeiras é o(a)
(A) Banco Central do Brasil
(B) Banco do Brasil
(C) Conselho Monetário Nacional
(D) Caixa Econômica Federal
(E) Comissão de Valores Mobiliários
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
2. (BB/Cesgranrio/2023) A função principal das operações de Tesouraria bancária é
(A) aprimorar a qualidade de atendimento aos clientes.
(B) ampliar o uso de serviços digitais nas transações financeiras.
(C) administrar os fluxos de despesas e receitas da instituição financeira, visando a
controlar os gastos e a maximizar os lucros.
(D) aumentar a carteira de serviços financeiros oferecidos aos clientes.
(E) gerenciar as atividades de marketing, publicidade e propaganda da instituição
financeira.
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
3. (BB/Cesgranrio/2021) Se o planejamento estratégico do Banco do Brasil fixar,
como meta prioritária, a expansão de suas operações no varejo bancário, o público-
alvo serão as(os)
(A) companhias de grande porte
(B) governos nas esferas federal, estadual e municipal
(C) exportadores
(D) importadores
(E) clientes individuais
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
4. (BB/Cesgranrio/2021) É função precípua da Tesouraria, em um determinado
banco,
(A) fixar as formas de garantias exigidas em função dos tipos de operação de crédito.
(B) gerenciar os descasamentos existentes entre os fluxos de caixa das captações e as
aplicações do banco.
(C) acompanhar as operações em atraso, visando à instauração do processo de
recuperação de crédito.
(D) ativar as atividades de marketing e publicidade do banco.
(E) estreitar o relacionamento com os clientes do banco.
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
5. (BB/Cesgranrio/2023) Liquidez é a capacidade de conversão de um bem em
dinheiro.
Considerando-se apenas os efeitos da transformação digital do sistema financeiro
sobre a liquidez dos ativos financeiros, espera-se que todos os ativos abaixo possam
apresentar ganhos de liquidez, EXCETO
(A) Cédulas e moedas
(B) Certificados de Depósito Bancário e de Depósito Interbancário (CDB e CDI)
(C) Depósitos em caderneta de poupança
(D) Títulos privados, como letras hipotecárias e letras de câmbio
(E) Títulos Públicos
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
6. (BB/Cesgranrio/2023) As políticas de afrouxamento monetário (Quantitative
Easing), que vêm norteando as políticas monetárias do Federal Reserve (o Banco
Central dos Estados Unidos) e do Banco Central Europeu (BCE), desde a crise
financeira global de 2008, são consideradas políticas monetárias não convencionais,
porque, na prática, acarretam
(A) aumento das taxas de redesconto
(B) elevação dos percentuais de depósitos compulsórios
(C) aumento das taxas de juros básicas de curto prazo
(D) expansão primária de moeda
(E) fuga do dólar como moeda-reserva internacional
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
7. (Caixa/Cesgranrio/2021)
Os bancos centrais globais agora percebem que políticas monetárias antes
consideradas não convencionais e temporárias agora se revelam convencionais e
duradouras. Obrigados a encontrar novas soluções devido à crise financeira de 2008 e
novamente neste ano por causa da pandemia de coronavírus, o Federal Reserve (Fed,
na sigla em inglês), o Banco Central Europeu e a maioria dos bancos centrais
internacionais se tornaram mais agressivos e inovadores do que nunca na defesa das
economias contra a recessão e ameaça de deflação.
Um exemplo de política monetária não convencional é a
(A) redução da taxa básica de juros
(B) compra de títulos públicos e privados por parte dos bancos centrais
(C) redução das taxas de redesconto
(D) expansão da base monetária
(E) venda de títulos com o compromisso de recompra pela autoridade monetária
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
7. (Caixa/Cesgranrio/2021)
Rascunho
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8. (BB/Cesgranrio/2021) A pandemia do coronavírus, declarada em março de 2020,
alterou significativamente as relações sociais e econômicas ao redor do globo. Em
resposta, autoridades mundiais atuaram tempestivamente, recorrendo a
instrumentos monetários para dinamizar a economia, associando estímulo
monetário com controle inflacionário.
Com essa finalidade, no Brasil, em agosto de 2020, o Banco Central do Brasil (Bacen)
anunciou a utilização de um instrumento denominado
(A) Quantitative easing
(B) Foward guidance
(C) Teto dos gastos
(D) Isenção tributária
(E) Dominância fiscal
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
9. (BB/Cesgranrio/2021)

Texto
Com evidências do enorme descolamento entre as taxas de juros de curto e de longo prazo no
Brasil, o texto abaixo reproduz matéria jornalística, publicada no início de agosto de 2020,
dando conta da enorme incerteza futura associada aos impactos adversos decorrentes da crise
pandêmica da Covid-19 sobre a economia brasileira.
Os juros futuros encerraram os negócios desta segunda-feira em alta firme, afetados por um
movimento de maior incorporação de prêmio de risco ao longo da curva a termo, especialmente
nos trechos mais longos (com vencimento no longo prazo). No fim da sessão regular, a taxa do
contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 passava de 1,87% no ajuste
anterior para 1,88%; a do DI para janeiro de 2022 ia de 2,65% para 2,67%; a do contrato para
janeiro de 2023 subia de 3,76% para 3,79%; a do DI para janeiro de 2025 escalava de 5,40% para
5,47%; e a do contrato para janeiro de 2027 saltava de 6,35% para 6,43%.
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9. (BB/Cesgranrio/2021)
Para minorar os impactos da crise, a Emenda Constitucional nº 106, de 7 de maio de 2020,
conhecida como o “Orçamento de Guerra”, instituiu uma diversidade de medidas nos âmbitos
fiscal, financeiro e de contratações para enfrentamento da calamidade pública nacional,
decorrente da pandemia da Covid-19. Dentre as medidas aprovadas, o Banco Central do Brasil
ficou autorizado, temporariamente, a operar com instrumentos de política monetária
considerados não convencionais.
A medida de política monetária não convencional, por parte do Banco Central do
Brasil, que poderia ter estimulado a redução das taxas de juros de longo prazo no ano
passado é a
(A) venda de títulos mediante operações compromissadas
(B) compra de títulos públicos e privados no mercado secundário
(C) redução do percentual dos depósitos compulsórios
(D) redução da taxa de juros básica de curto prazo (Selic)
(E) venda de títulos públicos e privados no mercado secundário
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
10. (BB/Cesgranrio/2023) Quando um indivíduo, ao comprar um produto em uma
loja, efetua o pagamento utilizando papel-moeda (cash), a moeda estará cumprindo,
nessa operação, a função de
(A) meio de troca
(B) unidade de medida de valor
(C) reserva de valor
(D) financiamento
(E) precaução
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
11. (BB/Cesgranrio/2023) Nos sistemas econômicos contemporâneos, a moeda
cumpre diferentes funções.
Se os empresários brasileiros utilizarem a moeda nacional (o Real) como ativo
monetário para calcular o custo de suas mercadorias, a moeda cumprirá, nesse caso,
a função de
(A) reserva de valor
(B) meio de troca
(C) unidade de medida de valor
(D) meio de financiamento
(E) meio de compensação bancária
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
12. (BB/Cesgranrio/2023) Os contratos celebrados entre um banco e seus clientes
estabelecem tarifas, limites de crédito, taxas de juros, pagamentos mínimos, datas e prazos
para pagamento, dentre outros aspectos regulados. O estabelecimento de contratos só
pode ocorrer devido à função de unidade de conta da moeda.
A função de unidade de conta da moeda diz respeito à
(A) possibilidade de separar no tempo e no espaço as transações de compra das transações
de venda.
(B) coincidência de interesses entre as partes envolvidas nas transações, possibilitando que
o contrato seja firmado.
(C) preservação do valor da moeda em data futura, com relação ao momento da assinatura
do contrato.
(D) determinação da quantidade de unidades monetárias que liquidam as obrigações de um
contrato.
(E) capacidade da moeda ser facilmente trocada por outros ativos sem perda significativa do
seu valor.
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13. (BB/Cesgranrio/2023) Embora não haja consenso sobre a origem da moeda, a
justificativa reconhecida e mais aceita para a sua disseminação como intermediária
de trocas é que ela evitou a(o)
(A) escassez
(B) falência bancária
(C) especulação
(D) escambo
(E) crédito
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14. (BB/Cesgranrio/2023) Ao longo das crises financeiras agudas, em que se
observam elevada incerteza e temor em relação à solvência de empresas e bancos, a
extrema preferência por liquidez tende a fazer com que os agentes econômicos
aumentem as práticas de entesouramento.
Nesse contexto, a moeda assume, precipuamente, a função de
(A) meio de financiamento dos investimentos
(B) meio de troca
(C) unidade de conta
(D) escambo
(E) reserva de valor
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15. (Banrisul/Cesgranrio/2023) Durante as crises financeiras agudas, por causa da
enorme incerteza futura, os agentes econômicos brasileiros ou estrangeiros com
aplicações em ativos reais ou financeiros, expressos em Reais brasileiros, tendem a
entesourar moeda local ou a fazer operações de compra de Dólares americanos nos
mercados de câmbio no Brasil.
Dentre as diversas funções da moeda, o principal fator explicativo do
entesouramento de moeda local ou estrangeira em períodos de crise e incerteza é a
busca de
(A) rentabilidade
(B) liquidez
(C) financiamento
(D) competitividade
(E) arbitragem
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16. (BB/Cesgranrio/2021) Quando alguém vai a um shopping center pode observar
que uma saia, por exemplo, apresenta o preço de R$40,00 e uma garrafa d’água, o
preço de R$5,00. Apesar de não ser errado afirmar que o preço da saia são oito
garrafas d’água e que o preço da garrafa d’água é 1/8 do preço da saia, os preços não
costumam ser cotados assim.
Quando se deseja mensurar e registrar valor econômico, usa-se a moeda como
(A) riqueza
(B) unidade de conta
(C) meio de troca
(D) valor intrínseco
(E) reserva de valor
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17. (BB/Cesgranrio/2021) Um meio de troca é aquilo que os compradores oferecem
aos vendedores quando aqueles adquirem bens e serviços.
Quando um consumidor, por exemplo, compra um perfume numa loja localizada
numa economia onde o nível inflacionário é baixo e controlado, o vendedor entrega
o produto para o cliente em troca de
(A) outro serviço, por ser o meio de troca de maior divisibilidade.
(B) outro bem, por ser o meio de troca com menor custo de carregamento.
(C) moeda, por ser o meio de troca de maior aceitabilidade.
(D) mercadoria, por ser o meio de troca mais eficiente.
(E) moeda-mercadoria, por ser o meio de troca mais durável.
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS – PROF. SIRLO OLIVEIRA
18. (BB/Cesgranrio/2021) Uma das funções desempenhadas pela moeda é a de
reserva de valor, no entanto, a moeda não é o único ativo que desempenha tal
função. O motivo que faz com que os cidadãos retenham moeda como reserva de
valor é o fato de ela
(A) ser protegida contra inflação.
(B) prestar algum serviço ao seu possuidor.
(C) propiciar um aumento no seu valor.
(D) oferecer um rendimento a seu detentor.
(E) possuir liquidez absoluta.
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19. (BB/Cesgranrio/2021) O texto seguinte trata de uma das funções da moeda.
As economias – as “economias reais” – são sistemas de escambo vastos. O problema
é que a história mostra que, sem o dinheiro, esses sistemas não acontecem. Até
mesmo quando as economias “revertem para o escambo”, como parece ter ocorrido
na Europa na Idade Média, elas não abandonam de fato o uso do dinheiro. Elas
apenas deixam de usar o dinheiro vivo. Na Idade Média, por exemplo, todos
continuaram calculando o valor de ferramentas e gado na antiga moeda romana,
mesmo que ela já não circulasse mais.
No trecho citado, o autor destaca que, na Idade Média, a antiga moeda romana
continuou exercendo a função de
(A) débito
(B) crédito
(C) meio de troca
(D) unidade de conta
(E) reserva de valor
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20. (Agerio/Cesgranrio/2023/analista de desenvolvimento - comunicação e
marketing) Certo país adotou o regime monetário de metas de inflação, a ser
praticado pelo banco central.
Caso a medição da inflação no país surpreenda, no sentido de ultrapassar a meta
de inflação, seu banco central, para combater a inflação, deveria
(A) aumentar a taxa de juros básica da economia.
(B) reduzir o gasto do setor público.
(C) aumentar os impostos pagos pelos contribuintes.
(D) alterar a taxa de câmbio, desvalorizando a moeda doméstica.
(E) aumentar os impostos sobre as exportações.
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21
Embora as taxas de câmbio R$/US$, cotadas diariamente nos mercados de câmbio
à vista, sejam expressas em valores nominais, ao longo do tempo essas taxas
podem-se desviar de seus valores reais.
Contribui para a apreciação real da moeda brasileira, em relação ao dólar norte-
americano, a(o)
A) redução da produtividade média no Brasil, comparativamente à dos Estados
Unidos
B) queda dos preços das commodities exportadas pelo Brasil
C) taxa de inflação no Brasil maior do que a taxa de inflação norte-americana
D) compra de reservas internacionais pelo Banco Central do Brasil
E) maior grau de incerteza no Brasil
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22.
A revista inglesa The Economist publica periodicamente o famoso Índice do Big
Mac, que consiste em avaliar os preços, em dólares, do conhecido sanduíche
em diferentes países na economia global. Os resultados são frequentemente
replicados pela imprensa internacional, incluindo a brasileira. A metodologia
de apuração é simples: com base nas taxas de câmbio nominais das moedas
nacionais em relação ao dólar, cotadas num mesmo dia, converte-se o preço do
Big Mac avaliado nessas moedas para o seu respectivo valor em dólares.
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22.
Considerando-se que na edição de 12 de janeiro de 2021, os cálculos da The
Economist mostravam que o preço, em dólares, do Big Mac no Brasil estava
cerca de 30% mais barato do que o sanduíche similar vendido e cotado, também
em dólares, nos Estados Unidos, o resultado indicava que o real brasileiro estava
A) na paridade real do poder de compra em relação ao dólar
B) subvalorizado em relação ao dólar
C) com alinhamento nominal em relação ao dólar
D) valorizado em relação ao dólar
E) sobrevalorizado em relação ao dólar
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23.
No caso de um regime de taxa de câmbio fixa entre o Real e o Dólar americano,
verifica-se que as
A) diferenças de taxa de inflação entre o Brasil e os Estados Unidos não alterariam a
taxa de câmbio real entre as moedas desses dois países.
B) políticas monetárias expansionistas nos Estados Unidos causariam recessão no
Brasil.
C) políticas monetárias no Brasil e nos Estados Unidos seriam sempre
contracionistas.
D) taxas de câmbio entre o Real e a moeda europeia seriam fixas.
E) taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos seriam muito próximas, se houvesse
muita mobilidade de capital financeiro entre esses dois países
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24.
Se os preços das mercadorias produzidas no Brasil e nos Estados Unidos forem
calculados em uma mesma moeda comum (por exemplo, em Dólar americano) e,
na pressuposição de que todos os demais fatores permaneçam constantes, uma
desvalorização real da moeda brasileira em relação ao Dólar americano
A) desestimulará as exportações brasileiras para os Estados Unidos.
B) tornará relativamente mais baratas as viagens turísticas dos brasileiros para os
Estados Unidos.
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C) encarecerá relativamente os produtos exportados do Brasil para os Estados Unidos.


D) barateará relativamente os produtos exportados do Brasil para os Estados Unidos.
E) manterá inalterados os preços dos produtos exportados do Brasil para os Estados
Unidos
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25
Na hipótese de que todos os demais fatores permaneçam constantes, a
sobrevalorização do Real brasileiro em relação ao Dólar norte-americano, em termos
reais, por longo período de tempo, exerce efeito
A) positivo sobre as exportações brasileiras
B) neutro sobre as exportações brasileiras
C) negativo sobre as viagens turísticas dos brasileiros aos Estados Unidos
D) negativo sobre as importações brasileiras
E) negativo sobre as exportações brasileiras
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26
Se os preços das mercadorias produzidas por dois países forem expressos numa
mesma unidade monetária e todos os demais fatores permanecerem constantes,
uma apreciação real da moeda de um país X em relação à moeda de um país Y
provoca
A) encarecimento das mercadorias exportadas pelo país X ao país Y
B) encarecimento das mercadorias exportadas pelo país Y ao país X
C) preços idênticos das mercadorias exportadas por ambos os países
D) redução dos salários reais no país X
E) aumento dos lucros esperados no país X
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27.
A equação da paridade dos juros, a descoberto, estabelece que:
taxa de juros interna – taxa de juros externa = expectativas de depreciação da
moeda nacional em relação ao Dólar americano + risco-país
Admita-se que a deterioração de indicadores macroeconômicos fundamentais
no Brasil, como o déficit fiscal e o déficit em transações correntes do balanço de
pagamentos, provoque o aumento do risco-país e a fuga de capitais
estrangeiros do Brasil.
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Se a equação de paridade dos juros for aplicada ao caso brasileiro, supondo-se que
todos os demais indicadores econômicos permaneçam constantes, para que os
influxos de capitais estrangeiros no Brasil voltem a se estabilizar, será necessário
A) aumentar o risco-país.
B) aumentar a taxa de juros externa.
C) aumentar a taxa de juros interna.
D) reduzir a taxa de juros interna.
E) depreciar o Real brasileiro em relação ao Dólar americano.
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28.
A relação entre a mudança de percentual na taxa de câmbio à vista, ao longo do
tempo, e o diferencial entre taxas de juros comparáveis em diferentes mercados de
capitais nacionais é conhecida como o efeito Fisher internacional.
O Fisher-open, como é frequentemente chamado, indica que as taxas de câmbio à
vista devem mudar em uma quantidade
A) desconhecida, mas na mesma direção da diferença nas taxas de juros entre dois
países.
B) igual, mas em direção oposta à diferença nas taxas de juros entre dois países.
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C) diferente, mas em direção oposta à diferença nas taxas de juros entre dois países.
D) igual, mas na mesma direção da diferença nas taxas de juros entre dois países.
E) diferente, mas na mesma direção da diferença nas taxas de juros entre dois
países.
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29.
Considere o texto abaixo para responder às duas questões a seguir. A crise
econômica causada pela pandemia do novo coronavírus provocou a maior fuga de
capitais da história do Brasil. Dados divulgados nesta quarta-feira (24/6) pelo Banco
Central (BC) explicam que os investidores estrangeiros retiraram US$ 31,7 bilhões
do mercado brasileiro de títulos e ações só em março, abril e maio deste ano. Por
isso, as retiradas somam R$ 50,9 bilhões nos últimos 12 meses; o maior índice da
série histórica do BC.
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Considerando-se os efeitos sanitários, econômicos e sociais decorrentes da


pandemia da Covid-19 na economia global, o principal fator que justifica tamanha
fuga de capitais do Brasil no ano passado é o(a)
A) maior percepção de risco, por parte dos estrangeiros, em investir em ativos
denominados em moeda brasileira.
B) necessidade de recursos, no estrangeiro, para financiar as pesquisas científicas
de vacinas contra o coronavírus.
C) manipulação das taxas de câmbio nos mercados globais.
D) aumento desenfreado da dívida externa brasileira.
E) aumento das taxas de juros no mercado internacional.
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30.
Para minorar o risco de não realização dos compromissos assumidos, as operações
de crédito envolvem diversas formas de garantias.
A garantia pessoal, vinculada a título de crédito, em que um terceiro se
compromete a pagar a dívida, caso esta não seja honrada pelo emitente do título, é
denominada
A) fiança
B) hipoteca
C) aval
D) penhor mercantil
E) alienação fiduciária
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31.
Uma pessoa realiza operação mercantil que redunda na emissão de título de crédito
que, além do emitente, possui avalista.
Nos termos do Código Civil, para a validade do aval dado no anverso do título, é
suficiente a simples
A) assinatura do avalista
B) emissão pelo avalista
C) comunicação pelo avalista
D) confirmação do avalista
E) referência pelo avalista
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32.
O aval é uma garantia dada pelo banco de que determinado título de crédito,
emitido pelo seu cliente, será honrado.
Assim, pode haver aval em uma operação na qual há uma obrigação de pagar um(a)
A) prejuízo causado por um possível acidente.
B) aluguel a ser pago mensalmente.
C) empréstimo concedido por uma pessoa física.
D) título da dívida pública estadual.
E) dívida trabalhista da empresa, determinada pelos tribunais.
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33.
A garantia real em que o devedor detém a posse de um bem, mas transfere,
temporariamente, ao credor a propriedade desse mesmo bem, dado como garantia,
até que a dívida seja totalmente quitada, é denominada
A) fiança
B) aval
C) penhor civil
D) alienação fiduciária
E) penhor mercantil
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34.
No mercado de crédito, é comum financiar a aquisição de bens imóveis usando
garantias para o acesso a crédito com taxas de juros mais baixas.
Das opções de garantia permitidas para o financiamento imobiliário nomeadas
abaixo, qual delas requer a transferência do registro do imóvel para o credor?
A) Hipoteca
B) Penhor
C) Alienação Fiduciária
D) Aval
E) Fiança
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35.
Nos contratos de financiamento de automóveis, a garantia de pagamento da
dívida é o próprio bem, isto é, o automóvel adquirido pelo devedor.
Nesse caso, trata-se de
A) aval
B) fiança
C) hipoteca
D) alienação fiduciária
E) penhor mercantil
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36
O anúncio seguinte constava no site do Banco do Brasil no dia 8 de fevereiro de
2021: Financiamento de veículos. Financie o seu veículo, novo ou usado, com as
melhores opções e taxas reduzidas até 28 de fevereiro. Durante a promoção, é
possível financiar* carros novos e seminovos (até 2 anos de fabricação) com
condições diferenciadas. Você pode fazer tudo sem precisar comparecer a uma
agência. Basta acessar o App BB para simular as condições, escolher a opção que se
encaixa no seu orçamento e finalizar a contratação com o envio dos documentos.
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36.
A nota descrita em asterisco (*) destaca que, além da análise cadastral, a aprovação
do crédito está sujeita às “demais condições do produto”. Uma dessas condições
diz respeito à garantia do financiamento que, no caso supramencionado, será o
próprio veículo a ser comprado pelo devedor.
Trata-se de uma forma de garantia denominada
A) hipoteca
B) penhor mercantil
C) fiança
D) alienação fiduciária
E) aval
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37.
Nos financiamentos destinados à compra de imóveis, as instituições financeiras
exigem, do devedor, uma modalidade de garantia, operacionalizada através da
oferta de um bem, que geralmente assume a forma de um imóvel.
A garantia em questão é denominada
A) fiança
B) penhor mercantil
C) aval
D) fiança bancária
E) hipoteca
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38.
O titular da propriedade de inúmeros bens desenvolve, também, várias atividades
mercantis e tem necessidade de garantir por hipoteca um determinado contrato.
Nos termos do Código Civil, podem ser objeto de hipoteca
A) animais de estimação
B) criações exóticas
C) gado de corte
D) navios
E) obras de arte
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39. No Brasil, uma característica do modelo de negócios dos bancos na era digital é
a
A) maior proximidade física com os clientes nas agências bancárias.
B) dispensa de regulação por parte do Banco Central do Brasil.
C) disseminação das plataformas on-line.
D) lentidão dos canais de comunicação.
E) menor oferta de produtos e serviços aos clientes.
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40.
No trecho seguinte, o Banco Central do Brasil (BCB) faz um comentário a respeito
dos bancos, na era digital: Apesar de não haver ainda uma licença específica para os
bancos digitais, o acompanhamento dessas instituições pelo BCB se torna
importante devido ao modelo de negócio digital, que possui uma dinâmica
diferente dos modelos tradicionais.
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40.
Uma característica comum aos modelos de negócio dos bancos digitais e dos bancos
tradicionais é o(A)
A) atendimento ao cliente de forma presencial
B) facilitação de saques em dinheiro nas agências bancárias
C) utilização de cheques como meio de pagamento
D) baixa utilização de tecnologias intensivas em inteligência artificial
E) pagamento por meio de cartões eletrônicos
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41. Constitui serviço ou operação tipicamente digital, à EXCEÇÃO de


A) pagamento instantâneo através do Pix
B) compra em ambientes de tipo marketplace
C) compensação de cheque administrativo
D) registro de transações em base de dados blockchain
E) pagamento com cartão digital disponível em aparelho móvel (smartphone)
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42.
As instituições participantes envolvidas no compartilhamento de dados ou serviços
do Open Finance, regulamentado pelo Banco Central do Brasil, devem assegurar a
possibilidade da revogação do respectivo consentimento, a qualquer tempo,
mediante solicitação do cliente, por meio de procedimento seguro, ágil, preciso e
conveniente, observado o disposto na legislação e regulamentação em vigor.
Essa revogação deve ser efetuada com observância dos seguintes prazos:
A) em até um dia, contado a partir da solicitação do cliente, no caso do
compartilhamento de serviço de iniciação de transação de pagamento, e de forma
imediata, para os demais casos.
B) em até um dia, contado a partir da solicitação do cliente, no caso do
compartilhamento de serviço de iniciação de transação de pagamento, e em até sete
dias, para os demais casos.
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C) em até dois dias, contado a partir da solicitação do cliente, no caso do


compartilhamento de serviço de iniciação de transação de pagamento, e de forma
imediata, para os demais casos.
D) em até dois dias, contado a partir da solicitação do cliente, no caso do
compartilhamento de serviço de iniciação de transação de pagamento, e em até sete
dias, para os demais casos.
E) em até três dias, contado a partir da solicitação do cliente, no caso do
compartilhamento de serviço de iniciação de transação de pagamento, e em até trinta
dias, para os demais casos.
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43.
Um dos objetivos do Open Finance é que as instituições participantes incentivem a
inovação e promovam a cidadania financeira. Para fins do cumprimento desses
objetivos, essas instituições devem conduzir suas atividades com ética e
responsabilidade, e com observância da legislação, da regulamentação em vigor,
além de considerar outros princípios.
O princípio que NÃO deve ser seguido pelas instituições participantes do Open
Finance é a(o)
A) transparência
B) unilateralidade
C) qualidade dos dados
D) segurança e a privacidade de dados
E) tratamento não discriminatório
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44.
A partir do início de 2021, começou a primeira fase de implantação do open banking
(sistema financeiro aberto) no Brasil. As instituições financeiras participantes devem
obedecer a regras definidas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional.
O open banking tem, entre outros, o objetivo de
A) recomendar a utilização de um sistema de informações único, de código aberto,
para gestão de contas-correntes e suas movimentações, de modo a ser adotado por
todas as instituições financeiras em operação no Brasil.
B) possibilitar o compartilhamento de informações, mediante autorização expressa de
cada cliente, e a movimentação de suas respectivas contas bancárias, entre diferentes
instituições financeiras.
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C) controlar as operações de concessão de crédito de cada instituição financeira


participante autorizada pelo Banco Central, dando mais transparência ao setor.
D) criar um mercado eletrônico exclusivo para operação das fintechs.
E) permitir que mais instituições participem como bancos comerciais do mercado
brasileiro, abrindo esse mercado.
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45.
O Conselho Monetário Nacional e o Banco Central do Brasil (BCB) vêm estabelecendo
novas regras no Sistema Financeiro Nacional. Uma delas abre a possibilidade de
clientes de produtos financeiros permitirem o compartilhamento de dados cadastrais
entre diferentes instituições financeiras autorizadas pelo BCB, bem como a
movimentação de suas contas bancárias a partir de diferentes plataformas, e não
apenas pelo aplicativo ou site do banco.

A essa nova modalidade denomina-se


A) Fintech
B) Open banking
C) Shadow banking
D) Internet banking
E) Pix
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46.
Um token físico, no contexto de transações bancárias, é um dispositivo eletrônico
que possui um botão de ativação e um pequeno visor. O token permite gerar senhas
aleatórias, temporárias e numéricas (por exemplo, de seis dígitos). Essa senha é
utilizada para dar mais segurança às transações bancárias realizadas via internet. No
passado, os bancos comerciais disponibilizavam esses pequenos dispositivos aos
seus clientes, de modo que pudessem ser afixados a um chaveiro.
Mais recentemente, nos últimos 10 anos, esses dispositivos foram sendo
gradativamente substituídos para a grande maioria dos clientes, por um
A) sensor específico para captura de impressões digitais.
B) porta-moedas eletrônico, semelhante aos cartões que dão acesso a meios de
transporte.
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C) cartão de crédito que permite autorizar operações por aproximação.


D) dispositivo que continua com apenas essa funcionalidade, porém um pouco maior,
mas que ainda assim cabe em um bolso de camisa.
E) aplicativo de cada banco, instalado e configurado no celular do correntista.
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47.
Uma das tendências observadas no sistema financeiro contemporâneo é o
aparecimento e a difusão das chamadas fintechs de crédito e dos bancos
digitais. O principal aspecto do modelo de negócios dessas instituições é o
A) atendimento presencial
B) uso de recursos tecnológicos avançados
C) redução da concorrência bancária
D) redução da oferta de serviços bancários
E) eliminação da insegurança bancária
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48.
Um indivíduo abriu uma conta em um banco digital. Essa instituição tem um modelo
de negócio que desburocratizou o mercado e oferece soluções simples por meio da
tecnologia, otimizando serviços e deixando de repassar custos operacionais da
empresa para seus clientes.
Como são chamadas as empresas que introduzem inovações nos mercados financeiros
por meio do uso intenso de tecnologia, com potencial para criar novos modelos de
negócios?
A) HealthTechs
B) SmartTechs
C) Nutechs
D) Inovatechs
E) Fintechs
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49 Fintechs são empresas que
A) funcionam com o principal objetivo de compartilhar dados cadastrais entre diferentes
instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central do Brasil (BCB).
B) prestam serviços ao BCB, notadamente a preparação de Relatórios contendo dados e
informações sobre as operações de crédito e de câmbio de todas as instituições
financeiras.
C) prestam serviços ao BCB, notadamente a criação de sistemas de informações on-line
que permitem o compartilhamento de dados entre diversos órgãos reguladores, como o
próprio BCB, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência de Seguros
Privados (Susep).
D) empregam tecnologias digitais de última geração e oferecem serviços financeiros à
margem do sistema bancário tradicional, estando, portanto, livres da regulação do BCB.
E) atuam por meio de plataformas on-line, lançando inovações no mercado financeiro,
mediante uso intenso de tecnologias digitais com elevado potencial de criação de novos
modelos de negócios.
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50.
O Marco Legal das Startups traz algumas vantagens para esse tipo de empresa.
Dentre essas vantagens, a principal é a possibilidade de oportunidades no
A) mercado B2G (Business to Government), ou seja, em negociações dessas empresas
com o governo.
B) mercado B2E (Business to Employee), ou seja, em transações comerciais dessas
empresas com funcionários públicos.
C) mercado de exportação de software.
D) ambiente regulatório definitivo (sandbox).
E) negociação com empresas do Vale do Silício.
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51 As startups têm transformado os negócios. Um dos motivos para isso é que elas
A) sempre são compradas com valores mais baixos que o mercado.
B) sempre possuem aplicativos para agilizar suas operações.
C) são ágeis, sempre vendem os seus produtos mais barato e visam a tornar-se um
unicórnio.
D) são sempre empresas de internet.
E) inovam, transformam processos e têm potencial de rápido crescimento.
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52.
No Sistema Financeiro Nacional, identificam-se os bancos-sombra (shadow
banks) como bancos que
A) possuem diversos tipos de carteiras em suas operações ativas.
B) se especializam em transações financeiras como bancos estrangeiros.
C) se concentram em transações financeiras no mercado local.
D) realizam operações financeiras à margem do sistema de regulação e
supervisão do Banco Central do Brasil.
E) se originam a partir de indivíduos que se associam para prestar serviços
financeiros a seus associados.
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53.
O Banco Central tem dedicado atenção às entidades identificadas como shadow
banking (bancos sombra). Essas entidades já se encontram sob alguma regulação e
supervisão, feita por autoridades com jurisdição nacional, como a(o)
A) Banco Caixa Econômica
B) Banco do Brasil
C) Banco SICRED
D) Open finance
E) CVM
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54.
Considere o texto a seguir, retirado de Relatório do Banco Central do Brasil.
No sistema financeiro mundial, existem muitas entidades que oferecem serviços
de intermediação financeira, mas funcionam à margem do sistema de
supervisão e regulação bancária. No Relatório de Estabilidade Financeira, de
2015, o Banco Central do Brasil (BCB) estima o valor total dos ativos dessas
entidades no país e adverte que elas podem “ser fonte de risco sistêmico, por
envolver, sem a devida supervisão e regulação, riscos tipicamente bancários,
tais como alavancagem, transformações de maturidade e de liquidez e
transferência de risco de crédito”.
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As entidades financeiras descritas formam o sistema denominado


A) open banking
B) mobile banking
C) shadow banking
D) blockchain
E) internet banking
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55.
Uma pessoa estava querendo fazer um empréstimo e descobriu que algumas
instituições que praticam o shadow banking (“sistema bancário sombra”) geralmente
servem como intermediários entre credores e tomadores de empréstimos,
fornecendo crédito e capital para investidores e corporações.
Ao fazer uso dessas instituições para fazer um empréstimo, a pessoa incorre em
riscos?
A) Sim, pois o shadow banking não é uma instituição financeira, embora tenha
registro no Banco Central.
B) Sim, pois o shadow banking é uma estrutura paralela aos mercados tradicionais,
embora passe por todas as regulações e seja uma instituição bancária.
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C) Não, pois vai ter toda a assessoria para fazer o empréstimo.


D) Não, pois o shadow banking realiza operações passando por toda a
supervisão ou regulação dos sistemas financeiros/ bancários do país.
E) Sim, pois essas instituições não são bancárias, não recebem depósitos
tradicionais como um banco tradicional e são estruturas paralelas aos
mercados tradicionais.
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56.
No sistema financeiro contemporâneo, o uso de tecnologias blockchain é
considerado revolucionário, porque
A) possibilita o armazenamento e compartilhamento de dados de forma
distribuída, criptografada e sem a intermediação de terceiros.
B) envolve múltiplos intermediários financeiros, mas mantém a centralização
das informações em apenas
um deles.
C) permite a quebra do sigilo inerente às transações financeiras.
D) elimina as práticas ilegais em curso nas transações financeiras, por meio
do uso de linguagem criptografada.
E) privilegia a linguagem analógica, em detrimento da digital.
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57.
Existem grupos que trabalham cooperativamente para validar as transações na
Blockchain, por meio da solução de cálculos complexos, e que concordam em
dividir, proporcionalmente, recompensas de bloco entre eles, de acordo com
sua contribuição nesse trabalho.
Tais grupos são denominados
A) grupos de data lake
B) redes de extração
C) cooperativas de blocos
D) pools de mineração
E) pools de distribuição
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58.
A cliente de um banco está chateada com as taxas bancárias sobre as suas
transações e para manter a sua conta corrente. Ela está pensando em investir
em criptomoedas para ter mais domínio sobre o seu dinheiro e não pagar tantas
taxas.
As criptomoedas válidas que ela tem para investir neste momento são
A) bitcoin e bitemoeda
B) bitcoin e ethereum
C) zen e bitemoeda
D) ethereum e tokecardume
E) bitcoin e tokecardume
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59.
Leia as considerações seguintes sobre o expressivo crescimento das
criptomoedas nas movimentações financeiras internacionais.
Criptomoeda, ou moeda criptografada, é um ativo digital denominado na
própria unidade de conta que é emitido e transacionado de modo
descentralizado, independentemente de registro ou validação por parte de
intermediários centrais, com validade e integridade de dados assegurada por
tecnologia criptográfica e de consenso em rede. Trata-se de instrumentos
desenhados para viabilizar transferências de valores em rede de maneira
segura e independente de um sistema de intermediação financeira (...).
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59.
Outro aspecto econômico que merece destaque é o lado político-econômico da
atribuição de valor a uma moeda. As moedas estatais de curso forçado contam
não apenas com reservas legais, mas também com uma infraestrutura estatal
ou privada (fortemente regulada) e com as políticas monetária e cambial oficiais
(...). Muitas criptomoedas, mesmo que funcionem como instrumentos
descentralizados, têm grande parte de sua base monetária em poder da
organização que a desenvolveu.
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59.
O texto sugere que o mercado de criptomoedas é fonte de enorme
instabilidade e preocupação dos bancos centrais, porque as empresas
emissoras desses ativos monetários
A) forçam o enquadramento das criptomoedas emitidas na mesma categoria
das demais moedas eletrônicas já existentes.
B) vinculam a unidade de conta da criptomoeda às principais moedas
conversíveis, como o dólar norte-americano e o euro.
C) são reguladas pelos bancos centrais.
D) têm enorme capacidade de manipulação da taxa de câmbio entre a
criptomoeda emitida e os demais ativos digitais.
E) conseguiram transformá-los no principal meio de troca utilizado nas
transações financeiras internacionais.
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60.
A blockchain é um tipo específico de banco de dados distribuído, no qual há uma
cadeia de blocos ordenados e interligados, com garantia de ordem cronológica. Os
dados registrados nos blocos podem variar de transações financeiras a contratos
inteligentes.
Na blockchain da bitcoin, as entidades que registram novos blocos na cadeia são
chamadas de

A) conectores
B) gerenciadores
C) registradores
D) mineradores
E) trabalhadores
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21. C 34. C 47. B 60. D


22. B 35. D 48. E
23. E 36. D 49. E
24. D 37. E 50. A
25. E 38. D 51. E
26. A 39. C 52. D
27. C 40. E 53. E
28. B 41. C 54. C
29. A 42. A 55. E
30. C 43. B 56. A
31. A 44. B 57. D
32. D 45. B 58. B
33. D 46. E 59. D
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